Sweet Bullying
5 Capítulo 5 - Amor de uma flor
Notas iniciais
Cheguei na escola no dia seguinte com as roupas mais escuras e sombrias que encontrei no armário e assim que cruzei o portão principal pude sentir os olhares em cima de mim. Ignorei-os. Assim que entrei na sala, vi Alisson, Katy e Stef, as três garotas mais nojentas e metidas do mundo me encarando. Também as ignorei.
Fui até o meu lugar de costume, uma cadeira velha encostada na parede que tinha uma janela com vista para o parque e a quadra de esportes. Enquanto arrumava minhas coisas em cima da mesa vejo uma cabeleira passando por mim e se sentando na cadeira vaga atrás de mim , me recusei a olhar até porque eu já sabia quem era.
Durante a aula de literatura vi uma bolinha de papel cair em cima na minha mesa... Mas o que caralhos voadores esse garoto quer? Não é possível que ele continua me "perseguindo", mas por curiosidade resolvi abrir o bilhete e estava escrito o seguinte:
"Nada pode parar o meu coração palpitante
Vamos encontrá-lo juntos
Você é insubstituível,
Ainda temo a gentileza com a qual você me tocou
Será você quem poderá preencher as brechas no
Meu coração com o amor de uma flor?
Então vamos,
Sem parar,
Sem se deixar derrotar pelo fluxo do tempo.
Espero que me perdoe pelo que fiz
Raziel."
Mas o que esse cabelo de menstruação pensa quem é pra me mandar um bilhete? Escrevi no verso uma resposta perfeita pra ele.
"Raziel...
Você realmente me surpreendeu com esse bilhete e tenho que admitir, para um tomate podre até que você sabe escrever um poema. Aproveita e usa essa inteligência e o restante molho que tem nessa sua cabeça e se afasta de mim antes que a sua popularidade vá para o ralo, seu:
VIRGEM CUZÃO."
Terminei de escrever e desenhei algumas flores em volta e depois devolvi o papel inútil com um sorriso.
Fui em direção ao banheiro e quando cheguei lá vi as "garotas mais gatas e populares da escola" passando batom e arrumando a calcinha que muito provavelmente estava enfiada no cu... Digo... Orifício anal, argh, será que existem pessoas mais nojentas que elas? Não, não existe.
Assim que passei por elas vi um sorriso diabólico brotando de seus rostos, que estranho, onde está a terceira vadia? Acho que não pude responder essa pergunta, até porque só senti uma porrada na minha cabeça, que por sinal foi bem forte.
Acordei e... CADÊ A MINHA ROUPA? E POR QUE EU ESTOU SÓ DE CALCINHA E SUTIÃ? E AONDE CARALHOS EU ESTOU? Ah sim, a despensa onde o zelador guarda o material de limpeza, mas por que eu estaria aqui? Escutei algumas risadas que pelo que entendi, a intenção era parecer meio maligna, mas parecia mais um bode com azia tentando fazer algum som. Vi duas pessoas saindo das sombras e senti outra me levantando e me amarrando em uma cadeira com uma certa violência, mas o que estava acontecendo?
— Ora ora ora, se não é a namoradinha do MEU Raziel — Ah não... Ela não... Só podia ser a vadia da Alisson para fazer isso — Você realmente não vale nada, meninas! Já sabem o que fazer, não quero tocar nesse lixo góticoe fora de moda — Então suas clones começaram a me bater e deram um soco tão forte na minha barriga que cheguei a cuspir um pouco de sangue, não aguentei, tive que gritar.
Passado alguns minutos vejo uma pessoa parada na porta. Essa pessoa tinha cabelos ruivos.
— Mayumi?
Notas finais
PS: Mandem mensagens pra henrybrika parar de ser cuzona e postar alguma história (que são ótimas), se não for um incomodo.
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