Sympathy For The Devil 2

9 Terapia de familia


Notas iniciais
CRODOALDO TÁ RICO.
CHUPEM ESSA! HÁ!
Sim, eu assisti o ultimo capitulo. É.
Agora que a bicha-má ficou lindamente luxuosa e PODRE DE RYCA, vamos ao que interessa.
CAPITULO ATRASADO.
É, podem me jogar no barco do Pereirinha/Na banheira da tia Tereza/Na escada da mansão. Mas vim humildemente postar esse capitulo SEXIE E LINDO, TÁ?
Tá, você é bela e perfeita, Lolis. Ok, paro. É.
KKKKKKKKKKKKKKK
E BEM - VINDA LUCYINTHESKY, que me deixou 1 rewien 100çual :)
Aliás, todos estão 100çualidade pura. E segundo minhas contas, faltam 41 PARA MIM PEDIR O SENHOR ROSE EM CASÓRIO.
Não desanimem em me foder gente :) Sério. KKKKKKKK
Enjoy it!

Muito bem, tem algo muito errado acontecendo aqui. E apesar de James não parecer dar à mínima para isso, eu tenho evidências o suficiente para comprovar que a coisa está feia por aqui.

1 – Minha mãe se recusou fazer o jantar. Isso nunca acontece. Como ela acredita que é uma grande cozinheira, gosta de se utilizar de livros de receitas de origem duvidosa para fazer pratos de origem mais duvidosa ainda afim nos alimentar. Ela adora se fechar na cozinha e fazer a comida ao som de Sweet Home Alabama, para nosso desespero. Não com a música, e sim com o cheiro de frango a moda sulista queimado.

2 – Meu pai está andando pela casa, aparentemente irritado e resmungando consigo mesmo. E isso é a evidência mais normal até agora.

3 – Tia Glister está fazendo o jantar. Sim, ela voltou. Pelo menos não vamos morrer de fome, já que minha mãe perdeu o telefone do disk pizza há algumas semanas atrás.

4 – Minha mãe seqüestrou o carro e saiu de repente. Fazem exatamente três horas e quarenta e nove minutos que ela está na rua.

5 – Meu pai já ligou para a policia, por falar nisso. E o eficiente esquadrão policial de Los Angeles não sabe informar onde a louca se meteu, já que ela foi esperta o bastante para atirar o rastreador da Mercedes em algum lugar da Sunset Boulevard.

- Ela está bem, Mitchigan... – James fez um gesto de pouco caso – Mamãe é assim mesmo.

- Ela não parecia bem – retruquei – Não viu a cara dela antes de sair? E ela ainda falou algo sobre a vizinha nova.

Ele deu os ombros.

- Certo. E daí?

Revirei os olhos.

- James, você tem a sensibilidade de um aspargo.

Cherrie, que se enchia com um saco de batatas deu sua opinião sobre o fato.

- Talvez seus pais estejam se separando.

Arregalei os olhos.

- Impossível – cruzei os braços – Os dois se amam.

Cherrie riu.

- Mitchigan, sua ingenuidade às vezes me surpreende.

- Eu disse que ela era lenta... – James comentou desnecessariamente aumentando o volume da TV. Se você o quiser manter ocupado com alguma coisa, ligue um jogo dos Lakers, e ele nunca mais sairá do sofá.

- Cale a boca, James! – joguei uma almofada na cabeça dele.

Ele ignorou e aumentou mais a TV.

Cherrie bufou.

- Vocês não param de brigar? – se irritou. James olhou cinicamente para ela.

- Foi ela quem começou – se defendeu.

- Vou atirar outra almofada na sua cabeça, retardado.

- É sério, parem e me ouçam. Agora! – Cherrie tomou o controle de James e desligou a TV.

- HEY! CHERRIE! OS LAKERS!

- Foda-se. O que eu dizia era que talvez seus pais estejam enfrentando uma crise no casamento.

- Puxa, que interessante. Me devolve o controle agora? – James disse furioso.

- Não. Cala a boca e ouve, porra.

- Ah... Ok então.

Ela sorriu satisfeita.

- Como você pode ter certeza disso? – perguntei insegura para ela.

- De que seus pais estão enfrentando uma crise no casamento? Aconteceu com os meus. Quero dizer, com a minha mãe e o Duff.

- Eles tem crises diferentes a cada semana! – James rolou os olhos.

- Mas daquela vez que aquela modelo deu em cima do Duff foi diferente. – Cherrie se recordou.

- A tal Susan?

- Essa ai.

- Eu lembro. Sua mãe jogou as coisas do tio Duff da janela – James lembrou vagamente do escândalo que Tia Glister fez – Foi muito assustador.

- Pelo menos ela não destruiu o carro dele com um taco de baseball, como a Erin fez com o tio Axl... – tentei sorrir de forma animadora.

- Ou trancou ele no banheiro, como a tia Evie trancou o tio Izzy.

- E não pos fez nenhuma magia negra para ele. Lembram daquela namorada satânista do tio Steven?

- Eu gostava dela. Ela era a maior gostosa.

- Morre James – Cherrie suspirou impaciente – A questão é: Será que isso não está acontecendo com o casal perfeição?

- Casal perfeição? Isso é sério, Cherrie? – questionei.

- Bom, com que freqüência eles brigam?

- Na nossa frente? Nunca – James revelou.

- Claro que eles brigam! – respondi convicta.

- Mitchigan, discutir a estação de rádio não conta – Cherrie arqueou as sobrancelhas.

- Ah... Então... Que droga! Eles não brigam por nada! Por que eles não podem ser desajustados como os outros pais normais?

- Mas se eles se separarem não vai ser tão ruim assim – James disse descontraídamente – Pense, teremos duas casas, presentes duplos nos aniversários e outras comemorações...

- Isso depende – Cherrie falou seriamente – Do motivo da separação.

- Como assim?

- Se for por traição, a tia Draffy com certeza matará a facadas o tio Slash e será presa e tirada a guarda de vocês. Ai vocês viveram num orfanato até os dezoito anos.

- Eu vou fazer dezoito anos daqui há alguns meses – James disse rindo de mim.

- Então você será o tutor da sua irmã.

- O QUÊ? EU VOU SER PAI DA MITCHIGAN?

- Basicamente.

James entrou em colapso. Ele já não suportava servir de irmão para mim, imagina de pai.

- Precisamos impedir a mãe de matar o pai – decidiu em pânico.

- É. Mas como? – perguntei.

- Por que vocês não tentam descobrir o motivo disso? – Cherrie sugeriu.

- Achamos que é a nova vizinha – falei – Ela é antiga conhecida do meu pai.

- E tem uns peitos enormes – James completou.

- A Tia Draffy demonstrou ciúmes ou algo do tipo?

- Bem, se demonstrar ciúmes for brigar com a mulher no meio da rua, sim, ela sentiu. Muito. – Meu irmão disse perturbado com a lembrança.

- Devíamos vigiar ela, sabe? – falei – Para depois extermina-la.

- Eu posso ir na casa dela ameaça-la – James se ofereceu com um brilho pervertido nos olhos.

- Ah... Não. – Cherrie o cortou – Você não vai na casa de ninguém.

James fez uma careta para ela.

- A janela da casa dela fica de frente com aquele pé de carvalho do jardim – falei – Onde tem a antiga casinha da arvore. Podíamos fazer de lá nosso quartel general.

- Eu me recuso de subir naquilo. Não cabemos mais lá! – James reclamou.

- Gostei da idéia – Cherrie disse animada – Vamos começar a agir amanhã. Essa mulher vai sair de uma maneira ou outra daqui, por bem ou por...

O discurso de Cherrie foi interrompido pela porta abrindo ruidosamente e minha mãe entrando sorridente.

- Mãe? – chamei. Ela se virou assustada.

- Ah! Mitchigan, você está ai!

Ela despiu o casaco cantarolando Twist and Shout.

- Ahm... Mãe? – James perguntou cautelosamente.

- Diga – ela disse gentilmente.

- Você tá legal?

- Por que eu não estaria?

Porque você saiu louca da vida daqui?

- Por nada não... Hey, mãe, onde está o carro?

Não havíamos percebido nenhum barulho de carro na garagem nem nada. Agora a idéia de que talvez ela tivesse batido com o carro se tornava mais real e nítida.

- Eu deixei na sede da revista.

- Você estava na revista?

- Fui chamada de ultima hora e... Que cheiro é esse? – disse alegremente.

- Ah, minha mãe veio fazer o jantar – Cherrie esclareceu. Minha mãe sorriu iluminada.

- Adoro a Glister.

PARA TUDO.

Quando foi a ultima vez que minha mãe disse que adorava a tia Glister? Nunca!

Cherrie arregalou os olhos, obviamente aterrorizada.

- Eu não estava afim de cozinhar mesmo. – ela disse displicentemente.

Ótimo, estou começando a acreditar que seres extraterrestres abduziram minha mãe e enfiaram algum chip de controle nela. Preciso me lembrar de ligar para Maddie e perguntar se isso é possível.

- Draffy? – meu pai apareceu vindo do corredor. Ele tinha um semblante preocupado e ao mesmo tempo receoso. Seja lá o que ele tivesse feito, agora ele parecia com medo das conseqüências.

Terríveis no caso. Para todos nós.

- Hey! – ela o cumprimentou incrivelmente boa e feliz.

Minha mãe não era boa. E não demonstrava muita felicidade.

Meu pai arqueou a sobrancelha.

- Você está bem?

- Claro que estou! – ela confirmou.

- Então... Onde você estava?

- Por aí. Fui chamada de ultima hora na revista e encontrei Brian lá. Ele me chamou para tomar uns drinks num pub conhecido dele e eu fui.

- Drinks?

- É. O lugar é bom pra caramba. A acústica é ótima e a bebida também.

Bebidas? Minha mãe de um certo tempo para cá só bebia em funerais e no Natal.

Só.

Meu pai a encarava confuso.

- Deixei o carro na revista. O Brian me ofereceu carona, mas ele já estava muito bêbado. Então vim andando mesmo. Onde está a Glister?

- Você saiu com ele? – meu pai possuía um quê de ciúmes na voz.

- Sai. Por que?

Oh – Oh.

Meu pai franziu o cenho.

- Por nada.

- Ótimo. Vou para a cozinha.

Meu pai odiava admitir que sentia ciúmes da minha mãe. E ela se aproveitava disso.

- Tudo bem... – meu pai concordou meio perturbado – Eu vou também.

Assim que os dois foram para a cozinha, encarei Cherrie, que parecia quase tão confusa quanto meu pai.

- E aí, Cherrie? – perguntei – O que acha?

- Que sua mãe é bipolar.

Notas finais
Cherrie dando conselhos de casamento e bancando a advogada: Não tem preço. Mesmo.
DRAFFY A VACA BANCANDO A DESENTENDIDA. E Slash com MUITO medo das consequências. Quem mandou falar o que não deve? u_u
PRÓXIMO CHAPTER TEM DAMIAN 100ÇUALIDADE PURA. É.
E James, me come, ok? Mesmo.
É, já tagarelei o bastante. A espera de rewiens GATZOS LOLIS RANGERS!
Bjs
Lolis