Suicidal Love
11 Eu deveria te odiar
Notas iniciais
POV Amber Clark
Estava deitava na cama tentando pegar no sono, já que era tarde e não se ouvia barulho nenhum naquela casa. Cansada de tanto tentar dormir, decidir e até a cozinha tomar um copo de leite. Quem sabe o sono vinha. Levantei da cama, calcei os chinelos e desci, com a roupa de dormi. Talvez não houvesse ninguém lá em baixo e ninguém iria me vê com aquela roupa mesmo. E eu havia acertado nenhuma alma viva naquele lugar, era até estranho. Dirigi-me até a cozinha, abrir a geladeira e me curvei para olhar o que tinha dentro, olhei por todos os lugares até achar o leite, assim que me levantei e fechei a porta da geladeira meu coração gelou, eu quis gritar mais a voz não saiu. Ainda bem, senão teria acordado todos naquela casa.
— O que faz acordada uma hora dessas e vestida assim aqui embaixo? – Disse o Justin seco.
Ele estava extremamente gostoso, estava apenas com uma calça moletom, deixando seu abdômen bem trabalhado de fora e aquela tatuagens que o deixa muito sexy, sem contar com aquele cabelo bagunçado que só dava ênfase no quão sexy e gostoso ele estava.
— Eu... Eu estava sem sono e vim pegar um copo de leite.
— Amber — Ele disse se aproximando de mim, seus olhos estavam negros, e um arrepio me correu as espinhas – Você é minha, só que posso lhe ver assim.
Justin juntou nossos corpos me prensando entre a geladeira e ele, suas mãos foram ate meu cabelo e afundou lá. Ele começou a distribuir beijos pelo meu pescoço e eu me arrepiava, coloquei o leite em algum lugar, que no momento não fiz questão de olhar e alisei aquela suas costas largas. O Justin tomou meus lábios em um beijo cheio de desejos, sua língua percorreu toda extensão da minha boca até encontrar a minha, nossas línguas travavam uma guerra. As mãos de Justin passeavam por todo meu corpo que a essa altura já estava quente e implorando por ele. Suas mãos foram até meus seios cobertos pela blusa e apertaram me fazendo arfar. Eu já estava ficando louca com os seus toques e a única coisa que a minha mente conseguia processar era o mesmo desejo do meu corpo, eu queria o Justin dentro de mim. Suas mãos foram ate a minha bunda deixando um leve apertão ali, e logo ele deu impulso para que eu subisse em seu colo. Assim o fiz, nossas intimidades se chocaram nos fazendo gemer, minha blusa foi arrancada numa velocidade incrível e em seguida o meu sutiã. Sem perder tempo o Justin levou sua boca para o meu colo descoberto e ali se deliciou, ele chupava meus peitos e o mordiscava me fazendo soltar gemidos, hora de dor, hora de prazer. Aquilo era muito bom, remexi no colo de Justin chocando a nossa intimidade outra vez, fazendo com aquela uma eletricidade percorresse meu corpo, repeti aquele ato, varias e varias vez ate o Justin se movimentar e me colocar sentada na mesa.
— Calma Amber, vamos chegar lá— Ele falou com a voz mais rouca que o normal e em seguida mordeu o lóbulo da minha orelha.
Eu queria tanto o Justin dentro de mim, será que era pedir demais? O Justin me deitou na mesa e arrancou meu short junto com a minha calcinha. Ele abriu as minhas pernas e pousou seu olhar ali, eu senti vergonha e fechei meus olhos. Senti o dedo de Justin estimular meu clitóris, o que me fez remexer o quadril, ele soltou uma risada rouca e tirou o dedo dali, quando eu ia resmungar ele me penetrou com um dedo e logo após com o outro fazendo com que eu arqueasse o quadril, e ele ficou ali me estimulando. Eu gemia o seu nome e ele ia mais rápido.
— Isso Amber, gemi pra mim.
Senti uns beijos sendo depositado na minha virilha, eu não acredito que o Justin vai... E ele o fez, o Justin começou a me chupar, aquilo era uma sensação maravilhosa, eu rebolava vez ou outra na boca de Justin. Senti todo meu corpo pulsar e sabia que eu ia chegar ao meu ápice.
— Justin eu vou...— Eu disse e senti ele aumentar os movimentos.
— Goza pra mim Amber – E eu o fiz, me derramei na boca de Justin que sugou tudo.
Tombei a cabeça para traz na tentativa de normalizar a minha respiração, mas o Justin me penetrou sem aviso prévio, ele dava entocadas fundas e violentas, eu sentia dor, mas o prazer era maior que tudo, então eu pedia por mais, eu queria que aquela sensação se intensificasse, e o Justin o fazia.
Ele me pôs de pé e me jogou contra a mesa, senti um tapa em minha bunda, e depois outro.
— Agora eu vou te comer assim, sim Amber?
Eu não conseguia dizer muita coisa, qualquer frase que eu formulasse a dizer da minha boca só saia gemidos. O Justin segurou a minha cintura com uma das mãos. Senti seu pênis pincelar a minha entrada, eu queria que ele metesse logo, e ele ficou naquela. Eu resmunguei e ouvi um riso baixo, que foi mais para gemido.
— Você quer eu dentro de você? – Perguntou Justin com a malicia na voz
Eu apenas balbuciei que sim.
— Então vai ter que implorar Amber — Eu estava queimando em ódio e em prazer, ele precisava mesmo fazer isso comigo?
— Hmm... Ô Justin, eu quero você dentro de mim... – Mas nada veio. – Por favor.
— Como é? — "Que palhaçada é esse, agora ficou surdo" foi o que eu tive vontade de dizer
— Mete logo porra!— Eu já estava ficando nervosa, eu estava odiando aquela tortura, eu queria que o Justin me fodesse logo.
E ele o fez, o Justin dava as suas investidas o que me fazia delirar de tanto prazer. Ele sussurrava palavras sujas em meu ouvidos o que estava me fazendo delirar, era bom ser xingada, às vezes e no momento certo. Logo senti meu corpo pulsar e a minha intimidade mastigar o pau de Justin, após algumas entocadas, eu senti o liquido do Justin me preencher e ele cair sobre mim, depositando alguns beijos em meu pescoço.
— Você é tão gostosa Amber, tão apertada.
Ele saiu de dentro de mim e eu me levantei, catei as minhas roupas e a vesti. O Justin fez o mesmo. Quando ia saindo da cozinha ele me puxou para um beijo e me abraçou por trás.
— A minha cama, tão grande para uma pessoa só. Você poderia dividi-la comigo não acha? – Eu ri boba com o convite do Justin e então eu virei de frente e beijei. O Justin tirava proveito o máximo de cada beijo que dávamos, suas mão perigosas trilhavam cada canto do meu corpo. E eu adorava isso. Por um momento achei que iríamos transar novamente. Mas o Justin apenas partiu o beijo e fomos para o quarto.
Eu me deitei e fiquei olhando para o teto, pensando em tudo o que estava me acontecendo, e o quão doentio aquilo me parecia ser, essa palavra — doentio — não sai da minha boca, mas era a unica coisa que resumia tamanha insanidade minha. Eu devia odiá-lo, devia desejar a sua morte, mas eu olhava para o Justin e só queria tê-lo para mim, só conseguia desejá-lo. Senti seu olhar pousado sobre mim, então me virei e olhei.
— Está pensando em que? – Disse curioso.
— Em nada – sorri, mas o Justin queria uma resposta, o seu olhar mudou de curioso para autoritário.
— Fala Amber! – Disse ríspido.
— É só que... Isso, entre eu e você é doentio da minha parte, eu deveria te odiar.
— E não me odeia? – Eu apenas balancei a cabeça que não e Justin sorriu – Então...
— Então o que? – Eu havia entendido, mas preferi me fazer de burra.
— O que você sente por mim? – Seu olhar transbordava curiosidade.
Que porra era aquela, para que merda ela queria saber o que eu sentia por ele, do que iria adiantar eu senti algo ou não, assim que Justin cheirasse algumas cocaína, ou injetasse alguma heroína no sangue, nem ia lembrar-se daquela palhaçada todo. Ou assim que ele arranjasse uma vadia para ele comer.
— Não sei Justin, não sei — Disse agitada, eu estava extremamente confusa com toda aquela situação e o Justin querendo saber o que eu sentia de certa forma me deixava com raiva, aqui não importava, hm?
Ele me abraçou e dormimos assim.
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