–Podem by Text-Enhance\">começar a luta! – a distante voz de Bixlow disse.

Leonardo não hesitou. Ele nem mesmo olhou para Linnea entes de soltar seu rugido do dragão da luz.

Apesar de o rugido do dragão da luz ser consideravelmente mais fraco que outros rugidos, Leonardo sabia realiza-lo muito bem. Além disso, uma das muitas vantagens em ser um Dragon Slayer da Luz era a possibilidade de mover a cabeça livremente enquanto um rugido era lançado. Ou seja, não importava para onde Linnea fosse correr, o rugido iria a seguir por toda parte.

Não que ela tenha corrido, é claro. Linnea ficou parada, não se moveu nem mesmo um centímetro.

–O que está acontecendo? – Alguém da plateia gritou assustado. – Oh, meu Deus, o que está acontecendo?!

–Cala a boca, Nathan – Hana sussurrou ao lado dele.

Ninguém podia culpar Nathan. Era assustador o que estava acontecendo. O claro poder que emanava de Leonardo era recebido por um tipo de aura negra que exalava do corpo de Linnea.

O fenômeno em si era belo. Dois flashes de luz branca e negra se encontrando no meio da arena, que parecia tão pequena para os dois magos. Porém, se olhada mais de perto, a cena se tornava assustadora.

O cabelo de Linnea levemente flutuava em sua espécie de nuvem escura. Seu rosto, apesar de expressar a clássica expressão calma, remetia a algo sombrio, quase demoníaco. Linnea Bluechard não era nenhuma miss simpatia em seu dia a dia, mas ela definitivamente se transformava no by Text-Enhance\">campo de batalha.

–Dragon Slayer das trevas? – Leonardo chutou, analisando-a de longe.

–Não, – ela negou. – Apenas uma maga da escuridão.

O momento para conversas terminara e os dois se prepararam para seus próximos ataques. Leonardo, dessa vez, optou por um soco do Dragon Slayer da Luz que foi muito bem recebido por Linnea.


**



–Desde quando a Linnea é tão assustadora? – Nathan murmurou para o resto de seu time.



–Eu acho que ela está incrível – Juliiana respondeu.


–É – Misaki concordou. – Ainda bem que estamos no mesmo time.

–Ela cresceu nas ruas – Hana comentou. – Tinha que by Text-Enhance\">aprender um pouco de defesa by Text-Enhance\">pessoal.

Todos olharam incrédulos para ela.

–Você chama isso de “um pouco de defesa pessoal”?


**



Não era sempre que Beatrice Redfox, mais conhecida por Tris, calava a sua boca. Esses momentos eram raros e deveriam ser apreciados.



Até mesmo Dana Scarlet assistia à luta em pé. Ela definitivamente não gostava de Leonardo Eucliffe e também não simpatizava com a novata que estava no campo de batalha. Contudo, até mesmo a filha da poderosa Erza Scarlet tinha que admitir que o que estava acontecendo era algo a ser contemplado.


–Leonardo vai tomar pau de uma garota – Ralf Redfox ria consigo mesmo.

–Cala a boca – Katharina disse de mau humor. Por que Leonardo ainda não ganhara a estúpida luta? Já haviam se passado mais de vinte minutos...


**



–Já está cansada? – Leonardo perguntou, sua respiração pesada.



Linnea deu de ombros. Era verdade que o último ataque do mago a pegara desprevenida, mas ela estava longe de ceder.


Leonardo respirou fundo. Aquela garota realmente sabia como brincar.

–Se eu ganhar essa luta – ele disse, sorrindo -, você vai sair comigo?

A maga das trevas quase engasgou. Talvez fosse isso o que Leonardo queria; tirar a concentração dela.

–Não – foi a simples resposta dela.

Leonardo soltou uma risadinha.

–Está com medo de perder? – Ele sorriu.

A maga franziu as sobrancelhas.

–Não.

–Então não tem problema fazer essa pequena aposta, não é? – Ele continuou com o sorriso intacto.

Talvez não tenha sido mencionado antes, mas Leonardo Eucliffe era de um carisma incomparável.

–Tudo bem – Linnea disse entredentes. – Mas, quando eu ganhar, você vai sair do meu pé?

O Dragon Slayer concordou com seu sorriso impecável no rosto. Agora Linnea não iria perder. Mesmo.

A maga fechou os olhos, pronta para concentrar toda sua energia em seu ataque especial, que ela gostava de chamar de Buraco Negro.

Algumas pessoas na plateia se encolheram. A escuridão estava tomando conta da arena toda. Talvez até mesmo do hotel.

Em seus lugares, Nathan apertou firmemente a mão de Hana contra si enquanto Misaki e Juliiana olhavam a cena, admiradas.

Já na parte da arquibancada reservada ao X-Timeless, Ralf não pôde deixar de soltar um pequeno gemido, que foi levemente abafado por um tapa de Tris.

Dana lutava para tentar esconder um pequeno sorriso, que muitos julgariam ser psicopático. Quem poderia culpa-la? Não era todo dia que uma camada de escuridão tomava conta do ambiente.

Porém, parece que não era só o ambiente que estava sendo tomado pelas trevas. Parecia que o humor das pessoas também. A felicidade. A razão. A esperança. Tudo estava sendo tomado pelo poder de Linnea.

O resultado era óbvio. Linnea ganhara. Era melhor que alguém a parasse antes que –

Tão rápido como um relâmpago, um clarão invadiu a visão das pessoas, forçando Linnea a levar seu braço ao rosto. A maga, assim como todos da plateia, estava momentaneamente cega.

Isso definitivamente não era normal. Ninguém nunca, nunca mesmo, conseguiu ganhar desse ataque de Linnea, mas –

Mas, Leonardo estava em pé, com seu peito estufado, olhando triunfante para ela.

–“A felicidade pode ser encontrada até mesmo nos tempos mais obscuros; só é necessário alguém se lembrar de ascender à luz.” – Leonardo sorriu. – Alvo Dumbledore, Harry Potter. Sempre foi a minha frase preferida, mas nunca tive a chance de usá-la antes.

Merda.

Linnea Bluechard perdera.


**



–Foi bem impressionante – Dana disse, procurando por um cupcake que guardara em sua bolsa.



–Foi nada! – Ralf afirmou irritado. Bem, digamos que a calma não era uma das virtudes dos Redfox. – Foi roubo! Era óbvio que a Linnea ia ganhar! Ela perdeu propositalmente, só para poder ir ao encontro com aquele descarado e vagabundo –


–Ralf! – Tris gritou, socando-o no braço.

O garoto parou de falar e olhou para o que a irmã estava apontando. Os olhos de Katharina Dreyar estavam piscando com mais frequência do que era realmente necessário, e isso não estava relacionado com a cegueira de mais cedo.

–Parabéns, retardado – Dana murmurou sarcasticamente.


**



O primeiro dia de combate terminara. Agora, os membros da Fairy Tail estavam livres para fazerem o que bem entendessem.



–Onde vocês querem ir? – Misaki perguntou aos seus amigos. – Ainda temos algumas horas antes do toque de recolher.


Juliiana deu de ombros.

–Hana e eu vamos à praia – Nathan disse, segurando a mão da garota de cabelos rosa.

–Eu adoraria ir à praia – Misaki disse animada. – Nós podemos –

–Misaki, pelo amor dos deuses, — Juliiana interrompeu a irmã. – Você não reparou que eles vão s-o-z-i-n-h-o-s?!

O rosto de Hana ficara mais vermelho do que nunca.

–Ahn – Misaki disse com um sorrisinho nos lábios. – Às vezes eu me esqueço de que eles se gossssssstam.


**



–E aí, meu garoto? – Guga disse, batendo na mão do amigo. – Ganhou essa luta e pegou a gatinha, heim?



Leonardo suspirou.


–É o que parece – ele respondeu.

–Mas, – Victor tinha que dizer. Ele realmente tinha que dizer e estragar tudo. – E a Katharina? Vocês não estavam juntos mais cedo?

Guga bufou.

–Ai, maninho – Guga passou um braço pelos ombros do irmão. – Você ainda tem tanto a aprender.

Victor pegou levemente a mão de Guga e o afastou.

–Tenho certeza que sim – ele disse. – Mas, eu tenho que fazer uma coisa, está bem? Depois nós conversamos.

Leonardo olhou curioso para Guga quando Victor saiu apressadamente do campo de visão deles.

–Acho que ele só foi devolver um livro estúpido na biblioteca – Guga deu de ombros.


**



–Você está ansiosa para lutar, Ju-chan? – Misaki perguntou à irmã.



Como Linnea ainda estava se recuperando de sua luta, e Hana e Nathan deixaram claro que não queriam a companhia de ninguém, as irmãs Fullbuster se encontravam sozinhas no hotel.


–Claro – Juliiana disse. – E você?

–Acho que sim – Misaki respondeu. – É só que, tudo isso parece –

A garota não continuou.

–Muita pressão? – Juliiana tentou ajuda-la.

–É – ela concordou, enrolando uma mecha de seu longo cabelo azul com o dedo.

Elas estavam caminhando em direção à sorveteria. Afinal, o que havia para se fazer na praia além de tomar sorvete?

–Sinto muito – Misaki murmurou quando esbarrou em um garoto.

–Sem problemas – ele sorriu.

Espera.

Misaki congelou. Essa voz. Esse cabelo. Esses olhos –

–Lyon? – ela praticamente gritou.

Lyon Vastia era um velho amigo de seu pai, Gray. É possível dizer que há algum tempo, como três anos atrás, Misaki começou a ter uma leve quedinha pelo garoto. Ou, nos olhos de Juliiana, Misaki se tornou obcecada por ele.

Entretanto, havia algo errado. O cabelo era o mesmo. Os olhos também. A voz, o corpo – era tudo igual, porém diferente.

–Lyon! – Misaki repetiu. – Você entrou em uma máquina do tempo e saiu mais novo?

Juliiana deu um soco na irmã.

–Cala a boca, Misaki – ela gemeu. – Esse deve ser o Haru, o filho dele.

Ah, Juliiana e sua sabedoria.

Apesar de Gray e Lyon serem amigos, eles praticamente nunca se visitavam. Portanto, Juliiana e Misaki nunca tiveram a oportunidade de conhecer a família do mago do gelo.

Haru sorriu.

–Sou eu mesmo, — ele disse. – Mas, meus amigos me chamam de Mike.

A incredulidade tomou a expressão das irmãs.

–Mike? – Juliiana perguntou boquiaberta. – Haru não tem absolutamente nada a ver com Mike.

O garoto deu de ombros.

–Eu conheço vocês? – Ele perguntou arqueando as sobrancelhas.

Misaki corou quando o garoto olhou em seus olhos. O coração dela estava palpitando fortemente contra o seu peito e sinos de igreja tocavam em sua mente.

Ela e o mini-Lyon-versão-melhorada iriam se casar.


**



–Três Martines, por favor – Katharina disse ao garçom que rapidamente anotou o pedido e se afastou.



–Ei, vocês se esqueceram de mim – Ralf reclamou.


–Você é menor de idade, se esqueceu? – Tris o olhou pelo canto do olho.

–Quem disse que eu pedi para vocês? – Katharina murmurou.

Todos olharam para ela. A maga do gelo até mesmo ganhou uma das terríveis encaradas de Dana Scarlet; o que certamente não foi divertido.

–Você vai tomar três Martines sozinha? – Dana perguntou incrédula. Normalmente Katharina mal conseguia terminar o primeiro.

–Ei, Kath – Tris disse em um dos poucos momentos que demonstrava delicadeza. – Leonardo é um cretino, imbecil, vagabundo, relaxado, idiota e tolo. Não fique assim por ele.

Bem, talvez a delicadeza ainda estivesse deixando a desejar.

–Lute por ele – Dana disse, encorajando-a.

Katharina bufou.

–E eu já não lutei? – Ela apoiou o rosto na mão.

–Lute mais! – Dana continuou, sua voz tão brava quanto a da mãe. – Continue lutando! Lute mais bravamente! Nunca pare de lutar! Lute! Lute! Lute!

–Dana! – Ralf gritou. – Por favor, nós estamos em um restaurante.

Ah... Dana mal percebera que se reequipara em sua armadura e estava apontando sua espada para um garçom de passagem.

–Desculpe – ela disse em um tom meigo ao homem. – Você pode me trazer um cupcake, por favor?

O garçom assentiu rapidamente e saiu a passos largos para a cozinha.

–Você traumatizou o pobre coitado – Tris suspirou, tentando dar uma lição de vida a amiga. – Você tem que aprender a se controlar, Dana.

–Tris? – Alguém a chamou e tocou em seu ombro.

–NUNCA TOQUE EM MIM, SEU SER DESPREZÍVEL! – Tris gritou, e se virou rapidamente.

–Haaai – Victor Albertino disse apavorado.

–Como é que é, Tris? – Dana sorriu. – Sou eu que tenho problemas em me controlar?

Ralf revirou os olhos. Seu grupo definitivamente era o mais estranho possível.


**



–Nós vamos nos casar – Misaki cantarolou, agarrada ao braço da irmã.



–Não vamos coisa nenhuma – ela reclamou.


Misaki pisou no pé dela.

–Não eu e você – ela continuou. – Eu e Mike-sama.

Juliiana parou abruptamente.

–Como assim, Misaki?

–É isso mesmo – ela continuou a dizer, com o cabelo azul voando atrás dela. – Eu e Mike-sama, juntos para sempre. Vamos ter filhinhos, mini-Mikes e vamos renovar nossa lua de mel todo ano! Também iremos – AI!

Misaki poderia ter continuado seu discurso por toda a noite, mas foi rudemente interrompida pelo tapa que Jiliiana lhe dera.

–Ju-chan! – Ela choramingou. – Por que fez isso?

–Porque o Mike é meu! – Juliiana gritou com o rosto avermelhado.

Misaki ficou sem palavras. O que? Como?

–SUA VACA! – Ela gritou antes de puxar uma mecha do cabelo roxo da irmã.


**



–O que você quer, baixinho? – Tris perguntou a Victor.



Ele arqueou uma sobrancelha.


–Tris, – ele disse lentamente – sou uns vinte centímetros mais alto que você.

Tris semicerrou os olhos.

–Você está querendo bancar o espertinho, é?

Victor Albertino engoliu em seco.

–Não, – ele sussurrou. – É claro que não.

–Então, o que você quer?

Ele respirou fundo. Victor era um dragon slayer do vento, caramba, por que ele não conseguia convidar uma garota para sair?

Lógico, Tris sabia ser bem intimidadora quando queria.

–Tris – ele respirou fundo, — vocêquersaircomigo?


**



–Katharina – Nathan disse, sentando-se ao lado dela no bar. – Posso falar com você um momentinho?



–Por acaso – a morena disse sem olhar para ele -, eu te conheço?


Nathan mordeu o lábio inferior. Talvez essa garota fosse tão difícil quanto Juliiana dizia que ela era.

–Nathan – ele se apresentou. – Nathan Prior.

Katharina suspirou.

–Desculpe, eu não te conheço.

Nathan levou sua mão a testa, pensando na melhor maneira de continuar.

–Eu sou um novato – ele continuou. – Um novato fedorento?

Finalmente a garota olhou para ele.

–Ah – ela disse e voltou a se concentrar em seu Martini.

–Hum, — Nathan disse, tentando recuperar a atenção da garota – então –

–Se você quer esterco, os estábulos ficam para o outro lado – Katharina disse.

Nathan pausou, tentando entender a lógica no que ela dissera.

–Por que eu iria querer esterco? – Ele não pôde deixar de perguntar.

Katharina sorriu, achando graça na piada que só ela entendia.

–Pensei que novatos fedorentos gostassem de coisas fedorentas – ela disse.

Nathan sorriu também, não porque achara graça da piada, mas para tentar quebrar o clima.

–Sabe, eu não sou fedorento – ele disse. – Tomo banho todos os dias.

Katharina arqueou a sobrancelha.

–Então, por que você se apresentaria como fedorento? – Ela perguntou, olhando intensamente para ele.

Inconscientemente, a boca de Nathan suavemente se abriu.

–Foi você que me chamou de fedorento mais cedo – ele disse vagarosamente.

Katharina fez uma falsa expressão de incredulidade.

–Eu? – Ela disse inocentemente. – Por que eu chamaria alguém que mal conheço de fedorento?

Ahn... O que estava acontecendo?

–Escuta, — Nathan decidiu ir direto ao assunto. – Eu preciso muito da sua ajuda. Eu soube que você sabe onde Gildarts Clive está.

Katharina parou de brincar com o pequeno guarda chuva cor de rosa em seu copo e, dessa vez, olhou realmente para Nathan.

–Quem te disse isso? – ela perguntou séria.

–É... – Nathan disse, pensando se deveria dizer a verdade ou não. – Jo.

Dizem que a verdade é sempre o melhor caminho, não é?

–Ah – Katharina assentiu. – Você sabe onde ela está? Não a vi desde a luta mais cedo.

Nathan balançou a cabeça negativamente e apoiou o cotovelo no balcão, inclinando-se suavemente na direção da garota.

–Você pode, por favor, me dizer onde ele está? – Ele pediu.

Katharina suspirou. Ela não deveria saber disso, seu pai mal sabia que ela sabia. Porém, era tão fácil saber os segredos de Laxus – pelo menos para ela, que o conhecia melhor do que ninguém.

Entretanto, por que ela deveria contar a esse garoto? O que ela ganharia –

Os olhos de Katharina se arregalaram, deixando-a com uma aparência incrivelmente assustadora. Como um avestruz prestes a defender seus filhotes.

Ela levou as duas mãos à gola da camisa de Nathan e o apertou firmemente.

–Você vai me ajudar a conquistar o Leonardo Eucliffe – ela disse de vagar. – Depois conversamos sobre Gildarts.


**



Bixlow suspirou cansado.



Se não bastasse a inútil tarefa de ficar assistindo a lutas de crianças (bem, apesar de ele não admitir, as lutas eram realmente interessantes), ele ainda tinha que separar duas garotinhas loucas de sua guilda, que travavam um bravo duelo de puxões de cabelo, no caminho para seu quarto.


Ele grunhiu quando se lembrou da cena deplorável.

Pelo menos agora, Bixlow e seus bebês estavam livres para relaxar.

Instintivamente, o mago jogou sua língua para fora, cansado. Ele abriu a porta do quarto, pronto pata se atirar na cama, quando seu queixo caiu.

Havia uma garota – deuses, que garota! – enrolada em uma simples toalha e deitada na cama que ele deveria estar deitado.

–Espero que não se importe, – Yoga disse com um olhar indiferente – eu usei seu chuveiro.

O grito de Bixlow, que foi logo acompanhado por seus bebês, ecoou por todo hotel.


Notas finais
Ai, gente, é isso. Eu estava inspirada hoje, foi o melhor dia da minha vida *suspira*, então resolvi escrever o capítulo novo.
Espero que tenham gostado. Na minha opinião, tivemos fortes emoções hoje, não?
Obrigada a todos vocês que deixam reviews! Peguem seus cupcakes virtuais na caixinha de comentários aí embaixo ;*
Beijos;
Wine ;*
PS Os cupcakes foram feitos pela linda Dana Scarlet ;*
PS² Eu e meu amigo queríamos participar de um rpg de Fairy Tail, alguém conhece algum?