Sua Garota

6 Cinco - Coração de pedra!


Notas iniciais
Oi pessoinhas! "Um século para postar, Geek!" Eu sei galerinha. Não precisa me mandar para os Jogos Vorazes! Por favor não! É que eu e o relógio somos opostos, e eu nem sempre cumpro os prazos dados. Ok! A quem estou querendo enganar? Eu NUNCA cumpro prazos, mas eu vou começar a me organizar para postar o capítulo da minha querida fic. Espero que gostem e comentem, ok? Nos vemos lá em baixo!

– Fel... — escuto uma voz feminina me chamar me balançando de um lado para o outro. — Fel...

Fico ainda deitada de olhos fechados me negando a levantar. Tive uma péssima noite, já que estava fazendo papel de refém para o Conde Vertigo, e depois, me senti culpada por fazer Oliver quebrar sua promessa a Thomas.

– Felicity! — fala a mesma voz mais alto. — Felicity Megan Smoak! — grita a voz, e eu sinto uma pancada com algo fofo.

Levanto olhando Cailtlin segurando o travesseiro olhando irritada para mim. Olho para o relógio do meu lado, e vejo que são perto do meio dia, e Caitlin usa sua roupa formal de trabalho.

– Pensei que fossemos amigas! — fala ela se sentando na cama do meu lado.

Luto contra a claridade no meu olho, e vejo Caitlin fazer biquinho para mim. Do que ela estava falando mesmo?

– Caitlin... — resmungo deitando na cama e cobrindo meu rosto com o edredom.

– Você foi sequestrada, feita de refém, presenciou um tiroteio, e foi salva pelo Capuz... — diz ela contando nos dedos. — E não teve coragem de me acordar para dizer nada?! — ela estava irritada. Bem irritada!

– O nome dele é Arqueiro! — é a única coisa que consigo dizer enquanto tiro o pano da cara para encará-la.

– Prestou atenção no que eu disse? — pergunta ela mais irritada ainda. — Chego no trabalho, e Cisco me avisa que minha colega de apartamento quase foi morta por um cara maluco que se chama de Conde Vertigo.

Esperaí!

– Quem é Cisco? — digo a fazendo levantar irada.

– VOCÊ É IMPOSSÍVEL! — grita ela saindo do quarto.

Olho mais uma vez para o relógio, e percebo que já passa da hora de levantar. Tomo um banho e escovo os dentes rapidamente. Depois, visto uma calça folgada junto com um blusão, e saio do meu quarto encontrando Caitlin na cozinha preparando café.

– Argh! — falo sentindo o cheiro, e sento no sofá.

– O que aconteceu? — pergunta Caitlin percebendo minha cara de desgosto com relação ao café. — Isso é café!

– Nada! — digo sem pensar. — Só não quero tomar café.

Caitlin coloca uma de suas mãos na boca, e abafa um gritinho que nem mesmo eu sei por que é.

– Ai! — reclamo enquanto ela praticamente sapateia no sofá. — O que foi?

– Você está afim de alguém! — diz ela nem tentando conter a felicidade.

Ok! Quando foi mesmo que eu deixei perceber que estou gostando de alguém? Eu nunca fui dessas de ficar sem comer e sem beber nada por causa de um cara. Nunquinha mesmo!

A quem eu estou enganando? Estou gostando de OLIVER QUEEN!

– Não estou não! — digo olhando uma revista em cima da mesa. Assim que a pego... Ela é simplesmente arrancada de mim.

A Caitlin era louca! Não do tipo louca associada a manicômio, mas aquela louca que insiste em algo que eu não quero comentar.

– Quem é? — pergunta ela animada demais pro meu gosto.

– Ninguém! — falo revirando os olhos.

– Ele sabe que você gosta dele? — pergunta ela pulando no sofá mediante a tanta alegria.

– Não! — digo desinteressada. Esperai... — Não sabe por que eu não estou afim de ninguém! — me corrijo logo.

Que droga! Caitlin tinha dessa de me confundir para conseguir informações. E de alguma forma, aquilo iria me deixar em uma encrenca com algo mais sério do tipo: Oliver de Arqueiro.

– Me fala, Fel. — diz ela sentando agora finalmente direito no sofá.

Finalmente, escuto o barulho de alguém bater na porta, e eu corro para abri-la sem nem pensar direito. Depois de quase pular por cima de Caitlin, encontro um sorriso de galã do outro lado da porta.

Ai droga! Merda!

– Oi Felicity. — diz Oliver me fazendo corar instantâneamente por escutar uma risada de Caitlin. Forço um sorriso por um instante até que Caitlin resolve intervir.

– Oi. — diz ela estendendo a mão para Oliver que sorri simpaticamente. — Sou Caitlin. Amiga da Fel. — Ela me olha na porta, e me lança um sorriso malicioso. — Tenho que ir. Estou completamente atrasada!

Olho para Oliver, que se despede dela, e reviro os olhos.

ESPERA! Eu estava com ciúmes?

Oliver me olha interrogativamente enquanto olha o apartamento em que eu morava com minha "amiga". Eu teria que analisar minhas opções de amizade.

– Anda escondendo muitas coisa de mim, Felicity. — diz ele entrando no apartamento em que eu morava.

Olho para minha roupa, e me imagino com uma maria chiquinha e lambendo um pirulito gigante. Ai droga! Tipo de coisa que eu pensaria. O cara fica rondando minha casa, e eu fico pensando em Chaves.

Eu só estava de pijama!

Esperai! O que ele disse?

– O quê? — falo saindo totalmente dos meus pensamentos, e o olhar rondando minha casa. Minha e de Caitlin.

– Se mudou Felicity. — diz ele irritado. — Como eu posso protegê-la se não sei nem onde você mora?

– É por isso, Oliver. — digo enfatizando com as mãos. — Sempre que você me salva, tem que se machucar, ou quase morrer, ou quebrar promessas para amigos mortos. Não quero que me salve! — digo cruzando os braços.

De repente, ele me fita com um olhar frio e sombrio. Eu tinha tocado em algo que não dizia respeito a mim, e isso me fez sentir pior ainda. Eu era quase a vilã!

Boca grande!

– Eu preciso salvá-la, Felicity! — diz ele segurando meus braços. — Não posso perder mais ninguém!

O olho assustada por ser sincero comigo. Aquilo não era normal de Oliver, então percebo o quão importante era aquilo para ele.

Não que ele já tenha mentido para mim. Talvez ele escondesse coisas de mim, tipo a ilha, mas mentir nunca.

– Eu... — digo tentando bolar algo na minha cabeça. Mas acho que a falta de café estava mexendo comigo. — Sinto muito!

Estávamos bem próximos. Próximos o bastante para me deixar sem ar a ponto de que quando seu celular tocou, quase caio com insuficiência respiratória. O observo falar ao celular por um instante, enquanto tento suprir meu corpo com ar.

Depois de quase um minuto que para mim pareceu um século, Oliver me fita com olhar preocupado, e eu suspiro imaginando outro psicopata rondando por ai com uma seringa de dois recipientes.

– Diggle quer falar comigo. — diz ele passando as mãos pelo cabelo. O olho por um instante até que sua pergunta me pega de surpresa. — Quer ir almoçar comigo e Diggle?

Fico um pouco tensa. Tudo bem que eu estava acostumada a almoçar com eles quase todo dia, mas aquele assunto provavelmente era sério demais para ter minha presença ali.

– Claro! — digo ainda tentando assimilar a situação. Eu e Oliver éramos próximos, mas não ao ponto dele confiar em mim para qualquer assunto.

Me arrumo rápido já que ele parece apressado. Uma calça jeans justa clara, uma blusa peplum rosa pink, e um casaco claro para acompanhar. E para dar mais cores, uma carteira de mão verde menta.

Deixo meu cabelo solto já que ele acordou de bom humor. Uma maquiagem leve com um gloss claro, e eu já estava pronta para um almoço com o cara mais gato de Starling City.

Oliver me olha assim que saio do quarto, e continua olhando mais do que deveria me fazendo corar.

– Vamos! — digo rapidamente enquanto ele se levanta do sofá.

O observo abrir a porta para mim e meu coração gela de emoção.

Aguenta ai coração!

Descemos rapidamente já que, naquela hora, praticamente todos do prédio estavam trabalhando deixando o elevador totalmente livre. Chegamos na portaria, e quando saio, me deparo com uma Ducati estacionado na rua na frente do apartamento.

Oliver pega um capacete em cima da moto e coloca na cabeça. Me viro e começo a fazer meu caminho até o estacionamento onde deixei meu carro, quando alguém segura meu braço.

– Aonde vai, Felicity? — pergunta Oliver me fazendo parar imediatamente.

– Pegar meu carro! — falo tentando tirar a ideia da minha cabeça que ele quer que eu vá de moto com ele.

– Para de besteira! — diz ele me estendendo outro capacete para mim. — Sobe aí. — diz ele acenando com a cabeça para a parte de trás da moto.

O olho horrorizada. Ele era acostumado a andar naquelas coisas de duas rodas, mas eu não. Sabe aquela garota que era zoada por não saber andar de bicicleta no sexto ano? Sim! Era eu.

Aquilo de duas rodas precisando de velocidade para se equilibrar me deixava desesperada. Tudo bem que Oliver me fez superar vários dos meus medos, como: altura, pular de para quedas, viagem a uma ilha deserta, sangue, objetos cortantes — mentira, esse ai eu ainda não perdi não — , cobras chamadas de Isabel Rochev, etc.

– Não está com medo, está? — pergunta ele mais em tom de desafio do que tentando me acalmar.

Não estava claro?

Eu odiava aquilo. Motos? Isso com certeza não era para mim. Gosto de carros que são cobertos e seguros. Agora moto? E aonde eu iria me segurar?

Ai um pensamento me veio na cabeça, me fazendo corar mais ainda.

Seguro o capacete hesitantemente enquanto ele dá um leve sorriso vitorioso. Maldito rico mimado que me fazia ceder a meus piores medos.

Subo na moto hesitantemente prendendo o capacete, quando Oliver tira o apoio do chão.

– Segura aí em mim. — diz ele ligando a moto.

– Não soltaria por nada na vida! — digo meio sem pensar até perceber a forma que aquilo soou. — Quer dizer... Para não cair na moto. Não que eu esteja querendo me agarrar em você. Não sou do tipo psicopata perseguidora de ricos lindos.

Só cala a boca Felicity!

Coro mais ainda quando vejo pelo retrovisor o sorriso que se formou no rosto dele. Eu era uma completa retardada na cabeça dele!

***

Acabo no meu quarto arrumando uma mala, e procurando meu passaporte. O que eu ia dizer a Caitlin?

"Oi Caitlin. Bom amiga, vou viajar para Rússia com Oliver e Diggle, mas só para salvar a esposa dele que foi presa. Não vou ficar com o Oliver, por que ele vai estar ocupado em soltar Diggle por causa do plano dele."

Perfeito, não?

Eu estava ocupada demais pensando em uma desculpa esfarrapada que nem percebo Caitlin entrar sorrateiramente no quarto. Só percebo quando quase dou um troço quando a vejo sentada na cama olhando interrogativamente minha mala.

– Posso saber para onde você vai? — diz ela olhando as roupas na minha mala peça por peça.

– Um problema com a empresa. Oliver precisa resolver ele... — digo um pouco baixo. — Na Rússia.

– RÚSSIA? — pergunta ela mais assustada que eu quando descobri para onde íamos.

– Isso mesmo. — falo dobrando mais algumas roupas de frio e colocando na mala.

– Isso você e Oliver juntos. — diz ela com tom de descrença.

– Isso é trabalho! — digo batendo um punho no outro repetidamente.

Eu estava com essa mania ultimamente.

– Isso é um plano para te levar para sair em um ponto turístico romântico na Rússia. — diz ela animada analisando meu guarda-roupa atrás de uma provável roupa para um encontro com Oliver Queen.

Depois de duas horas longas tentando convencer Caitlin que era só trabalho, — noturno, claro! — eu estava pronta para a viagem.

Só havia um único problema saindo do carro com pernas de modelo e aquele olhar frio e duro.

Olho para Oliver que encara Isabel Rochev com a mesma expressão da minha, só que muito mais elegante. Para variar!

– Resolvi ver como estão as empresas na Rússia. — diz ela passando por nós no jatinho.

A viagem foi longa e entediante. Agora me pergunte como não passei mal. Tomei um bom calmante, e Oliver quase precisou me carregar para sair do avião.

– Quero que aguente as pontas com Isabel, tudo bem Felicity? — fala Oliver no meu ouvido fazendo eu me arrepiar toda.

Tudo bem que eu tinha a mania de falar demais quando estava nervosa, mas aquele aviso era mais que óbvio.

Depois do check-in no hotel, resolvi subir e tomar um banho longo e quente, bem quente no meu quarto. Logo depois, vou direto para a suíte presidencial encontrar Oliver.

– Já tenho um plano para te colocar dentro dali. — diz Oliver jogando uma bolsa aberta em cima da cama.

– Oh. — é o que consigo dizer em meio a tanta droga.

– Provavelmente presente da máfia russa. — diz Diggle com um sorriso no rosto.

Só eu que ainda não encaro perigo com naturalidade?

Observo Diggle pegar a bolsa, e o abraço com força com medo de perdê-lo. Ele já era meu irmão mais velho, e eu estava com medo que algo acontecesse com ele.

Já no carro, observando Diggle ser levado pela polícia russa, eu sinto um aperto forte no braço.

– Eu não vou deixar que ele se machuque, Felicity. — diz Oliver me passando força. Retribuo com um sorriso, e ele liga o carro. — Agora temos outro assunto para tratar.

Nossa tarde se resumiu em praticamente entregar Diggle para a polícia, e depois comprar um carro blindado do governo. Oliver tinha seus contatos, e ele sabia ser bem persuasivo quando queria. E só eu que percebi que ele era bem conhecido na máfia russa?

Fiquei uns instantes no saguão do hotel, até resolver subir para deitar um pouco esperando o horário de buscar Diggle e Lyla. Eu estava cansada, e eu sentia uma tontura de preocupação por Diggle. Tudo bem que ele era praticamente um muro de músculos que sabia se virar muito melhor que eu em uma luta, mas era uma prisão, ok? Tipo, a pior prisão da Rússia, que abriga os piores criminosos do país.

Eu tinha motivos para ficar preocupada!

Saio dos meus pensamentos quando escuto meu celular tocar. Eu estava só de toalha no quarto, e como eu estava sozinha, desabei na cama e olhei na tela.

Aja naturalmente, Felicity.

– Oi mãe. — digo assim que atendo o celular.

"Onde você está mocinha?"– pergunta ela me tratando como uma criança de seis anos. Alguém avisa a ela que eu já tenho vinte e cinco anos?!

– Na... — falo baixinho. — Rússia.

"RÚSSIA?!" – grita ela no telefone me fazendo ter que tirá-lo de perto do meu ouvido para não perder aquele sentido tão importante.

– É, mãe. — digo desanimada olhando a janela que mostrava o céu nublado.

"Fazendo o quê?" – pergunta ela naquele tom escandaloso.

Reviro os olhos e corro o olhar pelo quarto, até que encontro o relógio e percebo que...

Eu estava atrasada!

Salto da cama, e começo a vasculhar minha mala atrás de minha roupa da polícia russa que ganhei de Oliver. Que romântico!

– Preciso ir mãe. — digo e desligo o telefone rapidamente.

Delicada, não?

Tudo bem que eu deveria ter pelo menos dito que estava a trabalho, já que é uma meia verdade, mas minha mãe surtaria ao saber que meu querido chefinho é Oliver Queen. Isso mesmo, SURTARIA!

Esse por algum acaso você acha que é de preocupação, uma dica: tire o cavalinho de chuva! Ela tem a mania de me arranjar namorados de bom partido para casar. Como se já não bastasse eu ser uma retardada falante e desastrada, eu ainda tinha que inventar motivos para escapar dos encontros arranjados da minha mãe.

Depois de um século fazendo uma coisa exageradamente milagrosa de colocar aquela farda na bolsa, desço para o saguão atrasada, e vejo que não sou a única. Olho no relógio, e vejo que Oliver precisava parar de olhar o horário no celular, e resolvo ir avisá-lo.

Ajeito o casaco enquanto bato na porta da suíte presidencial dele, quando escuto a porta abrindo.

O que eu vejo quase me faz cair para trás. Aquilo não podia ser real. Não estava acontecendo comigo. Aquilo não por favor!

– Até mais, Oliver. — diz Isabel Rochev com um sorriso malicioso nos lábios me deixando completamente sem jeito. — Fiz seu trabalho por hoje, srta Smoak!

Percebo que ela está bêbada, mas mesmo assim não ajuda no buraco que sinto no meu coração. Eles estavam juntos todo esse tempo? E ela? A mulher parece uma boneca de gesso daqueles filmes de terror. Perfeitinha demais para ser verdade!

– Estamos atrasados! — digo para Oliver que pega o seu terno e me acompanha até o carro.

Entramos no tanque, onde eu tenho que trocar de roupa na frente de dois homens. Oliver e um amigo russo que ele achou. Peço para que eles se virem enquanto visto aquela roupa e me sento do lado de Oliver que coloca seu chapéu que me fazia espirrar.

Mas eu estava ligando? NÃO!

Tudo bem que eu não poderia estar chateada, nem nada, mas ela era Isabel Rochev. A mesma que estava tentando tomar a empresa da família dele. Será que ele não percebe?

– Por quê ela? — pergunto não aguentando mais o silêncio. Eu percebia que ele estava desconfortável com relação a isso, mas eu não podia mais aguentar. Isso iria me fazer surtar! — O que acontece na Rússia fica na Rússia, mas...

– Felicity... — diz ele, mas logo é interrompido pelo russo que entra no carro depois de falar com o porteiro da prisão.

Salvamos Diggle e Lyla, e um cara que eu tenho certeza que era aquele que matou o irmão do Diggle. Por isso, nem me arrisco a olhar para trás, e como Oliver estava lá, não foi tão difícil.

Passei toda a volta da viagem calada. Além do mais, o que eu iria falar? Eu estava chateada mesmo sem poder. Ele era um cara livre e tal, mas eu luto todos os dias para salvar a empresa dele que ainda sofre uma parte nas garras dela, e ele simplesmente fica com ela?

– Felicity... — diz Oliver saindo de sua sala com alguns papéis na mão. — Preciso que leve esses documentos para o setor de contabilidade.

Pego os papéis e o fito.

– Por quê ela? — falo o fazendo olhar para longe apertando os lábios, e olhar para mim por fazer menção daquele acontecido. — Tudo bem que o que acontece na Rússia fica na Rússia, mas por que ela?

– Não posso ficar com ninguém por quem eu possa me importar, Felicity. — diz ele depois de um tempo pensativo.

Aceno com a cabeça e levanto indo em direção ao elevador quando me viro e o fito segurando as lágrimas. Ele precisava saber daquilo.

– Acho que merece alguém melhor! — é o que digo, e entro no elevador enxugando a lágrima solitária que desce em meu rosto.

Notas finais
O que acharam? COMENTEM POR FAVOR! Preciso saber a opinião de vocês para preparar o próximo. E como eu sou ambiciosa ao ponto de dizer: Aceito recomendações, ok? Anotem isso e se gostarem o bastante, me digam por comentário, ou por qualquer coisa que fale comigo. Faça essa Geek morrer de felicidade. Bjão ~Mais uma Geek