Sweet Danger
4 Chapter Four
Notas iniciais
para a Sara Sidle Grissom Gsr, do facebook :)
boa leitura!
Sara chegou ao salão de festas do hotel e viu que seus pais a esperavam. Viu a olhada que seu pai deu em seu vestido, e pode perceber que ele franziu o cenho, e logo ‘acalmou-se’ quando sua mãe disse algo no ouvido dele. Com certeza ele estava achando o vestido curto, mas ela fizera sua mãe prometer que ninguém pegaria no pé dela. Viu que alguns homens ali presentes pararam para vê-la passar, sorriu e chegou perto de seus pais.
– Não tinha um vestido com mais pano não, Sara? – seu pai dizia todo ciumento, após notar os olhares pra cima de sua filha.
– Deixe ela, Edgard! Ela não é mais aquela menininha que passava a noite assistindo documentários com você! – sorriram ao recordar as lembranças.
– Isso não é justo, filhos deveriam ser proibidos de crescerem! – abraçou sua filha.
– Eu sempre vou ser a sua garotinha, não importa o que aconteça! – “ou no que eu me meta”, disse e pensou, ainda abraçada em seu pai.
Viu Grissom chegar a entrada do salão, e ainda abraçada em seu pai, olhou dentro daqueles olhos azuis e mordeu os lábios, de maneira provocativa, sem que seu pai notasse. Grissom desviou o olhar e entrou no salão.
– Tá na hora e entrar, né pai?!
– Sim filha, vamos então! – Edgard ofereceu os braços a suas mulheres.
As mesas eram nomeadas, e seu pai como homenageado do ano, tinha uma mesa bem em frente ao palco, onde aconteceriam as premiações, discursos e toda aquela parafernália. Logo após se acomodarem, Sara procurou por Grissom e gostou do que encontrou. Grissom estava a apenas algumas mesas longe dela, mas estava perfeitamente em sua direção. Sara podia acompanhar todos os seus movimentos dali. Grissom passou a encará-la, e retribuiu o sorriso que ela lhe dava. Era impossível não responder aquele sorriso. Grissom se sentiu estranho, era apenas olha-la que se sentia bem. Martelou em sua cabeça que ela era uma criança... Em corpo, atitude e vontade de uma mulher. Ele estava ferrado, já tinha sacado que ela tentaria o seduzir. Mas ele tinha autocontrole e não deixaria se levar pelas provocações dela. Aquilo era o que ele pensava, claro.
A cerimônia tinha começado, e Sara acompanhava atentamente, admirava muitos pesquisadores, professores e estudiosos que estavam presentes ali e que eram anunciados e devidamente apresentados. Ao virar a mesa para pegar seu refrigerante (seu pai não havia permitido que ela bebesse), pode notar um par de olhos azuis pra cima dela. Ele a olhava sério, como se estivesse a admirando, e não percebeu quando ela deixou o guardanapo cair propositalmente de seu colo. Grissom acompanhou seus movimento e entendeu o que ela queria. Seus seios ficaram ainda mais a mostra, quando ela esticou o braço em direção ao chão para pegar o pedaço de pano. Antes de levantar-se, olhou pra Grissom e viu luxúria em seus olhos. Grissom não podia evitar, era impossível não olha-la, ela estava provocante demais e não conseguia esquecer a cena que acontecera no quarto dela, o que o deixava ainda mais impotente com a situação. Sara correu o pano por suas pernas e viu que Grissom acompanhava o caminho de sua mão. Levou o guardanapo até a parte interna da perna e seguiu até chegar perto da parte de seu corpo que, com certeza, Grissom desejava. Olhou e viu que ele a encarou. Ajeitou o guardanapo em seu colo, ainda olhando nos olhos de Grissom e sorriu maliciosamente ao terminar, olhando novamente em direção ao palco.
Grissom estava perdido em seus pensamentos quando viu uma grande luz ser guiada em sua direção, estavam o apresentando e ele com a maior cara de bobo. Levou um susto e ficou de pé, rezando para que ninguém notasse o volume abaixo de sua cintura. Sara riu e o viu sentar-se, olhando pra ela em reprovação. Ela deu de ombros e prestou atenção no que seu pai falava.
– Esse Grissom é um ótimo entomologista! Estive pesquisando sobre ele, passei a admirar o trabalho dele... É Forense! O que você gosta, não é Sara? Assistirei uma de suas palestras, me interessa muito.
– Sim, pai! Mesmo a mãe odiando! E assistirei a uma palestra dele também, afinal é Forense, mesmo sendo Entomologia, tenho que saber um pouco.
– Siga o seu coração, sua mãe e eu não podemos interferir em suas escolhas. – sorriu para a filha que retribuiu o sorriso – Podemos assistir à palestra juntos, o que acha?
– Podemos pensar sobre isso! – Sara disse a agradeceu ao garçom que trazia o jantar.
Sara fechou a cara e praguejou seu pai mentalmente, ele não poderia assistir à palestra de Grissom junto com ela, acabaria com os seus planos de tentar impressioná-lo e chamar a sua atenção. Falando nisso, precisava pensar no que iria fazer... Algo que o surpreendesse e que não atrapalhasse a palestra, claro. Queria provoca-lo, mas longe dela querer estragar a palestra. Pensaria em algo simples, mas que surtisse efeito naquele homem.
Notas finais
beijão, Mari Sidle!
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