Sweet Child O Mine

21 Os Patos do Jimmy...


E ai povo, sentiram minha falta? IUAHEIUHAIUEHAUIH eu sei que não ._. IYGASDUYGASIKLOÇP

Então aqui a net é horrivel e to tentando postar, se não der certo vocês nem vão ler essa bosta de nota, mas foda-se, sou retardada e isso faz pargte dela UHSDAUYIGDAUHSLOPK

Bem... não vou falar mais nada e nos vemos la em baixo...

Enjoy

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Estava caminhando em algum parque e parecia que era umas três ou quatro da tarde. Havia algumas pessoas passeando com os cachorros e umas crianças brincando em um parquinho. Mas que caralho eu to fazendo em um parque?

Sentei em um banco de madeira meio velha em frente a um lago de tamanho médio que possuía as águas escuras. Peguei umas pedrinhas do cascalho que ficava em baixo do banco e comecei a atirar no lago. Afinal, nem saber como eu fui parar naquele parque eu sabia.

Um casal de cisnes passeava calmamente pela água.

–Demorou. — cai do banco. É sério, eu me assustei muito. Imagine uma hora você sentar em um banco vazio e na outra ter alguém falando contigo.

Ia xingar o filho da mãe até ouvi-lo rindo.

Arregalei os olhos. Sério? SÉRIO MESMO?

Ali, naquele banco de um parque que eu não faço ideia de qual seja, estava um dos caras mais fodas que eu já havia visto tocar. A única coisa que eu pensei foi: quem foi o filho da puta que me matou? Porque, sério, eu devo estar no céu agora. Vish.

–J-Ji-Jimmy? — gaguejei. Como vocês acham que eu deveria me portar perto de um dos caras que me fez querer tocar bateria? Porra. Droga. Vou me matar – isso se eu já não estiver morta – por gaguejar.

Ele sorriu. O sorriso mil vezes mais bonito do que os das fotos vale ressaltar. Alguém me socorre? Vou ter um infarto ali e já volto. Devia estar com uma cara estranha a ponto de fazê-lo vir até mim e botar a mão na testa, medindo minha febre.

–Vai vomitar? — perguntou preocupado. Não sei, mas acho que agora estou mais retardada que o normal. Hmm.

–Não. — respondi enquanto levantava e limpava as calças. Ele sorriu e deu-me um espaço no banco. Sentei ainda olhando-o que mirava o lago. Ele estava com uma das pernas apoiada na outra e os braços cruzados.

Um tempo de silencio depois ele virou para mim e ficou me encarando do jeito que eu fazia enquanto ele olhava para frente. Ficamos nos encarando, ele com uma cara bem séria – ou pelo menos uma tentativa – e eu provavelmente ainda olhava-o meio embasbacada.

Jimmy riu.

–Por acaso eu 'tô verde? — perguntou tranquilamente enquanto olhava para as próprias mãos, analisando-as.

–Não, não é só que... Jimmy. É você! — falei com os braços abertos e acima da cabeça como se tivesse gritando com alguém. Ele riu daquele jeito espalhafatoso dele. Acho que meus olhos começaram a soltar estrelas de tão feliz que estava.

–Sim sou eu. Quem mais seria? — perguntou gesticulando com as mãos e quase batendo uma delas no banco.

–Eu morri? — soltei de repente fazendo-o quase morrer engasgado. Mas espera...

–Não. — falou se abanando com uma folha de coqueiro – onde é que ele conseguiu isso? E da onde ela surgiu? — logo depois levando um dos dedos até minha testa, batendo a ponta levemente ali. — Está tudo aqui. — franzi o cenho.

–Eu enlouqueci? — perguntei confusa. Ele revirou os olhos.

–Porra ser mais idiota que o Brian é preocupante. — sorriu. E não pude evitar de sorrir também. Porra, ele têm o poder de contagiar as pessoas, que isso. — 'Cê 'tá sonhando Way. — levantei a sobrancelha.

–Isso explica muita coisa. — ele riu.

–Não me diga. — falou debochadamente enquanto voltava a mirar o lago que agora dois patos estavam passando por ele. Vi um sorriso no rosto do baterista. Soltei um risinho.

Ficamos em silencio um tempo, ele ainda olhando para os patos e eu tentando memorizar os detalhes que pareciam tão reais ali. Todas suas tatuagens do braço esquerdo, o perfil, tudo...

–Me diga, pequena Way... — disse olhando-me novamente, parecia calmo, mas sua voz soava séria apesar de falar docemente. Ele me chamou de pequeno caminho? — ...me fale como estão as coisas com aqueles viados. — ri.

–Muito boas. Acho que nunca ri tanto na vida. Eles são muito queridos. — falei, afinal eu não conseguia dizer em palavras o quanto aqueles idiotas estavam me fazendo bem nessas últimas semanas. Ele sorriu.

–Diga para o Brian parar de levar o garoto para o mal caminho. Arin precisa parar de ouvi-lo. — comentou rindo enquanto balançava os pés. Acompanhei-o.

–Aquela cena do carrinho foi o fim. Acho que eles acabaram com o cérebro do coitado. — falei rindo mais e ele acompanhou, chamando a atenção de algumas pessoas que passavam por ali. Pera, eu 'tô sonhando com elas também?

De um momento para outro, ele ficou sério, olhando para o relógio que carregava no pulso.

–O que você sente pelo porpeta? — perguntou. Achei que fosse brincadeira, mas ele estava completamente sério. Fiz uma expressão confusa.

–Considero ele quase meu irmão e... — o olhar de Jimmy não deu medo, mas me fez parar de falar naquele momento como se estivesse dizendo alguma bobagem gigantesca. — O que?

–A verdade Way. — falou. Me assustei. Ele estava mesmo dizendo que sentia algo a mais pelo Zacky? Sério isso? Ri.

–Não sei do que você está falando, mas eu não sinto nada a mais do que amizade com a bola, se é isso que quer saber Jimmy. — falei e por algum motivo, não conseguia encarar seus olhos azuis. Ele suspirou parecendo cansado.

–Não é o qu... PATO! — ele gritou no meio da frase, me fazendo olhá-lo como se fosse uma débil mental.

Jimmy estava com os olhos arregalados, olhando algo que estava atrás de mim e logo ele saiu correndo igual um raio atrás da coisa que quando vi... era um pato. Um não, dois.

–PATO! PATO! VEM AQUI SEU PATO! — e lá se foi o baterista correndo atrás dos bichos. E me deixando com uma duvida na cabeça. Porque caralhos eu sentiria alguma coisa a mais pelo Zacky? Ele é o que? 13 anos mais velho que eu. Loucura, loucura.



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Acordei com muito calor, muito mesmo. E algo me esmagando. Mas que porra é essa? Abri os olhos e descobri o porque de quase estar morrendo sufocada .

Zacky.

Ele estava praticamente em cima de mim, os braços me prendendo contra seu corpo. Já ia começar a fazer um escândalo, mas lembrei da noite anterior. Que contei a ele uma coisa que ninguém sabia, nem mesmo Mark.

Suspirei, ou tentei. Vá tentar respirar com uma baleia dormindo em cima de você, não é fácil.

Cutuquei-o uma, duas, trés vezes e nada. Revirei os olhos. Hora do plano B. Se pudesse rir, agora seria hora da risadinha maligna. É.

Como ele estava deitado com a cabeça virada para mim seria um pouco mais difícil de executar o plano, mas foda-se, sempre quis fazer isso.

Cheguei a cabeça perto do seu ouvido e assoprei levemente. Ele mexeu... o nariz? Eita porra. Cutuquei-o com alguma das mãos, mas não o suficiente para que ele sentisse cocegas.

Pude notar ele mexendo um pouco os olhos. Vitoria.

I want to play a game.– sussurrei com a voz levemente rouca e um pouco grossa. Nunca vou poder agradecer o suficiente por aqueles vídeos na net terem me ensinado screamo/guturual/...

Zacky deu um pulo tão grande que chegou a cair da cama. Sem falar que soltou um gritinho muito gay. Acho que a taxa de homossexualismo nessa banda é bem elevado.

Fiquei rindo igual uma hiena parindo seis filhotes — mas que porra? — enquanto ele levantava e me xingava horrores. A cada xingamento eu ria mais.

Sentia minha barriga doendo e lagrimas escorrendo do rosto. Minha risada preenchia o quarto todo.

–Você precisava ver tua cara quando caiu! — ri a frase, porque falar 'tava difícil. — E que grito foi aquele Zacky? Acho seriamente que você tem um caso com o Brian e não quer assumir. — comentei deixando o corpo jogado na cama, ainda rindo um pouco. Fechei os olhos, lembrando do susto do idiota. Oh gott!

–Já me chamou quantas vezes de gay? — perguntou parado nos pés da cama. Os braços cruzados e a expressão séria. Vish. — Ou você duvida da minha masculinidade ou... — ele sorriu maliciosamente.

Arregalei os olhos.

Ele riu.

E... e... PORRA TIREM ESSE TRAMBOLHO QUE VOCÊS CHAMAM DE GUITARRISTA DE PERTO DE MIM!

Zacky subiu na cama, quase vindo pra cima de mim. Na verdade, ele fez bem isso. Deixou minhas pernas no meio das suas e suas mãos foram até meus pulsos, prendendo-os na cama. Senti o coração acelerar e meu primeiro instinto foi tentar chutar no meio de suas pernas, mas o idiota foi mais rápido e sentou em cima delas. E vou te dizer, não é fácil tirar aquela bundona de cima de você.

–Posso parecer, mas não sou idiota. — falou e senti se halito – que estava cheirando a menta? Ele escovou os dentes enquanto eu estava tendo meu ataque de riso? — batendo contra minha bochecha, por no momento em que ele veio para cima de mim, eu ter virado o rosto.

Fechei as mãos, pronta pra bater nele caso tentasse fazer alguma coisa. Não acredito que depois de ter falado tudo que aconteceu ele vá tentar alguma coisa.

Esperei por o que quer que ele fosse fazer, mas nada veio. Abri os olhos e fitei-o. Sua expressão era quase... triste.

–Kat, que porra você pensou que eu iria fazer? — perguntou olhando-me de cima, seus olhos estavam um pouco curiosos e ele estava parecendo uma criança de cinco anos curiosa sobre algum assunto que os pais não querem comentar com ele.

–Eu.. não sei... achei que... que... — é eu não estava conseguindo falar direito. Vai saber o porque.

Ele sorriu e aproximou seu rosto do meu. Acho que quase enfiei a cabeça dentro do colchão.

–Calma. — ele soltou um risinho engraçado.

Mas aquilo não era nada engraçado, nem um pouco. Se isso fosse alguma brincadeira eu iria pegar aquele taco de dentro do ônibus e enfiar no orifício anal do Zacky. É.

Nossos rostos estavam muito próximos e no fundo, eu estava morrendo de medo dele. Apesar de tudo. Fiquei observando-o um tempo e parecia que ele fazia o mesmo. Sorriu.

–O que você vê? — perguntou. Franzi o cenho.

–Cabelo preto, uma testa, olhos verdes, um nariz – maior do que deveria ser – e uma boca com snakebites. E qual a moral dessa pergunta? — questionei fazendo-o rir.

–Meu nome? — certo. Zacky ficou doidão. Deve ter cheirado alguma coisa de madrugada e o efeito não passou.

–Não se drogue mais Zacarias, o troço ai tá feio. — comentei seriamente. Ele revirou os olhos.

–Feche os olhos. — pediu. Acabei fazendo o contrario, arregalei os olhos. Senti todo o sangue do corpo vindo para o meu rosto. Sério que ele ia tentar fazer o que eu acho que ele ia? Essa frase não ficou estranha, senhorita Way?

–Zac... — sabe aquele olhar em que te cala de uma vez por todas? Foi esse que eu recebi naquela hora.

Aproximou os lábios dos meus alguns centímetros. Afastei-me levemente. Medo era o meu nome nesse momento.

–Relaxa Kat. — ele sorriu carinhosamente. Ainda estava assustada com tudo isso. O cara quer me beijar sem mais nem menos, você também ficaria assustada.

Não conseguia mexer um músculo sequer e sentia o coração na garganta. Era loucura de mais aquilo.

Senti o metal dos seus piercings em contato com a pele dos meus lábios. Estava com os olhos fechados e ainda sentia alguma coisa estranha por causa do quão perto ele estava, mas não era mais medo. Por enquanto. Moveu-os lentamente para os lados, chocando-os levemente com os meus. Nessa hora agradeço por não ter feito eles vazados. Imagine o Zacky e a Kat com os 'lábios' inozados. Que beleza.

Pressionou-os levemente e logo depois afastou-se. Abri os olhos, fitando as orbes esverdeadas a frente. Devia estar da cor do cabelo da Hayley nesse momento. Zacky mordeu o lábio inferior levemente, formando um sorriso de canto. Riria da cara dele se não estivesse nessa situação.

Aproximou-se novamente, fechei os olhos não mais esquivando-me dele. Nossos lábios se encontraram, os deles pareciam estar pegando fogo ou isso era somente por os meus estarem gelados. Começou com uma caricia suave, apenas massageando-os e, ás vezes, mordendo levemente meus piercings. Aos poucos ia conseguindo acompanhá-lo, sem ter medo de que acontecesse algo de ruim, assim... do nada.

Ele entreabriu os lábios e pude sentir sua língua passando delicadamente sobre os meus lábios e ele logo voltou a dar uma pequena mordida nos snakebites. Não pude deixar de sorrir. Ele acompanhou-me. Pediu passagem com a língua que, um pouco relutante, concedi. Zacky soltou meus pulsos e apoiou os braços ao lado dos meus ombros.

Já mencionei que ele tinha um gosto de menta? Sua língua brincava suavemente com a minha e explorava minha boca. Passei as mãos sobre seu peito, subindo aos ombros deixando uma pousada ali e a outra foi para seus cabelos, agarrando-os.

Podia sentir seus snakebites raspando contra meus lábios e queixo. Permiti-me mordê-los, puxando o lábio inferior de Zacky, logo soltando-o. Ele sorriu.

Continuamos naquela dança deliciosa até que nenhum possuía mais ar nos pulmões. Ele separou-nos com pequenas mordidas nos lábios. Acho que ele gosta de morder. Vish.

Seu nariz fez um pequeno carinho sobre minha bochecha e pude sentir seu halito batendo contra minha orelha.

–Acho que já resolvemos um problema. — falou e sorriu contra minha pele.

Arregalei os olhos lembrando-me de supetão do sonho com Jimmy.

Porra!


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E ai, gostaram? odiaria? terrivel? querem me matar?

eu quero porque apesar de ter adorado escrever esse cap. acho que ele ficou um pouco ruizinho ~pra não dizer muito~ e não ficou do jeito que eu queria... enfim. IUHASDIUGASHOLÇ~´

AQUI... tou em fortaleza e por isso a demora e quando eu voltar no dia seguinte vai ser minhas aulas... então vou tentar postar o mais rapido que der nessas primeiras semanas porque depois vai ficar foda pra porra esse troço .-.

É... 3º ano e mais umonte de trocinhos complementares podem foder a vida de alguém.... OIUHSDIUYGSAIUOL

vou abusivar(?) mais um pouco de vcs... tenho 34 leitores, certo? quero uns 14 reviews nesse cap. até porque Jimmy ~coisa linda,fofa,mordivel,apertavel,...~ esta nele... com seus patos IUHSAGDIUYGASUDYGIHLPO

aiai...

então... AAAAAAAAAÉÉÉÉ

OBRIGADO PELAS NOVAS RECOMENDAÇÕES *-* POKE CE NÃO É IDIOTA POR SE GABAR DO PRIMEIRO REVIEW AIUSHDIUASHUIDHUAS vou dar uma de fiuk agora... AMO VOCÊS *O* AISUHDIUASHDIUHSAHIUDHAS o Ed. eu amo mesmo :3

ok... acabou esse troço maior que o cap..

Beijos