Sweet Lie

18 Capítulo 17 - Ice cream, music and pleasure


Notas iniciais
Primeiramente quero agradecer a Dayane Cristina pela recomendação, nós amamos!!!!!
Desculpem a demora pelo cap, mas agora está aqui...
Espero que gostem

Damon me ligou logo cedo dizendo que as onze me buscaria e foi uma sorte imensa estar no apartamento de Tyler, porque se não eu teria que correr para lá, levantei e olhei pela janela a linda manhã de domingo, liguei para minha mãe e falei mais uma mentira de que eu estaria com Anna e Ty... Estava escrevendo um livro, as mentiras de Elena. Depois de um banho coloquei um vestido florido e minha sandália de madeira plataforma, estava com o cabelo bem liso, passei um lápis de olho e fui para a cozinha escutando risadinhas, peguei Anna com a camisa de Ty e ele de shorts preto, ela estava ensinando ele a virar panqueca, porém os dois estavam fazendo a maior bagunça na cozinha.

—Dormir virou lenda né? E meu Deus—ri alto—Que bagunça é essa?—a cozinha está pura massa

—A coisa da Anna—Ty está com a cara suja de farinha e está abraçando Anna por trás—Ela me disse que sabia fazer panqueca e olha no que deu—Anna está rindo sem parar nos seus braços.

—Ah eu né?—deu um selinho nele—Vamos contar a novidade para Elena?—perguntou

—Ah não é novidade e eu não quero saber—disse indo para a geladeira rindo

—Não...—Ty sorriu—Lena... Sabe o que é... A Anna aceitou namorar comigo, não estamos mais em testes, sou seu namorado—disse me pegando no colo e rodando pela cozinha e Anna ria

—Me põe no chão, Tyler... Ah meu Deus socorro...—A campainha tocou e Anna correu para o quarto pois estava vestida de mal jeito. Fui atender e Anna voltou com seu vestido e parou ao lado de Ty.

—Bom dia coisa mais linda—Damon disse puxando minha cintura e beijando meus lábios castamente—Minha cama fica vazia sem você lá. Pega algumas roupas e seu material—sorte que meu material estava lá. Sai correndo e peguei a primeira roupa que vi e minha bolsa, mas ouvi Ty falar com ele.

—Ah que triste—Ty ironizou—O Salvatore, eu estou aqui... Não gosto de saber o que a minha irmãzinha faz por ai. Quando cheguei Anna beijou a boca dele de um modo decidido o calando. E eu sorri para Damon, saímos de fininho e ele me parou já dentro do elevador e me encostou na parede.

—Vamos passear o dia todo, e quando der um certo horário... Vamos para a minha casa, vou abusar de você—arrepiei ao perceber que ele falava isso na minha nuca beijando meu pescoço.—Ai você dorme lá, e amanhã de manhã te levo para a escola.—soltei um gemido.—Mas não garanto que você não vá estar muito cansada fisicamente para aguentar um dia de aula.—sorriu na minha nuca e a porta do elevador abriu.

—Nem adianta tentar me convencer de faltar amanhã senhor Salvatore, tenho aula e você trabalha pode tirar o seu cavalinho da chuva. Onde vamos hoje?

—Ah é triste viu—fez beicinho—Para o White Escala Toronto—Era o maior edifício de Toronto—Quero te mostrar onde vou quando quero pensar—Abriu a porta do carro para mim—Depois vamos almoçar no Pallace, ai vamos a locadora pegar um filme que você ame para assistirmos antes de começar a fazer coisas erradas, e para ser sincero a parte das coisas erradas é a que mais me agrada.

—Ah senhor assanhado—passei o cinto e ele sorriu ligando o carro. Damon colocava a mão na minha perna sempre que podia e eu não tirava a minha de seu joelho.

—Sabe, as vezes imagino uma cadeirinha ai atrás e um "corre papai" vindo de uma voz fininha e geralmente é voz de menina, já pensou se ela for branquinha, cabelos pretos e olhos azuis como os meus, mas tem que ter a sua beleza e sua inteligência —sorriu

—Damon, tenho só dezoito anos, muito cedo para ser mãe—o olhei incrédula—Mas tenho vontade de ser mãe de uma Annie, não sei porque esse nome—dei de ombros—mas as minhas bonecas sempre chamavam Annie.

—Ta ai, gostei! Um dia vamos ter uma Annie... Ou um Liam, gosto desse nome.

—Mas agora vamos esquecer essa de filhos senhor Salvatore...

—Fazer o que né—sorriu

Assim que ele estacionou pegou a minha mão e entramos no elevador do White Escala, era maravilhoso, todo espelhado e enorme, quando chegamos no topo a porta do elevador abriu e Damon me conduziu até um local onde tinha uma espécie de banco e dava para ver praticamente a cidade inteira, ele me mostrou o celular e eu olhei o meu vendo que ali não tinha nenhum sinal. Estávamos incomunicáveis.

—Aqui é muito lindo.

—Costumava vir aqui quando brigava com meus pais, sentava aqui e ficava horas pensando na minha vida—se sentou no banco e me colocou em seu colo—Ninguém sabe que aqui é permitido, apenas eu e agora você, meu pai me contou em um dia e no outro eu estava aqui. Gostava de ficar aqui e observar o pôr do sol até tudo se escurecer. Quando te conheci vim aqui para pensar em você.

—Nossa—sorri e o abracei—tem noção de como eu amei esse lugar? Claro que com você fica ainda mais lindo. Damon eu te amo muito sabia?

—Sei...—sorriu me olhando—Sei, porque sinto a mesma coisa—ele começou a me beijar e suas mãos subiram em minha coxa indo para dentro do meu vestido, o abracei mais forte e beijei seu pescoço mordendo sua orelha forte, Damon começou a me abraçar e suas pegadas se tornaram fortes.—Melhor parar aqui pois não quero que você fique pelada onde podem nos pegar. Não quero que ninguém te veja nua!—me levanto e ele abraça minha cintura.

—Ah e se alguma mulher ver você nu, ai pode né?

—Elena, se alguém nos pegar aqui—disse chamando o elevador—Será homem, e ele me ver pelado ok, ao não sr que seja gay, o que seria meio nojento. —Ele entra no elevador e ma e abraça por trás beijando minha nuca .— Eu sou seu meu amor!

—Ok...—me viro ficando de frente para ele—Só meu hein!

—Sim só seu—beija minha boca e morde meu lábio inferior.

Vamos almoçar no Pallace onde Damon pede arroz carreteiro e salada de frutos do mar, o que eu estou amando desde quando fui no jantar. Comemos e tomamos vinho branco, depois de tomar milk shake de sobremesa eu e Damon passamos na locadora e alugamos o filme, com muito custo o convenço de assistirmos a branca de neve e o caçador. Compramos sorvetes e pipocas prontas e vamos para a sua casa, entro em seu quarto depois de guardar o sorvete e ajeito a cama com travesseiros enquanto ele vai se trocar no banheiro, coloco o DVD na enorme TV e puxo a coberta da cama, Damon volta só de boxer e eu quase morro ao ver ele daquele jeito.

—Ei, modos sr Damon!

—Ah não há nada que não tenha visto aqui dona Elena... Fica á vontade

—Nem adianta! Quero ver o filme.. E só vai rolar depois do filme... E se rolar!

—Ah Elena, essa Kristen... Ela faz a Bella! Ou seja... Não vale a pena

—Ah nem venha falar mal de Crepúsculo.

—Ah então você gosta daquilo—me olha incrédulo sorrindo torto

—Sim... Amo aquele vampiro lindo do Edward

—Ah... Vampiro... Ele brilha no sol... Vampiros queimam, saem sangue—ele veio se aproximando de mim—Atacam meninas inocentes como você—me jogou na cama mordendo de leve meu pescoço. Ria alto debaixo dele.

—Para, seu idiota!

—Vamos ver isso!

Ele se deita ao meu lado e eu me aconchego em seu peito, aperta play e o filme começa. Me interessei do começo ao fim, mesmo com as mãos bobas de meu namorado alisando meu corpo de cima para baixo, me esquivo e sorrio, comemos pipoca e então o filme acaba.

—Nem comemos o sorvete—Damon fala fazendo biquinho

—Amei o filme!—suspiro

—Ah muito fantasia... Mas eu quero o sorvete!

—Come Damon...—Sorrio

—Mas estou com preguiça de ir buscar uma taça—me olha malicioso

—Come direto do pote, é só para nós mesmo.—dou de ombros

—Ah não, prefiro comer em você—me olha malicioso—Acho que sorvete mais Elena é mais saboroso... Pega a colher e abre o pote me fazendo arrepiar só de saber o que ele vai fazer

—Damon—gemo, ele retira meu vestido me deixando de lingerie, retira meu sutiã e me deita na cama, pega o sorvete de chocolate e coloca com a colher em meu seio, me arrepio e meu mamilo enrijece, sinto um frenesi invadir meu corpo e sua língua quente começa a me lamber retirando o sorvete gelado me fazendo arquear o corpo e apertar o lençol, assim que ele me limpou por inteira, colocou no outro seio e repetiu o processo, gemia de levinho para ele que sorria, passou sorvete de meus seios até meu ventre, e então começou a me lamber fazendo o contato da sua língua quente unir ao gelado do sorvete aumentando minha excitação, Damon levantou minhas pernas retirando a calcinha e colocou sorvete na minha intimidade me deixando ainda mais louca por seus toques e por ele dentro de mim. Sua língua habilidosa trabalhava em meu sexo me fazendo arrepiar e rebolar enquanto seus dentes puxava meu clítoris para si—Ah meu Deus Damon...—Gemo e ele continua e olha para mim sobre seus cílios, o ver ali me causa alucinações e passo mal, rebolo e arqueio meu corpo, explodo em orgasmo e ele sorri, pega a sua blusa e limpa meu corpo, com cuidado me vira de bruços e pega seu Ipod em cima da cabeceira o olho, dentro da gaveta pega um tampa olhos de dormir, coloca em meus olhos e os fones de ouvido, a música é Lover To Lover -Florence and The Machine- uma música calma que mexe com meus sentidos sinto o cheiro delicioso e logo um líquido quente que em contato com a minha pele me deixa excitada e querendo ele dentro de mim, gemo seu nome enquanto suas mãos fazem uma deliciosa massagem, fecho os olhos e me entrego a cada trabalho de seus dedos que me fazem encontrar o céu e atingir espasmos em minha pele, minhas mãos seguram o lençol a medida que a música aumenta de ritmo, não vejo nada e nem escuto, estou louca, sinto que sou virada e aos poucos invadida de lado, com as mãos segurando a minha perna sinto cada estocada, não o ouço, mas sei que ele geme—Ah, Ah... Damon, Ah...—Estou louca, cada estocada me faz delirar, ele vai até o fim e volta, aumenta e repete, até que para dentro de mim e eu caio trêmula, a música está nos gritos da Florence e minha cabeça não está mais em mim. Grito seu nome enquanto explodo novamente em orgasmo, Damon me segura e depois de um tempo dentro de mim, sai e retira o tapa olho e o vejo retirar a camisinha e jogar longe, sorrio satisfeita e me viro para ele, retiro os fones e me aconchego em seus braços, ele me cobre com o lençol de seda e faz carícias em minhas costas, estou em outro mundo, e meu coração está com medo. Medo de que algo tão bom possa acontecer.

—Pensando no que minha linda?—pergunta depois de um tempo

—Em como você me levou para o paraíso

—É eu amei!

—Eu te amo Damon... Aconteça o que acontecer... Eu te amo, e isso espero que nunca mude... Promete que aconteça o que acontecer também sempre vai me amar?

—Sim, meu anjo... Você é a melhor coisa que já me aconteceu... Eu amo você minha linda!

Depois de um banho delicioso enquanto Damon faz o jantar, coloco sua camisa e desço até a cozinha onde o meu amor está só de cueca boxer e os cabelos molhados, o cheiro é de macarrão, sua especialidade. Meu estômago grita, depois de tanta energia desperdiçada, sento á mesa.

—Ah minha linda, está pronto—sorri

—Hum, estou com fome!

—Então come que eu quero mais

—Ah senhor tarado.—sorrio e comemos ali conversando, sinto que isso vai acabar, o que Damon Salvatore iria querer com uma pobretona que nem dinheiro para pagar uma escola tinha? Sim, para mim isso estava perto de acabar.

Notas finais
Ta ai gente, mais um momento fofinho entre o Damon e a Elena (e um momento hot também...)
Mas será que a essa alegria vai durar muito tempo?
Comentem e digam o que estão achando.