Sweet Revenge

24 Aniversário da Amanda


Notas iniciais
NEM DEMOREI PRA POSTAR GDVSFSDJAKLHGFHGKF
Peço perdão à vocês, eu tava sem ideia do que postar, mas ta ai, divirtam-se.

[Mariana’s P.O.V.]

Acordei com a melhor visão que alguém poderia ter, dois olhos verdes me fitavam, mais bonito ainda era o sorriso do dono desses olhos que cismavam sempre em me deixar sem palavras.

-Bom dia bela adormecida – ele disse

Eu odiava receber “bom dia” logo em que eu acordava, qualquer palavra quando eu acordo me irrita, mas desse jeito não tinha como eu me irritar.

-Bom dia – esfreguei os olhos – Faz quanto tempo que você ta acordado?

-Deve fazer uns 10 minutos

-E você ficou esses 10 minutos me olhando? – Franzi a testa

-Claro que fiquei, porque eu nunca vou cansar de olhar pra você e me apaixonar mais ainda.

-Ta bom Gerard – Ri – obrigada, isso já ta muita melação – sentei-me na beira da cama

-Ué porque? – ele disse sentando-se ao meu lado – Não gosta que eu fale essas coisas? – Perguntou-me com uma interrogação enorme na cara

-Gosto sim, mas você fala isso toda hora, vai acabar enjoando de mim – levante-me – Vamos logo tomar o café.

-Ei quem disse que eu vou enjoar de você? – Levantou-se também

-Esquece isso Gerard, vamos logo comer – finalizei

-Mas...

-Shiu – O interrompi

Em quanto eu andava em direção à porta passei pelo espelho e tomei um susto ao ver uma macha vermelha em meu pescoço.

-Meu Deus, o que é isso? – Perguntei a mim mesma me aproximando mais do espelho

-Foi o resultado de ontem – Respondeu Gerard – Até eu também to – Disse mostrando-me o pescoço

-E agora? Vou sair com marca de chupão no pescoço na rua? E quando eu chegar em casa?

Gerard riu.

-Eu sei um jeito – ele disse indo até uma comoda e abrindo a gaveta – Com isso! – Dizia mostrando-me um kit de maquiagem nas mãos

-Gerard? – Comecei a rir – Como assim um kit de maquiagem? Você se maqueia? Que bonitinho! – Apertei suas bochechas

O mesmo revirou os olhos.

-Não uso maquiagem – Disse – Quer dizer, não como vocês mulheres.

-Sei, e o que pode dar um jeito nisso? – Apontei para a mancha

-Base – Respondeu

-E o que é base? – Ri

-Como você não sabe? – Perguntou de um jeito meio... Afeminado

-Ui mona – Imitei um gay – eu não uso esses tipos de maquiagem, só um lápis de olho e pronto, no maximo um batom.

-Vai ficar ai me chamando de gay ou vai querer tirar essa mancha do pescoço? – Levantou uma sobrancelha

-Acho que vou continuar te chamando de gay – Fiz cara pensativa

-Então eu acho que vou ter que deixar mais uma marca dessa no outro lado do seu pescoço – Sorriu e se aproximou de mim

-Ta bom Gerard – Ri – Deixa logo eu passar isso

-Nada disso, eu passo – Franziu a testa

-Ué, porque?

-Porque você vai acabar com a minha maquiagem... – Ele disse fazendo a mesma cara –

Ri de novo.

-Ai Gerard, só você, passa logo isso – Finalizei

Depois de passar e esconder por completo a macha, fomos para a cozinha e lá estavam a mãe, o pai de Gerard e Mikey, Amanda já havia ido embora.

-Em fim os pombinhos acordaram – Disse dona Donna

Sorri em resposta puxando a cadeira para sentar-me à mesa.

-Que horas são? – Perguntou Gerard –

-Já são duas e meia – Respondeu seu pai

-Meu Deus isso tudo? – Surpreendi-me – Eu tenho que ir pra casa já!

-Mas toma um café primeiro – Gerard disse

-Vai ter que ser outro dia, minha mãe vai implicar...

-Ah poxa! – Donna exclamou – Volte qualquer da pra animar mais essa casa –

Completou

-Pode deixar que eu volto sim – Sorri

Subi de volta para o quarto do Gerard e peguei minha bolsa com minha roupa dentro, desci as escadas e fui acompanhada por Gerard até a porta.

-Mari, você ta com algum problema? – Perguntou ele na porta –

-Acho que sim – Suspirei – Minha mãe ontem implicou porque eu ia vim pra cá – Franzi a testa – Mas não é nada de mas, eu vou indo – Dei um selinho nele –

-Tchau, cuidado, me liga depois – Ele disse

Fiz sinal positivo com o polegar, eu já estava do outro lado da rua.

Cheguei em casa, deparei-me com minha mãe sentada ao sofá assistindo TV.

-Eu estava preocupada – Ela disse sem olhar para mim

-Não precisava ficar, eu tava na casa do Gerard e...

-Você não para mais em casa, depois que você entrou nessa escola só quer saber de farra – Ela dizia em tom alto, dessa vez olhando-me com raiva – Olha o seu boletim! – Ela disse vindo até a mim trazendo o papel das notas – Você ta vendo isso? É PRA ISSO QUE EU PAGO ESCOLA PARTICULAR PRA VOCÊ GAROTA? Só pra ganhar prejuízo? – Eu já tinha ouvido essa frase de uma outra pessoa...

De raiva, com o papel na mão, esfregou em meu rosto com força, empurrou-me e caí no chão.

Fiquei boquiaberta com o que ela fez, e indignada também, eu não aceitava que ninguém fizesse uma coisa dessas comigo, nem minha própria mãe.

-Qual é o seu problema? – Eu disse levantando-me irritada – Você tem a noção do que ta fazendo?

-Você é quem não tem a noção do que faz, você me irrita garota, eu to por um fio com você, to cansada disso tudo.

Aquilo caiu em mim como se fosse uma bomba, eu não tinha chão naquele instante, já não tinha um amor paterno, e dessa vez nem materno.

-ENTÃO PORQUE VOCÊ FOI DAR PRA AQUELE INFELIZ DO MEU PAI? – Gritei – eu não pedi pra nascer nessa merda, eu que to cansada de desde pequena ninguém ter consideração comigo, eu também sou gente e não o seu animal de estimação, desculpa se eu não sou a filha perfeita que você sempre quis, eu nunca vou ser e não há nada que vá mudar isso – Dessa vez eu chorava

Subi as escadas correndo, só a ouvi gritar “Você não sai mais de casa esses dias” Fiquei com mais raiva ainda e me tranquei no quarto, bati a porta com força, sentei-me no chão ao lado da cama e encolhi as pernas, depois comecei a chorar mais. Eu parecia ter 15 anos, revoltada com minha mãe, revoltada com tudo, eu achava que tinha razão.

[Amanda’s P.O.V]

Acordei com meu celular tocando, eram 7 mensagens, antes de abri-las reparei que já era dia 19 de maio, o dia do meu aniversário. Abri as mensagens, uma a Mari mandou, outra a Dominique, depois Jade, Jéssica, Gerard, Ray e Frank todos desejando-me feliz aniversário, só faltou mesmo de uma certa pessoa, mas não liguei muito pra isso.

Levantei-me e fui tomar café, ao chegar à cozinha deparei-me com um buquê que rosas vermelhas em cima da mesa.

-No cartão diz que é pra você – Minha mãe disse

-Quem mandou? – Perguntei –

-Não sei, no cartão não tem o nome de ninguém, e quem veio entregar foi o carteiro – Ela disse com tom de interrogação no final

No mesmo instante a alegria tomou conta de mim, não pude evitar sorrir. Na hora meu celular tocou de novo, dessa vez era uma ligação, ao reconhecer o numero sorri mais ainda.

-Oi?

-Bom dia aniversariante, como vai?

-Bem – ri – e você?

-Como estou não importa – Mikey disse

-Pra mim importa, porque não veio entregar você mesmo as flores?

-Porque eu tenho que comprar uma coisa agora e não dava tempo de passar aí...

-Ah... bom saber que ir comprar coisas sãos mais importantes que eu – Disse

-Ai Amanda – Riu – Você vai gostar do que eu vou comprar.

-Quero só ver...

-Agora eu vou ter que desligar, espero que você esteja pronta as 8, quero você linda, como sempre, beijos, te amo – Desligou

-O que? – Perguntei sem obter resposta

Antes que eu pudesse dizer algo ele desligou, peguei as flores de cima da mesa e as coloquei em um vaso com água antes de murchassem.

Eu não sabia o que diabos o Mikey queria, mas quando deu oito em ponto eu já estava arrumada, minutos depois ouvi a campainha tocar, eu mesma fui atender.

-Pronta? – Perguntou.

-Pro que?

-Você vai ver na hora...

-Aff Mikey – Revirei os olhos.

-Vamos logo – Puxou-me pelo braço fazendo com que eu entrasse no táxi.

Andamos não sei por onde, eu não conhecia aquele lado da cidade, mas de longe ao aproximarmos mais pude ver luzes e uma roda gigante, era um parque de diversões. O carro parou em frente à entrada, Mikey saiu do carro e abriu a porta para mim.

-Era essa a surpresa? – Perguntei.

-Não é só isso – Disse.

Já na entrada olhei em frente, haviam duas pessoas que eu conhecia, Ray e Jéssica. Fomos andando até eles

-Chegamos – Mikey disse.

-Demoraram – Jéssica comentou.

-Vamos logo comprar os tickets – Ray disse e lá fomos.

Compramos bastantes bilhetes, e fomos logo na montanha russa, para o meu azar eu e Mikey ficamos na primeira fileira das cadeiras, aumentando mais ainda o meu medo, o carrinho começou a andar, minhas mãos estavam geladas, segurei firme as de Mikey que também estavam geladas, já estávamos indo para a primeira subida que em seguida vinha aquela descida brusca, quando estávamos prestes a descer Mikey começou a se mexer, procurava algo nos bolsos com medo eu fechei os olhos e senti logo o brinquedo ir abaixo ouvi a voz de alguém me chamar.

-Amanda! – Mikey disse com voz tremula – AMANDA!

-O que foi? — abri os olhos, Mikey estava todo se tremendo e de olhos fechados –

-Amanda quer... quer casar comigo?

Arregalei os olhos, não acreditei que ele estava me pedindo em casamento.

-C-Como? Mikey, casamento? – Eu disse

-Não, não – Ele ainda tremia – Digo namorar, quer namorar comigo? – Ray e Jéssica choravam de rir atrás de nós –

-Mas Mikey, a gente já namora – Ri

-Aceita logo isso por favor – Fez cara de choro e afinou a voz

Mikey colocou o anel desesperadamente em meu dedo depois se encolheu botando a mão no rosto, passei o resto do tempo no brinquedo olhando para as reações dele. Quando a montanha russa parou, ele respirou fundo e lentamente foi saindo do carrinho.

-Mikey, ta tudo bem? – Perguntei –

-Ta, ta tudo sim – Sentou-se em um dos bancos que lá haviam.

Em quanto isso Jéssica e Ray ainda continuavam rindo da situação do pobre Mikey, que estava de cabeça baixa e com a mão na testa.

-Você viu ele todo se tremendo? – Jéssica dizia entre gargalhadas – Todo atrapalhado que até pediu ela em casamento.

Ray estava vermelho de tanto rir, e Mikey os olhava serio. Não pude evitar de rir um pouco também.

-Tem certeza que você quer continuar Mikey? Podemos ir embora agora – Eu disse.

-Mas hoje é o seu aniversário e...

-Não importa, você vai lá pra casa – Pisquei.

Mikey sorriu maliciosamente.

-Acho melhor irmos mesmo – Ele disse

-Ah, eu queria ficar aqui – Ray disse – Vamos ficar Jéssica?

-Vamos, tem muitos tickets ainda – Ela disse.

Nos despedimos dos dois, e só depois fui perceber que Jéssica tinha cortado o cabelo e feito mechas azuis escuras nas pontas, dessa vez, ela também tinha cortado a franja, tava linda.

Pegamos outro táxi, e fomos direto para minha casa, por sorte minha mãe tinha ido trabalhar e meu pai também estava trabalhando, e eu tinha me esquecido.

-Eu só fico triste de não poder te dar nenhum presente bom – Mikey disse sentando-se no sofá.

-Mas você já me deu um anel e flores – Respondi.

-Mas só isso... eu acho pouco – Fez bico.

-Não só isso – Sentei-me ao seu lado e acariciei seu rosto – Você, aqui é o melhor presente – Sorri.

Instantaneamente um sorriso veio em resposta.

Mikey juntou seus lábios com os meus, e quando percebi, já estávamos deitados um em cima do outro e ofegantes.

-É melhor ir pro meu quarto – Sussurrei.

E assim fomos, ao fecharmos a porta, Mikey jogou-me na cama violentamente em seguia se jogando da mesma forma por cima de mim, eu não sei onde minha roupa foi parar, eu fico tão na lua que nunca percebo as coisas nesse momento, Mikey me dava chupões no pescoço e descia, quando já estava perto da barriga olhou-me maliciosamente sorrindo e perguntou:

-Pode?

Pontos de interrogação surgiram na minha cabeça, por um lado eu queria, por um lado não, fiquei tão confusa que acabei respondendo sim.

Quando Mikey começou, senti extrema vergonha, senti meu rosto queimar mas aos poucos com a boa sensação que era de sua língua em meu clitóris, aquilo foi se tornando tão bom que eu precisava desesperadamente de mais e mais, no silencio da casa só ouviam-se meus gritos e gemidos, até ouvir o barulho de um carro estacionando em frente a minha casa, desesperei-me, bati nas costas de Mikey para que ele parasse e o avisei que alguém tinha chegado em casa, me enrolei no lençol e fui olhar na janela, meu pai tinha chegado, puto! Ele nem era pra chegar cedo em casa, avisei Mikey que vestiu suas roupas rápido, ouvi a porta bater, vesti-me também.

-Até outro dia, te amo – ele disse e me deu um beijo.

-Cuidado, eu te amo – Respondi.

Mikey pulou pela janela, era alto mas tinha como descer por lá, ouvi minha porta bater pulei na cama e me cobri com o lençol para que não visse a cama desarrumada, vi que esqueci de botar a calcinha e ela estava no chão perto da cama, joguei-a para de baixo da cama e voltei a me deitar.

-Pode entrar – Fingi voz de sono.

-Atrapalhei se sono? – Ele perguntou.

-Não eu tava quase dormindo – Menti.

-Ah, então ta filha, boa noite, durma bem.

-Boa noite pai – Respondi.

Ao fechar a porta soltei um “ufa” e um suspiro, em seguida comecei a rir.

Notas finais
HVSADCFHDSA AI QUE GAY ESSE GERARD, quero reviews okay? qqq