Sweet Bullying
8 Capítulo 8- Julie?/ Jake, o que você...? (+18)
Notas iniciais
POV Raziel
Saí do hospital ainda com a dúvida se gostava dela ou não, essa pergunta martelava em minha cabeça toda hora, argh, por que era tão difícil chegar a uma resposta?
Enquanto me questionava vi Alisson correndo em minha direção, realmente, o dia não podia ficar pior.
— Raziel! — Sua voz estridente quase estourou meus tímpanos, qual era o problema daquela vadia em relação a falar alto no meio da rua? — Raziel, você não sabe da última?
— Não! Fala logo cacete — Eu realmente não estava afim de aturar ela.
— A Julie vai voltar! Ela me ligou dizendo que estava muito arrependida de ter te largado e por isso decidiu voltar pra cá para ficar com você, isso não é ótimo? — Estremeci, faziam seis meses desde que ela me largou, naquele momento não pensei em mais nada, somente saí correndo em direção a minha casa.
Assim que tranquei a porta, fui tomar um banho, era a única maneira de tentar digerir aquela notícia. Horrível por curiosidade.
Enquanto a água do chuveiro esquentava, tirei minha roupa e botei minha mão em meu peito já desnudo, será que eu gostava da Mayumi? Em meio a esses pensamentos entrei no box. Logo depois de ter saído do banho coloquei minha roupa de dormir que era basicamente uma calça de moletom e fui dormir.
No dia seguinte...
Eu estava andando pelo corredor principal tranquilamente até que vejo Alisson e suas clones idiotas roubando dinheiro da Mayumi. Assim que as três foram embora me aproximei dela fingindo que estava preocupado.
— Tudo bem com você?
— O que você acha? Eu acabo de ser roubada e você ainda me pergunta se estou bem? Grande ajudante você é heim. — Ela se levantou e foi para a biblioteca, típico de garotas fracotes.
Fui até o pátio para ver se encontrava meu amigo e lá estava ele debaixo de uma árvore ouvindo música. Me aproximei até que ele percebesse minha presença.
— Fala ae ruivo.
- Eae.
- Como vai a aposta?
- Indo, ela é meio difícil mas eu vou conseguir.
- Ok então.
Meu melhor amigo se chama Jake, nós nos conhecemos no jardim de infância e desde então somos amigos. A voz dele era rouca e baixa mas combinava com ele, que era calmo e duas vezes mais alto do que a maioria dos garotos do nosso ano e isso fazia com que chamasse atenção das meninas, que sempre gostavam dele. Ele tinha olhos escuros que ficavam por trás dos óculos, e a pele morena. Eu admito, ele era bonito. Mas andar com ele fazia com que eu me sentisse um anão, acho que o topete natural que o cabelo escuro dele formava contribuía na sua altura. Quando estava falando, uma garota passa e assobiou, e ele deu uma risadinha. Eu ri junto... Ok, isso foi meio gay, ok, foi muito gay mas confesso que ele era muito bonito. O corpo dele era magro mas ele tinha músculos definidos, e eu tentava não ficar olhando senão ele acharia estranho. Por que eu estava olhando pros bíceps dele? Fala sério. Peitos, peitos, bunda. Ok, o olhei nos olhos e voltei a falar.
— Então ruivo que tal você ir lá em casa pra jogar um pouco?
— Pode ser...
Mais tarde já na casa do Jake...
Estávamos jogando videogame na sala de estar vazia, eu estava encostado no braço do sofá e Jake estava sentado de maneira desleixada, e apertava os botões do controle com tanta força que o barulho chegava a ser mais alto do que o volume da televisão.
– Atire nesse filho da puta, Raziel! – Ele gritou, e pela primeira vez eu ouvi a voz dele dessa forma. Ele era sempre tão calmo e falava tão baixo, era engraçado o ver dessa forma. Comecei a rir.
– Não precisa se estressar, bebê. – Falei enquanto esfregava meu pé no colo dele, e depois dei um chute no controle dele enquanto ele estava atirando em um dos inimigos. Eu comecei a rir muito, e ele parecia estressado, mas logo começou a rir também.
– Eu te odeio. – Ele falou enquanto ria.
– Não odeia não. – Falei enquanto ainda estava esfregando o pé nele, mas logo notei um volume nas calças dele... Parei de rir no mesmo instante e olhei pra ele. Ele empurrou meus pés e olhou para a tela de novo.
Ele parecia envergonhado, mas eu nunca vi Jake envergonhado antes. Ele era o Jake.
– Jake?
Ele continuou mexendo no controle e apertando os botões rapidamente, e tentando esconder o volume com o mesmo. Eu o chutei de novo.
– Para com essa merda, Raziel. É sério. – Ele falou, tentando não rir.
– Por que? – Perguntei, fingindo não ter visto nada. Atirei em mais três inimigos e corri até atrás de um muro para ficar seguro e poder olhar para Jake de novo.
– Por que senão eu vou ter que fazer você parar. – Ele falava enquanto olhava pra tela e eu ri. Eu chutei o controle dele, e dessa vez voou longe. Pausei o jogo e ri mais uma vez de forma irritante. Era tão engraçado ver ele estressado daquela forma, principalmente quando tentava não rir.
– Eu te avisei! – Ele falou quando pulou em cima de mim, prendendo meu pescoço contra o braço do sofá. Ele estava rindo e tentando me estrangular de certa forma. Tentei soltar o seu braço do meu pescoço, mas ele era mais forte que eu, e isso fazia com que eu ficasse completamente preso. Ele enroscou suas pernas em volta de mim e ficou dando socos fracos na minha barriga. Mas eu senti o volume dele de novo e ele percebeu o meu também. Nós nos olhamos de uma forma embaraçosa.
– Você... Você tá... – Tentei dizer algo, mas fiquei vermelho. Continuei mesmo assim. – Por que você está excitado, Jake?
– Cala a boca, você começou tudo isso. A culpa não foi minha. Agora você vai ter que pagar por ter que me passar por isso.
– Mas eu não sabia... Jake? Jake, eu não vou contar pra ninguém, eu... – Que merda, eu não costumava gaguejar assim. A respiração quente dele batia no meu rosto e eu tentava falar de maneira compreensível, mas ele estava esfregando os dedos compridos no volume da minha calça enquanto olhava pra mim. Eu estava ficando vermelho e ele percebeu e deu uma risadinha. Ele parecia estar se divertindo. Tentei sair do sofá, mas ele estava me prendendo com uma força inacreditável. O corpo dele era quente e forte, e sentir ele em cima de mim daquela forma estava me deixando mais excitado ainda.
– Isso é bom, Raziel? – Ele perguntou com a voz rouca e baixa, seus lábios tocavam no meu ouvido, enquanto se esfregava em mim. Deus, eu estava me sentindo muito quente, com vergonha, e excitado. Um cara. Um cara em cima de mim. Não, isso está errado. Vamos lá, peitos, peitos, peitos. Não adiantava pensar em outra coisa, porque tudo que eu queria era o Jake me dominando naquela hora. Eu não ligava se era estranho, afinal, ele estava gostando também. E desistir agora seria impossível.
– É... muito – Respondi, com a voz falhando. Eu tentava morder os lábios para conter os gemidos enquanto ele tirava a camisa, e ele deu um sorrisinho. Ele era perfeito.
Quando terminou de tirar a camisa, ele formou uma bola e tacou no chão, e deitou em cima de mim de novo. Dessa vez, ele me beijou de uma forma tão quente que eu fiquei tonto. Não sei por que era tão bom com ele, mas senti muito mais tesão com ele me beijando daquela forma do que com qualquer outra garota, mas isso não me preocupava tanto quanto deveria.
Ele começou a abrir o zíper da minha calça lentamente para me provocar. Só esse simples ato fez com que meu pênis começasse a doer dentro da calça. Tirei a camisa com dificuldade.
Quando terminou de tirar minha calça e minhas boxers, ele deu um sorriso ao ver o quão ereto eu estava, e começou a lamber a cabeça do meu pênis. Era diferente ver um garoto fazendo isso, principalmente o Jake. Mas era muito bom, e ele parecia experiente nisso. Melhor do que muitas garotas que eu já peguei. Não consegui conter os gemidos quando ele tomou todo o meu membro dentro da boca.
– Porra, Jake... – Gemi e coloquei o braço na frente dos olhos e joguei os quadris para cima, para acelerar os movimentos. Segurei nos cabelos dele, apertando os dedos. Ele olhava pra mim enquanto lambia. Ele não tirou os óculos, e Senhor, como ele era lindo daquela forma. – Jake... Jake, eu vou...
E ele parou de fazer o que estava fazendo, e me beijou de novo. Senti o meu gosto na boca dele, e então ele deu um sorriso durante o beijo e me disse:
– Você já fez isso antes, certo? – Acho que ele estava falando sobre ser FODIDO POR UM CARA TRÊS VEZES MAIOR QUE EU. É claro que eu não tinha feito isso antes, mas eu queria, e como queria. Principalmente se fosse o Jake.
– Não, mas por favor, me fode logo.
Ele deu uma risada como se já soubesse que eu ficaria vulnerável o tempo inteiro.
– É pra já. Eu já volto, ok? Não sai daí. – Ele levantou, ainda de calças que estavam bem baixas e voltou com um potinho. Lubrificante? Fiquei vermelho quando vi e tampei o rosto.
Ele puxou minhas pernas pra cima, colocou os dedos dentro do pote e espalhou na minha entrada. Aquela merda estava gelada, então gemi de uma forma meio desconfortável e ele soltou um sorrisinho. Ele era tão cuidadoso. Quando ele notava que eu estava com vergonha, ele me beijava. Eu me sentia seguro, era diferente com ele.
– Ei, não precisa ficar assim. Tire as mãos do rosto. – Eu o obedeci.
– Pronto? – Ele perguntou enquanto pressionava um dedo, tentando penetrar de forma cuidadosa.
– Dói. – Respondi com uma careta, mas ele começou a acariciar meu pênis com a mão, e eu fiquei mais excitado ainda. Então ele colocou um dedo, e eu nem senti. A sensação era boa. Muito boa. Enquanto eu gemia, ele tirava as calças rapidamente e colocava seu pênis na minha entrada.
– Pronto? Se doer me avise, ok? – Ele disse enquanto acariciava meu rosto.
– Ok. Vai logo, seu filho da puta.
Ele riu e começou o ritmo. Doía, e doía muito. Ele era grande. Mas era muito bom ao mesmo tempo. Quanto mais fundo ele ia, melhor era a sensação. Ele gemia no meu ouvido e eu começava a gemer junto com ele. A dor estava começando a desaparecer, e ele acelerava o ritmo. Eu estava começando a ficar com muito calor embaixo dele, então o empurrei pra trás fazendo com que ele se sentasse, e comecei a pular pra baixo e pra cima em cima dele, gozando na barriga dele. Ele sorriu enquanto segurava nos meus quadris.
– Raziel, eu vou gozar – Ele falou, e tudo que eu ouvia era o barulho do sofá balançando e o barulho de pele batendo contra pele.
Eu saí de cima dele e por instinto coloquei minha língua na cabeça do pênis dele enquanto o masturbava com a mão.
– Goza pra mim, então? – Eu falei enquanto sorria mordendo os lábios
E então ele gemeu alto e gozou na minha mão, e ele abriu um sorriso arfante enquanto olhava pra mim. Ele rolou pro chão onde tinha um carpete e me puxou junto.
– Isso foi divertido.
– Foi.
Agora eu estava completamente confuso mas eu tinha uma certeza, eu realmente gosto do Jake...
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