Suicidal Love

17 A culpa é sua


Notas iniciais
Olá meu amores, eu disse que não iria demorar a postar!? Pois é, por isso estou aqui para deixar mais um capítulo para vocês, espero que gostem.

POV Justin Bieber

Estava deitado em minha cama olhando para o nada quando ouvi a porta abrir, levantei a cabeça para vê quem era, era a Pattie. Ela trazia alguma coisa em suas mãos, sem dá muita importância eu voltei a fazer o que eu estava fazendo, nada.

— Filho! – Senti o colchão afundar ao meu lado direito, virei para olhá-la

— Pode falar!

— Eu trouxe alguns analgésicos para você – Sentei para que pudesse tomar aqueles negócios, um gemido involuntário saiu da minha boca, de fato eu estava precisando, o meu corpo estava completamente dolorido. O Jeremy com certeza queria ter me matado aquela manhã.

— Obrigada – Aquela palavra saiu da minha boca com tanta dificuldade.

— Quer me contar o que aconteceu? – Apenas neguei com a cabeça, eu não queria dizer a ela que apenas disse algumas verdades na cara do Jeremy, e que agora eu só conseguia odiá-lo e sim, a morte dele cairia bem agora.

Eu não sei quando foi que eu comecei a odiá-lo, mas sei que hoje isso estava se intensificando dentro de mim. Eu estava com muita raiva e a fim de me vingar de colocar tudo a perder nessa merda, mas eu sabia que se o Jeremy caísse eu cairia e por mais que eu não quisesse ficar em baixo das suas asas eu era obrigado e talvez fosse isso que fizesse com que eu o odiasse tanto.

Ela ficou ali em silêncio, a Pattie me conhecia muito bem e sabia que quando eu não queria conversa, de fato eu não iria conversar. Eu não sei por quanto tempo ficamos assim, um ao lado do outro sem dizer uma palavra, incomodado com aquela situação revolvi levantar e tomar um banho, meu corpo estava tenso e dolorido. Quem sabe uma água gelada não me fizesse sentir melhor.

Levantei-me da cama tentando ignorar cada dor que eu sentia ao movimentar cada músculo do meu corpo, mas era invalido. Por mais que eu fingisse que essa dor não estivesse ali, ela estava, e tentando abafar alguns gemidos fui caminhando assim até a porta do banheiro, até que algo me surpreendesse.

— O Jeremy não tinha o direito de fazer isso com você. Você já é adulto suficiente para saber o que fazer da sua vida. Justin, eu sei que você não queria falar comigo, mas o Jeremy me contou tudo. E eu nunca pensei que fosse dizer isso, mas eu sinto muita raiva dele. Ele queria matar meu filho, meu único filho – Ela expressava raiva em sua voz e disse tudo aquilo em meio a soluços e com a voz embargada, sim a minha mãe estava chorando.

Vocês devem está se perguntando, e o Jaxon? Eu sou o único filho da Pattie, o Jaxon foi um caso com uma vagabunda que o meu pai teve, a Pattie era uma mulher incrível, conseguiu perdoar muita coisa do Jeremy.

Eu refiz o caminho que havia feito antes e fui até ela, abraçando-a. Ela chorava em meu ombro e isso estava me matando, ela era a mulher da minha vida e vê-la nesse estado estava me matando por dentro. Um nó se formou em minha garganta e uma sensação estranha tomou conta de mim, era como se eu fosse chorar também, mas não me permitiria fazer isso, então não o fiz. Ela me apertou mais em seu abraço e eu gemi alto de dor.

— Desculpa meu filho – Ela disse me afastando do abraço – Olhar para você assim me faz sentir um aperto no peito. Eu queria que ele tivesse feito isso comigo, eu não admito que ele tenha feito isso com você. O Jeremy sempre foi impulsivo, nunca pensou em seus atos, mas imaginar que ele tenha feito isso com você, que talvez você não pudesse está aqui, me deixa angustiada.

— Tudo bem, eu estou aqui não estou – Eu olhava em seus olhos tentando reconfortá-la. Era pra ser ao contrario, ela deveria está fazendo com que todo aquele ódio que eu sentia pelo Jeremy passasse, mas vê-la assim e saber que o motivo era ele, me fazia sentir um ódio que não cabia dentro de mim.

Acordei no dia seguinte com a dor ainda meu corpo, não era como antes. Doía, mas era algo que eu podia suportar. Um estalo deu em minha mente e eu pensei na Amber, onde ela estava e o que o Jeremy seria capaz de fazer com ela, por um momento eu havia esquecido. Estava concentrado demais em todo ódio que eu sentia pelo Jeremy. Sem ao menos trocar de roupa ou fazer outra coisa, sai do meu quarto apressadamente indo em direção ao quarto da Amber, assim que abri a porta e a vi deitada meu coração deu um solavanco e uma sensação leve tomou conta do meu corpo. — Por um momento pensei que estivesse morta – E agradeci mentalmente por ela está ali, dormindo tranquilamente.

Em passos lentos e apertados me aproximei da cama e deitei ao seu lado, ao senti o colchão afundar ela resmungou alguma coisa que eu não consegui entender e seus braços foram de encontro ao meu corpo. Ela deitou a cabeça em meu peito e uma de suas pernas foram para cima das minhas, ela sabia que eu estava ali, e da forma que ela me apertava era como se ela não quisesse me deixar nunca. Um sorriso involuntário brotou de meus lábios.

Amber, o que você está fazendo comigo?— Sussurrei aquela frase e por um momento fiquei na expectativa de que alguma resposta viesse, mas não veio.

Depois de alguns longos e inacabáveis minutos vi a Amber se movimentar e logo depois se afastar de mim, uma sensação estranho percorreu meu corpo, eu estava sentindo falta dos seus braços em volta de mim.

— Justin! – Em seu olhar havia uma mistura de surpresa e medo.

— Sim?

— Você está... – Ela procurava as respostas certas para dizer.

— Horrível – Completei a frase e ela sorriu como se realmente fosse aquilo que ela quisesse dizer.

— Acho que não é bem essa palavra, mas – Novamente aquela expressão de “eu não sei o que dizer” – Seu pai fez um estrago – Eu não sei por que, mas aquela ultima frase fez que uma eletricidade percorresse minha espinha. Revirei os olhos impaciente e ruborizei de tanta raiva. – Desculpa Justin, eu... Eu

— Isso foi por você Amber, se eu estou assim à culpa é sua.

— Justin! – Ela me repreendeu e a raiva continuava a me consumir.

Eu não me entendia de fato, eu estava com raiva da Amber, mas por quê? Ela não me havia feito nada, só disse a verdade do que havia acontecido o Jeremy realmente havia feito o maior estrago e isso estava totalmente claro em um roxo no meu olhou o no corte no canto da minha boca e em minha testa ou até mesmo na minha sobrancelha. Essa não era a melhor visão que alguém poderia ter do Justin. Eu respirei fundo me praguejando mentalmente por está sentindo essa raiva da Amber, que talvez não fosse dela e sim da situação em qual me encontrava, e talvez, eu estou descontando tudo nela.

— Desculpa – Eu disse como uma criança emburrada e me praguejei por isso. Depois que a Amber cruzou meu caminho eu pedi todas as desculpas que nunca havia pedido em minha vida.

— Tudo bem – Ela disse seca e soube que não estava muito bem, mas eu não estava a fim de adular, e também não fazia meu tipo implorar algo a alguém, quer, quer, se não quer, sinto muito. Nada posso fazer, então ficamos naquele clima tenso por não sei mais quanto tempo até eu me cansar e sai daquele quarto descontando todas as minhas frustrações na porta quando a fechei.

Notas finais
Ai gente ♥ diz aí, este capítulo foi meio que fofo, sim ou claro? hahah' mesmo o Justin sendo bruto quase sempre kkkk, mas ele foi fofo do jeito dele, ya? kkkk então, por hoje é só um beijo e até o próximo capítulo. ^^ P.S.: Não tive tempo de revisar este capitulo, então me desculpem se houver algum erro ortográfico.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.