Sweet Child O Mine

13 Havia alguma coisa errada...


HEY APPLE *O* IAUHEIUAHIUEHHAU

então... eu não gostei desse cap. e acho que ele ta menor do que os outros, mas ele é necessario D:

e genteen, ces tão meio malo xD como assim ngm notou a fala?

ok, vou botar outro video que ele ta falando, porque eu perdi o original e nao sei mais achar ele LOL IAUHEAIUHIUAHEIAHEIA http://www.youtube.com/watch?v=5aUVIW6mhSc&list=FLaeds50AVx54FGggmudtv_g&index=5&feature=plpp_video

nos 0:32 o Shadz fala — ri — "isso não tá dando certo..." ou pelo menos foi isso que eu consegui entender .-. IUHIEUHAIUHEIAUH oh gott >.

0:19 s2

Disappear me explique porque vc daria uma fantasia do pacmen pro Brian, porque essa foi demás IUHAIEUHIAUHEIAU imaginei ele vestido com aquilo xD

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Estava sonhando com mashmellow´s gigantes quando alguma coisa me acordou. Abri levemente os olhos e notei como o ambiente estava levemente escuro. Passei as mãos pelos olhos, percebendo que havia borrado a maquiagem.

–Bosta! – xinguei baixinho para que nenhum deles acordasse. Na cama ao lado podia ver um corpo de costas muito largas. Matt.

Na cama de cima não vi nada a não ser uma mão com o polegar tatuado. Brian. Em cima da que eu estava só pude ver um pé. E não faço a mínima idéia de quem era. Na cama aos pés das nossas, estava Johnny.

Hmmm... Não têm alguma coisa faltando? Matt. Confere. Brian. Confere. Johnny. Confere. E esse pé não me parece obeso. Arin?

Levantei com cuidado para não fazer barulho e olhei. Arin. Confere. Dei uma olhada pelo chão e pelo mini corredorzinho. Cadê a baleia tatuada? Cocei a cabeça. Quatro camas e um colchão. Matt, Brian, Johnny, Arin e... eu. OH DROGA! O cara vai me odiar mais ainda.

Parecia uma bêbada tentando atravessar o mar de roupas e tentando não fazer barulho para sair do mini quartinho. Meu sono também não ajudava muito.

A claridade também não estava muito presente na parte da frente do ônibus, a não ser a luzinha do motorista. Vi que havia alguém deitado no sofá onde eu estava sentada mais cedo. Afinal, que horas eram?

Não sei se era imaginação minha ou por causa do sono que ainda me dominava, mas tinha alguém gripado ou seria...? Não. Deve ser imaginação minha.

–Zacky? – cutuquei levemente seu braço. Também não quero levar uma patada desse animal. Eu vôo longe.

Nada. Reparando melhor, ele parecia mais um cara morto no sofá. Nem respirava.

–Mano, se isso for alguma brincadeira para me assustar, é melhor tu respirar logo. – falei. Ele bufou. Oh que lindo! Uma hora agente se dá bem e na outra não. Pelo menos o cara ‘ta vivo.

–Só... me deixa. – ele... fungou? Mas que porra ta acontecendo aqui? Olhei-o novamente. O braço esquerdo tapava totalmente a vista de seus olhos, o peito subia e descia meio descompassadamente e ele estava com uma voz mais rouca que a habitual. E ele não estava estressado. E eu realmente não acredito no que estou pensando nesse momento. Só para completar meu desespero momentâneo com a cena à frente, eu não fazia idéia do porque ele estava... chorando?

Se eu morrer levando um tapa desse cara, pelo menos que eu morresse depois de saber o motivo e depois de tentar ajudá-lo. Instinto materno é fogo. Aaron que o diga.

Sentei no pouco espaço que havia sobrado, ou seja, se ele quisesse, poderia me dar uma voadora que cairia longe.

–Que porra?! – se assustou quando pousei a mão sobre seu braço, tentando fazê-lo tirar. Agora, além de triste, vai ficar irritado. Mas que se foda também.

Depois da primeira tentativa, suspirei. Plano B. Escorei-me sobre sua barriga. Espero que ele não tenha comido nada.

–Katerina sai de cima de mim, cacete! – não chegou a ser um grito. Olhei-o que ainda mantinha o braço no lugar dos olhos. O orgulho de uma pessoa pode ser um pé no saco às vezes. Não respondi e apenas apoiei a cabeça em cima dos braços que estavam cruzados em cima da barriga.

–É surda agora? – perguntou ironicamente. Pelo menos a voz de choro havia ido embora. Ponto pra mim. Continuei quietinha ali, olhando-o. Alguma hora ele teria que tirar aquela bosta da cara.

Passaram-se alguns minutos e nós continuávamos do mesmo jeito. A notícia boa era que ele não estava mais chorando, ou fosse o que fosse. Se fosse o contrario, provavelmente eu estaria tentando enfiar o travesseiro na boca dele. É. Pessoas agressivas.

Suspirou impacientemente.

–Não vai sair né? – perguntou.

–Não. – falei.

–Não percebe quando alguém quer ficar sozinho? – ri baixinho.

–Não percebe que enquanto eu estiver por aqui, não vou deixar quem estiver acordado, sozinho? – perguntei com os olhos fechados. Tá, meu sono ainda estava presente. Sabe... bem que eu poderia usá-lo de travesseiro. É macio.

Acho que acabei cochilando por ali já que estava pensando sobre ventiladores de violão. Esta é aquela faze em que você está entre a realidade e o sonho. Se alguém lhe chamar você responde qualquer coisa e não lembra depois.

–Ei. Acorda. – sentia um cutucão no ombro. Murmurei alguma coisa que não sabia o que era. Provavelmente um xingamento. Mais um nos ombros. Mas que droga! Eu quero dormir.

Alguns minutos depois lembrei-me de onde estava dormindo. Opa. Abri levemente os olhos. A primeira coisa que vi foi alguma coisa preta cheia de riscos e depois dedos tatuados com 4nia. E logo em seguida, dois olhos verdes me olhando meio estranho. É eu dormi ali mesmo. Que coisa.

–Então... oi? – perguntei sorrindo amarelo. Ele balançou a cabeça negativamente.

–Nós já chegamos. – avisou – E eu gostaria de levantar. – carinhoso você não? Olá ironia, quanto tempo.

Bem, meu planinho diabólico não deu certo. Droga! Levantei meio cambaleante dali e juro que vi um colho branco correndo pelo ônibus. Meu deus, cadê meu remédio?

–A propósito... você daria um bom travesseiro. – falei passando a mão pelos cabelos e logo em seguida nos olhos. Bosta! A maquiagem.

–E você já pode fazer parte do Kiss. – olhei-o. Finalmente ele aprendeu a rebater meus “carinhos”. Sorri.

Desci do ônibus e vi o pessoal tirando as malas dos compartimentos. Vi Arin batucando em cima das malas. Dei uma olhada em volta. Nós estávamos na parte de trás de algum hotel. No estacionamento.

Quando fui procurar minhas malas... Cadê as diabas? Enfiei-me lá dentro para ver, vai que estivesse em algum lugar meio perdido.

–Kat? – ouço pessoas me chamando. Sai do maleiro do ônibus. Johnny estava me olhando e rindo. – Que porra você estava fazendo ali dentro? – perguntou.

–Procurando minhas malas. – falei. Ele revirou os olhos e apontou pra onde elas estavam. Ops.

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E ai, gostaram? É chatinho assim mesmo, mas o próximo.... AHH, o proximo IAHIEHAIEUHAOIUEAHUI

morri escrevendo ele xD

mais uma das minhas perguntinhas... que não é pergunta... a fic já ta toda imaginada aqui nessa cabeça cheia de porcaria, mas o que vcs gostariam que acontecesse? Tipo, preciso de algumas ideias .-.

sooooo.... ajuda ai a chegar nos 109 reviews? >.