SwanMills a história de nós duas
56 Núpcias
Notas iniciais

REGINA
Nós ainda estávamos muito emocionadas com a carta que o Sr. Swan havia deixado e lido pela Julia. Eu fiquei tão surpresa, porque a carta estava direcionada a mim, e mais surpresa ainda, dele saber o quanto a filha dele me ama, e que ele estava certo que nós iríamos ficar juntas para sempre. Emma pegou a carta e lia e relia e se emocionava de novo.
— Amor, meu pai conseguiu de um jeito, marcar nosso casamento, eu sinto que ele está aqui, que foi como se ele tivesse falado aqui na mesa. Diz Emma
— Sim loirinha, de uma forma ele está aqui sim! Eu fiquei muito surpresa! eu faço carinho no rosto da minha esposa e dou um selinho nela que estava ainda muito emocionada.
Estávamos todos na mesa ainda, e conversando, quando Bex se levanta e grita:
— Chega de drama, vamos ao que interessa, hora do Buquê!!!!
Já até estava esquecendo disso, e então levantamos e fomos para o meio da pista de dança, nós juntas com nossos buques e chamamos todas as poucas solteiras da festa para brincadeira.
Bex chega perto de mim e diz:
— Sis, acerta essa mão em direção a mim, viu? Bati uma aposta com a Alex que como a Ella pegou o dela, eu vou pegar o seu, haha!
— Eu vou jogar pro alto Bex, mas se voce empurrar a Julia longe, eu jogo o buque em cima de voce! E eu dou uma risadinha
— Combinado!! Diz Bex
— Bex eu estava brincando, não me faça isso por favor!
Bex volta para a pista e sorrindo. Bom, na pista estava, Bex, Ella, Tinker, Stella, Lilly, Kristin, Ursula, Maria Victoria e a Julia que foi convencida pela Emma a ir para o meio, pois ela não desgrudava do macho dela, mas minha esposa a convenceu e ela foi.
— 1, 2 3, vaiii! Então jogamos juntas. Escutei um grito da Bex e virei desesperada já esperando a Julia jogada no chão, mas veio a surpresa, a Julia tinha pego o meu buque e estava calma com ele na mão! E nesse mesmo momento, Bex e Tinker brigavam pelo buquê da Emma, e depois de quase as duas caírem no chão, a Bex consegue ficar com o da Emma.
— Eeeeeee consegui!! Cadelinha, agora mais que certo o nosso! Diz Bex agarrando a Ella num beijo e com o buque na mão.
Emma chega perto de Julia, que estava toda tímida olhando para o buque que tinha pego e diz:
— Maninha, parabéns! Já pode se casar de novo!
— Obrigada Emma, mas diz isso pro seu ex namorado! e ela dá um sorrisinho e as duas olham para Killian que estava olhando pro céu disfançando.
Após o buquê, tive uma dança com a minha esposa. Somente nós, no meio da pista, agarradinhas, com rosto coladinhos e suspirando. Estava tudo tão maravilhoso, não poderia ter sido melhor. Após a dança, eu fiquei conversando com meus amigos da escola e não vi onde a Emma estava. Julia estava com o Killian, longe de todos e pensei que a minha esposa estava com eles, mas também não estava. Eu fiquei um pouco preocupada, mas logo acalmei quando minha loira aparece me dando um susto e com aquela carinha de sapeca que ela faz quando apronta algo, e me avisando que tinha ido na sala da Bex ajeitar o vestido com o pessoal da produção do casamento que estava lá. Ela avista a irmã com o chato do Killian, e mais uma vez, me deixa longe dela e vai até eles conversar. Eu não queria ir lá bater papo com o casal “mais legal” daqui, então voltei a me sentar, e estava para beber uma taça de prosseco, quando alguém chega por trás e diz:
— Eu aceito!
— Nolan? aceita o que? Digo surpresa ao ver meu amigo todo sorrisos.
— Ser o doador para voce e a sua esposa terem filhos.
Eu abri um sorrisão, mas também bufei e disse:
—A Emma foi falar com voce né? Mas que danada, não perde tempo! Eu sabia que ela estava aprontando algo, a carinha dela entrega!
— Sim, ela estava conversando comigo agora pouco, e eu topei na hora. Sabe Gina, nos conhecemos a tanto tempo, eu sei de toda a sua história, eu estive com voce quando estava na pior, e voce esteve comigo também com os meus problemas, eu nunca recusaria um pedido desses, faço de coração minha amiga! Eu fico emocionada e abraço ele, e nisso Emma se aproxima
— Contou a ela? Diz ela sorrindo sentando no meu colo
— Sim! Ele responde
— Emma voce nao tem jeito, hein! E eu faço cosquinha nela e nos duas sorrimos
— Que bom que ela falou comigo agora, porque eu estarei me mudando semana que vem, diz Nolan
— Pra onde? Eu pergunto
— Pra China! Vou montar uma rede da minha micro empresa de computadores lá, e não volto tão cedo.
— Mas... teremos que fazer a inseminação essa semana? A gente nem decidiu quem vai engravidar, amor! Eu digo um pouco surpresa
— Regina, eu vou deixar os “Nolanzinhos” congelados, e voces podem usar quando quiser, e terem as duas se quiserem.
Eu e Emma sorrimos e olhamos uma a outra.
— Mais de um? Eu digo
— Sim amor, seria mais perfeito ainda, nossos filhos serem todos do mesmo doador.
— Mais uma vez voce diz “filhos” no plural, isso me preocupa! Eu digo e Emma dá uma risada
— Minha esposinha linda, eu quero muitos filhos, pelo menos 3. Meus pais tiveram 3 e eu quero o mesmo! E ela me abraça e me enche de beijinho e me arranca mais sorrisos.
— Oh meu Deus, 3? Ok, terei 4 filhos para cuidar, porque inclui voce também, gracinha! E todos nós rimos outra vez.
A noite foi caindo e com isso nossa festa chegando ao fim. O bom de ter poucos convidados, é que podemos dar atenção a todos, e todos ficaram até o fim da festa.
Emma estava com a mesma cara de sapeca, desde a hora que falei que queria ir pro hotel. Sei que ela vai aprontar algo. Ah! Ganhamos da Bex, uma noite no hotel mais luxuoso de Miami, ele fica numa ilha aqui perto, que para chegar lá só de balsa, no caso para nós duas, terá uma lancha a nossa espera.
Nos despedimos de todos, inclusive Julia e Killian e prometendo ir visitar eles e minha sogra após a nossa lua de mel. Em falar em lua de mel, decidimos ir para Austria. Emma é doida para conhecer Viena, e seu enorme Palácio. Ela está toda animada, pelo fato das inúmeras fotos que sei que ela fará lá, e sei que será uma semana maravilhosa na Europa.
Saímos na limousine , regadas de chuva de arroz em direçao ao hotel.
Chegando lá, fomos muito bem recebidas e instaladas. O carregador levou as bolsas que havíamos trazido. Na suíte encontramos champagne, cortesia da casa em homenagem ao nosso casamento. Abri a garrafa e nos servi.
— Ao nosso casamento! Que ele possa ser resistente à todas as adversidades que por ventura vierem.— Brindei.
— Ao nosso amor! Que ele possa se fortalecer com o passar do tempo e que nada consiga nos separar.
Tomamos um gole.
— Foi tudo maravilhoso! Cada segundo, cada detalhe! Nunca imaginei que fosse me casar de novo, muito menos dessa forma tão linda.
— Claro que sim! Foi perfeito! Não tinha como ser diferente. A noiva mais linda do mundo estava lá irradiando beleza, sensualidade...- Emma interrompeu sua própria fala para me dar um selinho — Eu me senti tão feliz e abençoada quanto te vi entrando. Acredito que não tenha noção do quanto é grandiosa. A vida é realmente muito engraçada. Eu achava que não seria capaz de me apaixonar assim, que não seria atraente para ninguém e que ninguém me atrairia. E cá estamos nós: casadas!
— Fomos presenteadas. Agora não existe mais eu e você e sim nós. Somos uma só.
O sorriso estampado no rosto nos fazia brilhar. Emma pediu licença e foi até o banheiro carregando sua bolsa. Não entendi, mas aproveitei a deixa para lhe fazer uma surpresa. Junto com minhas coisas estava uma lingerie branca bordada que encomendei especialmente para essa noite. Troquei de roupa com rapidez e me sentei na cama estrategicamente em uma posição sensual. Quando ela saiu do banheiro, tivemos mutuo espanto. Emma vestia um sobretudo preto, havia soltado os cabelos e usava o perfume que mais me agradava.
— Uau! Preparada para a noite?— Emma apagou a luz e deixou apenas as auxiliares sobre a cama acesas, o que deu um clima extremamente instigante.
Minha loirinha pegou o celular, acoplou no aparelho de som e logo pudemos ouvir uma música sensual. Ela veio lentamente se aproximando, ficando cara à cara comigo. Não me beijou, apenas encostou seus lábios nos meus soltando o ar de um suspiro, me fazendo sentir seu doce hálito. A proximidade nos permitiu notar as batidas dos nossos corações acelerados. Aos poucos Emma foi se afastando e começou a dançar no ritmo da melodia. Abriu um, dois botões. Eu a olhava desejando ver o que tinha por baixo daquela roupa. Ela mordia os lábios enquanto desabotoava o restante do sobretudo. Virou de costas. Estava bem próxima do meu rosto nesse momento. A roupa lentamente caiu no chão e me deu a visão do paraíso: um corpete bordô e uma minúscula calcinha tampavam partes importantes do seu corpo que eu já estava cheia de tesão em possuir. Ela chegou o bumbum mais perto me permitindo beijá-lo.
Emma sentou no meu colo e rebolou entre as minhas pernas. Eu senti minha calcinha molhada e a vagina latejando. Ela dançava indo entre meu rosto e o chão me fazendo delirar com seus movimentos. Enquanto se mexia exibindo suas curvas para mim, foi desamarrando laço por laço da parte de cima de sua lingerie, devagar, abusando da excitação que me consumia como fogo. Eu seria plenamente capaz de gozar ali, naquele instante, só de vê-la, agora, semi nua de frente para mim. A loira roçou de leve o bico dos seus seios em minha boca, tirando rápido antes que eu pudesse fazer algo. Agarrei-a pela cintura puxando-a para perto de mim em uma tentativa sem sucesso de contê-la e conseguir o que tanto queria: ter seu corpo para o meu prazer. Ela se afastou fazendo sinal de negativa com o dedo. Ainda dançando, foi tirando a calcinha devagar e a pôs em minha boca como uma mordaça. Voltou a se afastar sensualmente indo até sua bolsa. Tirou de lá uma venda.
— O que fará com isso, Emma?
Ela não respondeu. Apenas sorriu maliciosa e se aproximou tomando os meus lábios de forma agressiva. Quando dei por mim, estava com os olhos tampados, sentindo Emma gemer manhosa em meu ouvido.
— Hoje você vai apenas sentir.
Emma me fez deitar na cama e me despiu. Sentia-me impotente sem poder falar e ver absolutamente nada. Ao mesmo tempo em que aquilo assustava, dava um ar misteriosamente excitante.
— Eu vou falar e você vai imaginar.— Mordi os lábios prestando atenção na voz da loira— Agora estou massageando os meus seios, puxando os meus mamilos e...ahhhhh...isso é bom!— Enquanto ela narrava suas ações eu ia imaginando e fazendo quase o mesmo em mim— Minha mão está descendo lentamente pela minha barriga e agora...huuummm...nossaaaa...ahhh...estou tão molhadinha! Sinta!
Ela pegou minha mão, pôs em sua vagina, mas tirou quase imediatamente. Subiu em cima de mim, forçando o joelho entre minhas pernas. Beijou-me vorazmente durante sua investida em meus seios. Apertava com força, me fazendo gritar, quando desceu a boca e os mordiscou.
— Aaaaaaahhhhhhhhhhhh...— Gemi alto.
— Isso, grita...grita para mim. Ainda bem que as paredes têm barreira acústica. Vou te deixar tão louca que vai gemer muito e alto, gostosa.
Emma afastou minhas coxas para acomodar-se entre elas. Lambeu minha vagina de baixo para cima, chupando meu clítoris em seguida. Eu me contorcia de tanto prazer. Sua língua brincou de todas as formas pelo o meu sexo até parar de repente. Ela se afastou por alguns instantes. Voltou a encostar em mim, dessa vez me penetrando. À principio achei estranho, pois era algo diferente: uma bolinha de silicone. Minha loirinha introduziu dois dedos e começou os movimentos de vai e vem. Senti a bolinha explodindo e soltando um líquido espesso e de odor muito, muito agradável. Fiquei extremamente lubrificada e conseqüentemente excitada na mesma proporção. Eu não conseguia parar de gemer. Aquilo era incrível! Minha mulher me penetrava e me chupava ao mesmo tempo. Ela me colocou de costas, tocando cada centímetro do meu corpo com a língua até chegar de novo na minha vagina, onde derramou um líquido. Com seus dedos me massageou fazendo com que eu sentisse algo gelado. Aquilo, provavelmente, era um óleo de massagem térmico e comestível que dá a sensação de frio no local friccionado. Já havia visto um desses uma vez. Quando sua boca encostou na minha bucetinha...foi involuntário! O orgasmo veio como uma bomba fazendo todos os músculos das pernas e braços se enrijecerem.
— Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...
Não sei como consegui respirar novamente. Eu não sentia mais nada além de formigamentos. Foi...insano! Emma foi subindo o corpo, roçando em mim. Ao chegar próxima do meu ouvido, sussurrou:
— Ainda está com medo? Agora pode me dizer como se sente...
— Sua gostosa filha da mãe...
Ela tirou a venda e gargalhou maliciosa. Virei-me e fiquei mirando o teto tentando controlar a respiração. De repente, Emma levantou-se e foi até à sua bolsa novamente tirando de lá um “Double Strap On”.
— Vamos brincar um pouquinho?— Minha loirinha sorria de um jeito safado, enquanto derramava um pouco de óleo comestível em ambas as extremidades.
Ela aproximou-se e subiu em cima de mim, ficando com a vagina bem próxima ao meu rosto. Com isso, de forma lenta e torturante, ela começou a passar o “brinquedinho” em seu clítoris fazendo movimentos circulares, depois introduzindo devagar. Emma gemia e eu a acompanhava com o olhar, já cheia de tesão.
— Você vai me enlouquecer desse jeito!— Minha voz saiu rouca e carregada de desejo.
— Essa é justamente a intenção!
Dito isso, Emma foi se afastando até ficar entre minhas pernas. Meu sexo pulsava implorando para ser tocado. Da mesma maneira, minha loirinha brincou com meu clítoris e com a minha entradinha, até me penetrar fundo sem prévio aviso.
— Ahhhhhh porra, Emma!— Gemi alto pela dor e o prazer que senti.
A cada estocada, Emma aumentava a velocidade. O Strap On entrava e saia, tanto de mim, quanto dela. Nossos movimentos eram ritmados. Emma metia forte e eu rebolava feito uma vadia. Nunca imaginei que isso pudesse ser tão excitante! Gemíamos descontroladamente e eu já começava a sentir meus músculos enrijecendo anunciando o gozo.
— Isso, amor, rebola assim! Huuuuummmm...delícia!— Emma estava alucinada e eu ficando ainda mais com ela descontrolada daquele jeito.
— Ooooohhh...eu vou...ohhhh...Emma...não vou aguentaaar...— Eu mal conseguia falar por conta da respiração ofegante.
— Goza pra mim, goza! Goza que quero gozar junto com você!
Aquelas palavras foram a gota d’água para o orgasmo vir arrebatador. Senti os espasmos junto com meu líquido escorrendo pelas minhas pernas. Emma gozou logo em seguida, retirando o Strap On de nós duas, caindo na cama ao meu lado, exausta.
— Andou conversando com a Ella, né safadinha?
— Sim! Ela sorri ofegante — Fui num sex shop que ela compra os brinquedinhos dela, e escolhi os melhores, e arrasei né?
—E como!
Eu também estava cansada e surpresa pela atitude ativa de minha esposa. Emma mostrou desenvoltura na hora de dominar e foi extremamente excitante, mas eu queria um pouco da minha loira. Queria fudê-la gostoso.
Tirando forças do além, me pus em cima dela. Com uma mão peguei em seu pescoço segurando firme e a beijei com paixão. Agora quem encarava com olhar de sexo e comandava a situação era eu. Meu sexo esfregava em sua barriga. A mão livre vagava por entre seus seios apertando-os com vigor. Eu estava voraz. Mordi sua boca, seus ombros. Desci as mordidas por entre seu ventre até chegar na sua virilha. Parei, abri suas pernas o máximo que pude e fiquei admirando aquela visão maravilhosa da vagina molhada de Emma. Lambi seu intimo de baixo para cima passando a língua com pressão. Ela gemeu alto e arqueou a cabeça para trás enquanto puxava os lençóis. Minha loira se contorcendo me incentivava ainda mais. Beijei de leve seu clitóris. Abri seus grandes lábios para facilitar a entrada da minha língua dentro dela. Movimentos de vai e vem a enlouqueceram. Eu sabia que ela estava prestes a gozar então levantei meu corpo, voltei a segurar seu pescoço e enfiei dois dedos em sua vagina lubrificada fazendo ela implorar...
— Não ouse parar de me comer...continua, assim...ahhhhh...
Meti fundo e forte, fazendo seu corpo subir e descer na minha mão. Com o polegar massageei seu clítoris, alternando com minhas chupadas. Emma gritou por conta dos espasmos involuntários do seu corpo na hora do gozo. Sorri vendo ela ali, vulnerável, exposta, de olhos fechados, se recuperando. Sem me preocupar com o que ela sentia, virei-a na cama, colocando minha loira de bruços e subindo em cima dela.
— Você gostou de ser mais desinibida, não foi? Aprendeu várias coisas...— Falei manso no seu ouvido enquanto puxava seu cabelo — Descobriu outras formas de prazer... Pois se prepare. Quero você soltinha porque vai dar pra mim de quatro agora!
Ela não conseguiu responder. Penetrei-a com dois dedos devagar, enquanto esfregava minha vagina molhada em sua bunda. Emma gemeu. Gemeu alto por não agüentar de tanto prazer. Enfiei mais um dedo e com isso, aumentei a intensidade das estocadas indo bem rápido e fundo. Soltei o seu cabelo e passei a arranhar suas costas enquanto socava forte dentro dela. Em poucos minutos Emma teve um orgasmo alucinante que a fez tremer da cabeça aos pés. Deixei meu corpo cair sobre o dela. Ficamos ali sentindo o pulsar do coração uma da outra.
— Será que consigo andar depois dessa transa?— Eu brinquei ainda arfando.
— Ahhhh, mas vai ter que conseguir. Ainda temos que aproveitar o bar, a piscina e todos os ambientes do hotel. Quero usufruir de maneira intensa cada segundo com a minha mulher. Quero exibir você, quero exibir nosso amor, nossa felicidade. Quero que todos saibam que Regina Mills, a mulher mais gostosa do mundo inteiro, é minha, só minha.
Eu sorria ao observar atentamente cada palavra que saía de sua boca e pensava no quanto espero poder viver o resto dos meus dias ao lado daquela mulher exuberante que, enquanto falava, roçava seu corpo no meu. Eu espero que nosso relacionamento siga assim: forte, cheio de paixão, respeitoso, transbordando amor. Espero que tenhamos noites e noites de sexo intenso e beijos carinhosos na testa seguidos de bom dia.
Esses flashes passando pela a minha cabeça do futuro que eu desejava para nós foram interrompidos por Emma se virando e ajeitando na cama ao meu lado e pelo beijo doce que ela depositou em minha boca.
— Vamos?
— Oh, sim.
Respondi com um tom de insegurança por não ter certeza de suas últimas palavras já que eu havia me desconectado desse mundo para entrar em outro onde só existiríamos nós duas. Emma se levantou me puxando pelas mãos até o banheiro. Abriu o chuveiro e me olhou convidativamente para entrar com ela no box. Pegou o sabonete e o passou por toda a extensão do meu corpo. Quando terminou fiz o mesmo com ela. O banho acabou e fomos nos arrumar para, como ela mesma disse, aproveitar todos os ambientes do hotel. Em poucos minutos estávamos elegantemente vestidas e prontas para desfrutar da nossa primeira parte da lua de mel. Fomos primeiro para o bar. Estava relativamente cheio, uma banda de jazz tocava. Sentamos em uma mesa estrategicamente escolhida onde podíamos observar o ambiente, ver o show e ficarmos mais reservadas, uma vez que, desde que adentramos o local, recebemos múltiplos olhares, tanto de homens, quanto de mulheres. Eu pedi um vinho, que nos foi servido junto com um petisco requintado de queijo gorgonzola. Vez ou outra virava para o lado e pegava Emma me observando. Quando isso acontecia, rapidamente ela abaixava os olhos e sorria maliciosa.
— O que foi?— Eu perguntei da última vez que a notei fazendo isso, pois já me incomodava.
— Nada. Só estou com uma vontade louca de te beijar.— Outro sorriso malicioso.
— Estamos parecendo duas adolescentes que acabaram de se apaixonar pela primeira vez. – Rimos.
— Que seja. Eu gosto disso.
— E será que manteremos essa chama acesa?
— Com você, Regina, linda e gostosa desse jeito, tem como ser diferente?
Dessa vez quem encheu a cabeça de pensamentos libidinosos fui eu. Afastei-me dela, posicionei melhor meu corpo na cadeira e comecei a tocar seu tornozelo com o bico do sapato, subindo por entre suas pernas. Emma prendeu a respiração quando cheguei nas coxas. Não desviamos o olhar uma da outra nem um segundo sequer. No último gole de vinho, uma gota escorreu pela taça e eu o lambi. Sem perder o contato visual me levantei tocando em seu ombro num sinal para que ela me seguisse. Nos dirigimos para o andar onde se localizavam quartos ricamente decorados, onde, no ambiente, estavam dispostas piscinas de água quente, velas, incensos, camas para massagem, óleos e tudo o mais que se fazia necessário para obter momentos de prazer através do relaxamento. Música ambiente, nossos vestidos lentamente caindo ao chão...Fizemos amor ali por quantas horas? Uma, duas, três, quatro seguidas? Definitivamente o tempo deixou de existir para nós. Subimos para a suíte depois do esgotamento total dos nossos corpos. Dormimos nuas, entrelaçando nossos braços e pernas. Um encaixe perfeito. Um momento perfeito.
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