Sweet Danger

8 Chapter Eight


Notas iniciais
Cá estou eu meus amores!
Sei que disse que iria postar na segunda, mas fiquei sem inspiração :/
Bom, este é um capítulo quente... Estou lendo uma trilogia aí, 50 tons de Putaria, me deu ideias kkkkk acho que ficou interessante!
Boa leitura!

Sara voltava para o seu quarto, depois de uma longa tarde na piscina. Chegando ao seu corredor, pode ver uma camareira, saindo de um quarto... Teve mais uma ideia.

- Com licença, Senhora! – Sara disse, chamando a atenção da moça.

- Pois não. – a moça sorriu simpática.

- Hm, eu estava na piscina, e acabei de me lembrar de que esqueci a minha chave dentro do quarto, que cabeça a minha. – mais atriz que ela, impossível – A senhora poderia abrir pra mim, com a sua chave mestra? – carinha do Gato de Botas.

- Claro, qual o seu quarto?

- É esse aqui! – ela apontou para o quarto de Grissom.

A moça retirou a sua chave do bolso e abriu a porta, dando passagem para que Sara entrasse no quarto.

- Obrigada! – Sara sorriu.

- Por nada, e não esqueça mais a chave! – a moça brincou e saiu.

Sara fechou a porta atrás de si, tinha sido mais fácil do que ela imaginava entrar ali. Olhou no relógio, em mais ou menos meia hora acabaria a última palestra do dia, e Grissom voltaria pro quarto.

Deitou-se na cama e ligou a TV, esperando que assim o tempo passasse menos tedioso. Meia hora depois ouviu um barulho na porta, ele tinha chegado. Desligou rapidamente a TV e deitou-se de bruços, juntando mais seus seios.

- Olá Grissom! – ela disse, sensualmente.

- Sa-Sara? – ele olhou, incrédulo – Como conseguiu entrar aqui?

- Nossa, nem um ‘oi’? – ela fingiu desapontamento – Isso foi mais fácil do que eu imaginei... Acho que o difícil vai ser fazer você vir pra essa cama, sem reclamar. – ela alisou o colchão.

- Você não deveria estar aqui, menina! – ele estava visivelmente desconsertado, rezando pra que ela não visse o volume que se formava dentro de sua calça.

- Qual é, eu sei que você me quer! – ela disse agora deitava sobre suas costas, alisando todo o seu corpo, de forma maliciosa – Sei que você está louco pra vir pra essa cama...

E ele realmente estava. Tentava lutar contra a vontade de se atirar em cima dela naquela cama, mas isso passou a ser impossível quando ele a viu se levantar e encará-lo.

- Vai negar que estava com saudade? – ela sussurrou em seu ouvido.

Grissom perdeu todo o seu controle, fez com que ela subisse em seu colo e a levou rapidamente pra cama, tirou sua camisa e não desviava o olhar cheio de luxúria dos olhos de Sara, estava para desamarrar seu biquíni, quando Sara parou sua mão.

- Não tão rápido, Gilbert. Temos tempo pra fazermos o que quisermos... – ela sussurrou enquanto saia debaixo dele. – Deite-se! – ordenou ela.

Grissom obedeceu sem hesitar, e ela passou a procurar algo pelo quarto, o que fez ele se perguntar o que era. Sara voltava do banheiro, com uma faixa de roupão na mão.

- Acho que isso vai servir... – ela disse subindo em cima dele – Mãos acima da cabeça! – disse toda autoritária.

Grissom obedeceu, estava inebriado, louco. Era como se não conseguisse lutar contra as palavras de Sara. Ela juntou as mãos dele e as amarrou a cama, deixando Grissom imobilizado. Ele tentou puxar, mas estava muito bem preso.

- Acho que assim está bom! Não seja desobediente, se tentar desamarrar, não vou deixar que você goze... – ele gemeu quando ela arranhou seu abdômen, seguindo em direção a braguilha de sua calça.

Sara desabotoou devagar, correndo a calça pelas pernas grossas de Grissom, arrastando junto sua cueca, liberando a sua ereção pulsante. Sara fez o caminho de volta distribuindo beijos pelas pernas de Grissom, até chegar perto da sua virilha e parar, o deixando frustrado, o ouviu bufar.

- Sem pressa, Grissom... – ela disse, agora espalhando beijos pelo seu abdômen.

Beijo-o na boca, um beijo feroz, urgente, cheio de desejo. Nem ela aguentava mais, enquanto lhe beijava os lábios, encaixou-se na ereção dura e quente de Grissom, o engolindo em um ato rápido e preciso. Grissom gemeu alto, assim como ela. Ela fazia movimentos lentos, olhando profundamente nos olhos dele, desfrutando de cada expressão de prazer. Ela quase o retirava totalmente de dentro de si, e o cobria com sua carne quente de novo, cada vez mais rápido. Ela cavalgava com vontade, apoiando agora suas mãos atrás de seu corpo, nas coxas de Grissom. Ele arqueou seu quadril, na intensão de ficar cada vez mais dentro dela. Ele era grande, e preenchia Sara em seu todo. Gemiam alto, diziam palavras desconexas, Grissom tinha que lutar contra o desejo de tocá-la. Como ele queria percorrer suas mãos por aquele corpo feito pro pecado. Sentiu que Sara aumentou seu ritmo, e sabia que ela estava quase lá, e isso era bom, porque ele estava quase lá também.

- Sara... – sua voz era rouca e fraca, embargada com tanto tesão.

- Eu sei, estou quase lá também... Aaaah – ela gemeu alto e Grissom pode sentir suas contrações, fazendo com que ele se libertasse dentro dela também, derramando todo o seu líquido quente.

Estavam bastante ofegantes, Sara descansava sobre o peito dele, com ela ainda dentro dela. Quando as respirações se normalizaram, Sara saiu de cima dele e admirou a vista, ele era realmente bonito, viu seu sorriso perverso.

- Arrependido, Sr. Grissom?

- Nem um pouco, Menina Sara...

- Quando vai aprender que eu não sou uma menina? – ela enraiveceu.

- Sei que não é, mas gosto de te ver irritada, você fica mais bonita. – disse sem graça.

- Bom saber... Bem, tenho que ir, até mais. – disse cínica e seguiu para a porta.

- Sara, não tá esquecendo-se de nada não?

- Do que? – ela olhou envolta do quarto, procurando algum pertence seu.

- Disso aqui! – balançou as mãos.

- Ah, não esqueci não! – sorriu. Aquele sorriso maldoso.

- Então, não vai me desamarrar?

- Não, vou deixar essa tarefa pra você! Assim você aprende a parar de me chamar de menina! – ela abriu a porta.

- Sara, volta aqui! – ele vociferou.

- Tchau Grissom! – e a porta foi fechada.

Notas finais
E aí, o que acharam? 50 tons de Sara Sidle? kkkk ok, parei :)
Beijão, Mari Sidle!