Sweet Pricey Debt

1 Capítulo 1 - Promise to pay!


Notas iniciais
OIEEEEEEEEEEEEEEEE!
ESPERO QUE GOSTEM DA FANFIC E ME DEIXEM BASTANTE COMENTÁRIOS, TÁ?
BEIJOS!

— Sua mãe já colocou nosso dinheiro na conta, Kate? — Angie perguntou para mim. Apenas disse um sim sorrindo marota. — Você sabe que eu não gosto disso... devíamos estar na faculdade, e não indo a festas, Kate.

— Aham, sei. Mas quando a gente tá lá, você me agradece, huh? — Disse me levantando. — Somos jovens, Sexy An. Acredite, eu também me sinto mal, sabia que é chato toda vez que minha mãe me liga perguntando se a faculdade está boa? Huh?

— Eu sei, mas não gosto de mentir para ela também. Ah, eu também minto para minha mãe sabia?

Meu celular tocou e a tela dizia: Mãe.

— Falando nela.... — Peguei meu celular. — Oi, mãe!

Oi minha filha, tudo bem? Como vai a faculdade?

— Ah, mãe, tô bem sim. A faculdade tá bem difícil mãe, estamos em época de provas, mas eu tô estudando muito. — Encarei nossos livros novos, que não foram abertos nenhuma vez.

Ah, que bom filha! Você vai conseguir, tá? Eu rezo todos os dias por você! Você vai ser uma ótima advogada, meu anjo. Só te liguei para avisar que já coloquei o dinheiro na sua conta, para pagar a faculdade.

— Tá mãe, agora eu tenho que ir estudar, tá? Beijos. — Desliguei o celular e encarei Angie. — Tá pronta, Sexy An?

— Tô sim. — Ela me respondeu passando o batom vermelho.

An vestia um shorts super curto e um top preto tamanco preto alto, cabelo solto e um batom vermelho, eu vestia um vestido preto curto e tamancos pretos – estávamos parecendo duas vadias, para ser honesta.

— Então vamos para à boate, chica Sexy An — Falei pegando as chaves.

O caminho não foi longo, a boate Hazy Bey Razz é perto de casa. Hazy Bey Razz é a maior boate e a melhor de Los Angeles; podemos adicionar a mais cara. Angie e eu estamos “guardando” dinheiro para ela à um tempinho. Não é a primeira vez que vamos nela, não. Vamos uma vez ao mês. Estacionei o carro e peguei nossa grana.

O segurança nos encarou de cima à baixo, sem vergonha nenhuma; entramos e vimos o que nos deixava feliz; bar de um lado, drogas no outro, e no centro, dança. Arrastei a An para as drogas primeiro, a quanto tempo eu não pegava as boas que a boate Hazy Bey Razz oferecia? Para mim parecia uma eternidade.

— Com que dinheiro vai pagar, Kate? — Chaz me encarou. — Sua conta já tá enorme, mocinha.

— Eu sei, delicioso Chaz. Prometi pagar, não prometi? Huh? Você sabe que eu cumpro minhas promessas.

— O chefe está furioso com você. Sabe quanto você deve? Três mil, princesa. O chefe quer saber onde está o dinheiro dele. — Chaz ainda me encarava.

— Olha só, são apenas três mil, agora, se esse chefe está sentindo falta do dinheiro, não é problema meu, tá? Ele deve ganhar o dobro disso, ou triplo em um segundo.

— Divida é divida, ele quer o dinhei...

Deixei Chaz falando sozinho e fui dançar, afinal, eu vim me divertir, certo? Puxei Angie comigo, ficamos dançando e bebendo a noite toda. Já estávamos drogadas, bêbadas e cansadas quando saímos de lá. Chegamos no apartamento, tomamos um – super rápido – banho e fomos dormir.

~*~

Já era tarde quando batiam fortemente na porta. Após berrar umas palavras mal criadas, resolvi abrir a porta juntamente com Angie – que também estava irritada. Abrimos devagar. Quem será? — pensei. Nos deparamos com três homens, dois eram super fortes, e um mais ou menos. Eles nos olhavam com raiva e um sorriso maroto.

— Resolveram abrir a porta, princesas? — O mais ou menos falou entrando. — Vejo que a noite foi boa, hum? Estamos aqui um tempão.

— Q-que v-vocês q-querem? — Angie – medrosa – falou.

— Vocês iram nós acompanhar, princesass, o chefe quer ter um papo sério com vocês, tá? Prometo que vocês vão se machucar bastante. — Um dos super fortes falou.

Não tive tempo de falar nada, estava com – muito – medo. O que eles iam fazer com a gente? Angie agarrou meu braço enquanto eles nos empurravam para o carro. O caminho foi um silêncio, tirando é claro, o fato da An sussurar “eles não vão nos machucar, não podem” repetidamente. Chegamos na frente de um casarão.

— Vamos princesas — o outro super forte falou nos empurrando.

Entramos na casa e fomos empurradas a um – parecia – escritório. Um cara estava sentado com uma cadeira enorme de couro, de costas para gente. O mais ou menos fez sinal de tosse e o cara da cadeira virou sorrindo falando no telefone.

— Depois eu te ligo. — Ele desligou o celular. — Kendall, Logan e Carlos, demoraram huh?

— Nós não tivemos culpa, Diamond, elas são dorminhocas pra caralho. — O forte falou.

— Tá Carlos, pode deixar elas aqui, vá ver as garotas. — Ele disse sorrindo para mim. — Pera, que eu saiba é só uma que está devendo para mim, é a Kate o nome da vadia.

— Não sou vadia! — Abri a boca.

— Aham, sei. Me respondam, por que trouxeram a outra?

— Ela estava junto com a garota, James.

— Tirem ela daqui. — Carlos e os outros dois levaram Angie, só tive tempo de dar um abraço nela e pedir desculpas.

— Eu vou chamar a polícia, Kate, não se preocupe.

— Ah, mas não vai chamar policia coisa... — fecharam a porta.

— Sente-se, Kate — James disse fazendo menção para eu sentar. Sentei e ele continuou falando. — Você está me devendo três mil, sabia?

— E-eu tô com o d-dinheiro no b-banco, sério. Vamos lá, e-eu te pago e v-você n-não faz nada comigo e c-com minha amiga, p-por favor! — Gaguejei sem querer.

— Calma, florzinha. Se você tinha o dinheiro no banco, por que não me pagou antes? Assim eu não teria que ser tão mal com você agora.

— Mal comigo?

— Bom, esqueci o fato de você ser vadia, então pode até ser divertido para você. — Ele bufou. — Que tal eu deixar para suas futuras amiguinhas vadias falarem para você?

— Olha aqui, moço, sei que devo para você, eu tenho o dinheiro necessário para você me deixar e nunca mais me encher o saco, então vamos lá na porra do banco e ai eu não vou ter que fazer sei lá ou que ou deixar alguém falar algo para mim, tá? — Me irritei e falei tudo na cara dele. Que me olhava como se ele lida-se com isso todos os dias.

— Tá bom, vamos nesse banco. — Ele disse pegando uma arma na gaveta. O encarei incrédula. Que tipo de pessoa normal carrega uma arma na gaveta?

O caminho foi calmo – para ele – não trocamos nenhuma palavra e eu encarava a janela como se o céu fosse me ajudar, e pode ter certeza, eu preferia estar na faculdade agora, em vez de ser ameaçada por um cara que estou devendo muito.

— Chegamos, flor. Vai lá pegar a grana pro papai aqui — ele disse sorrindo cínico. — Estou confiando em você, florzinha, não me faça usar um desses brinquedinhos em você.

— Meu nome é Kate, não flor e nem florzinha — disse irritada saindo do carro.

— Eu chamo você do jeito que eu quiser, vadia.

Bufei, fui até o banco, peguei o dinheiro e fui até o carro.

— Hum, não demorou não, flor. — ele falou alto a palavra flor. Ele olhou para o envelope em minha mão. — Quanto tem ai?

— Olha, não tem tudo, mas eu juro que vou ir pagando, por favor não me mata, eu tenho mil reais, então olha — disse desesperada para ele e mostrando o envelope — em dois meses eu pago tudo, e prometo não dever mais nada, prometo não falar nada....

— Dois meses? — James me interrompeu e berrou. Me empurrou no carro. — Não tenho tempo para esperar dois meses, vadia! Vai acontecer o que eu esperava!

Não consegui escutar o resto – se tivesse resto.

Tudo começou a ficar preto.

Notas finais
GOSTARAM? NÃO ESQUEÇAM DO COMENTÁRIO!