Sweet Danger

14 Chapter Fourteen


Notas iniciais
EU VOLTEI, AGORA PRA FICAR, PORQUE AQUI, AQUI É O MEU LUGAR (8) *-* HAHAHAHA
So sorry my dears, eu sei que prometi postar quando voltasse de viagem (voltei semana passada), mas a bonita aqui derrubou o note no chão e acabou ficando sem durante uma semana.
Mas o importante é que eu estou aqui, com a nova fase da fic *-----* Alguém novo vai aparecer nesse capítulo, espero que vocês gostem :)

Sara terminava de arrumas suas malas, enquanto ouvia o chororô da sua mãe.

– Sara, minha filha, não se esqueça de ligar todos os dias, arrumar a sua cama, comer antes de sair, evitar muito refrigerante...- Rachel falava e Sara fingia que escutava.

– OK, OK mãe! Eu sei me cuidar, tá certo? E se eu esquecer de ligar, tem você pra me lembrar. – Sara rolava os olhos.

– Não role esses olhos assim, mocinha! Isso tudo é preocupação de mãe! – Rachel abraçava a filha.

– Eu sei mãe, eu sei... Mas a filhinha cresceu!

– Sim... Vamos levar as coisas lá pra baixo, seu pai deve estar chegando.

– Ele vai me levar até a rodoviária?

– Ele vai te levar até lá!

– MÃE! – Sara reclamava.

– Sem “MÃE!”, é seu primeiro dia, e ele só vai te deixar na porta, depois você pode se virar como você quiser.

–----------------------------------------------

Sara caminha atenta ao mapa em sua mão, que mal percebia as pessoas que andavam ao seu redor. Cheia de malas, ela estava toda atrapalhada, tentando encontrar a secretaria. Enquanto puxava as malas e tentava olhar o mapa, ao mesmo tempo, esbarrou em alguém.

– Me desculpe! Eu estava destrí... – A pessoa a ajudava a se levantar. – SARA?!

– AHN? GRISSOM? – Sara estava assustada.

– Eh, er... Quanto tempo! – ele estava sem jeito.

– Pois é, tempo! – ela também estava. – O que você faz aqui?

– Eu leciono aqui, Sara.

– Ai meu Deus, claro, lembro que me disse que lecionava em Harvard. – Sara tentava disfarçar a cara de “é claro que eu sabia que você leciona aqui, só não queria que você soubesse que eu sabia."

– Precisa de alguma informação? – ele mudou de assunto.

– A secretária, preciso das chaves do meu quarto.

– Vai ficar no alojamento? Sua mãe permitiu isso?

– Ela não sabe, acha que eu arrumei uma república com meninas nerds. – sorriu.

– Essa é a Sara que eu conheço... – murmurou.

– Como? – ela escutou, mas fingiu que não.

– Nada! A secretaria fica ali – Ele apontou a direção. – O alojamento fica logo atrás... Feminino a direta, masculino a esquerda... Não vá se perder. – brincou.

– HÁ HÁ HÁ, muito engraçado. – fechou a cara.

– Eu estava brincando! – riu da cara de brava dela.

– Que seja! Muito obrigada, Senhor Grissom. Nos vemos por aí! – Sara saiu andando.

– HEY, SARA! VOCÊ NÃO ME DISSE O SEU CURSO! – Gritou, pois a morena já estava relativamente longe.

– CIÊNCIA FORENSE! – Ela gritou também e sorriu.

Ele retribuiu o sorriso. Ela SEMPRE conseguia o que queria.

–----------------------------------------

– Com licença. – chamou a atenção da atendente.

– Sim, o que deseja? – a senhora simpática a atendeu.

– Sou caloura, reservei um quarto no alojamento... Sara Sidle.

– Sim! Filha de Edgard Sidle... Aqui está! – Entregou a chave pra morena.

– Obrigada! – Sara agradeceu pegando a chave, saindo logo em seguida.

Chegou ao prédio dos dormitórios e já não se lembrava mais pra qual lado eram o alojamento feminino.

– Merda, Sara! Quem mandou ficar olhando pros olhos dele e não prestar a atenção no que ele falava? Idiota!

– Com licença, vejo que está perdida... – uma ruiva a abordou. – Quer ajuda?

– É, na verdade eu quero sim... Alojamento feminino?

– A direita. Posso ver qual é o seu quarto? – a ruiva pediu e Sara lhe mostrou as chaves. – 43! Último andar... E somos vizinhas! Moro no 42! Vem, te mostro como chegar lá. – a ruiva agarrou o braço de Sara, e a morena só teve tempo pra pensar em como a loira falava rápido.

Sara pegou o elevador, junto da ruiva que agora ajudava Sara a carregar sua bagagem.

– Chegamos, moramos no último andar. – elas caminhavam – E seu apartamento é esse! Está entregue.

– Obrigada... Qual o seu nome?

– Catherine Willows. – estendeu a mão.

– Sara Sidle. – apertaram as mãos. – Eu te conheço de algum lugar... Seu pai não é Sam Braun?

– Sim! E já vou avisando... Nossos dormitórios ficam na cobertura por causa de nossos nomes... Ser filha de Edgard Sidle lhe trará benefícios, e também problemas... Mas eu te ajudo nessa!

– Como sabe quem é meu pai? – Sara arqueou uma sobrancelha.

– Faço Bioquímica... Já fui a muitas palestras dele. – sorriu – Seu curso? Física?

– Ciência Forense.

– Que legal, era a minha primeira opção, mas meu pai não deixou. – lamentou.

– Minha mãe quem não queria, mas não liguei muito pro que ela falou não... Se não se importa, preciso descansar! Meu pai dirigiu durante 4 horas pra me trazer aqui, e veio falando durante a viagem inteira, nem tive tempo de descansar.

– Entendo... Vou pra uma reunião agora, meu professor Grissom quer falar sobre a organização do laboratório, quando voltar te levo pra um tour, ok?

– Grissom?

– Conhece?

– Sim... – mais do que você imagina, Sara pensou.

– Quem não o conhece? – a ruiva riu – Tenho que ir agora, bom descanso! Volto em uma hora e meia.

– OK, boa reunião!

– Bom descanso. – e a ruiva sumiu no elevador.

– Era só o que me faltava ele ser popular aqui! “Meu professor Grissom...”, MEU né, muito meu. Sara, chega de ciúmes, vocês não tem mais nada!... Mas bem que a gente podia... AH, para! Deita e dorme menina! – Sara discutia com sua consciência.


Notas finais
Então minha gente, não tem muita putaria nesse né, porque eles não iriam sair se atracando no meio do campus u.u mas, mais pra frente vai ter muita pegação, e muito rolo também, porque eu gosto de barraco #sqs hahahahahaha
beijão meus amores!
Mari Sidle :)