Sympathy For The Devil 2
4 Como enlouquecer sua inimiga
Notas iniciais
INÊS SUA COISA LINDA E PERFEITA QUE RECOMENDOU A FIC NO TERCEIRO CAPITULO, QUER ME MATAR DE FELICIDADE?! KKKKKKKKKKKKKK
Gente, no terceiro capitulo! *____* MUITO OBRIGADA, INÊS! DE CORAÇÃO!
*respira*
Ok, me acalmei :) Também queria agradecer as meninas que comentaram *__________* A Rock Queen por exemplo, correu RISCO DE VIDA pra comentar! KKKKKKKKKKKKKKKK
Agora, let´s go to capitulo! AHÁ TEAM DAMIAN PREPAREM SEUS CORAZIONS! CAPITULO RESULTANTE DE 1 TARDE ASSISTINDO EPISÓDIOS PERDIDOS DE MARIA DO BAIRRO! YEAH!
Me amem, ok? KKKKKKKKKK
Enjoy it!
Eu odiava Damian. Muito.
E sim, meus motivos eram de longe estúpidos e infantis, mas ainda sim eu o odiava.
E ele parecia gostar disso.
– Mãe, eu quero ir para casa – pedi para minha mãe que lia a nova matéria da revista Rolling Stones. Eu estava no sofá, ao lado dela e de tia Glister, que bebericava seu chá e comia bolinhos.
Damian me encarava sarcástico da poltrona enquanto meu irmão tagarelava sobre Judas Priest e Motorhëad.
Bufei.
– Hey, mãe? Me ouviu?
– O que? Eu não prestei atenção.
– Posso ir para casa? – pedi mais uma vez exagerando na cara de drama – Acho que não me sinto muito bem...
Ela me entregou a chave de casa.
Ela me olhou.
– Cuidado na rua, ok?
– Vou tomar – peguei a chave e me levantei saindo discretamente pelos fundos.
Sai pela calçada, tomando a direção da minha casa, que não era tão longe. Apenas algumas quadras.
– Aonde você pensa que vai? – uma voz sussurrou no meu ouvido, me fazendo assustar.
Me virei para trás com violência, e com a mão fechada em punho. Ele segurou meu pulso.
– Quanta agressividade, Mitch – Damian disse com um sorriso zombeteiro.
– Como conseguiu me alcançar em tão pouco tempo? – perguntei irritada me desvencilhando do braço dele – Não te vi saindo atrás de mim.
– Você deveria ser mais atenta então – debochou – Eu estive atrás de você o tempo inteiro.
O encarei friamente.
– O que você quer?
Ele mantinha o sorriso sarcástico.
– Quero conversar com minha melhor amiga, não é óbvio?
– Eu não sou sua melhor amiga e nem quero conversar com você – anunciei solenemente me virando e voltando a caminhar. Ele continuava me seguindo tranquilamente.
Parei.
– Se continuar me seguindo, eu vou gritar – avisei sem me virar.
O ouvi rir secamente.
– Grite então.
Respirei fundo, e continuei andando. Logo eu estaria em casa e ele não poderia mais me incomodar.
– Acha que vai se livrar de mim tão cedo? – ele disse ameaçador chegando mais perto.
– Eu não quero falar com você – determinei.
– Você continua a mesma mimadinha de sempre, não Mitchigan?
– Eu nunca fui mimada – retruquei parando na frente da garagem de casa
– Me convença então.
– Como? – arqueei as sobrancelhas.
– Aceite que mais cedo ou mais tarde vai ter que conversar comigo.
Suspirei.
– O que você quer falar? O quanto a França é demais? – ironizei.
Ele pegou uma cartela de cigarros do bolso. Inconscientemente arregalei os olhos e franzi o nariz. Cigarros eram coisas proibidas em casa, já que tanto meu pai e minha mãe passaram a maior barra para se livrarem dos deles.
– Nunca fumou? – ele pareceu surpreso acendendo dois. Pôs um na boca e o outro me deu.
– Não. Eu nunca fumei.
Ele soltou a fumaça.
– Sendo filha dos seus pais isso é meio irônico, não?
Joguei o cigarro no chão.
– Me desculpe se que não quero perder meus pulmões.
Ele deu os ombros.
– Uma hora ou outra você vai fumar. Querendo ou não, todos um dia já fumaram.
– Que profundo – revirei os olhos – Vai ficar me enrolando ou vai falar de uma vez.
– Não vai me convidar para entrar? — ele me encarou surpreso – Onde esta sua educação?
Suspirei.
– Entra logo – falei abrindo o portão. Ele passou dignamente por mim. Afinal, o que ele podia me fazer comigo? Eu fiz técnicas de auto – defesa como matéria opcional por quatro anos.
Caminhamos até a porta em silêncio. Girei a chave na fechadura e escancarei a mesma, dando passagem para entrarmos na sala. Nenhum de nós ousava dar uma palavra.
Ele jogou seu cigarro pela janela.
– As casas daqui são diferentes das da França – concluiu.
– Não é não – fui sarcástica – Não está vendo a torre Eiffel mais a frente?
Ele fez uma careta.
– Pare de ser sarcástica – pediu sério.
– Me obrigue.
Ele me mediu dos pés a cabeça. Engoli seco.
– Você se acha bem durona, não é?
– E você é um almofadinha metido a francês – devolvi seca.
Ele apoiou o braço no corrimão da escada.
– Que você gosta, não?
ALERTA VERMELHO! ALERTA VERMELHO!
O cara estava dando em cima de mim. Como reagir?
– Como disse? – perguntei piscando lentamente.
Ele tirou outro cigarro da caixinha de malboro´s. Aquilo beirava a vicio.
– Você ouviu. – ele acendeu e deu um longo trago.
Fiquei vermelha. De raiva.
– Você vai encher minha casa de nicotina! – reclamei.
– Não mude de assunto – ele sorriu debochado.
– Não estou mudando de assunto!
– Está sim – ele provocava.
– Por que você está na minha casa mesmo? – perguntei grossa – Eu saio fugindo de você e te deixo entrar na minha própria casa!
– Você quer me beijar.
– De onde tirou isso?
Ou era impressão minha, ou os franceses eram muito diretos.
– Sua expressão diz isso.
– Minha expressão está mais para ‘TENHO NOJO DE VOCÊ, TARADO’! – mostrei o dedo do meio para ele.
– Quanta agressividade – ele disse dramático.
– Não viu nem a metade – resmunguei indo para a cozinha. Ele me seguiu.
– O que foi agora? – questionei desesperada parando no meio do corredor.
– Estou com fome – ele falou.
– Você não comeu na casa da tia Glister por que não quis.
– Nem você.
O ignorei.
Abri a geladeira e tirei de lá uma torta comprada por James, já pela metade.
Tínhamos o péssimo habito de trocar a comida que minha mãe fazia por comida comprada. Mas era isso ou morrer de fome.
– Só temos essa torta – a pus em cima da mesa.
– Eu não gosto de tortas.
O fuzilei com o olhar.
– Então morre de fome. E por favor, fume nas janelas. Esse cheiro esta impregnando na casa.
Ele amassou a bituca do cigarro na pia.
– Obrigado, mas eu acho que já fumei o suficiente.
– Por que você fuma? – perguntei – Digo, você tem dezesseis anos...
– Fumar mostra status e elegância na França – ele disse dando os ombros.
– Aqui mostra que ou você é um pau louco ou um suicida.
– Fico com a primeira opção – ele me observava enfiar um grande pedaço de torta na boca.
– Pare de me encarar – reclamei com a boca cheia – Não está na hora de você ir embora?
– Só vou quando eu achar o momento.
– Que momento?
– Não o achei ainda. Como quer que eu saiba?
Rolei os olhos. Damian acima de tudo me irritava.
– Eu vou achar um momento para você – ameacei – Me dê licença para pegar uma faca.
Ele riu.
– Tente.
– Te matar?
– Isso.
– Com prazer – sorri cruelmente engolindo o ultimo pedaço da torta.
– E eu morrerei com prazer também... – ele disse essa ultima parte num sussurro, se aproximando de mim.
Eu estava sem reação. Eu nunca havia ido tão longe com um garoto a ponto dele me beijar.
Bem, tinha o Frank, que tenta realizar essa fantasia desde a quinta série, mas ele não conta por que é um doente.
Sinceramente? Eu não sabia o que fazer.
Ele estava próximo demais. A ponto de eu sentir o cheiro de cigarros, menta e perfume masculino que exalava dele.
– Damian, eu vou gritar – avisei cerrando os punhos, pronta para um ataque surpresa.
– Eu prometo que não será necessário. Não por essa razão.
Notas finais
S-U-R-U-R-U-B-A NO MATINHO COMO DIZ A KASS! HAUHAUHAUAHUAHUHAUAHUA
Tá, agora podem me xingar pelo final. Estou muito vadia com meus finais. Oficial agora.
Se forem bonzinhos e me derem MUITOS rewiens damienzisticos (por que, bees, ele é SINÔNIMO de gatzo, ok? ok.) eu posto HOJE A NOITE! É!
Sou linda demais, me amem para sempre.
Mais uma vez quero agradecer a Inês *_* 1 BJ PRA TI LINDZA!
É isso patrulheiros da Lolis!
Bjs
Lolis
Fale com o autor