Sweet Child O Mine
25 Highway to Hell
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE AI POVO? SENTIRAM MINHA FALTA? ~eu sei que não, enfim... OIUAHSJKLÇ~ E NÃO, EU NÃO MORRI AIUEHAGHJKL
NÃAAAAAAAAAO ME MATEM, PLEASE .-. TAVA OCUPADS COM A ESCOLA E MAIS UMAS COISAS E NEM CONSEGUIA SEQUER PENSAR DIREITO~e acabei escrevendo meu nome errado numa prova pra ces terem noção (Y) UAHEUHAHU~
Espero que o cap. compense a demora — mesmo eu achando que não ficou lá essas coisa. é KK-
Bem... deixa eu ver oq ia falar...
AH SIM
Cap. este todos esperaram porque... porque... porque... TAN TAN TAN TAN.... HENTAI LOL ASYDFUASYKGDULHÇJKL
Geeeeent obrigado a todos pelos reviews e prometo que o mais rapido que puder, vou responder todos. É SÉRIO AIUEHAIHUEJK
Tá, deixa eu parar de enrolar e ir logo pro capitulo IUHAEJOKLÇ
Enjoy.
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Não sei o que aconteceu, mas tenho uma leve impressão. E espero que seja somente impressão mesmo.
O ser ao meu lado começou a remexer-se, virando de bruços e apoiando o corpo nos cotovelos. Levantou a cabeça. Acho que arregalei os olhos. Ele abriu os seus levemente, com uma careta e resmungando alguma coisa, levantou-os até achar meu rosto e piscou umas cinco vezes.
-Caralho. — resmungou se jogando de cara no travesseiro novamente.
Acho que minha dor de cabeça sumiu completamente.
-Za-a-acky... me diz que-e... agente não... — se minha boca não estivesse produzindo as palavras, tenho certeza que não saberia que essa voz no ambiente é minha.
Ele respirou fundo algumas vezes ainda com a cara enfiada no travesseiro.
-Algum problema com isso? — perguntou com a voz abafada. Arregalei os olhos sentindo os músculos travados. Não podia ter feito isso. Bom... não fora de mim. Ele levantou o rosto, fitando-me com os olhos verdes numa tonalidade mais escura. — Não Kat, nós não transamos. — respondeu.
Suspirei aliviada deixando o corpo repousar sobre a superfície branca do colchão. Agarrei o travesseiro e enfiei a cara nele.
-Tem certeza? — a pergunta foi abafada pela fronha.
-Não estaria de cueca se fosse o caso. — respondeu quase divertidamente. Olhei-o apenas com o o olho esquerdo e sorri minimamente. — E não faria isso com você bêbada. — falou virando de barriga pra cima e botando os braços atrás da cabeça. É, fiquei secando os braços dele.
-Agradeço. — ri baixinho.
-Te quero bem consciente pra sempre te lembrar que gemeu meu nome. — falou maliciosamente, virando o rosto para mim. Senti as bochechas ganhando cor e virei a cabeça pro outro lado fazendo-o rir.
-Como é que nós acabamos sem roupa? Mais especificamente, eu. — perguntei ainda com o rosto virado.
Senti-o se mexer na cama.
-Digamos que seu lado 'fã' aflorou. — sua respiração bateu no meu ombro e pude ouvi-lo rindo levemente.
-Droga. — resmunguei.
-Não foi ruim o que eu vi ontem. — comentou passando o indicador sobre minha espinha. — Pelo menos o que eu me lembro, não. — acabei rindo junto.
Nós ficamos em silêncio depois. Não sei o que ele estava pensando, mas ainda continuava tentando me lembrar o que ocorreu noite passada. Vejamos pelo lado bom... nós não transamos, só... brincamos um pouco.
Argh. Que merda eihn Kat?
Seus dedos continuavam trilhando o caminho da minha espinha, subindo e descendo. Aquilo era realmente agradável e se ele queria me fazer dormir então estava dando certo. Zacky mudou o curso deles, passando em cima das linhas da tatuagem e acabou passando-os em cima de uma das cicatrizes mais notáveis que minha costas carregavam.
Arrepiei-me e afastei-me dele, olhando-o que possuía uma expressão neutra.
-Porque, exatamente, 'cê tatuou as costas inteiras Katerina? — quando falam meu nome inteiro é porque ferrou de vez. Nem poder fugir eu posso. Beleza isso.
-Esconder as cicatrizes. — falei encarando o travesseiro. Ouvi-o suspirar.
Voltei a deitar, deixando o rosto virado para onde o Zacky estava. Ele continuou a passar os dedos pelas linhas da tatuagem, fazendo pequenas pressões em certos lugares.
Seus dedos possuíam calos da guitarra, mas não a sensação não era desconfortável. Subiu-os pela parte esquerda das costas, acariciando minha nuca e puxando levemente uns fios de cabelo. Ouvi-o rindo levemente.
-Naipes? — perguntou passando o indicador sobre as quatro pequenas tatuagens atrás da minha orelha esquerda.
Sorri.
Senti-o se mexer na cama e uma leve – muito leve, claro – abaixada no colchão ao lado contrario da minha cintura, logo depois sua respiração acariciando minha pele.
-Zac...
-Calada. — riu, o que me fez sentir cocegas.
Encostou seus lábios na parte baixa das minhas costas, muito próximo de onde o lençol tapava, e foi subindo até a metade, mais especificamente onde a cicatriz que ele havia tocando antes estava. Deixava pequenas mordidas ao redor dela me fazendo ter arrepios. Segurei a fronha nas mãos quando ele começou a subir a boca até minha nuca.
Afastou os cabelos dali e ficou apenas acariciando o local com a ponta do nariz.
Ele quer me matar é isso?
Seus lábios foram deslizando pelo meu queixo, até a bochecha. Zacky me mordeu. Senti-o sorrir contra ela. Acabei rindo levemente. Virei o rosto até ficar frente a frente com ele. Se em fotos a cor de seus olhos já eram lindos, imagine ver do modo como estou vendo neste momento. Vou derreter aqui gente, socorro.
Zacky capturou meu lábio inferior, mordendo os piercings. E devo comentar que aquele viado havia tirado os dele. Que decepção. Anyway... Juntei nossos lábios assustando-o um pouco. É. Acho que ele não imaginou que eu pudesse tomar a iniciativa.
Já comentei alguma vez que ele adora me morder? Não?
Ele ia explorando cada canto da minha boca calmamente, como se quisesse memorizar cada espaço. Apenas acompanhava-o, devolvendo algumas de suas mordidas.
Pude sentir sua mão deslizando pela lateral do meu corpo, parando sobre a cintura e ficando ali. O polegar começou a acariciar a região delicadamente e, algumas vezes, apertando. Acabei suspirando contra seus lábios, fazendo-o os morder novamente.
Separei-nos alguns centímetros, olhando-o nos olhos. Sabia o que iria acontecer dali por diante e não que não quisesse, só estava... apreensiva. Veja bem, ele era um guitarrista famoso e certeza que havia varias groupies por ai. Além de que ele era muito mais velho do que eu. Sem falar que o medo de que acabasse sentindo aquela dor de tanto tempo atrás voltasse estava começando a surgir.
-Não vou te machucar Kat. — sussurrou contra meus lábios. Sério, acho que nunca o havia visto tão calmo.
Levei a mão até seu rosto, passando os dedos pelas bochechas e em seguida parando nos lábios. Ele sorriu. Voltou a atacar minha boca, fazendo pressão com a mão que estava pousada na cintura. Acabei virando de barriga para cima, trazendo-o junto. Ele apoiou uma das mãos ao lado da minha cintura enquanto o cotovelo mantinha-se ao lado de um dos meus ombros. Minha mão estava pousada na sua nuca, arranhando com o pouco de unha que possuía.
Zacky prendeu meu lábio inferior entre os dentes, puxando-o e logo depois soltando-o. Levou seus olhos até os meus novamente. Primeira vez que os via num tom de verde escuro.
-Olha pra mim, ok? — falou mordendo os próprios lábios. Apenas assenti.
Logo a mão que estava apoiada perto da minha cintura voltou a acariciar a mesma com a ponta do dedos, fazendo pequenos choques passarem por aquela região indo diretamente ao meio das minhas pernas. Deixou que a mão inteira se espalmasse sobre pele do local, deslizando até em baixo do lençol onde agarrou a lateral da minha coxa.
Levei os dedos até seus lábios fazendo pequenos movimentos como se os puxasse. Zacky acabou mordendo meu indicador.
-Ai. — reclamei. Ele continuava com meu dedo entre os dentes. Mexi a mão para os lado com ele ainda segurando-o e parecendo um cachorro. Ri e puxei-o até ficar com os lábios a centímetros dos meus. Passei levemente a língua por eles e logo em seguida acabei mordendo-os.
Ele apenas encostou levemente nossos lábios e deslizou a boca para minha mandíbula, mordiscando. Foi descendo até a metade do pescoço, causando-me arrepios. Mordi os lábios sentindo sua língua deslizando calmamente pela minha pele. Suspirei.
Zacky moveu a mão por toda a lateral da minha coxa até o joelho e deixou que ela deslizasse calmamente para a parte interna. Seus dedos pressionavam áreas especificas enquanto sua boca estava ocupada em me morder/lamber e falar algumas coisas nada castas.
Ele passou a apoiar a palma da mão na outra perna, afastando-as um pouco. Remexeu-se de modo a ficar parcialmente em cima de mim e fez questão de esfregar seu membro coberto pela cueca sobre minha coxa. Suspirou levemente. Agarrei uma parte do lençol enquanto ele pressionava sua ereção contra minha perna mais algumas vezes.
Senti sua mão deslizar mais para baixo, parando em cima da minha intimidade me fazendo sentir um frio na espinha que ele notou.
-Vou te deixar bem relaxada Kat. — sorriu contra minha mandíbula. Virei o rosto de modo a encarar seus olhos.
Mordeu meus lábios, logo me beijando. Um tanto desesperado. E devo acrescentar que aquele beijo também era... sensual? É, deve ser a palavra. Qual é, não estou raciocinando direito minha gente...
Acabei pressionando as pernas quando senti-o acariciar minha entrada com os dedos. Zacky passou a língua por meus lábios. A mão que estava no meio das minhas pernas, subiu até a metade de uma puxando-a para cima das suas, deixando minhas pernas bem abertas.
Tentei afastar-me dele, que apenas mordeu meu queixo. Abri os olhos, olhando-o. Seu rosto estava calmo e um sorriso brincava no canto de seus lábios. Acariciou meu nariz com o seu e apenas voltou a encostar nossos lábios.
Zacky voltou a mão para o mesmo lugar, deslizando os dedos por toda minha intimidade me fazendo suspirar. Deixou o polegar acariciar meu clítoris enquanto o indicador e o dedo do meio circundavam minha entrada. Mordi os lábios.
Sentia um formigamento terrível no meio das pernas e quanto mais ele ficava somente nessa caricia, mais isso piorava. Acabei me impulsionando levemente contra seus dedos na tentativa de me aliviar.
Deixou que somente a ponta dos dedos me penetrassem e a dor que imaginei que viria, não veio.
Levei a mão que estava contra seu peito até seu pescoço, arranhando-o.
Os dedos de Zacky deslizaram calmamente para dentro de mim, não encontrando nenhuma barreira. E percebendo isso, ele acabou soltando um palavão. Gemi languidamente contra sua boca.
Não que a dor não estivesse presente agora, estava, mas em escala bem menor do que o prazer que sentia.
Retirou seus dedos até a ponta no mesmo ritmo que havia introduzido e repetiu o movimento. Tudo extremamente lento.
Meu corpo pedia cada vez mais, o que me fazia arquear as costas algumas vezes e arranhá-lo mais forte, deixando algumas marcas.
Por diversas vezes, Zacky acabava gemendo contra minha boca e estava continuamente se esfregando na minha coxa. Seus olhos nunca deixavam os meus e, consequentemente, não conseguia deixar os seus. Estava olhando-o em cada gemido que deixava meus lábios.
Passei a rebolar nos seus dedos enquanto ele fazia movimentos circulares, alternando com movimentos de tesoura. Minha unhas começaram a arranhar seu peito, deixando grandes marcas avermelhadas saindo da tatuagem da caveira verde que possuía.
Como se uma onda elétrica passasse pelo meu corpo, arqueei as costas, afundando a cabeça no travesseiro e perdendo as orbes verdes de vista. Um gemido um tanto alto rasgou minha garganta no momento em que meu músculos apertaram com força os dedos de Zacky, que gemeu contra meu ouvido.
Me senti totalmente relaxada no minuto seguinte, e cansada.
Tentava voltar minha respiração ao normal, ainda de olhos fechados.
-Kat? — Zacky me chamou com uma voz extremamente grossa.
Abri os olhos, mirando sua face levemente suada. Ele estava apoiado no cotovelo, me olhando quase de cima.
Pude sentir seus dedos saindo de dentro de mim, devagar. Até notei que havia alguma coisa escorrendo.
Ele levou-os por toda minha cintura, subindo pela barriga até o meio dos meus seios.
Sei que não deveria, mas fiquei com vergonha de olhá-lo. Oras, ele poderia escolher varias mulheres e todas elas teriam mais peito do que eu. Veja bem, eles não são pequenos, mas também não são grandes. Levei o braço livre por cima deles, encobrindo-os enquanto seus dedos voltavam a deslizar por sobre minha barriga.
Zacky levou-os com o resto do meu gozo até os lábios, lambendo-os em seguida. Achava que isso seria nojento, mas não. Foi bem erótico até.
-Hmm... — acho que isso foi um gemido. — Apertadinha e gostosa. — sussurrou de encontro a meus lábios. Senti meu rosto arder depois dessa.
Ouvi-o rindo.
-Ei minha pequena, porque a vergonha? — pediu roçando os lábios nos meus. Voltei a olhar para seus olhos que não poderiam estar mais escuros e Zacky possuía um sorriso extremamente malicioso.
Não sabia que ele era assim, sempre achei ele tão... certinho?
-Não vai falar Kat? — pediu fazendo uma expressão como se realmente estivesse chateado.
-E-eu... — minha voz estava cansada e rouca e ele sorriu ao notar isso.
Encostou os lábios nos meus num selinho um tanto carinhoso e afastou-se, sentando no meio da cama. Senti seus olhos sobre mim, no entanto os meus estavam concentrados no volume existente na cueca dele.
Porra...
Zacky tirou-a rapidamente, gemendo quando o tecido parou de apertá-lo. Observei seu membro pular pra fora da cueca.
Não era expert naquilo então não posso dizer se seu pênis era grande ou não, mas pra mim... Bem, aquilo me faria gemer. Muito alto.
Ele tirou o resto do lençol que ainda me cobria. Me olhou quase perguntando se podia.
-Vem cá. — sussurrei com a mão estendida, como se estivesse chamando-o. Aquilo não era pra ser sensual, era uma quase suplica mesmo. Precisava dele, precisava que ele me aliviasse daquilo. Mesmo estando com um pouco de medo, queria ele mais do que tudo naquela hora.
Sem demora, ele veio para o meio das minhas pernas, apoiando as mãos no colchão e lambendo o rastro que antes havia feito. Passou a língua desde a minha intimidade, até o meio dos seios, mordendo-os de leve em seguida. Resmunguei alguma coisa que nem eu mesma havia entendido.
Zacky passou a língua por cada bico dos meus seios e beijou-me carinhosamente. Envolvi seu pescoço com os braços, puxando-o mais perto. Levou uma das mãos até o meio de nossos corpos e pude senti-lo passando os dedos sobre minha intimidade novamente, me fazendo soltar um leve suspiro contra seus lábios.
Deixei um gemido escapar quando Zacky esfregou seu membro em mim e gemeu junto. Segurei firmemente em sua nuca, olhando-o que sorriu e encostou nossos lábios em um selinho calmo.
Senti-o forçar-se contra minha entrada, não encontrando resistência alguma para que sua glande deslizasse para dentro fazendo com que minha garganta produzisse um gemido, tanto de dor como prazer.
Tenho plena certeza que o ouvi rosnando enquanto deslizava totalmente para dentro de mim. Apoiei a mão livre no seu peito enquanto arqueava levemente as costas. A sensação de ardência e a dor estavam presentes, mas não do jeito que lembrava-me. Dessa vez era acompanhada por um formigamento quase indescritível, que me fazia querer ignorar essas sensações incomodas somente para que pudesse sentir mais... prazer.
Minha respiração estava acelerada e meu corpo quente e pedindo por alivio. Possuía os olhos fechados enquanto acostumava-me com a invasão e podia sentir a respiração descompassada de Zacky contra meus lábios. E logo passou a distribuir mordidas por eles.
-Caralho. — na verdade não sei o que foi isso. Sorri levemente enquanto tentava fazê-lo movimentar-se. Ele segurou minha cintura, impedindo-me. — Calma Kat. — ofegou. Abri os olhos, fitando-o. Seus olhos estavam fortemente fechados e mordia os lábios do mesmo jeito, até pensei que poderia tirar sangue.
Voltou a apoiar uma das mãos ao lado do meu ombro e a outra levou até a metade de uma das minhas coxas, segurando e puxando-a para sua cintura. Começou a movimentar-se lentamente, tirando apenas uma parte de seu membro e voltando.
Cravei as unhas nos seus ombros, sentindo a ardência sobrepor-se naquele momento. Acabei soltando um grunhido de dor que o fez quase parar.
-Continua... — pedi quase sem voz, fazendo um sorrisinho surgir nos lábios do guitarrista.
Seus olhos voltaram a prender os meus e parecia que eles escureciam cada vez mais.
Meus lábios estavam entreabertos, deixando pequenos suspiros escaparem a medida que toda e qualquer dor ia sumindo. E se Zacky percebeu isso, ignorou, pois ainda continuava com os movimentos lentos, deixando que todo seu membro entrasse para depois retirá-lo quase inteiramente.
Ele tinha o lábio inferior preso entre os dentes, mas podia ouvi-lo soltando o ar pelo nariz com mais força que o necessário.
Passei a arranhar seu peito, ombros e braços. Fechei os olhos e comecei a rebolar sob ele, bem devagar para poder acompanhar seus movimentos. Soltou minha perna e senti-o apoiar a mão do outro lado dos meus ombros. E começou a acompanhar meus movimentos, rebolando junto.
Aquilo enviou descargas elétricas por todo meu corpo, pois além disso, ele estava pressionando-me cada vez mais sobre o colchão. Deixei os gemidos escaparem e aquilo notavelmente o agradava muito, pois podia ouvi-lo gemendo — e falando – junto.
Ali, naquela situação, me sentia extremamente pequena perto de Zacky. Seu corpo parecia poder cobrir o meu sem dificuldades e eu gostava disso. Me sentia protegida, talvez pela primeira vez na vida.
Quase gritei quando o senti investir com certa força, estocando tudo até o talo. Abri os olhos, fitando-o com seu sorriso malicioso.
-Zacky... — murmurei. Ele lambeu meus lábios, deixando nossos rostos mais próximos.
-Hmm? — gemeu baixinho enquanto voltava a movimentar-se, aumentando a velocidade gradativamente. Sorri e mordi seus lábios, beijando-o logo em seguida e abraçando seu pescoço.
Seu beijo estava mais agressivo do que os outros e parecia que ia arrancar minha boca. Nossos gemidos eram abafados e acho que um dos meus piercings estava sangrando pelo gosto metálico presente.
Zacky estocava cada vez mais forte, mais... agressivo. E aquilo era extremamente delicioso. Meu corpo se contorcia em busca de contato, minha garganta produzia gemidos cada vez mais altos.
Contornei seu quadril com as pernas, acabando com qualquer espaço ainda existente. O guitarrista soltou um gemido rouco tão alto que chegou a abafar os meus. Podia ver o suor escorrendo de seu rosto e ombros. Nunca pensei que aquilo poderia me excitar, mas foi exatamente isso que aconteceu. Tudo naquele cara, neste momento, estava me excitando diga-se de passagem.
Levou as mãos para a metade das minhas coxas, apertando-as contra sua cintura. A fricção entre nossos corpos produzia um som que chegava a ser prazeroso de se ouvir. Ainda mais misturado com nossos gemidos.
Zacky forçava cada vez mais, soltando palavrões misturados com palavras desconexas e gemidos. Sentia meus músculos contraindo-se quase agressivamente contra seu membro. Ondas elétricas passavam por todas as partes do meu corpo a todo instante. Era uma sensação completamente diferente de todas.
O guitarrista apoiou-se na palma das mãos, levantando levemente seu tronco e ficando somente com a cintura em contato. Por causa dos travesseiros, podia ver exata e nitidamente seu membro indo e vindo. Voltei para seus olhos e aquele olhar foi o suficiente para que um grito de prazer rasgasse totalmente minha garganta. E Zacky deixou a cabeça pender para frente com um grunhido.
Meu corpo relaxou completamente enquanto sentia-o diminuir a velocidade, mas duplicando a força fazendo-me gemer arrastado e completamente manhosa. Podia ver os músculos de seus braços tencionados, os olhos fechados e os lábios entreabertos deixando os gemidos saírem. E porra... como aqueles gemidos eram deliciosos de se ouvir. Roucos. Necessitados.
Apoiei as mãos no seu peito. Seus olhos verdes voltaram mais uma vez aos meus. Apertei-o no meio das pernas, voltando a friccionar nossos corpos.
Zacky jogou a cabeça para trás, gemendo alguma coisa que não entendi e despejou-se dentro de mim. Acabei gemendo junto e tenho quase certeza que acabei gozando novamente somente com aquilo.
Seus movimentos diminuíram até pararem por completo. Apoiou-se com os cotovelos na cama, nossas testas encostadas e tentava estabilizar a respiração assim como eu. Possuía os olhos fechados.
Olhava-o com um meio sorriso nos lábios cheios e vermelhos. Lábios esses que voltaram a assediar os meus carinhosamente, apenas acariciando-os.
O guitarrista saiu de cima de mim, deitando-nos de lado e não deixando com que nos separássemos. Puxando minha perna para cima de sua cintura e deixando as suas no meio das minhas. Um dos seus braços envolveu minha cintura como se não quisesse que me afastasse. Levantei a cabeça, fitando-o.
Possuía um olhar diferente, cansado, mas diferente. Não sabia decifrar o que era.
Me aconcheguei no seu peito, apoiando a cabeça no mesmo. Digamos que estava encolhida nos braços dele. Zacky apoiou o queixo na minha cabeça enquanto fazia movimentos circulares com os dedos pela minha espinha. Não falamos nada, até porque, não sei, mas não parecia necessário no momento.
Acabei dormindo ali, presa no meio dos braços dele e completamente preenchida.
Quando acordasse ia pensar no problema que isso poderia se tornar.
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E AI? COMO FICOU? ASKDASYFIGDHJKLÇ
sério, não sei vcs mas achei meio fraco esse .-. e prometo que vou melhorar o proximo IHASIDUH
Quero váaaaaarios reviews pra saber se vcs gostaram mesmo u.u e sejam sinceros e deem opiniões no que pode, ou não, melhor IUGASDLHÇJKILOPÇ
É isso.
DESCULPA A DEMORA... DE NOVO ASIUDGIASHJUKI
Beijos&Sapos~WTF?~
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