Supernatural - The Angel And The Devil
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Espero que gostem!
Dedico a fic a minha amiga Denise Oliveira que simplesmente é quase que fanática por Supernatural.
=D
Desde já agradeço a todos.
Desejo uma boa leitura para todos!
Capitulo único
PDV — Dean Winchester
Eu já tinha esgotado toda minha paciência com o Sam e o lance da Meg. Ele já havia ido longe demais com sua confiança nela. Ao ponto de eu chegar à velha casa onde nos escondemos, depois de fazer uma ronda sobre um caso que estamos tentando resolver. E encontrá-los transando no corredor que nos leva aos quartos. Ambos quando me viram não sabiam o que fazer. Girei nos calcanhares, peguei minha bolsa e sair sem falar nada. Sam ainda tentou falar comigo, porém eu apenas o ignorei entrando no meu carro ligando o som e partindo dali.
Já se passaram dois dias e eu ainda não havia falado com ele, só havia deixado um recado em seu celular no mesmo dia para que ele esquecesse o caso, pois ele já tinha sido solucionado por mim durante aquela manhã.
Estava instalado em um hotel de estrada qualquer, mais ele era bem mais tranqüilo para mim no momento, tornando-se quase uma mansão. Resolvi passar alguns dias sem caçar, um pouco de tranqüilidade não faz mal. Eu não confio na Meg ela é um demônio e nunca vi demônio algum ser de confiança. Mas o Sam leva ainda alguma fé nela junto com o Castiel. Aquele anjo filho da mãe safado, que resolveu sumir justo quando precisamos dele. Eu já havia tentado falar com ele só que nada, Castiel não respondia aos meus chamados nunca.
Isso tudo só por estar fugindo do rei do inferno.
Estamos todos fugindo do Crowley, nossas cabeças estão a premio no purgatório e no próprio inferno. Mas justo quando precisamos estar juntos para uma futura guerra Sam vacila feio e Castiel some. Precisamos nos ajudar para traçarmos um plano ou algo que nos ajude acabar com o rei do inferno, porém no presente momento eles resolvem se tornarem uns inúteis.
Estar fugindo do Crowley pode se torna mais cansativo do que o esperado. Mas com Castiel sumido, para fazer sei lá o que, aonde lá se sabe é pior três vezes mais.
–Enche o copo. -pedi ao barman.
Era fim do dia e eu estava mais uma vez passando tempo naquele bar. Não tinha muita gente por ali ainda. Estava de cabeça grosa com o que estava acontecendo, não queria olhar para cara da Meg tão cedo a não ser quando eu fosse obrigado a vê-la. O jeito era descontar tudo na bebida, por que viver agora ta foda demais. Mas com minha falta de sorte o bar estava pior do que o meu estado então decidir sair dali e procurar algum outro lugar para eu distrair a mente, e ficar de boa. Nada melhor do que um clube de striper.
Fui até um clube de striper que um grupo de pessoas fora do bar me indicou. O clube era interessante, nada de diferente dos outros que eu já havia ido. Meninas bonitas, boa bebida, ótimo entretenimento de acordo com o seu bolso, claro. Sentei em um lugar de frente para o local onde as garotas se apresentavam no palco. Muitas garotas bonitas se apresentaram fazendo ótimas performances, mais nenhuma havia sido tão espetacular do que a as gêmeas vestidas de anjo e demônio. Elas levaram todos ao delírio. E eu, a minha alegria era quase que divina.
Mas a coisa mudou de foco quando vi uma mulher linda andando por ali. Parada no bar trajando calça jeans justa escura, corpete escuro e uma jaqueta de couro vermelha. Loira de olhos claros, boca carnuda, rosto de anjo, seios fartos, corpo violão, e uma bunda, que bunda. Mesmo sendo baixinha ela era uma mulher incrivelmente linda.
Ela virou na cadeira que estava e olhou diretamente para mim, como se não houvesse mais ninguém ali. Com um sorriso sacana levantei o copo para ela saudando-a. Em reposta ela levantou o seu e sem nem algum som ela pronuncio “saúde”.
Essa tinha que ser minha essa noite. Era com ela que ficaria de bom humor. Resolvi ir até onde ela estava e tentar, por que para mim a noite é uma criança.
–Ofereço um drink? -perguntei.
–Muito cavalheiro da sua parte mais esse foi o um ultimo. -disse apontando para copo- mais aceito uma companhia para uma conversa. -completou.
–Sou bom em conversas. -disse sorrindo.
–Me chamo Meg. -disse cumprimentando.
Odiei o nome na hora, mais como não existe só uma “Maria” no mundo eu teria que passar por cima dessa besteira.
–Eu sou o Dean.
Música do momento: http://www.youtube.com/watch?v=ODRrCBqYD9A
Entre muita conversa e flertes, eu tive que ir até ao banheiro. Por mais que fosse louco estava bom está ali sentado e conversando. Mas estaria melhor se tivéssemos em outro lugar. Estava lavando minhas mãos quando fui surpreendido por um alguém entrando e trancando a porta do banheiro.
–Errou o banheiro? -perguntei só para tudo não ficar tão óbvio.
–Não sou de fazer isso, mais realmente você mexeu comigo. -disse Meg caminhando até a mim.
–Eu não quero desrespeitá-la.
Disse e era de verdade eu não queria, Meg era uma menina diferente aos meus olhos. Ela me fazia agir que nem quando estava próximo a Jo.
–Entendo você perfeitamente. -se aproximou ficando a minha frente. -Mas garanto que não faremos nada que nenhum queira. -disse com as mãos em peito.
–Com certeza não. -disse sacana, puxando-a para perto de mim e beijando-a de forma delicada.
Meg correspondia o beijo e juntos aprofundamos e junto com ele as caricias ousadas começaram. Senti algo frio nas minhas, identifiquei ser a parede mesmo, eu estava sem minha jaqueta e minha camisa, enquanto isso ela beijava toda parte do meu corpo que estava nu. Suas unhas arranhavam-me e em nada doía, eu só sentia prazer. O roçar proposital de seu corpo no meu fazia com que as coisas ficassem ainda mais quente entre nós.
Coloquei-a sentada na bancada da pia do banheiro, enquanto distribuía beijos por toda extensão de pele sem algum decido. Sua pele parecia veludo, seu gosto era incrível. Porra Meg era gostosa pra caralho. Beijava a pele exposta de seu busto pelo seu decote, enquanto começava a desabotoar so seu corpete e ela tentava se livra de minhas calças. Quando formos interrompidos por ninguém mais e ninguém menos do que o Castiel.
Filho da puta! Isso lá é hora de aparecer!
–Não tive outra escolha Dean e nós precisamos ir. -Castiel respondeu meu pensamento coisa que ele jamais tinha feito. -Sam encontrou uma coisa que pode nos ajudar. Agora é hora de nos juntarmos e criar algo e por em prática.
Castiel nunca foi simpático, mais sua cara estava bem pior do que de todas as outras vezes que nos encontramos. Meio atordoado vesti minhas roupas quando pensei falar algo para Meg Castiel jogou uma bomba.
–E Meg você vem com a gente, precisamos de sangue de um demônio pra poder rastrear o que pode matar o Crowley.
–Eu estava com um demônio. -disse com muita raiva olhando incrédulo para ela.
–E estava adorando tudo. -respondeu sacana se arrumando.
–Odeio demônios. -disse com nojo daquela coisa. -Matou mais alguma inocente para se diverti um pouco?
–Não imbecil eu tomei o meu corpo de volta.
Ela simplesmente respondeu e saiu do banheiro sem falar mais nada, apenas encarou Castiel de forma que não entendi e pelo jeito era para eu jamais entender.
–Vamos. -Castiel já se aproximava de mim.
–Não, nada de viagem de tele-transporte eu estou de carro e vou nele. Daqui a 40min chego na casa velha.
–Tudo bem.
Castiel disse sem expressão alguma só que agora estava pior. Se é que podia isso acontecer. Sair da boate e fui de carro para o hotel fechei a conta peguei minhas coisas e segui rumo à antiga casa abandonada ou a casa velha como eu chamo.
PDV. Meg
Já tínhamos feito a reunião e conseguimos rastrear a arma que podia matar Crowley assim dizia a lenda. Meu sangue rastreou onde ele estaria como a arma também. Castiel tinha saído para ir até onde ela estava e vê o que acontecia por lá junto Sam e Dean. Eu por minha vez fiquei na casa abandonada no quarto mais distante de todos.
Eu já tinha de fato transado com Sam algumas noites atrás, mas o Dean chegou e acabou com o clima completamente. Eu achava o Sam interessante bonito, gostoso assim como Dean, também era. Confesso que sempre tive certa tara por eles, mas nada mais do que algo físico. Hoje mais cedo tinha tido um momento super quente com Dean na boate. Meu verdadeiro corpo que eu consegui de volta, depois de fazer uma coisa boa sem querer nada em troca, era o tipo do Dean, e se era o tipo a coisa toda seria ótima, mais o Castiel apareceu a amando do Sam para nos termos uma reunião e estragou tudo novamente. E mais uma vez minha vontade não passou disso uma simples vontade.
Não consigo esquecer a cara do Castiel quando me viu com o Dean no banheiro. Se fosse só o rosto a parte física isso era nada, mais sentir e praticamente enxergar a sua alma, foi para lá de diferente.
Eu um dia fui um anjo como Castiel, mais eu desejei ficar na terra por inveja, desejo e ambição, os desejos prevaleceram, mais eu não lembrava o que eu era. Obviamente que isso não traria bons resultados como foi o que aconteceu, acabei fazendo um pacto com o Crowley e no fim eu não me tronei uma alma para ele mais sim um demônio que serviu a Lúcifer e serviu a ele. Porém de uns tempos para cá eu só desejo me torna novamente um anjo vivendo aqui na terra. E com esses desejos coisas estranhas estão me acontecendo!
Mas o que eu realmente queria era o Castiel. Não sei que loucura era essa mais eu só conseguia pensar nele. Mesmo estando com Sam ou com Dean e tudo estando ótimo eu só consiguia pensar no Cass e me sentia mal por fazer o que estava fazendo. O que eu sinto por ele não é um lance de demônio corromper um “anjo” mais sim um desejo. Algum tempo atrás ele havia me beijado de forma completamente diferente e eu digo que simplesmente adorei. E que a idéia dele na cama me possuindo jamais saiu da minha cabeça.
Eu definitivamente estava com um anjo e um demônio na minha cabeça. Seria cômico se não fosse trágico.
–Precisamos conversar Meg.
–Droga Castiel que susto.
Castiel apareceu do nada naquele quarto e me assustou tirando-me de meus devaneios.
–Desculpe.
–O que é que você quer?
–O que você e o Dean estavam fazendo na boate?
–Sua inocência é encantadora Cass. -disse sorrindo do seu jeito meio inocente às vezes.
–Meg me responda. -inquiriu muito serio.
–Como eu posso responder de forma clara pra você. -disse debochada.
Castiel me olhava esperando uma resposta e estava com o mesmo semblante que eu vir mais cedo na boate.
–Bem estavamos para fazer o ato da concepção humana. Sabe acoplar, acasalar, transar, sexo me entende?
Não entendo por que eu estava irritada com as perguntas do Castiel.
–Vocês estavam transando?
–Não Castiel eu ainda estava de calças. Para que de fato eu estivesse fazendo sexo eu teria que ta nua ou pelo menos estar de vestido ou saia.
–Você não pode fazer isso. -Castiel se aproximou de mim e falou entre dentes.
–Agora era só o que me faltava um anjo me dizendo quando eu poso ou não fazer sexo.
–Você não pode corromper o Dean a isso.
–Castiel, Dean já é mais do que corrompido. Acho que você está um pouco atrasado na informação.
–Dean e Sam são os escolhidos do meu pai para trazer o fim desse mundo sem sofrimento. São eles que irão trazer um novo mundo, uma nova humanidade. Dean mudou depois que eu novamente o trouxe do purgatório.
–Para melhor na transa? -perguntei querendo irritá-lo.
–Isso eu não sei nunca fiz sexo, muito menos com ele.
–Aviso dado; agora preciso ir. Tenho que buscar um momento de prazer em algum lugar.
–Mais antes tem mais uma coisa.
–O que? -perguntei impaciente.
(Obs: Música do momento. Recomendo escutá-la até terminar de ler o capitulo).
http://www.youtube.com/watch?v=9VAd0vHCPpI
Minhas costas tocaram a parede próxima a mim. Senti suas mãos se emaranhando em meus cabelos, segurando-os de forma firme. Seus lábios tomaram os meus para si de forma quente e doce. Cass passou a ponta da língua pelos meus lábios e os sugou para dentro de sua boca com vontade logo em seguida.
Cass era mais do que excelente em beijar.
Minhas mãos estavam na sua bunda que mesmo por cima do tecido da calaça dava para sentir que era uma bunda. E que bunda viu. Cass pediu passagem com a sua língua, eu consenti de muito bom grado, uma de suas mãos que estava no meu cabelo estava segurando agora fortemente minha cintura juntando inconscientemente nossos corpos. Até que paramos de nos beijar e eu me sentia como se tivesse beijado um anjo.
–Me sentir beijada por um anjo. -disse elogiando-o.
–Me sentir tocado por um demônio.
Pela primeira vez vi Cass sorri e seu sorriso era lindo.
–Bem apropriado. -disse sorrindo.
–A noite termina para por aqui? -Cass perguntou.
–Definitivamente não.
Estava adorando essa nova faceta dele. Eu é que não perderia isso por nada.
Voltei a beijá-lo fazendo-o caminhar para trás para encostar-se em qualquer coisa que desse para sentar que tivesse ali por perto. No meio do caminho tirei o seu casaco comprido. Cass entrou no clima e foi tirando minha jaqueta também. Sentado na cadeira eu sentei em seu colo, beijei-lhe o pescoço e desci pelo caminho por onde eu abria os botões de sua blusa.
–Meg... –Cass disse meu nome arrastado e eu tive certeza que eu realmente sentia algo pelo Cass.
Se alguém me dissesse que isso aconteceria com a gente em algum momento, algum tempo atrás, eu diria para essa pessoa ou o que quer que fosse que ele era louco.
O pensamento era algo para me paralisar, porém as mãos de Cass na minha bunda apertando-a não me permitia fazer tal ato. Era totalmente impossível eu conseguir pensar.
Movi-me para frente e para trás lentamente ainda em seu colo e vestida, suas mãos apertaram mais forte ainda a minha bunda. Seus beijos pelo o meu pescoço me deixaram acessa e eu levei minhas mãos até seu membro rijo sobre a calça. Abri o botão e o zíper e coloquei minha mão por dentro da sua box. Senti seu membro groso de forma normal e grande de forma completamente satisfatória em minhas mãos.
Masturbei-o por mais algum tempo e por fim nos livramos de sua calça juntos. Até que Castiel levantou comigo ainda em seu colo e me levou até a mesa de madeira antiga e pequena que tinha ali, me sentou e tirou muito rapidamente minha calça jeans. Muito atrevida e cheia de tesão levei a mão de Cass até minha buceta coberta pelo tecido da calcinha que estava molhada, tamanho era o meu tesão no momento. Cass fez um carinho tímido na minha buceta, porém minha cara de prazer deve ter o incentivado e ele afastou-a para o lado e penetrou-me com dois dedos.
Surpresa. Eu estava surpresa com toda desenvoltura do Cass.
Como ele poderia ser tão bom nisso se nunca fez nada?
Cass sem nenhum um aviso prévio me preencheu de uma só vez em um movimento preciso e delicioso. Olhei para ele e o mesmo estava com um ar surpreso. Movimentei para cima e para baixo calmamente para ele entender o movimento. Encaixávamo-nos de forma inexplicável, nossos movimentos era em perfeita sincronia. Nenhuma uma palavra era dita, só os nossos gemidos e olhares que trocávamos.
Cass começou aumentar seu ritimo, e eu prendi minhas pernas, envolta de sua cintura. Já tínhamos nos livrado de sua Box. Pude o sentir ele ir fundo e voltar com suas estocadas. Eu me contorcia em cima daquela mesa e me prendia ainda mais a ele.
Não sei onde ele aprendeu. Mais garanto era divino, praticamente um profissional.
Cass beijava meus seios enquanto eu cravava minhas unhas em suas costas, definidas. Entre beijos, chupões, mordidas e investidas, chegamos ao ápice do prazer. Já depois de estarmos um pouco mais recuperados investi nossas posições. Cass sentou na beira da mesa e eu fui provar dele.
Passei algum tempo beijando sua virilha, arranhando meus dentes por ali. Inverti por algum tempo entre beijos suaves e beijos molhados, para então por fim senti-lo em minha boca. Distribui beijos por toda extensão de seu pênis, depois o coloquei em minha boca tudo que podia, certo tempo depois alternei meus movimentos, ora calmo ora rápido, sugava-o, deslizava meus dentes por toda sua extensão até que Cass agarrou meus cabelos e controlou meus movimentos.
Pensando que iria provar de seu gosto Cass retirou seu pênis de minha boca de forma delicada me encarou deu um sorriso de canto safado e disse:
–Agora é minha vez.
Arfei só em pensar em sua língua, deslizado por minha fenda.
Castiel me colocou novamente sentada ali naquela mesa, beijou todo o meu pescoço e desceu até a minha intimidade, como eu fiz com ele. Ele me fez provar do meu veneno, beijando minha virilha e acariciando o meu clitóris que estava inchando com os seus carinhos, sentir sua língua invadindo-me e eu não consegui segurar um gemido sofrido que escapou da minha boca. Muito perto de ter mais um orgasmo Castiel se levantou, me pós de costas para ele e penetrou-me lentamente me levando a loucura, muito próximo de gozarmos mais uma vez, voltamos para cadeira e amamo-nos ali.
Castiel controlava meu ritimo com uma de suas mão na lateral de meu quadril, beijava-me ferzmente e com sua outra mão acariciava meus seios, eu estava indo a loucura; tive uma onda de orgasmos múltiplos mais Cass ainda não havia chegado ao seu ápice, então ele se levantou comigo agarrada a ele e amou-me em pé.
Castiel estava me saindo um amante habilidoso. Amamo-nos mais algumas vezes noite adentro. No chão, em pé na parede, posições diferentes. E dada hora da madrugada me declarei para ele, sabia o que sentia, só não esperava que ele estivesse acordado e fizesse o mesmo comigo.
O que seria do amanhã? Eu não sei, o que me importa é que a noite era nossa “O Anjo e O Demônio”.
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Notas finais
Então comentem, favorite, divulgue enfim.
Não deixe de mostrar o que gostaram na fic!
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