Sweet Revenge

17 Isso é Um Cabelo no Ray ou um Ray num Cabelo?


Notas iniciais
AHSUAHSUAHSUAS olha quem voltou depois de anos q
eu não tinha o que botar no nome do capitulo então resolvi botar esse q tenham uma boa leitura :*

[Jéssica’s P.O.V]

Ray estava me pressionando para que assumíssemos logo o namoro, eu já estava ficando irritada com isso então resolvi logo assumir, mesmo achando besteira porque todos já perceberam o que acontecia. Na hora do intervalo eu e as meninas estávamos reunidas então resolvi logo contar.

-Gente vocês sabem né, eu e o Ray estamos juntos...

-Isso deu pra perceber à muito tempo – riu uma delas –

-É – ri também – o Ray tava me enchendo o saco pra que a gente assumisse logo, mas já estava tão na cara

Ficamos conversando e logo o sinal bateu, era hora de voltar para a sala de aula.

-Quero duplas para o trabalho se semana que vem! – disse a professora –

Todos arrumaram seus pares e eu nem percebi, eu não queria fazer com algum dos meninos, eu estava com saudades de fazer os trabalhos só com as meninas, mas sobrou Ray, então ele ficou sendo minha dupla.

-Quero que façam um seminário de português em dupla e a apresentação vai ser semana que vem.

Nessa hora todos da sala começaram a reclamar, um magrelo sentado no fundão levantou-se e gritou:

-PORQUE SEMINARIO PROFESSORA? ISSO É UMA DROGA – Reclamou –

-Quieto, a professora sou eu, então eu decido o que vão fazer, mesmo sendo uma “droga” – ela fez aspas com as mãos –

-Essa professora é o bixo – alguém cutucou –

-Bixo são vocês – ela dizia arqueando uma sobrancelha – que além de não se interessarem nas aulas reclamam de tudo o que eu passo, é assim que vai ser no futuro emprego de vocês? Claro que não. Então se comportem como gente! – finalizou a bronca –

-Ui – ouvi Mariana sussurrar –

Professora Pietra, esse era o nome dela, desde sempre ele é assim de dar fora nos alunos, muitas vezes foram reclamar com o diretor desse jeito dela mas o diretor tinha uma quedinha por ela – era o que todos pensavam – e nunca demitiu ela.

-Ray, da pra ser hoje? – perguntei à ele –

-Hoje? O que? – ele fez cara de quem não estava entendendo nada –

-O seminário – arqueei as sobrancelhas – vamos preparar tudo logo.

-Ahh, claro, hoje dá.

A hora da saída chegou, fui para casa em passos lentos, cheguei e não havia ninguém em casa, esqueci que minha mãe tinha ido trabalhar. Fui tomar banho e fiz minha comida, horas depois Ray chegou.

-Entra – disse-lhe abrindo passagem –

-Pensei que a sua mãe tivesse em casa – ele disse –

-Também pensei, mas esqueci que ela tinha ido trabalhar.

-Então podemos ter mais liberdade hoje – olhou-me malicioso –

-Ah nem pensei nisso Ray, você veio aqui fazer trabalho e nada mais – respondi –

-Poxa, a chance que eu tenho de ficar com a minha namorada sozinho sem ninguém interferir é essa e ela não quer – fez bico –

-Ah Ray – ele sabia que aquilo me encantava – talvez – eu disse –

-Eba – deu um sorriso de orelha à orelha –

Nos sentamos no chão da sala e começamos a fazer o trabalho, não demoramos muito, nem meia hora gastamos escrevendo as coisas, tirei uma parte dos texto para eu e Ray gravarmos para a apresentação.

-Não pensei que seria tão fácil de fazer – ele comentou –

-Só basta você se interessar – respondi em um sorriso –

-Mas não é na matéria que eu to interessado – voltou a olhar-me malicioso –

-Você não tem jeito né Ray – comecei a rir –

Ray veio para cima de mim derrubando-me e ficando por cima de mim.

-Ninguém manda você ser tão amável assim – ele fitava meus olhos –

Não pude evitar de dar um sorriso.

-Ta vendo, por isso eu te amo cada dia mais, esse se sorriso é lindo.

-Você está me deixando sem graça Ray – comentei –

Ray sorriu, aproximou seu rosto do meu e começou a beijar-me lentamente, Ray prendeu minhas mãos e não tinha como tocar seu rosto, eu estava ficando sufocada com seus cabelos.

-Ray espera – eu dizia entre os beijos – eu não consigo respirar – disse procurando ar –

-Me desculpe – ele disse parando e rindo um pouco –

Nessa hora ouvimos um barulho vindo da parta, ela se abriu e vi uma figura feminina, era minha mãe. Ela tomou um susto ao ver aquilo no chão da sala, eu e Ray deitados no chão, nos levantamos em um pulo, pude sentir minhas bochechas corarem.

-Mas o que é isso aqui? – ela franziu a testa –

-É... ah.. mãe... – eu não sabia o que falar –

-Eu já volto – ela disse dirijindo-se à cozinha.

-Acho que é hora de dar tchau – Ray disse –

-Espere – eu disse –

Ela voltou parou em nossa frente e olhou para o chão onde estavam espalhados vários papéis.

-Já terminaram o trabalho?

-Já mãe.

-Eu acho que já vou indo – Ray disse –

-Não quer comer alguma coisa? – ela perguntou –

-Não, tenho que ir pra casa ajudar minha mãe em umas coisas... – respondeu –

-Então ta bom.

Acompanhei Ray até a porta, fomos calados, estávamos envergonhados ainda.

-Diz pra sua mãe que eu pedi desculpas – ele sussurrou –

-Seu besta – ri – ela vai entender que isso é normal pra um casal de namorados.

-Então ta bom, te amo – me deu um beijo e foi embora –

Fechei a porta, e fui para a cozinha comer alguma coisa.

-Vocês dois se gostam mesmo né? – perguntou minha mãe –

-Claro né, se não gostasse eu não estaria com ele – respondi –

-Ele tem cara de ser certinho, só precisa cortar aquele cabelo.

Comecei a rir.

-Mas mãe, eu gosto dele com o cabelo assim, magina como ele ia ficar sem aquela juba?

-E eu fico me perguntando se aquilo é um cabelo no Ray ou um Ray num cabelo.

-Ai mãe deixa de ser ruim – disse rindo –

[Ray’s P.O.V]

Eu estava na rua quando meu celular tocou, era Gerard.

-Eai Gerard!

-Hey Ray,preciso falar com você.

-Pode falar...

-Mas não por telefone, da pra vim aqui agora?

-Da sim, to indo ai então.

-Okay, vou ficar esperando.

Desliguei o telefone e mudei meu caminho rumo à casa de Gerard, o que ele queria falar comigo?

Minutos depois cheguei na casa de Gerard, toque a campainha e logo ele atendeu.

-Vem entra.

Sentei no sofá logo Gerard sentou-se ao meu lado.

-Sabe Ray, lembra que eu sempre tinha vontade de formar uma banda?

-Lembro sim – respondi –

-Então, eu estava pensando: porque esperar tanto tempo? E... eu queria convidar você pra ser o guitarrista, já que você sabe tocar... então?

Isso era uma ótima idéia, eu também sempre tive vontade de ter uma banda.

-Mas é claro, essa idéia é perfeita – sorri –

-Agora falta um baterista, outro guitarrista... – ele pareceu pensar –

Eu sabia uma pessoa perfeita para ser a guitarra base.

-FRANK – nós dissemos em uníssono –

-Mas é claro, vamos chama-lo para ser a guitarra base.

-Vai ligar para ele agora? – perguntei –

-Vou.

Gerard pegou se celular rapidamente e legou para Frank. Depois de uns minutos desligou sorridente.

-Eai, o que ele disse?

-Ele ta vindo pra cá.

Minutos depois Frank chegou, Gerard explicou-lhe tudo e Frank aceitou, agora só faltava um baterista e um baixista.

Depois de um tempo fui para casa, cheguei e contei tudo para minha mãe que ficou animada, começar uma banda sempre foi num grande sonho meu desde que aprendi a tocar guitarra aos meus 14 anos.

Notas finais
QUERO REVIEWS :(