Superwholock - Os Suspeitos Incomuns

5 Episodio II - Deduzindo coisas


Notas iniciais
Oie pessoas! Sorry pela demora askalsklç mas ta ai outro cap novinho em folha. Se alguém não estiver entendendo muito a historia,achando grande demais ou alguma coisa do tipo POR FAVOR me avisa ok? Eu preciso saber o que vocês estão achando disso aqui ;) *Obrigada aos humanos divinos que favoritaram até agora e aos que tao acompanhando! ***Mil kisses pra leitora Mystic pela recomendação ^^ Gerônimo!

– Se eu soubesse que trariam mais amigos, eu poderia ter preparado algo pronto-

– Isso é mais do que suficiente sra. Hudson, sério- disse John, sorrindo enquanto ela carregava uma bandeja de prata com um bule de porcelana, xicaras , e biscoitos esparramados para todos os lados. John rapidamente limpou um lugar na mesa para que ela pudesse coloca-la.

Dean olhou para o bule, em seguida, sorriu para a Sra. Hudson. –Hã, a senhora tem algum café, ou-

– Eu sou uma proprietária, querido , não uma governanta — disse ela, dando um tapinha no ombro dele — Mas eu vou colocar um outro bule no forno. Só dessa vez.

– Não, não, não precisa — disse Sam. -Chá ta ótimo , nós-

– Só dessa vez. — repetiu a Sra. Hudson , já fora da sala.

Dean virou-se para Sam, sorrindo. Ao notar o seu olhar , o sorriso desapareceu do seu rosto e ele limpou a garganta. Pegou um dos pequenos biscoitos tradicionais e girou entre os dedos. — Cara, eu pensei que você tinha pedido bolachas pra ela...

John olhou pra cima, enquanto tirava o bule e as xícaras da bandeja. — Hum, biscoitos. Pedi biscoitos.

Dean continuou girando o biscoito entre os dedos. — Esses são cookies.

John fez uma careta. — Bem... nos Estados Unidos sim, mas aqui nós chamamos de biscoito.

–Por que alguém chamaria um cookie de biscoito?

John deu de ombros – Não sei. Por que alguém chamaria um biscoito de cookie?

Quando Dean abriu a boca para responder, John levantou um dedo. — Lembre-se, nós viemos em primeiro lugar.

Ele piscou, olhou para o biscoito, depois pro seu irmão mais novo. Sam simplesmente sorriu e deu de ombros. — Touché.

Dean finalmente mordeu o pequeno cookie. — A Inglaterra é tão estranha.– ele murmurou, caminhando em direção ao sofá.

John deu um pequeno suspiro — Você tem uma preferência pro seu chá, ou...

–Dois cubos de açúcar e um pouco de leite por favor.

Ele olhou para Sam. Sua expressão era um misto de surpresa e confusão.

Sam pigarreou. — Eu... namorei uma menina na escola que era uma grande fã de todas as coisas britânicas . Sem brincadeira, o quarto dela era coberto de bandeiras da Grã- Bretanha. Ela era uma viciada.

John riu. –É parece que sim. Aqui,toma. Leite e duas colheres de açúcar.

– Obrigado — disse Sam, pegando dois biscoitos e sentando no sofá. Dean já estava recostado, com os pés em cima da mesa, vendo como Sherlock andava pela sala, pegando itens diferentes em saquinhos e mostrando um de cada vez para o Doutor.

–... mas aqui havia uma falta distinta dessas marcas no próprio console, o que sugere que a nave foi desmantelada –

–.... após o desembarque — o Doutor terminou.

Sherlock assentiu. – E isso quer dizer que esses seres tomaram a nave, não só com a intenção de sair, mas também de trazer a si mesmos até aqui . Especificamente . Então –

–Espera,-Dean levantou a mão — volta um pouco atrás . Você está dizendo que os alienígenas queriam pousar aqui?

– Obviamente – Sherlock disse revirando os olhos.

Dean olhou ao redor da sala. — Olha, eu posso ser novo nessa coisa de aliens-de verdade-que-não-são-só-contos-de-fadas , mas se eu fosse um alienígena vivendo em um mundo de alta tecnologia, a Terra ia ser o último lugar que eu ia querer ir...

– Errado! – o Doutor murmurou, apoiando-se no braço da cadeira confortável — A Terra é o lugar perfeito pra ir, já que é tão imensa. Você se esconde aqui e é difícil para as pessoas o acharem. Eles não podem simplesmente telefonar para o primeiro-ministro e dizer “Hey cara, perdemos metade dos nossos homens mais perigosos ai, poderíamos ir dar uma olhada? Ah, e quando é um bom momento para almoçar?” Não, você pode se esconder aqui. Principalmente numa cidade grande como Londres. Você pode fugir sem pensar duas vezes.

– Mas eles não vão querer ficar aqui, certo?- Sam perguntou — Quer dizer, isso tem que ser uma solução temporária.

Os olhos de Sherlock estreitaram e ele apontou para Sam. — Você não é tão grosso como seu irmão mais velho.

– Hey!

– Você pode realmente ajudar em alguma coisa.

– Hey, rosto pontudo! Pra sua informação eu não sou grosso! – Dean falou entredentes.

– Bom pra você — disse Sherlock, sem olhar para ele. — Agora, shh. Os adultos estão falando.

Sherlock continuou antes que Dean pudesse responder. — Então, o que sabemos até agora? Nós sabemos que eles não querem fazer de Londres um lugar permanente para eles habitarem, agora enquanto ainda não temos a remota ideia de quem é que realmente escapou, vamos considerar o que nós sabemos. Existem três grandes mestres do crime soltos,Ok. E todos eles só ficaram por aqui ? Esses tipos de planejamento, não há duvidas. Eles pousam aqui , desaparecem no ar, e o que? Esperam por um resgate? Não, esses são seres brilhantes, seres que sabem o quanto é importante desaparecer na multidão, sabem como trabalhar em um fabrica qualquer e forjar qualquer coisa pra chegar onde querem, então não. Eles não iam deixar a sua nave por causa de um resgate qualquer. Eles estão aqui por outra coisa .

– Tipo o que? – John perguntou.

Por um longo momento, todos os olhos estavam sobre Sherlock e a sala ficou em silêncio. Por um longo momento, ninguém respirou.

Ele passou a mão sobre a boca, sacudindo a cabeça. — Eu não sei.

Dean bufou, recostando-se no sofá. – E eu aqui pensando que ia ficar impressionado.

Sherlock o encarou -Você prefere truques de mágica? Algo um pouco mais chamativo? Simples pra processar?

– Eu prefiro resultados– Dean retrucou, sem rodeios. — Você se chama de detetive, mas realmente tudo o que você fez foi dar palpites de que eles queriam vir para cá.

Sherlock suspirou. — Não eram palpites.

– Vamos voltar ao começo de novo? – Dean começou a tamborilar os dedos na perna com impaciência.

– Não foi um palpite — Sherlock repetiu , a voz ficando firme e os olhos se estreitando. — É algo óbvio . Considerando os dados que o Doutor me deu sobre as formas de vida da nave, os pilotos e a metade dos guardas tinham sido mortos a quase quarenta e oito horas (no nosso tempo) antes de a nave aterrissar, ou seja, eles não estavam vivos para danifica-la ou tentar ao menos pousar em terra firme . O que significa que os presos fizeram algo pro sistema da nave falhar. Isso foi feito para se parecer com uma colisão acidental devido ao fato de o tanque do combustível estar vazio, mas havia restos de alguma espécie de gasolina não-humana sobre algumas partes na traseira do veiculo, o que sugere o que combustível foi removido depois que a nave tinha sido desembarcada.

“A nave desembarcou perto de um deposito abandonado que os presos adotaram como um esconderijo temporário . As caixas estavam entreabertas o que significa que eles estavam procurando alguma coisa. Algo que eles esperavam que estivesse lá ,mas não estava. Havia queimaduras nas paredes, feitas pelas armas de plasma deles . Isso foi feito para nos fazer acreditar que havia tido um tiroteio, mas os tiros eram muito altos . Nenhum ser de grande porte foi a bordo da nave, o que significa que o ângulo que eles dispararam claramente não estava destinado para acertar o alvo. Isso era para se parecer com uma fuga.

“ Agora, os três grandes mestres do crime . Eles deveriam estar lutando entre si, mas as marcas deixadas pelas pegadas sugerem que os três saíram juntos e os outros se dispersaram. Três gênios criminosos trabalhando juntos e sozinhos? Faz até parecer com que um punhado de presos deixaram esse plano, esperando ter sorte e poder viver uma vida louca e criminosa por ai,enquanto os outros três cuidam do resto. Não, esse é um grande jogo, com grandes jogadores. — Sherlock respirou pelo o que parecia ser a primeira vez desde que ele começou a falar. — E só preciso descobrir o fim desse jogo — completou.

John e Sam murmuraram um "Wow" perplexo,enquanto o Doutor mantinha um sorrisinho e uma das sobrancelhas arqueadas.

– Qualquer um pode deduzir coisas sem ter certeza do que realmente é — Dean deu de ombros, pegando um biscoito do prato de Sam. – É apenas uma suposição.

Sherlock revirou os olhos. — É a ciência.

–Isso é besteira — Dean retrucou

Sherlock desabou na poltrona, puxando o travesseiro com a bandeira britânica para o seu colo e brincando com ele. Ele olhou um tempo para Dean

–Há quanto tempo seu pai está morto? — Sherlock perguntou.

Todo o corpo de Dean ficou tenso. – Oque?

Ele apontou. – O seu relógio. Esse é um dos vários que você tem, o tom bronzeado não é consistente, mas não foi você que comprou ele. Caras novos compram relógios de caras novos; Digitais, de LED, são desnecessários pra você. Esse relógio é inspirado no estilo militar. Tem uma bússola , típico de alguém que precisa ter mais informações do que um homem com necessidades comuns.

–Mas você não é um militar. Não tem a estatura disciplinada e nem a caminhada. Desaba no sofá quando senta; esse não é o comportamento de um militar . Seu cabelo no entanto, cuidadosamente cortado, bem cuidado. Isso parece militar. Esse corte é inspirado em outra pessoa, alguém que você admira, alguém que te ensinou coisas.Você é o mais velho , então não se inspira em seu irmão. Poderia ser tio, mas a julgar pela sua roupa, você está sempre em movimento, então eu diria que não tem uma família muito grande. Pelo visto quase ninguém consegue adquirir esse nível de consideração e respeito da sua parte , por isso deve ser um membro da família. Poderia ter sido sua mãe, mas a julgar pelo seu cabelo, era o seu pai.

“Então, o pai era um militar. Mas mais do que isso. Ele ensinou tudo o que sabia pra você. Da pra ver isso na sua maneira de se vestir, a maneira como você se barbeia . Até mesmo na maneira de falar... Você não tem a disciplina do seu pai, mas não perde tempo ou palavras. Diz o que quer dizer em tão poucas palavras quanto possível. Ele inspirou tudo que você é, o que significa que ele lhe deu os relógios.

"Mas nem todos. Esse relógio que está usando agora é mais velho do que você. E o mostrador é mais recente. Dois anos, três, o que significa que foi recentemente substituído. Um homem com registros militares, da marinha americana jugando pelo símbolo no meio do marcador, provavelmente o usou e iria substituir o mostrador, mas não fez isso.

“Só que você o usa pelo valor sentimental ; Você o usa, porque isso o faz lembrar do seu pai, não porque é um objeto qualquer. Se o seu pai ainda estivesse vivo, veria seu sentimentalismo pelo o velho relógio e iria zombar de você por isso. E considerando que esse não é um relógio novo, você fixou o mostrador após a sua morte , o usa para lembrar-se dele, então eu pergunto de novo ... — Sherlock inclinou-se para frente. — Quando seu pai morreu?

Sam soltou um longo suspiro, chocado. — Uau.

– Uau? — Dean repetiu, encarando o irmão . — Você acha que ele realmente descobriu isso tudo só por olhar o meu relógio?

Sam deu de ombros. — Parece que sim

Sherlock revirou o travesseiro no colo — Foi uma dedução muito simples.

– Foi é? — Dean ficou de pé. –Quer uma dedução simples? Pois então deduzo que você é um idiota.- Ele olhou ao redor da sala por um momento. — Eu preciso de um pouco de ar.- Ele saiu batendo a porta na escada fechada, depois batendo na segunda porta que havia depois de abrir a escada e subir para o telhado.

John deu um pequeno suspiro, olhando para Sherlock. — Você precisava fazer isso?

– Fazer o que? – Sherlock franziu o cenho.

– Não é só ele... — Sam assegurou para John. — Dean é um pouco ... sensível sobre esse tipo de coisa. Ele não confia em estranhos facilmente, ainda mais quando alguém esta tão ...

–... a par de todos os detalhes de seu relacionamento com seu pai?- o Doutor murmurou, inclinando-se em seu sobretudo.

Sam assentiu. – É. Isso deve deixar ele assustado.

– Bem, então- Sherlock se levantou. — Ele tem uma escolha. Ou supera isso e trabalha conosco pra descobrir o que está acontecendo, ou ele pode lamentar na TARDIS.

– A cooperação vem de duas maneiras Sherlock Holmes, — disse o Doutor — Se você quer que ele trabalhe com essa equipe-

–E quem disse que eu quero? — Sherlock perguntou, o interrompendo

–É verdade, — ele suspirou, — Só que... eu acho que esses dois rapazes seriam um bom complemento pra nossa equipe. Cinco cabeças pensam melhor que uma, considerando o que estamos enfrentando aqui.

–Eu não vou pedir desculpas.

–Não estou te pedindo pra fazer isso — retrucou o Doutor com a voz calma — Só pedindo para você tentar se dar bem.

–Estou tentando.

–Tenta um pouquinho mais...

Sherlock soltou um longo suspiro, olhando para o Doutor. Finalmente cedeu e revirou os olhos. Eu vou tentar ser civil. Isso é tudo o que posso prometer.

O Doutor sorriu. — Obrigado. — Ele olhou para Sam. — Você quer que eu faça alguma coisa ...?

Sam balançou a cabeça. — Não, não, ele vai voltar. É só esperar alguns minutos. Ele sabe quando está derrotado.

– Deve ser um evento diário....- Sherlock murmurou baixinho. Ele esfregou o braço,quando John se inclinou para dar-lhe um soco com o cotovelo.

–Civil. — disse ele.

Sherlock suspirou. -Civil...

John sorriu para Sherlock, vendo ele atravessar a sala e pegar uma pilha de papéis que o Doutor havia impresso para eles. Ele estava consciente do olhar de Sam , que sorria para o estranho entendimento e a compreensão entre os dois britânicos . John esfregou as mãos. — Certo. Vou te mostrar essa coisa que estávamos tentando seguir essa noite ... — Ele largou a xícara e o pires e foi remexer numa pilha de livros, sacos plásticos com pistas e folhas soltas de papel. — Aqui, esse é um dos casos menores — disse ele, estendendo uma papel pra Sam.- Nós achamos que essa é a ocupação de um prédio na zona leste mais baixa do ...

O 221 B se transformou em um ramo de atividade, todos os quatro olhando através de documentos, comparando informações e dado de referencias com Doutor.

Eles estavam trabalhando há algum tempo, quando houve uma batida no batente da porta.

Dean pigarreou. No mesmo instante, todos se viraram para olha-lo.

Ele estremeceu diante da súbita onda de atenção e levantou as duas mãos. — Nossa, eu só ... — ele lambeu os lábios, procurando as palavras que tinha memorizado no telhado ,que agora de repente fugiram da sua mente. Apertou os olhos para Sherlock, as mãos ainda levantadas. — Olha ... aquilo foi impressionante, ok? Já entendi. Você é inteligente pra caramba. Sammy também , e ... Eu sei que se eu não ouvisse ele ... provavelmente estaria fodido, então ... — ele suspirou. — Posso não gostar muito de você, mas ... sei quando é do meu interesse trabalhar com alguém, então ... aqui estou eu.

John olhou para Sherlock, tentando ler aquela expressão, esperando um comentário espertinho ou algo do tipo. O que aconteceu em vez disso foi surpreendente. Sherlock simplesmente mudou de posição e entregou a Dean uma folha de papel. — Bem vindo de volta Dean Winchester.

Dean não disse nada. Ele pegou a página e sorriu, parando ao lado de seu irmão. — Então, começa a explicar a situação pra mim Sammy.

E novamente, 221 B Baker Street era um ramo de atividade. Afinal ... tudo estava em jogo.

****

Crowley estacionou o Bentley em frente de uma loja italiana pequena debaixo de uma ponte onde a Green Line fazia as rotas para a cidade. Para ser honesto, Chicago era muito limpa pro seu gosto. Ele preferia Nova York, especialmente quando se tratava das realizações dos negócios. Mas ele não estava aqui para as mesmas obrigações de costume. Ah Não. Esse negócio era muito maior.

A porta tinha um pequeno sino que soou quando ele entrou. Todas as luzes estavam desligadas, exceto uma que vinha da cozinha na parte de trás do balcão. Ele caminhou entre as mesas com as cadeiras viradas para cima e empurrou as portas duplas de vaivém para a cozinha.

Depois da cozinha, havia uma cortina de contas, balançando varias bolinhas de neon coloridas e um cheiro de tabaco penetrava o ar. Ele deu dois passos para dentro do quarto, olhando para os três humanos descansando em travesseiros sujos e fumando um cachimbo. Eles olharam de volta pra ele; duas mulheres e um homem que parecia mais interessado em dormir do que em dar atenção para elas.

–Você veio.

Crowley olhou para cima. Um homem estava sentado na escada do outro lado da parede. Seus olhos estavam vermelhos e inchados e seu rosto era um tanto pálido. Ele se parecia muito com Freddy Mercury.

Crowley sorriu. — Claro que eu vim.

O homem assentiu, esfregando as mãos com força o suficiente para tirar a pele delas fora. – M-muito bom. É-é lá em cima.

Crowley seguiu o homem que desapareceu na escuridão do apartamento acima. Ele seguiu até a terceira porta à esquerda, em uma sala com uma única pequena lâmpada e uma mesa de cabeceira que ficava ao lado de uma cama que estava no chão. O homem abriu a gaveta, pegando um objeto fino envolto em um pano vermelho e estendendo para ele.

Os olhos de Crowley fitaram o homem e em seguida o objeto. Ele tomou o pano da mão dele, virando na mão. – É isso então?

Ele assentiu com a cabeça.

–Você tem certeza?

Outro aceno de cabeça. – Absoluta, senhor.

– Como achou isso? — Ele começou a desembrulhar o pano. — Pelo que sei, quem possuía esse objeto era o amigo de um amigo. Você me parece ser um tanto inteligente...

O homem sacudiu a cabeça. — Amigo de um amigo de um amigo. O-olha, eu não sei os detalhes.

Crowley pegou o objeto ,deixando o tecido vermelho cair no chão . O metal era velho; manchado. Ela havia sido forjada há muito tempo, mas ainda estava afiada ao toque. Mesmo através de suas luvas de de couro, Crowley podia sentir o metal vibrando, quase ronronando ao seu toque. Ele sorriu. — Eu acho que você vai querer alguma doce em troca disso. Um tempo extra de três anos? Quatro?

Os braços do homem se dobraram ao redor de sua cintura e ele balançou a cabeça. — N-não. Quer dizer, sim, não importa, só ... — ele engoliu em seco. – Eu...eu quero que isso acabe ok? Eu não ...- Ele ainda estava balançando a cabeça. — Apenas tire isso daqui.

– Sem problemas — disse Crowley, tendo o cuidado de envolver o pedaço de metal para cima ao embrulha-la de novo. — Tudo por um ... novo colega de trabalho. — ele pôs o pano no bolso interno da sua jaqueta, sorrindo. — Talvez da próxima vez seja melhor não brincar com fogo, mm?

O homem não disse nada. Ele olhou em baixo da cama, pegando uma arma quando Crowley virou-se para sair. Ele parou na porta, virando-se para encará-lo. — Ah, e mais uma coisa ... isso não funciona, ok? — e com isso fechou a porta atrás de si.

Os viciados e as mulheres pareciam não notá-lo sair. Mas isso não importava. O que importava era que o plano estava se encaixando. Ele sentou no Bentley, depois Freddie Mercury finalmente apareceu e ele sorriu.

Notas finais
Reviews?