Sympathy For The Devil 2

17 Por que não viajar com os malas dos seus amigos


Notas iniciais
OI VADIOS LINDHOS :)
NOVIDADE DO MÊS: DEMOREI :)
E notei a perda de leitores. É. *momento autora mocréia* E até entendo, por que ando DEMORANDO DEMAIS para postar, mas, seria legal, receber 1 tantinho mais de apoio, assim, perhaps, a vadia postasse mais rápido :)
CHANTAGEM EMOCIONAL ROCKS BITCHES!
Ok, tirando meu mini draminha teenager acima, venho humildemente postar mais 1 capitulo. Entendam Rangers, eu estou ATOLADINHA (Momento funk na cabeça. 1 tiro na minha bunda) em MATEMÁTICA, TRIGONOMETRIA, QUÍMICA, FÍSICA, BIOLOGIA E TIREI 5,5 NO MEU ENEM, PORTANTO, SEREI CATADORA DE PAPEL QUANDO CRESCER, AFUNDEI NAS MATÉRIAS QUE EU TIRO NOTA (TIPO PORTUGUÊS) E ME EMBANANEI NO RESTO, FIQUEI DE RECUPERAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA (PAGA A BOLA DIREITO, SUA VAQUINHA PREGUIÇOSA!)E Portanto, minha família disse que se eu NÃO ESTUDAR, eu tenho duas opções de caminhos a seguir:
1 - A menos viável: Arrumar 1 emprego e sair de casa. Eu até queria, mas NINGUÉM SERIA IDIOTA de contratar uma adolescente chata de 15 anos para fazer alguma coisa.
2 - ESTUDAR! E ESTUDAR! E ESTUDAR! E ESTUDAR!
É.
Certo, surtei 1 pouquinho. Mas é tudo verdade. É.
MASSSSSSSS, como eu sou muito REBELDE (Yo soy RBD, pvr)decidi postar fics ao invés de estudar Trigonometria (do que essa porra vai adiantar pra moi?)então, me amem.
É isso. Depois do meu ataque nada histérico, posto o capitulo, com 1 spoiler sobre cadeia. Pra quem? SECRET BITCHES!
MUHAHAHA!
Sou má, coof coof.
CALE A BOCA MARIANA E POSTE.
É.
Enjoy it!

Uma palavra para definir o que todos nessa van sentem agora: Calor.

E fome.

Estávamos a mais ou menos meia hora rodando como idiotas num estacionamento a procura de vagas, numa van sem refrigeração adequada ou comida suficiente (já que Cherrie é egoísta e exagerada e comeu todo o suprimento de sanduíches de atum e bolachas recheadas).

- Achou vaga, Axl? – minha mãe se abanava completamente desanimada.

- Não... – ele disse quase arfando. Meu tio era o que mais suava, por conta daquelas calças de couro, que brilhavam como faróis de sinalização ao sol – Não vejo nenhuma vaga num raio de 500 metros... – lamentou.

Minha mãe bufou.

- Que droga... – praguejou afundando a cabeça no banco – O ar condicionado não faz mais efeito.

- Está quebrado... – Cherrie gemeu do chão da van. Eu e ela dividíamos o chão antes gelado e agradável de metal e madeira. Mas com o tempo aquela porcaria começou a esquentar e eu abandonei Cherrie sozinha lá e fui me sentar nas fornalhas de tecido – vulgo bancos.

- Está quebrado desde 1993... – minha mãe resmungou.

- Eu preciso ir no banheiro – Damian disse com a voz abafada.

- Não temos um banheiro – Cherrie respondeu.

- Ótimo... – Damian choramingou arrancando sua blusa e gemendo de calor. James já havia feito o mesmo há uns vinte minutos. E teria tirado as calças também, mas minha mãe não deixou.

- Sinto meu corpo cozinhando lentamente – meu irmão bufou – Preciso de água.

- Não fale em água, cara! – Damian pediu histérico.

- Tanto faz – James se levantou do banco e foi praticamente se arrastando até a caixa de isopor onde as garrafas de água e refrigerante estavam.

- Acabaram! – ele disse entrando em desespero.

- Como acabaram? – perguntei.

- Acabaram, Mitchigan. Algum verme tomou tudo!

Cherrie empurrou uma garrafinha de água para debaixo do banco, disfarçadamente. James viu.

- Cherrie... Você tomou TODA NOSSA ÁGUA?!

- Eu estava com sede, caralho – ela retrucou.

James a encarou de maneira tão furiosa e indignada que por um momento, eu pensei que os dois se pegariam de tapa de novo, repetindo o incidente da terceira série, quando brigaram feio no meio do refeitório, com direito a cadeiras sendo lançadas e bolinhos de carne ensebados sobrevoando o local.

- Você não tinha o direito de fazer isso! – meu irmão protestou.

- Por que não? – ela se levantou num pulo já preparada para briga. Era incrível como uma garota com menos de 1.60 de altura, e que não passava dos quarenta e oito quilos fosse corajosa a ponto de querer enfrentar meu irmão, com seus 1.80 de altura e setenta e poucos quilos.

E o pior que ela ainda ganhava se acabasse na porrada. Ela sempre ganhava.

- Por que a água era para ser dividida!

- Bem, eu a dividi pelo meu corpo. Isso te incomoda?

- Muito!

- Foda-se, não dou a mínima.

- Eu quero a água!

- Quer que eu vomite ela então?

- Seria uma boa.

Cherrie então começou a enfiar o dedo na garganta e fazer barulhos de vômito.

- Ah, parem com isso pelo amor de deus! – minha mãe surtou – Que fogo no rabo vocês dois tem! Senta agora James! E você pare de tentar vomitar Cherrie! Que porra!

James lançou um ultimo olhar do tipo acertamos depois para Cherrie e foi se sentar.

- Eu ainda quero ir no banheiro – Damian disse nervosamente.

- Faça na caixinha de isopor. Não tem mais nada lá mesmo – James sugeriu.

- Com a platéia olhando? Nunca! – Damian retrucou.

- Tem vergonha de mostrar sua cobra para nós, Damian? – Cherrie provocou com um riso irônico.

- Ou talvez ele não queira por que não é uma cobra, e sim uma minhoca – meu irmão riu.

Damian variou entre o roxo e o vermelho.

- Parem de perturbar o garoto – minha mãe brigou – Não sinta vergonha Damian, se quiser, pode ir atrás do ultimo banco e fazer com privacidade.

- Obrigado, tia Draffy – Damian disse num fio de voz catando a caixinha de isopor e indo envergonhado até o ultimo banco.

- Que grande, hein Damian! – Cherrie pulou até o ultimo banco e olhou depravadamente para Damian mijando. Damian levou um susto.

- Saia daqui!

Cherrie gargalhou.

- Com um desses não sei por que a Mitchigan não fica com você!

- Cherrie! – gritei – Cale a boca, idiota!

- Se ela não quiser, me convida qualquer dia para fumar esse seu cigarro, aí, viu? – ela fez piada.

Meu irmão fechou a cara e parecia estar decidindo entre ir até lá e seqüestrar Cherrie para ele e correr o risco de ver o mini Damian ou ficar sentado xingando Damian mentalmente.

Ele ficou com a segunda opção.

- Cherrie, por favor, sossegue! – minha mãe pediu impaciente – Deixe Damian fazer xixi em paz!

Cherrie fez uma careta e veio quase quicando até seu assento.

- O que foi? – perguntou olhando James vermelho de raiva a encarando. Ele virou o olhar irritado. Ela deu os ombros.

A van começou a lentamente, parar.

- Axl achou uma vaga? – minha mãe se surpreendeu quando Grenda parou de vez.

- Aparentemente sim – comemorei.

Tio Axl abriu a porta lateral da van.

- Vamos saindo – disse alegremente.

Saímos numa parte quase vazia do estacionamento.

- Tem certeza que podíamos estacionar aqui, pai? – Cherrie perguntou cautelosa.

- Claro que tenho – tio Axl disse esticando as pernas naquela calça de couro. Por dentro, sabíamos que estavam matando ele, mas como ele jamais admitiria isso, deixamos pra lá – Veja, tem mais um carro aqui. Não somos os únicos.

De fato havia uma picape preta e lustrosa próxima de nós.

- Cara, daqui temos vista para a praia – Damian observou saindo por ultimo.

- O xixi conseguiu sair? O caminho era longo... – Cherrie encheu.

- Morre Cherrie – Damian respondeu irritado.

- O show vai começar em meia – hora – minha mãe avisou – Vão trocar essas roupas por coisas mais leves em algum lugar. Voltem logo.

E atirou peças de roupas para cada um de nós.

- Às vezes eu odeio essa cidade. Parece que sempre do lado oeste é mais quente que o leste. Argh – ela disse sincera.

Cherrie e eu pegamos nossas mudas de roupas e nos encaminhamos até uma cabine de banho há alguns metros dali.

- Vai ser demais o show – ela parecia empolgada trocando as calças por um shorts jeans, e a camisa xadrez por uma maxi T-Shirt do Green Day.

- Temos que conseguir ficar na primeira fileira – falei.

- Claro que sim. Tome sua camiseta – ela me atirou uma camiseta com a cara da Joan Jett estampada.

- Posso ficar com as botas? – pedi.

- As de couro de crocodilo? – ela pareceu incerta.

- Essa mesmo.

Ela me atirou as botas também. As calcei.

- Quais bandas mais estão no festival? – perguntei.

- Pelo que vi, talvez o David Bowie apareça para uma apresentação rápida, e o Aerosmith resolveu fazer um mini show beneficente para alguma instituição que salve animais perdidos ou algo assim – ela deu os ombros.

- Como nossos pais não se envolveram nesse show?

- Não sei. Mas fico feliz pelo meu pai não ter que dividir o palco com o Billie. Imagina, que constrangedor seria?

Tentei imaginar tio Axl cantando American Idiot, mas não deu muito certo.

- Vamos? – Cherrie parecia pronta. Havia prendido o cabelo laranja neon em dois rabinhos e parecia um tanto fofa e perigosa ao mesmo tempo.

- Vamos. Estou bem? – perguntei.

- Está ótima – ela afirmou já saindo. Fui atrás dela.

Os meninos já esperavam com minha mãe e tio Axl, o único que não conseguira mudar de roupa.

- Por que não tirou essa calça, pai? – Cherrie perguntou.

- Eu me sinto bem com ela – tio Axl disse enquanto suava alguns litros.

- Ele não conseguiu na verdade – minha mãe segredou para nós quando Axl se afastou.

Abafamos os risos e seguimos até a arena.

Notas finais
Quem tem uma ideia de quem será preso, diga nos rewiens ou cale-te para sempre. Rum.
Ok, paro.
Só digo que a dica está no capítulo :) BICHA-MÁ!
Esperando pacientemente e docemente meus rewiens gatzos :)
Não posto mais se não receber BUH BUH BUHHHH
*AFZ MORRE LOLIS! 1 TIRO! POW POW POW!*
Mariana vai ficar quieta por que devem estar pensando que ela fumou 1 crack depois de tantos surtos. Pois é.
É isso Lolis Rangers!
Kissus nos cús :)
Lolis