Sweet Child O Mine
22 Constatando Fatos. É.
AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEW NÃO DEMOREI TANTO AUEHAUHEUHAEHUAHUEHUAUH
então queria ter postado ontem por ser o aniver do nosso palito lol Agr sim ele está nos clima do Avenged... 24 aninhos de vara de pesca Arin AUHEAUHEIUAEHUAHU
anyway...
Mano mais uma recomen. *--* vou morrer assim...
Espero que gostem desse cap. :3
Enjoy
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Grand Forks — ND — Alerus Center
Eles estavam fazendo o teste de som enquanto ficava sentada no chão em frente ao palco, olhando-os. É, eu estava no chão.
Desde aquele dia do sonho e do... beijo com Zacky, estava um pouco mais... quieta. Não sei se pode definir assim, mas não estava tão doida como o normal. Mas as piadinhas continuavam.
Eles estavam passando Buried Alive pela segunda vez, pois estava dando um problema com o retorno. Estava acompanhando a letra e fazendo 'air guitar'. E se você pensou que era o solo, acertou. Acho que me emocionei um pouco, pois ouvi risadas. Olhei-os. Comecei a rir porque Jason estava xingando o Shadz por ele ter acertado o suporte do microfone na cabeça dele.
Passaram mais algumas músicas e foram fazer alguma coisa atrás do palco. Suruba! Er... esqueçam que leram isso. Subi no palco para ajudar meu tio e o resto. Tinha combinado que ajudaria-os quando precisassem.
Ainda estava sentada no chão pensando em umas frases que não saiam da minha cabeça quando ouvi algum dos idiotas me chamando. Brian.
Levantei e limpei a calça de moletom preto que usava. Acho que eu parecia um cantor de rap hoje. Essa calça era larga e arrastava um pouco no chão por causa dos tênis adidas branco e preto, uma das regatas brancas que tinha e um boné preto virado pra trás, deixando a franja tapando um pouco os olhos e a testa. A mesma maquiagem pesada de sempre e, claro, o colar com uma cruz. É.
-Fale, capitão besta. — estava chamando-o assim desde o episodio do carrinho de hotel. Ele revirou os olhos fazendo-me rir.
-Já sabe que Domingo cê vai ter que manter a baleia ocupada, certo? — perguntou-me enquanto caminhávamos pelo lugar, indo para uma das entradas da equipe. Afirmei com as mãos nos bolsos da calça. Ele suspirou e sorriu de um jeito... maldoso.
-O que você vai aprontar Haner? — perguntei rindo. Ele juntou as mãos e começou a passar uma por cima da outra, igualzinho aqueles vilões de desenho animado. A risada macabra foi acompanhando. E tenho que dizer... fiquei com medo dele naquele momento.
-Vai ver. — sorriu e conduziu-nos para fora do lugar onde, atrás, o ônibus estava parado. Não só o deles, como das outras bandas também. Normalmente eles eram os últimos na passagem de som. Preciso mencionar que aquilo parecia um formigueiro de tanta gente? Era pessoal da equipe, da banda, do local, da limpeza e por ai vai. — Mas não se esqueça de arranjar uma fantasia. — sussurrou no meu ouvido, porque, afinal, todos estavam planejando a tal da festa surpresa do Zacky. Mas o Haner disse que tinha uma ideia genial e ele que comandava tudo.
-Kat? — e não é que falando do diabo, apareceu o rabo? Zacky estava vindo até nós com um papel em mãos.
-Fale, zé banhas. — sorri. Ele levantou uma sobrancelha sugestivamente e mordeu a ponta dos lábios, desviei o olhar rapidamente. É, eu estava com vergonha. Droga. Riu.
-Mas o que...? — Brian questionou, perdido no assunto.
-Fiz o esboço daquela guitarra que te falei. — Zacky ignorou completamente o outro guitarrista. Me entregou o papel com o desenho. Hmm... gostei da ideia. Já tinha uma ideia do que fazer.
Não tenho noção se eles falaram alguma coisa depois, pois fui direto para o onibus. Além de não querer perder a ideia que tive daquele desenho, precisava escrever os versos que habitavam minha mente desde que eles tocaram Welcome To The Family.
Entrei e fui direto para a parte das camas onde minha mochila, com o caderno de desenho, estava. Peguei de cima de uma das camas – acho que a do Shadows, não notei bem – e primeiro escrevi os versos em uma pagina.
Depois dessa acabada, segui para a próxima desenhar o que havia pensado para o desenho.
Notei que alguém havia entrado ali, mas nem me dei ao trabalho de notar quem foi.
As linhas fluíam continuamente no papel e minha 'incrementada' foi criando vida. Shit! Nunca tinha desenhando uma coisa tão rápido e tão bem na minha vida. É que ficasse bonita.
Olhei para o desenho 'terminado' e ri.
-Ótimo. — então era o Zacky que havia entrado.
Só para sabedoria de todos presentes, estava sentada no corredorzinho escorada em uma das camas. E ele estava... parecendo um cachorro olhando meu desenho. Comecei a rir alto. Ele fez uma expressão confusa.
-Late Zacky. — falei deitada no chão de tanto que ria. Imaginei ele com um rabo e orelhas. Com uma coleira rosa e uma plaquinha prata escrito Zackynho.
-Au au. — falou com voz divertida. Levantei a cabeça vendo-o com um sorriso engraçado nos lábios, e que lábios... Droga Katerina, controle-se.
Ri mais.
No meio do meu ataque, senti-o vindo pra cima de mim. No meio das minhas pernas. Parei de rir na hora. Olhei-o.
Zacky apoiou as mãos um pouco acima dos meus ombros e sorriu.
-Sai. — falei. — Nós estamos dentro do ônibus. Sabe o que acontece se algum deles ver isso? — perguntei. Fez uma cara tão inocente que se eu não o conhecesse o suficiente, acreditaria que ele não iria aprontar nada.
-Não vou fazer nada. — sorri. Revirei os olhos.
-Pare de fazer essa cara d... — no segundo seguinte seus lábios interromperam-me.
Queria empurrá-lo para longe e fazê-lo comer aquele violão que ele deixava ao pé da cama, mas a vontade de continuar aquilo era maior. Bem maior.
Levei uma das mãos até seus cabelos – mas que caralho, porque eu gosto tanto do cabelo dele? — e deixei a outra passando sobre seus ombros. Separou-nos minimamente. Olhei-o levemente, que sorriu. Acariciou meus lábios com a língua, logo em seguida mordendo meus piercings.
-Confia em mim? — sussurrou apenas encostando nossos lábios. Demorei para responder-lhe porque nem eu mais sabia.
Apenas assenti.
Voltou a invadir minha boca, brincando com minha língua e distribuindo leves mordidas. Apertei os braços a sua volta, descendo a mão do seu ombro para o braço descoberto, arranhando-o um pouco. Separou-nos novamente e levou os lábios para meu queixo, mordendo-o e descendo para o pescoço. Acariciou a pele do lugar com a língua me causando arrepios.
Estava de olhos fechados aproveitando a caricia. Possuía o lábio inferior preso entre os dentes porque era bem provável que eu acabasse gemendo e eu não preciso aumentar o ego do Vengeance, preciso? Não, definitivamente não.
Senti sua mão deslizando pela lateral do meu corpo para parar em cima da minha coxa, acariciando o local com a ponta dos dedos e logo em seguida agarrá-la, puxando-a para que ficasse alinhada com sua cintura.
Soltei um ofego de surpresa. Ele estava mesmo fazendo isso?
-Zacky... — choraminguei.
-Relaxa, pequena. — sussurrou perto do meu ouvido fazendo um arrepio percorrer minha espinha.
Nossos lábios encontraram-se novamente. E ele começou a mover a cintura contra a minha levemente, quase rebolando. Pensamento esse que quase me fez rir. Mordi seus lábios e segurei seus cabelos mais firme com a mão enquanto a outra — que por acaso estava no braço a qual ele segurava minha perna – deixava marcas vermelhas que não seriam notadas por causa das tatuagens, na pele.
Comecei a sentir um formigamento um tanto incomodo no meio das pernas. Incomodo porque, veja bem, ele precisa ser aliviado. Pressionei a perna, que segurava, contra sua cintura fazendo-o sorrir entre o beijo. Podia sentir sua ereção mais do que eu queria no momento por estar com aquela calça de moletom. E senhor... agora eu não entendo o porque a Gena largou esse idiota.
-Me abraça. — não sei se ele pediu, mas fiz. Passei a outra perna por sua cintura e entrelacei os tornozelos a suas costas. Ele levou as mãos até acima da minha cabeça, apoiando-se no chão enquanto simulava movimentos de vai e vem. Nossos lábios estavam separados apenas por alguns centímetros.
Apoiei as mãos no seu peito, com os olhos fechados. Se aquilo já era gostoso daquele jeito... imagine então... De repente não estava com aquele medo que sentia e, porra, eu queria senti-lo sem aquelas roupas. Agarrei a gola V de sua camiseta e puxei-o um pouco mais perto. Sorriu.
-Gostoso Kat? — perguntou com a voz rouca. Sério, eu poderia ter um orgasmo somente com ele falando e olhando-me daquela maneira.
Assenti, afinal, eu ainda tinha meu orgulho e não ia deixar som algum sair. E sim, se eu abrisse a boca, seria para gemer.
Zacky pressionou mais sua ereção contra mim e bem... eu gemi.
Droga.
Ele sorriu.
-Assim é melhor. — mordeu meus lábios.
-Des... graça... do. — nem falar eu estava conseguindo direito. Parabéns Kat. Ironia, quanto tempo.
Riu.
Juntou nossos lábios mais uma vez, minhas mãos enlaçaram seu pescoço, puxando-o o quão perto conseguisse.
Esse beijo era diferente dos outros – porque sim, antes de hoje houveram mais alguns -. Era mais... bruto? Nossas línguas disputavam por espaço e, inevitavelmente, nós dois parecíamos precisar de mais ar do que um ser humano normal.
Ouvimos um barulho na parte da frente do ônibus e separamo-nos como se uma onda de eletricidade tivesse passado por nós.
Olhei para o cara dos olhos verdes. Porra... Aquela calça parece mais apertada do que eu achava. Seus lábios estavam inchados e ele totalmente descabelado e com uma expressão de quem havia corrido por dias.
Não deveria estar diferente. É nesses momentos que agradeço por não ser homem.
Quer ver ele esconder aquele... aquele... volumo no meio de suas pernas.
Rapidamente peguei o caderninho de desenho e virei de barriga para baixo, desenhando qualquer coisa.
Já ele eu não sei o que fez.
Acho que agora é oficial: Zacky, você ainda me mata.
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Reviews? Recomendações? Fogueira? Guilhotina?
UHSADHUSAHUHDUHSHAU vou tentar não demorar para o prox.
Beijo na bunda do cês LOL
porque eu não faço mais ideia do que botar aqui...
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