Certo eu demorei de mais nesse .-. e nem ficou bom DDDD: sério, ficou horrivel DDDDDDDDDD:Espero que não me abandonem por essas demoras, é que a imaginação também não tá colaborando muito .-. To tentando fazer o melhor aqui ~e não tá ficando muito bom~ aiai...vou parar de me lamentar e deixar vocês lerem o capitlo fail .-.


Enjoy

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–PORRA ZACHARY! — descoberto o animal que nos... interrompeu. Matt Sanders, você seria uma pessoa morta se eu não tivesse medo de perder a cabeça – literalmente – somente com um tapa seu.

Continuei desenhando... afinal, eu ainda estava... hmm, excitada.

Aquele dia, sempre que nos olhávamos, era inevitável não sorrir maliciosamente. Produção eu te pergunto: o que esse cara fez comigo?



_-_-_- x-_-_-_



11/12/11

10:00 da manhã

Billings, MT Metra Park Arena



Nós havíamos chegado a cidade de madrugada, porque Syn disse que a tal da festa ele tinha arrumado por aqui. Estava dentro do quarto, terminando de me arrumar. Eu teria de passar o dia inteiro levando a bola, vulgo Zacky, para qualquer lugar que fosse. Ainda me pergunto se o Baker vai ser tão idiota de não perceber algo errado. Enfim...

Acho que criei gosto por usar boné. Estava com o mesmo daquele dia do ônibus, camiseta preta com uma caveira branca desenhada e um short jeans desfiado. Uma meia listrada preta e branca até a metade da coxa e o all star preto de sempre. Botei os óculos, porque não sei em que caralho de lugar deixei as lentes.

Peguei o cartão do quarto e celular e fui em direção ao quarto do idiota aniversariante. Mencionei que eu deveria 'esquecer' do aniversario dele? Então... mais uma das ideias nem tão brilhantes do capitão Brian.

Bati umas três vezes na porta e nada. Suspirei. Mais três e nada.

Encostei a cabeça na porta. Graças que a aba do boné estava para trás.

–Porque está encostada na minha porta? — girei os olhos, vendo o dito cujo aniversariante.

–Como é que você está acordado? Pensei que ursos hibernavam. — eu preciso tirar com a cara dele a cada duas frases, não é possível. Ele revirou os olhos. — Mas vim aqui porque eu 'tô com vontade de conhecer a cidade. — falei.

–Seu tio sabe que você vai sair? — perguntou quase me atropelando e colocando o cartão na porta, logo em seguida abrindo a mesma.

Nós dois entramos – não sou vampira, então posso entrar sem ser convidada – e ele foi até a mala que estava jogada em um canto do quarto.

–Não. — olhei em volta e vi uma coisa. Sorri. — Brian sabe que pegou as cordas novas da guitarra dele? — perguntei fazendo-o virar-se para mim com um olhar que provavelmente mataria qualquer um se ele fosse um tipo de X-man da vida.

–Não. — disse enquanto tirava a camiseta e procurava alguma outra – espero – dentro da mal. Já falei que sou completamente obcecada pelo 'Vengeance 7' dele? Não? Então... Eu sou. — E porque você veio até aqui me falar isso? — perguntou com uma camiseta preta nas mãos.

Ri quase malevolamente.

–Você vai comigo, afinal... sou uma garota completa e incrivelmente indefesa. — fiz uma vozinha tão irritante que se não fosse eu a sentir a dor, me daria um soco. Ele riu.

–Me obrigue. — cruzou os braços.

Suspirei.

Fui até a porta e... que coisa boa o Syn estar passando por ali.

–Ô SYN! — gritei fazendo-o se assustar. Ri. — O ZACKY... HMM... HMM... — maldito guitarrista e maldita mão dele. Que ela caia e ele nunca mais possa tocar. MUAHAHA.

Mas que merda está acontecendo comigo hoje?

Ele me puxou pra dentro do quarto sem me soltar e eu ainda tentava falar alguma coisa. Me jogou carinhosamente na cama.

–Vá apodrecer no inferno seu filho da mãe. Se você botar a mão na minha boca mais uma vez, vai ver que não é só naquelas ilhas isoladas no meio do mar que existe canibalismo. — resmunguei.

–O que está acontecendo aqui? — Zacky se virou para a porta e eu levantei a cabeça vendo o capitão Brian ali. Sorri.

–O Zacky... — o mesmo sentou EM CIMA das minhas pernas e botou a mão sobre minha boca. DE NOVO. Queime no inferno Zacarias. Levei as mãos para as laterais de sua cintura. Ele tinha que ter cocegas em algum lugar.

–SAI DE CIMA DA GAROTA SUA BOLA GORDA! VAI MATAR ELA. — vou chamar o Syn de capitão que salvou a pátria amada. Nesse caso, a pátria amada sou eu. 'Tô podendo, vai dizer?

Ele saiu.

Pude respirar novamente. Aleluia!

Sentei na cama e mexi as pernas.

–Que lindo, você obedece ao namorado é Zacarias? — perguntei sorrindo de lado. Os dois arquearam as sobrancelhas. — Sempre achei que o passivo era o Syn. — lembram aquele momento do Hagrid, no primeiro filme, em que ele fala 'não deveria ter dito isso' inúmeras vezes? É o que eu estou pensando nesse momento.

Imagine duas pessoas que são enormes perto de você, com braços do tamanho da sua coxa e com uma expressão não muito amigável. Agora multiplique por sete -sentiram a piada ruim?-. Estou com uma vontade louca de correr para a porta nesse momento.

Os dois estavam com os braços cruzados. Syn olhou para o Zacky que sorriu.

Medo.

Medo.

Medo.

–Pega as pernas? — Zacky perguntou. Arregalei os olhos quando o moreno acenou e os dois vieram quase pra cima de mim. Só não morri em baixo deles – que haviam tropeçado em um sapato do Zacky e caído – porque corri para dentro do banheiro e tranquei a porta.

Nessa hora me perguntou que tipo de distúrbio mental eu possuo. Um banheiro? Fala sério Kat, nem janela têm nesse negócio. Na verdade, ter têm, mas é minuscula.

Batidas.

–Saia dai se você é homem! — Zacky gritou. Me escorei na porta.

–Mas eu não sou! — gritei de volta. Ouvi risadas que deduzi serem do Syn e alguma outra coisa.

–Saia dai se você é uma garota, então. — Syn falou dessa vez. Segurei na maçaneta.

–Eu sou um travesti. Como fica? — gritei. Houve silencio por alguns segundos e depois risadas. Muitas risadas. Comecei a rir também.

–Sério Kat, sai da porra do meu banheiro. — Zacky falou ainda rindo.

–Vão me matar? — perguntei. Alguns segundos sem resposta.

–Não. — porque eu vou acreditar nele? Porque eu sou uma pessoa muito da 'anta'.

Abri a porta.

–AAAAAAAAAAAAAAAAAAH! — minha nem tão surpresa foi que os dois estavam na porta, me esperando sair pra me agarrar.

Fui carregada e jogada na cama pela segunda vez naquele dia – e não foi uma jogada agradável -. E aqueles dois começaram a fazer cocegas em mim. Eu sofro. Me debatia para todos os lados, tentando sair do meio daqueles dois idiotas que estavam rindo tão alto que não sei como não apareceu ninguém aqui.

–CHEEGA! — gritei estapeando algum deles, só não sabia qual. O bom de tudo foi que eles realmente pararam, mas continuavam rindo. Eu também.

Ouvimos um barulho. Uma música. Levantei a cabeça vendo o guitarrista solo pegar o celular. Atendeu ainda rindo.

–Fala viado. — eles se tratam muito bem, não? Syn acenou com a cabeça algumas vezes e desligou. — 'Tô indo. — levantou quase correndo – na verdade, ele correu mesmo – e saiu pela porta. Quase levando ela junto tenho que acrescentar.

Será que deu alguma problema com a 'festa surpresa'? Hmm...

–Tô com fome. — Zacky sentou na ponta da cama. Sentei-me também.

–Quando você não está com fome? — perguntei revirando os olhos. Ele virou o rosto e sorriu sem mostrar os dentes, apenas puxando o cantinho dos lábios. Arqueei a sobrancelha.

–Não disse o tipo de fome. — comentou. Revirei os olhos, ele têm o que na cabeça? Bosta? É a bosta do cavalo do Shadows, só pode.

–Não começa, viu o que quase aconteceu outro dia. — levantei e era pra ir em direção a porta, mas quem disse que ele me deixou passar da cama? Segurou meu pulso não de maneira que machucasse, mas firme. Olhei-o.

–Não vai acontecer nada. 'Tamo dentro do 'meu' quarto e a porta só abre com o cartão. Ninguém vai ver. — explicou quase fazendo um bico no final da frase e puxando-me levemente para ele. Não deixei que chegasse mais perto, sei o efeito que aquele filha da mãe me causa. — Só quero falar uma coisa. — revirou os olhos. Bufei.

–Não preciso sentar no teu colo só pra você me falar alguma coisa. — resmunguei. Ele suspirou e levou a mão até uma das alças que botam o cinto do short, prendeu um dos dedos ali e puxou-me quase delicadamente para perto dele. Logo depois puxando mais firme fazendo-me perder o equilíbrio.

Acabei sentada no colo dele, apoiando as mão no seu peito, afinal, não queria ter batido as fuça na cara dele.

–Zacky. — resmunguei quando ele levou as mãos para a parte baixa das minhas costas, puxando-me para que ficasse quase totalmente colada a seu corpo e sentada em cima de sua... 'cintura' já que possuía as pernas uma de cada lado de seu corpo.

–Têm medo de mim? — perguntou com os lábios roçando levemente nos meus. Deixei meus olhos passando por aquela área, admirando o contraste dos piercings com sua boca levemente rosada e cheia. Apenas neguei. Realmente não tinha medo dele em si, tinha medo do que ele estava fazendo. Na verdade, não era bem do que ele... AH ESQUECE!

–Porque está fazendo tudo isso? — questionei passando as unhas sobre a pele descoberta de seus pescoço, ele sorriu e pude senti-lo arrepiar-se. Quase ri.

–Não sei. — respondeu rindo, acabei rindo junto.

Encostou nossas testas e mordeu meu lábio inferior, puxando-o levemente. Sorri.

Zacky desceu as mãos da cintura, espalmando-as na minha bunda, fazendo uma leve pressão para baixo. Não sei vocês, mas... esse povo deve botar fermento em certos lugares. Enrosquei os braços no seu pescoço e fechei os olhos. Ele levou os lábios para meu pescoço, deslizando a língua e mordendo logo em seguida. Suas mãos estavam guiando minha cintura, fazendo-me rebolar levemente sobre ele. E acabava suspirando contra sua orelha.

Mas que caralho, porque alguém sempre têm que atrapalhar?

Só pra conhecimento, bateram na porta. Bufei e ele xingou até o fim dos tempos o ser que estava do outro lado daquela tabua tapando a entrada do quarto.