Notas iniciais
Olha só a surpresa que resolvemos dar a vocês leitoras lindas...agora que tal se deliciarem e comentarem muito

Uma casa branca se levantava diante dela, parecia antiga, as janelas eram grandes, mas estavam obscurecidas neste lado. Estava escondida em um pequeno caminho que oferecia uma vista linda do oceano, estava no Pike Market e jamais imaginaria que Edward estaria tão perto de onde morava. Esme tinha dito que este era seu refúgio, que vinha a este lugar para escrever.

— Srta Swan. O mesmo segurança do restaurante vem recebê-la.

— Edward está? Eu preciso vê-lo...agora. O segurança abre o portão.

— O Sr. Cullen não deseja ser interrompido Srta. Swan. Frank repassa as ordens de seu patrão.

— Qual o seu nome? Bella aperta mais a jaqueta em torno de seu corpo.

— Frank Senhorita. Ele responde não entendendo o porquê da pergunta.

— Frank, você já ficou completamente maluco por alguém e esse alguém só te confunde? Eu estou assim, completamente maluca por causa do seu chefe então eu te peço, melhor eu te imploro me deixe entrar. Frank quase sorri com aquilo, ela parecia tão desesperada quanto seu patrão quando lhe ordenou que entregasse o pacote na casa de Isabella.

— Aguarde um instante Srta. Swan lhe anunciarei. Mas antes que Frank avisasse a Edward sobre ela, Bella segura à mão do segurança.

— Ele não vai me deixar entrar Frank, porque ele não me quer perto por um motivo que agora sei qual é, por favor, eu só preciso de cinco minutos, se quiser pode me revistar. Bella levanta as mãos e espera que ele a reviste, mas Frank não faz isso, não poderia tocar na mulher do patrão, principalmente nela que parecia perturba-lo tanto, há dias que Edward estava com um humor do cão, e ele sabia que era por causa daquela garota.

Frank toma uma atitude mesmo correndo risco de perder seu emprego, ele libera a entrada de Isabella.

O coração de Bella pulsava mais rápido à medida que olhava as portas duplas de madeira procurando algum sinal de vida. Não havia nada, o que significava entrar sem ser mesmo convidada, estava invadindo o espaço dele para lhe pedir explicações, para lhe pedir quem sabe um beijo ou dois.

Tomando fôlego para lhe dar forças, abriu a porta e entrou, tremendo pelo frio que se filtrava através do tecido fino do seu vestido comprido lilás e a curta e apertada jaqueta de couro negra. Seu cabelo estava solto, a suave brisa fazia que flutuasse através do rosto de Isabella. Ela não conseguiu reparar na mobília ou decorações, tudo o que conseguia enxergar eram as escadas que a levariam até ele.

Do interior, vinha o som de música alta e seu estômago se apertou com os nervos. Queria ver Edward mais que tudo no mundo, mas duvidava que ele, na verdade, quisesse vê-la. Seus joelhos tremiam quando tentou chama-lo, mas nada de vozes se ouvia.

A música a todo volume ressonava no interior e não havia nem rastro de Edward, ela tentou mais uma vez chama-lo, mas ele não respondeu.

Sua voz não era páreo para a música de rock duro a todo volume que provinha do quarto do andar de cima. Endireitando os ombros, obrigou-se a dar um passo para frente e suprimiu seus nervos. Quanto mais se aproximava do final, mais duvidava da decisão de vir aqui. Este era seu espaço privado. Definitivamente, não gostaria que se metesse.

Mas, enquanto pensava em ir, ouviu o som de socos ficou quieta. Queria ver o que ele estava fazendo, observa-lo era um estranho privilégio, e mais do que isso precisava vê-lo, precisava saber que ele estava bem.

Não podia evitar, sentia um puxão dentro de si que a impedia de dar a volta e ir.

Apertando os lábios, avançou lentamente, subindo devagar os degraus até estar na soleira com a porta aberta... E a vista que a recebeu lhe deixou sem fôlego.

Edward estava de pé no centro do quarto, vestido somente com jeans negros rasgados, seu peito nu, e havia duas tatuagens, uma cobrindo uma parte do peito que parecia ser um símbolo de alguma civilização antiga e a outra era uma espécie de cobra negra que deveria começar no seu peito e ia até o antebraço esquerdo, ele era um verdadeiro bad boy, e parecia ter saído de um de seus sonhos proibidos.

Mas, além das tatuagens, que a faziam agarrar no batente da porta com os dedos rígidos, estavam os grossos músculos definidos que se sobressaíam sobre suas omoplatas, cada bocado de pele estava úmido e brilhante do suor, flexionando-se com cada golpe que dava no saco de areia. Suas coxas grossas estavam rígidas enquanto se mantinha firme, socando o saco.

A música de rock duro enchia a sala e, antes de se dar conta, seus pés estavam a levando para frente como uma abelha ao mel. Quanto mais se aproximava, mais se dava conta de que não podia manter distancia daquele homem, por dias havia sonhado com ele sem aquele terno, e sem aquela pose de executivo, e agora ele era real e estava ao alcance de suas mãos. Ele era um espécime perfeito de homem, forte, alto e másculo ao extremo.

As costas de Edward estavam cobertas de cicatrizes. De fato, toda sua pele tinha cicatrizes, com relevos e planas, vermelhas e brancas, seriam elas feitas pela tia maluca? Havia uma longa cicatriz percorria irregularmente ao longo da parte posterior das suas costas, Bella sentiu vontade de ir até lá e beijar cada uma delas.

Era excitante ver um homem tão forte, tão cru e desalinhado, mas empenhado em bater naquele saco.

Se sentindo segura em dar passo à frente, curiosa para sentir-lhe a textura da pele, o cheiro e o sabor, avançou exatamente quando houve uma mudança na música. A pausa de três segundos entre canções delatou sua presença.

Como se estivesse esperando um golpe nas costas, Edward virou, com seus punhos prontos para a luta. Isabella ficou imóvel, uma sensação de medo e excitação desceu por sua coluna vertebral.

Os olhos de Edward escureceram, e a íris verde parecia brilhar com surpresa quando a viu ali. Sua expressão dura e violenta mudou em um instante. Deixou cair seus punhos enquanto seu olhar a perfurava, ele também parecia excitado ao vê-la.

Não se moveram, não falaram, só olharam-se, acelerando suas respirações. Enquanto Bella roçava seu lábio inferior com seus dentes, ela permitiu que seus olhos baixassem até seu tatuado peito musculoso, a seus abdominais definidos e proeminentes, brilhantes pelos efeitos do seu exercício. Sua cintura estreita contava com um sexy e definido "V", exibido por seu jeans negro de cintura baixa, e o que não daria para passar sua língua ali.

Quando seu olhar subiu, um calor se propagou entre suas pernas e gemeu em voz alta sentindo a pressão insuportável palpitando em seu núcleo.

Quando seus olhos se encontraram uma vez mais, a temperatura do quarto pareceu aumentar com a intensa atração que crepitava entre eles.

Isabella cambaleou, sem saber o que dizer ou o que fazer, quando, com um gemido doloroso, Edward se precipitou para frente, pressionando seu grande corpo contra o de Isabella, e selou seus lábios contra os dela, agarrando seu cabelo com uma mão e a outra apertando seu traseiro firmemente, e Bella comemorou internamente, ele estava tão faminto quanto ela, e estava decidida a não deixa-lo recuar.

Bella não podia se mover. Não podia fazer nada além de se deixar levar por

este homem forte e dominante que a fazia perder todo pensamento, ela só conseguia deseja-lo.

O sabor de tabaco e uisque enchia sua boca enquanto Edward movia sua mão do seu traseiro para começar a tirar sua jaqueta. Isabella ofegou quando seus lábios deixaram sua boca, sua jaqueta aterrissou no chão enquanto outra canção de rock ressonava através dos grandes alto-falantes do sistema de som, por todo o quarto.

— Por favor, não recue dessa vez. Ela implorou quando ele desceu com beijos em seu pescoço.

Edward não perdeu o ritmo, suas mãos liberaram seu cabelo para rasgar as alças do vestido e do sutiã de Bella. Seus seios se endureceram imediatamente assim que ficaram expostos à sala fria.

Ela revirou os olhos quando Edward soltou um grunhido de satisfação e, juntando seus seios com suas mãos grandes e ásperas, chupou seus mamilos um a um. A sensação de seus dentes raspando os seios fez com que sua buceta se umedecesse ainda mais.

— Edward, sim! — sibilou enquanto sugava com força, a fazendo gritar, com suas pernas tremendo de necessidade.

— Demorou demais Srta. Swan. Ele disse depois de soltar-lhe o mamilo.

Edward a empurrou até uma mesa enquanto outra canção de heavy metal ressonou no quarto.

— Você não atendia as minhas ligações. Ele tira o vestido levando sua calcinha de renda junto, ele a colocou sentada na mesa e Isabella mordeu os lábios mais uma vez.

— Há dias está me deixando nervoso, e insano por uma boa foda com uma submissa que lhe substituísse, mas nenhuma teve o poder de lhe substituir Isabella, nenhuma é tão boa como você. Ele parece raivoso e ela sabe que ele não seria nada carinhoso, na verdade ela o queria violento, ela também estava sentindo-se como um animal faminto. Foram anos pensando nele, desejando-o, mas não podia dizer isso a ele sem assusta-lo.

Estava completamente nua enquanto ele ainda vestia sua calça, Edward deu um passo para trás, em silêncio, seu peito tatuado estava levantando com dificuldade por causa de sua agitada respiração. Bella não tinha se atrevido a levantar-se da mesa, seus duros olhos verdes a analisavam cada curva de seu corpo deixando-a ainda mais exposta para ele, Bella enrubesceu com aquele olhar, mas abriu as pernas em um convite.

— Eu estou dizendo sim para você Edward Cullen, por favor, me faça sua. Soltou um suspiro tremente ao ver um vulto inchado debaixo dos seus jeans, Isabella gemeu mais alto, enquanto ele abria o botão da calça e baixava o zíper. – Venha e me tome.

Uma camada fina de pelo claro quase raspado apareceu quando seus jeans desceram por suas coxas. Seu longo pênis ficou livre, duro e pronto para a foder, ele era bem mais avantajado do que imaginou, Isabella lambeu os lábios, pois queria prova-lo.

— Edward... — sussurrou e se preparou enquanto chutava seu jeans para um lado, teve a oportunidade de ver cada ângulo de seu lindo e sério rosto. Ele irrompeu para frente tirando-a da mesa colocando-a de costas para ele, lhe puxando-o o cabelo. Bella sentiu a cabeça do pênis de Edward em sua entrada.

— Só por essa noite você tem a minha permissão para não controlar-se Isabella porque eu mal posso controlar-me com esse seu corpo incrível, mas quando estivermos em minha sala de jogos tudo vai ser diferente. Ele enfiou dois dedos em sua boceta vendo o quão apertada ela era. – Apertada como imaginei.

— Edward. Bella rebolou nos dedos de Edward. – Eu preciso Edward. Ela estava quase implorando para que ele a fizesse gozar.

— Implore por isso. Ele esfregou seu clitóris com o polegar, e Bella fechou os olhos quase chegando a um orgasmo quando sentiu o peito úmido colado em suas costas, aquele pênis quase entrando em si e aqueles dedos fazendo mágica em sua intimidade. Mas Edward parecia ter outros planos, pois sempre que sentia seu canal apertava-lhe os dedos, ele os retirava.

— Estou lhe privando do que tanto anseia e creio que não há castigo pior não é Isabella? Eu sei que queima de desejo bem aqui. E assim enfiou os dedos com mais força. — Eu deveria castiga-la com boas palmadas Isabella, deveria lhe dar uma surra por demorar tanto a aceitar que é minha, deveria lhe mostrar do que sou capaz de fazer com meninas más como você.

— Por favor, me deixa gozar, me fode Edward Cullen. Ele acelerou os movimentos em seu clitóris, e enviou um dedo em seu canal.

— Você só vai gozar porque preciso dessa buceta melada para que eu entre sem te machucar. E fora quando o forte ritmo de Tainted Love de Marilyn Manson os gritos de Isabella invadiram o quarto.

— Por favor, Edward, me fode com força. Edward a virou de frente, a levantou para que circulasse as pernas em sua cintura, lhe agarrando pelas coxas ele a levou até a parede fria.

— Você será minha Isabella Swan. E Bella gemeu alto quando sentiu as costas se arranharem contra a parede. Em nenhum momento ele rompeu o contato visual nem disse nada enquanto seu pênis começou a passar por sua buceta, a fazendo gritar com a fricção em seu clitóris.

Estava preparada, estava molhada e pronta e mais do que ansiosa para que a tomasse e lhe fodesse contra esta parede com a ferocidade que sabia que abrigava profundamente em seu interior, aquela que sabia existir dentro dele e que ele descarregaria dentro dela.

— Você toma alguma coisa? — grunhiu enquanto se pressionava para frente, seu peito duro roçando os seus seios.

Ela tentou formular uma resposta, mas ao sentir mais uma vez a cabeça do pênis dele em sua entrada, ela não conseguia pensar em mais nada, não conseguia encontrar a própria voz.

Edward congelou e Isabella tentou mover os quadris para aumentar essa sensação viciante de quase chegar ao topo.

— Você toma alguma coisa? Eu odeio camisinhas.

— Eu me cuido. Ela formulou o melhor que pôde.

— Ótimo. — Foi toda a advertência que teve antes que usasse sua força para levantá-la mais alto e, então, com um só movimento rápido, lhe empalou com seu pênis. Isabella gemeu ao sentir sua espessura a enchendo tão incrivelmente, merda era bem maior do que imaginava, fazendo-a sentir um pouco de ardor, mas o prazer a tomou tão rápido que esqueceu qualquer ardor ou dor. Realmente nunca havia sentido essa sensação de estar enfim completa, não era só sexualmente, ela estava enfim em casa. Aquilo não era como fazer amor com Lian, era verdadeiramente sexo, era carnal, era desejo e era incrivelmente bom, Bella não conseguia pensar em nada tão bom como aquilo.

Aquele aroma masculino a encheu o nariz e ela na busca de lhe sentir o gosto chupou-lhe o pescoço. Ele pareceu aprovar sua atitude já que ela sentiu todos os pelos dele se eriçarem, assim como as investidas aumentarem.

Edward usava o ritmo da bateria para controlar suas investidas. Seus gemidos guturais mais pareciam de um animal em completa satisfação, o som dos quadris dele batendo nos seus podia ser ouvido e para Bella era ainda mais erótico.

Isabella sentiu suas coxas doerem, suas costas ardiam pelo movimento, mas o fogo em seu interior a consumia, seu coração batia tão rápido, seu sangue estava queimando em suas veias, e sua buceta estava dolorida pela invasão brusca. Foi quando a voz de Marilyn Manson elevou o tom da musica que Edward saiu e entrou com o dobro de sua força, o que foi bastante para ela gritar pelo ápice. As unhas de Isabella arranharam as costas de Edward à medida que ele aumentou mais o ritmo das estocadas, mudando seus gemidos de curtos e ofegantes a fortes e prolongados.

Edward enfiou uma das mãos nos cabelos castanhos de Bella e os puxou para que ele a mordesse o pescoço e buscando seu próprio ápice.

— Edward! — gritou enquanto uma pressão impossível se construía entre suas pernas.

Não disse nada em resposta, seus quadris agora estavam a golpeando furiosamente. Gemeu com tanta força que soou como se estivesse grunhindo em seu pescoço.

As costas e pernas dela esticaram gritando a liberação, seu canal estava contraindo ordenhando Edward e ele mesmo assim não vacilou em suas investidas.

Chupando forte, rugiu contra a pele dela, puxando a carne coberta em sua boca quente enquanto seu pênis se inchava, Bella sentiu vertigem ante a sensação de sua liberação.

Seu clitóris palpitava enquanto os quadris dele se balançavam lentamente contra ela, seu pênis se sacudia ao mesmo ritmo que sua respiração contra seu pescoço.

À medida que a névoa de prazer começou a se dissipar, Bella abriu os olhos ainda sentindo vertigens pelo maravilhoso sexo, o sexo frenético, violento, duro e totalmente desprotegido, a melhor experiência da sua vida.

Sem estar segura de como ele reagiria se preparou para uma nova fuga dele, mas, para sua completa surpresa, ele parecia tão extasiado quanto ela, parecia tão maravilhado com o que fizeram quanto ela.

Ele não disse nada e aquilo estava deixando-a aflita, de repente, estavam do outro lado do quarto, Edward a baixou até uma cama macia debaixo de largas janelas, do teto ao chão, que mostravam uma vista panorâmica do Sound e cheirou-lhe os cabelos enquanto ela fechava os olhos, ele parecia estar apreciando-a. Aquilo a deixou segura em tocar-lhe também os cabelos, gostava daquilo com ele, parecia que enfim a barreira estava caindo, e quando ele a olhou nos olhos Isabella teve a certeza de que estava irrevogavelmente apaixonada por ele, por isso lhe sorriu o mais largo que pôde. E Edward gostou daquele sorriso.

Notas finais
E então o que acharam? Amaram ou odiaram? Que tal recomendarem a fic para as amigas?