Sympathy For The Devil 2
1 Como tudo isso começou
Notas iniciais
*O mundo faz festa*
FALEI QUE IA VOLTAR! SOU 1 ENCOSTO NA VIDA DE VOCÊS!
E como prometido, primeiro capitulo da tão aguardada SYMPHATHY II, que foi motivo de inúmeras ameaças de morte para a autora KKKKKKKK
E INCLUSIVE, FEZ A IDIOTA AQUI FAZER 1 BESTEIRA.
Mais informações da minha idioteza nas notas finais.
SEJAM TODOS BEM-VINDOS A MAIS ESSA JORNADA LOUCA!
Enjoy it
Dizem que o ultimo dia de aula é a melhor coisa que pode acontecer na vida de um aluno.
Isso é verdade. Para os alunos normais. Mas se você estuda numa escola como a minha, você logo pode perceber que pode ser apenas o começo para uma dolorosa jornada rumo ao inferno.
Ah, sou Mitchigan Hudson, e não vou falar de quem sou filha, pois se você tem o mínimo de inteligência já ligou os fatos. E sim, eu estudo em um colégio idiota feito para ricos idiotas.
É serio. A maioria dos meus colegas já possuem casas de veraneios nos seus nomes e uma fortuna para passarem a vida toda sem trabalhar e vivendo em paraísos tropicais.
E o que eu faria num lugar assim? Simples, sou fruto de um dos maiores rockstars dos Estados Unidos com a fotógrafa principal da Vogue. Viu? Eu nasci para andar por ai exibindo bolsas de couro de animais e sapatos Dolce&Gabanna.
Felizmente, para a alegria eterna da minha mãe, eu não sou uma dessas garotas.
Por isso eu odeio este colégio, e também é por isso que estou sentindo uma inveja terrível do meu irmão babaca e da minha melhor amiga, que estão se formando hoje.
E enquanto eles usufruem do fato, eu estou enfiada num vestido rosa comprado por minha tia doida e recebendo bilhetinhos da vadia da Norma Dumont, que meu irmão andou dando uns ‘amassos’ há algumas semanas e logo desistiu, por que viu que ela era burra demais para manter uma conversa longe dos vestiários ou armários do zelador.
James está um gato com aquela beca. Acha que ele vem conversar comigo?
XOXO
Norma.
E-U V-O-U V-O-M-I-T-A-R! Era tocante como aquela criatura se importava em conversar com a esquisita num momento assim.
Amassei o bilhetinho e atirei por baixo dos assentos da frente, onde tio Axl e tia Erin se mantinham sentados solenemente.
Olhei para trás, e vi Norma mordendo o dedo mínimo e me encarando a espera de uma resposta.
- VAI – SE — FODER – mexi meus lábios lentamente, parando em cada sílaba para ela. Ela abriu a boca num Ó perfeito. Aparente não era estúpida o bastante para não entender leitura labial.
Me voltei para a frente satisfeita. Minha mãe notou meu sorriso cruel e me cutucou.
- O que houve? – perguntou com uma sobrancelha arqueada.
- Nada – dei os ombros – É uma vaca que estava saindo com James. Ela quer que ele volte com ela.
Minha mãe fez que entendeu com a cabeça.
- Que ótimo para seu irmão – olhou discretamente para uma Norma que ainda me fuzilava com aqueles olhos carregados de sombra verde – água – Gosto de perceber o bom gosto dele.
Ri.
Essa era minha mãe. Draffy Hunter. Atual fotógrafa da maior revista de modas do país, ex-namorada de Keith Richards (ela pensa que eu nem desconfio) e bêbada ocasional.
Quando eu falo para as pessoas que ela trabalha em uma revista de moda, imaginam uma excêntrica de terninho e hábitos egocêntricos, como a Meryl Streep em O Diabo veste Prada. Mas minha mãe está longe tanto de parecer com a Meryl Streep, quando de usar terninhos.
Apesar da amiga dela, Anna Madson tentar induzi-la a usar os terninhos pelo menos nas reuniões com os estilistas das grifes famosas, ela faz questão de aparecer o mais original possível. Por exemplo, quando ela foi tirar fotos para a coleção de verão, mês passado, e apareceu como uma hippie no set, atraindo olhares curiosos e o respeito da estilista da grife principal. Ninguém menos que Donna Karan, que agora manda todos seus trabalhos exclusivos para mamãe pelo correio.
- Do que vocês estão falando? – minha tia Glister se intrometeu. Eu me sentava entre ela e minha mãe. Meu pai e tio Duff estavam sentados um ao lado do outro, conversando animadamente sobre algo relacionado a Super Bowl e guitarras.
- De como James gosta de vadias – minha mãe segredou de maneira debochada. Minha tia revirou os olhos cheios de rímel.
- Francamente, vocês não têm nada de melhor para fazer? – ela grunhiu – Os estudantes estão entrando e não posso perder a Cherrie. Eu vou filmar o discurso dela.
E enfiou sua câmera portátil no rosto.
- Ainda não sei como mexer nisso direito.
- Você devia ter perguntado ao Brian, mas não... Você é auto – suficiente demais – minha mãe reclamou.
- Sossega Draffy. Eu vou conseguir filmar minha filha, sabendo ou não mexer com essa coisa.
Eu contei que Cherrie seria a oradora da classe esse ano? Ano passado, tivemos Kenny Lorcan, um nerd anti – social, que usou o discurso como um escape para surtar e se vingar de todos aqueles anos sofrendo tortura psicológica dos valentões. Ele empurrou o púlpito na platéia e rasgou a beca, ficando apenas de cueca e mostrando a todos presentes suas pernas magrelas e incrivelmente brancas.
Bem, pelo menos é o que dizem. O certo, é que a diretoria resolveu radicalizar e não escolher mais CDF´s para discursar, e sim, alunos normais.
Infelizmente para eles, Cherrie não se enquadra no que chamaríamos de aluno normal.
Com aqueles cabelos ruivos e cruelmente repicados por ela mesma, que se tranca no banheiro e tira religiosamente as pontas todo mês com a tesoura da Barbie da sua meia – irmã Claire, ela é alguém no mínimo alternativa. Em vários sentidos.
As roupas punks, a maquiagem preta e principalmente os piercings e tatuagens.
E apenas eu sei que ela tem uma tatuagem. Ela fez há um dois meses, um coração em chamas, na base da coluna para sua mãe – vulgo tia Glister – não descobrir e pirar a pondo de interna-la num colégio de freiras. Se bem que lugar dela, eu tatuaria um dragão, mas tudo bem.
- Bem vindos para a celebração da Formatura da Classe de 2006! – Senhor Dipet, nosso diretor careca e ranzinza anunciou no microfone, fazendo todos se calarem – É com imenso prazer, que apresento os nossos queridos formandos! Vamos pela lista de chamada. Senhor Arnie Abrams?
Bocejei e me remexi desconfortável naquela cadeira. Era bom aquilo acabar logo, ou eu morreria pinicada com aquele vestido.
Senhor Dipet foi chamando os alunos e entregando os diplomas monotonamente, até que ele chamou meu irmão.
- E agora... Oh Deus... Senhor James Cash Hudson, pode se apresentar?
Meu irmão se levantou todo exibido da sua cadeira, sob uma salva de palmas e vivas tantos dos alunos mais novos, quanto de seus colegas de classe.
- Venha aqui receber seu diploma, senhor Hudson. – o diretor pediu mal-humorado.
James pegou seu diploma e discretamente tomou o microfone do diretor.
- Eu gostaria de agradecer a todos que possibilitaram os melhores anos da minha vida e...
- Para de mentir, caralho! – Zick Dempsey gritou do seu assento fazendo todos explodirem em risos. Meu irmão sorriu de lado.
- Me devolva isso, Senhor Hudson, não é para falar nada! VOCÊ NÃO É O ORADOR! – Senhor Dipet pediu com uma veia saltando da testa.
- Não vou demorar nada, senhor diretor, é sério – meu irmão se desviou do diretor que pulava inutilmente para pegar de volta o microfone – Bom, como meu grande amigo Zick disse gentilmente, eu menti. A verdade é que eu estou louco de felicidade por estar saindo seus putos! Se ferraram os que ficaram e...
Senhor Dipet conseguiu tomar o microfone dele.
- Volte ao seu assento, Hudson. Agora!
James fez uma careta e gritou um: ‘TE AMO MÃE!’ voltando ao seu lugar sob mais palmas e algazarra.
Meu irmão foi o terror do colégio esses anos todos e senhor Dipet parecia aliviado por se livrar dele.
- Bem, vamos continuar. Agora, temos o prazer de receber nossa oradora deste ano, senhorita Cherrie Platen Rose.
Assovios, palmas, incentivos e vários: ‘Manda ver, ruiva!’, ‘Mostra para eles, Cherrie!’.
Cherrie parou sorridente diante daquele amontoado de país e alunos e ajeitou o microfone. Seu piercing do nariz brilhava com a luz refletida contra ela.
- Sejam todos bem – vindos! – ela anunciou – Gostaria de dizer algumas palavras. É, deixe – me ver, apesar de alguns discordarem, a escola é sim a melhor parte da nossa vida.
Vaias e risos foram lançados. Ela continuou firme.
- Quando tivermos nossos empregos e nossa vida de merda, vamos nos lembrar desses anos maravilhosos e...
- Por favor, sem palavrões, Rose! SIGA O ROTEIRO! – Senhor Dipet pediu em pânico. Cherrie revirou os olhos.
- Que roteiro? Temos que ter um roteiro? Vamos ter que ter um roteiro na nossa vida também? É isso que o sistema quer! Controlar nossa vida. Mas vamos deixar? NUNCA!
Eu disse que ela não era normal.
- Sinceramente, eu estou me lixando para tudo isso. Esses balões estúpidos, essa faixa retardada, esses sorrisos patéticos e... MÃE, NÃO ME FILMA!
Tia Glister acenou alegremente para ela, apontou para a câmera e disse um: Você está linda, florzinha!
- ARGH! DESISTO! – Cherrie atirou o microfone no chão do palco, fazendo o sistema de som chiar perturbadoramente e todos taparem seus ouvidos incomodados. Ela se sentou ao lado de James e cruzou os braços, emburrada e impassível.
Silêncio na platéia.
O diretor tossiu pegando o microfone do chão.
- Ahm... Obrigada Cherrie, pelas palavras tão... Eloqüentes e inspiradoras... Vamos continuar, sim?
Senhor Dipet enrolou por mais os quinze minutos que haviam sido dedicados para a revoltada da Cherrie falar e enfim, nos liberou.
Os formandos saíram atirando aqueles chapéus achatados e confetes pelo pátio da escola.
Um grupo vinha carregando James nos ombros pela grama.
James é um bom companheiro! James é um bom companheiro!
Zick Dempsey e Frank Bruce, os melhores amigos dele abriam o séqüito e a cantoria irritante e desafinada.
James é um bom companheiroooo! E ninguém pode negar!
- É nada! – entrei no meio. Zick riu.
- Ninguém, exceto a Mitchigan Estressadinha! – completou a música.
Frank, com aqueles cabelos lisos e presos com uma bandana, provavelmente comprada no Ebay, tentava inutilmente seguir os passos de Axl Rose. Para os psicólogos isso tem o nome de insegurança e falta de auto – afirmação, mas para nós é apenas uma doença. Complexo de Axl.
Eu dei o nome. Criativo, não?
- E aí, gata? – ele pos as mão nos meus ombros. O olhei enojada.
- Tira a pata de mim. Isso. Obrigada.
Ele se afastou cauteloso.
James foi colocado no chão pelos outros amigos.
- E aí maninha! – cumprimentou – O que achou de eu ter um diploma e estar a caminho da faculdade e você não?
- Seu idiota, eu sou só um ano mais nova que você.
- Um ano e nove meses – ele corrigiu.
- Tanto faz. Deixa eu ver isso – indiquei o diploma.
- Não. Vou pedir para mamãe emoldurar e deixar na sala, como prova que eu realmente existi.
Rolei os olhos.
- Tudo bem então. Viu a Cherrie?
- Vi – ele disse tristemente – Foi abduzida pela tia Glister para ver o anuário.
- Coitada... – Zick balançou a cabeça.
- Nem quero ver como sua foto ficou – resmunguei. Ele sorriu de orelha a orelha.
- Ótima. Inclusive, estou saindo agora para pedir assinaturas nele.
- Tente a Norma, ela está louca atrás de você.
- Isso é bom, eu estava afim de me despedir dela, sabe...
- Você me dá nojo, Jamie! – reclamei saindo de perto dele que agora caminhava pela escola inteira em busca de assinaturas no seu anuário. Uma tarefa nada difícil para ele, que em menos de vinte minutos, conseguiu a incrível marca de setecentas assinaturas no anuário.
Duzentas pelo menos eram declarações de amor.
Encontrei Cherrie ainda emburrada, encostada em uma arvore e tia Glister, Claire, Madeline e tio Axl, juntos, olhando sua foto e elogiando sem parar.
- É impressionante como ele tem seus olhos! – minha tia disse.
- Por que você faz isso com seu cabelo, Cherry? – Claire parecia indignada – Ele ficaria tão mais bonito se você o mantesse alinhado! A cor dele é tão vibrante, tão na moda...
- Ela saiu com os olhos caídos – Madeline franziu seu narizinho empinado.
- O nariz é seu, Glister. Minha garotinha cresceu!
Cherrie bufou. Cheguei por trás dela.
- Hey Cherrie, whats the plan? – repeti a frase que Joan Jett dizia a Cherrie Currie em Dead End Justice. Musica favorita da nossa Cherrie.
- Me enterrar viva, de preferência – ela murmurou irritada – Se disserem mais uma vez, o quanto eu cresci, eu me mato.
- É um bom plano – ri.
- Não é não – ela me olhou mal – humorada. Levantei os braços, em sinal de rendimento.
- Ok então. Que tal esse, vamos arrombar a cantina e pegar uns potes de sorvete de creme?
- Esse sim é um bom plano – ela sorriu espuleta.
- Depois podemos voltar com o James. Ele vai demorar, com certeza – fiz um gesto de pouco caso.
- Ele nos dá carona?
- Claro que dá. Ele é meu irmão e seu amigo. É a obrigação dele fazer isso.
- Está bem então. Você me convenceu. Quero a calda de morango.
- Não. A calda de morango é minha. Você sabe.
- Quer apostar? – ela desafiou.
E corremos como loucas de volta ao prédio da escola.
...
...
- Não. Arrumem seus próprios carros.
- Ah, qual o problema de você nos dar carona, James? – reclamei.
Cherrie, com a cabeça vermelha já dentro do carro, pela janela soprava a franja que teimava em cair no seu rosto.
- Bem, para começar, NÃO TEM ESPAÇO!
Olhei dentro do carro. O banco de trás era ocupado por Norma Dumont, Jane Terrence e Frank.
Já no passageiro, Zick se olhava no retrovisor.
- Acho que enxerguei um fio de barba – anunciou.
James revirou os olhos.
- Claro que não acho, imbecil. Não tem nada ai.
- Tem sim – ele insistiu levantando o queixo e apontando para uma das extremidades – Aqui. Viram?
- Não – Cherrie bufou.
- Cegos... – Zick voltou a se olhar no retrovisor.
James se voltou para mim.
- Viu? O carro está cheio. Por que vocês não foram com a tia Glister, ou a mamãe e o papai ou o tio Steven? As opções eram infinitas!
- Por que estávamos comendo todo o sorvete da cantina! – Cherrie se estressou – Abre logo a droga dessa porta, James! Nós não vamos a pé!
- É! Você é meu irmão, mané! Eu devia estar sentada ai atrás, e não as lideres de torcida!
- Não teria tanta graça sem elas – ele sussurrou bravo – Não queima meu filme, Mitchigan.
- Que filme? Cresce James!
- Mitchigan...
- O que foi?
- VAZA!
- Não! – retruquei. Cherrie foi até a porta e abriu.
- Saiam daí. Vão. – disse enérgica para Nancy e Jane.
- Mas o quê? – Nancy se horrorizou.
- Isso mesmo. Sai. Tenho alergia a vadias. Não vou dividir assento com duas. – Cherrie continuou.
- O que você pensa que está fazendo, Cherrie? – James gritou.
- Te poupando de engravidar uma delas e pagar pensão – ela disse simplesmente.
- Jamie! Faça alguma coisa! – Jane choramingou. Meu irmão tamborilava o volante.
Se tiver duas pessoas que conseguiriam fazer James deixar de ser um pervertido estúpido essas eram minha mãe e Cherrie.
Cherrie sorriu superior enquanto Nancy e Jane saiam com dificuldade do carro, por conta dos seus saltos finos e enormes.
- Thau meninas – ela acenou cinicamente. Nancy murmurou um vadia e saiu rebolativa acompanhada da amiga pelo estacionamento da escola.
- Vem Mitch! – Cherrie chamou pulando no assento traseiro animadamente. Dei a volta no carro e entrei ao lado dela.
Fechei a porta com cuidado.
- Sinceramente, quanto vocês pagariam se por elas? – perguntei sarcástica – Elas não estão muito longe dos becos e casas de stripper, sabem...
James me olhou de soslaio, obviamente me xingando em pensamento.
Apertei o botãozinho para abrir o vidro e pus os cotovelos de forma folgada entre o encosto do banco do motorista e do passageiro.
- Não tem musica nesse carro não? – perguntei com as sobrancelhas erguidas.
- Tem sim – Zick disse ligando o aparelho de som e abrindo uma bolsinha com milhares de CD´s. – Escolhe ai.
- Estou com preguiça. Procura para mim – pedi. Ele grunhiu e tirou o primeiro CD.
- Warrant? – chiei.
- É. Warrant – ele repetiu enfiando o disco no som e ligando.
- Eu não quero ouvir Warrant – Cherrie se posicionou.
- Só por causa da sua musica? – James ironizou.
- Não é minha musica – Cherrie parecia ainda mais ameaçadora com aquela beca azul marinho – Você que fica me enchendo.
- SHE´S MY CHERRY PIE! SMILE ON HER FACE...!
Foi interrompido por um golpe do chapéu da Cherrie na sua cabeça.
- Ai, Cherry! – Meu irmão brigou.
- Cale a boca. E mude o CD.
Zick suspirou cansado e tirou Warrant.
- O que você quer ouvir?
- The Runaways.
- De novo? – todos nós reclamamos. Em especial Frank, que da ultima vez quase quebrou todos os CD´s com alguma menção de Cherrie Currie ou Joan Jett.
- É. De preferência o ‘Queens Of Noise’.
Zick puxou o segundo disco da carreira da banda e novamente pos no som do carro.
- Eu adoro Califórnia Paradise – Cherrie sorriu.
- É a mais legal – comentei.
- TURN UP THAT RADIO! HEAR THE ROCK N´ROLL! – Frank cantou (para nossa surpresa, já que ele repudiava The Runaways) – MALIBU SHINES LIKE SUMMER GOLD, WILD BEACHES IN THE SALTY WIND
- CALIFORNIA SUMMERS NEVER ENDS! – Zick acompanhou.
- CALIFORNIA IS SO NICE! CALIFORNIA, YOUR PARADISE! – Cherrie arriscou uns agudos comigo.
- Eu estou dirigindo se não notaram – meu irmão disse carrancudo – Posso bater o carro se não calarem a boca.
- Quieto garoto. A Lita Ford está solando – Cherrie reclamou.
- Lita Ford é muito gostosa – Frank disse.
- Todas as meninas são gostosas para você – revirei os olhos.
- Isso é ciúmes? – ele sorriu malicioso.
- Claro que não seu tarado. Estou apenas frisando o quanto doente você é.
- Doeu.
- Era a intenção.
- Queens of Noise me irrita – Zick desabafou quando a faixa mudou.
- Muda para o primeiro disco delas. – sugeri.
- Você quer ouvir Dead End Justice – meu irmão se intrometeu.
- E daí?
- Você passou a semana obcecada por essa musica.
Zick mudou o CD.
- É a ultima vez que mudo – avisou. O ignoramos.
- DEAD END KIDS IN THE DANGER ZONE!– gritamos para irrita-lo.
- All of you are drunk or stoned... – ri.
James foi parando com o carro.
- Caramba, já chegamos? – Frank chiou.
- É retardado. Na sua casa. Thau – Zick disse. Frank fez um gesto obsceno para ele e saiu do carro, sem antes me mandar um beijo. Fiz que ia vomitar.
Cherrie se sentou no lugar que ele ocupava, atrás do banco de James.
- Tenta ir rápido, Jimmy – ela pediu docemente – Estou com fome.
Meu irmão suspirou. Ele não resistia aos pedidos de Cherrie.
Aqueles dois sempre se gostaram. Mas nunca deram o braço a torcer. Desde pequenos faziam quase absolutamente tudo juntos.
- Vou tentar, Cherry.
Ela sorriu discretamente e começou a brincar com o cabelo dele.
Notas finais
Tentarei postar TODO santo dia, então se eu atrasar, se sintam a vontade se me ameaçar e xingar via twitter KKKKKKKKKK
Agora, aos fatos:
1 - EU SOU UMA RETARDADA.
Por que? Querem mesmo saber? Tudo bem, vamos lá.
Ontem, exatamente as 20:10 da noite eu postei ISSO no twitter ->
"Mari Pires @SantaMarimar · Fechar
Cara, se eu conseguir 100 rewiens até o 20º capitulo de Symphaty II peço o @axlrose em casamento pelo TWITTER. VERDADE.
20:10 - 4 Mar 12 via web · Detalhes"
ÓBVIO QUE DEPOIS, minhas leitoras LINDAS vieram dizendo que iam dar os 100 rewiens pra ver eu ME FODER E LEVAR 1 FORA ÉPICO DO AXL ROSE.
Sério, vocês me amam, né? KKKKKKKKKK
E sim, promessa é divida, então, EU PROMETO que se eu atingir assa marca, peço o Axl em casamento. MESMO.
E dou print, para mostrar a vocês e ao mundo, o fora lindo que eu levei do ruivão! LOL!
2 - O que acharam dos filhotes da Draffy? Mitchigan tem uma humor como o da mãe, James é uma espécie de mulherengo incorrigível, Cherrie é a nossa punk preferida (puxou o PAI só pode!) e ainda temos MUITOS personagens pela frente.
O primeiro capitulo sempre é o mais dificil, com os próximos vocês vão entendendo melhor e tals. É.
Preciso dizer que quero meus rewiens gatzos? Senão, nada de fora do Axl Rose pra Lolita ^_^
Bjs
Lolis
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