Notas iniciais
Segue mais um capítulo saindo do formo... Vamos ver o que o Ed e a Bellinha vão aprontar!!!! Espero que gostem. Leiam. Comentem, recomentem e favoritem que faz bem para os nossos egos!!!! beijoks

Quando chegou ao escritório Melissa já o aguardava com sua agenda, mas a primeira coisa que perguntou fora sobre o relatório de Mitchel. Melissa como a eficiente secretaria o deixa sozinho em sua sala. Edward sequer retira seu paletó, vai até a parede de vidro lendo o relatório sobre a gata brava que em breve seria sua.

Isabella Swan tem 24 anos, sem parentes vivos, vivera em um orfanato de freiras, mora em um pequeno apartamento em cima da livraria, não tem muitos amigos, a única amiga é Alice Andrews dona da livraria após a morte da mãe, que agora estava estudando moda em Milão.

Então isso quer dizer que Isabella era uma solitária, bom saber disso, esse era um ponto fraco e a melhor maneira de submeter seu inimigo era conhecer seus pontos fracos. Já fora garçonete e dançarina de bares, o que fez Edward possessivo, ela já devia ter mostrado aquele corpo a outros e já devia ter sido de outro, a ideia não o agradou, mas tratou de esquecer. Chamou então por sua secretaria, deveria cumprir sua agenda e depois pensaria como atacaria sua presa.

Agora sentado em sua mesa das Empresas Cullen, com vários documentos espalhados sem conseguir focar em seus negócios, pois seus pensamentos estavam nela, naquela atrevida que ousou dizer não para ele. Mas ela não perdia por esperar, o que ele precisava neste momento era de uma boa foda com uma mulher que soubesse obedecer, ainda estava pensando como fazer para esquecer aquela garota quando a porta de seu escritório se abre e seu irmão Emmet entra.

— E aí cara? Como está? Você não tinha um jantar ontem com a mamãe? Cara a dona Esme está furiosa por você ter dado bolo outra vez.

— Emmet quantas vezes eu tenho que dizer pra você bater na porta? Edward disse com seu tom mais arrogante, principalmente porque ele não havia se esquecido do jantar, simplesmente não queria ver Esme não no estado em que se encontrava, e ver aquela que o havia cuidado depois de todo o inferno que foi sua vida era reviver aqueles sentimentos não faria nada bem a todos da família, e ele não estava preparado pra isso, aqueles sentimentos conflitantes que ele teve em relação à Esme ainda o atormentavam.

— Você sabe que não tenho tempo para besteiras como reuniões familiares Emmet, e sua mãe sabe disso melhor do que ninguém. Edward viu na face do seu irmão como suas palavras ásperas o haviam magoado, Emmet sempre foi assim transparecia suas emoções sem nenhum tipo de filtro e isso na opinião dele o tornava vulnerável, mas seu primo era assim desde sempre e não seria Edward quem o mudaria. — Além de me incomodar com besteiras familiares o que você quer aqui na minha sala?

— Eu vim aqui somente para saber se você estava bem, mas pelo que vejo não é necessário preocupação já que está como sempre esteve totalmente desprovido de educação. Emmet continua com uma expressão triste pela frieza de seu irmão.

— Se já terminou de ser engraçado e de me perturbar eu gostaria de continuar trabalhando. Disse Edward

— Não eu tenho só mais uma coisa pra te dizer e não se preocupe não é nada pessoal eu só queria saber como o seu diretor executivo, se a viagem para Dubai será feita por você ou eu terei que assumir isso?

— Emmet como você mesmo disse é o meu diretor executivo e como tal eu espero que você resolva essas coisas para mim estamos entendidos? Ele pergunta.

— Estar certo, como sempre eu assumo as minhas responsabilidades. Disse Emmet ainda com uma voz magoada, e sem falar mais nada sai da sala.

Edward odiava magoar seu irmão ele ainda se lembrava do dia em que chegou à casa de Esme e Carlisle e o pequeno Emmet veio ao seu encontro com um carrinho de bombeiro dizendo que a partir daquele momento como seu novo irmão era seu direito ficar com o carrinho, Edward até aquele momento nunca tinha ganho nada pelo o que não tivesse que pagar um preço muito alto, e o menino a sua frente estava lhe oferecendo aquele brinquedo que claramente era importante para ele sem pedir nada em troca, deste momento em diante Emmet era o que ele podia chamar de irmão somente ele sabia sobre todos os fantasmas que o assombravam, nem mesmo Esme sabia tanto quanto Emmet. Edward respeitava e ao seu modo amava seu primo, mas nunca poderia ser o irmão que ele merecia.

Mas agora não era a hora de sentimentalismos, ele precisava acalmar sua libido antes que esta o dominasse e acabasse com o pouco de sanidade que ainda restava. Edward não queria ser um monstro, mas se ele não se mantivesse no mínimo equilibrado isso o dominaria. Esta necessidade o queimava como se fosse um fogo e um dia ele sabia que acabaria por destruí-lo por completo, mas não seria hoje, agora ele iria procurar o único remédio que era capaz de curá-lo deste desejo que o enlouquecia.

Edward saiu do escritório sem conseguir terminar seu trabalho, ele estava confuso, eram muitas emoções conflitantes em seu interior, ele precisava resolver isso o quanto antes e o único lugar em que poderia pensar no momento era a boate de Domínik, seu mentor deveria ter alguma submissa substituta que pudesse o satisfazer, somente por hoje ele precisava disso, ou enlouqueceria.

Chegou à boate de Dominik e Felix, o segurança, logo fez menção de abrir a porta, Edward entrou e pela primeira vez no dia se sentiu bem, ali naquele local pouco iluminado que exalava o cheiro de vários perfumes misturados com cigarro ele se sentia em casa, esse era seu mundo, muitas pessoas poderiam pensar que não passava de um maluco por gostar de um lugar como esse, mas ali Edward podia ser ele mesmo, sem máscaras, ali ele podia soltar a fera que estava dentro dele sem sofrer qualquer discriminação. Subiu direto para o escritório de Dominik tinha certeza que seu mentor arrumaria alguma mulher para que ele pudesse aliviar essa ânsia que tomava conta do seu corpo.

— Dominik está muito ocupado ou posso falar com você? Edward falou já entrando no escritório, mas nada o preparou para a cena que viu, Dominik estava com duas mulheres, uma delas encontrava-se amarrada com pernas e braços para trás enquanto seu mentor tinha um chicote de três pontas com uma espécie de bola prateada presa nas pontas e com ele batia na garota amarrada enquanto a outra mulher fazia sexo oral nele, aquela cena estava o excitando e decidiu que iria participar, tinha certeza que seu mentor não recusaria seu pedido.

— Meu querido pupilo, é ótimo tê-lo aqui enquanto castigo essas duas meninas más.

— Me daria o prazer de ter a uma dessas submissas Dominik? Disse Edward já retirando paletó e se aproximando do trio, quando chegou perto pôde ver o rosto daquela que estava amarrada, e seu rosto lembrou-o de alguma forma a morena que agora fazia parte dos seus pensamentos, esta garota era perfeita, com ela conseguiria exorcizar o fantasma daquela menina da livraria, aquela seria a sua escolhida.

Dominik apenas assentiu com a cabeça e fez um gesto com a mão para que Edward se juntasse a eles, a mulher que estava até aquele momento fazendo sexo oral em Dominik parou e olhou para Edward isso foi o suficiente para que seu mentor lhe desse uma tapa e a repreendesse severamente.

— Porque você parou minha linda Suzana, eu não ordenei que parasse e nunca mais olhe nos olhos de outro mestre. Falou ele puxando o cabelo da mulher em seguida olhou para Edward e disse — Você gostaria de castigar essa menina má? Ele perguntou

— Não, vou deixar você se divertir, eu prefiro a outra e se não se importar de me emprestar o chicote que você estava usando eu adoraria continuar o castigo. Disse Edward já sentindo o doce gosto da satisfação que aquilo lhe causaria, ele se aproximou da garota que estava ainda de joelhos no chão, e quando puxou seus cabelos para que ela levantasse os olhos viu seus olhos e não eram os olhos que gostaria de ver, boa parte de sua excitação se foi, mas não desistiria por enquanto, essa garota serviria, ela tinha cabelos da mesma cor de mogno daquela que estava mexendo com a sua cabeça e apesar de seus olhos serem azuis e não da cor de chocolate ele conseguiria exorcizar seus demônios com ela, era só fechar os olhos e imaginar a outra e foi isso que fez.

Seu braço levantou-se para dar a primeira chicotada nas costas imaculadas dela, fechou os olhos e imaginou sua menina ali, bastou este pensamento para que seu corpo todo se convulsionasse em deleite, a garota soltou um gemido baixo e Edward em sua fantasia imaginou ELA, aquela que se tornou dona dos seus pensamentos e por isso fez uma coisa que ele como Dom jamais havia feito, soltou a garota das amarras e a colocou deitada em um divã que havia na sala, olhando ao redor viu que estava sozinho, Aro havia se retirado, voltou-se para a linda mulher deitada no divã, ela o encarava sem entender, ele mesmo não entedia a única coisa que queria era aproveitar da sua fantasia e se afundar duro e forte dentro da garota que estava ali esperando pela sua próxima ordem.

— Eu quero que você vire de costas e que não se vire sem a minha ordem entendeu cadelinha?

— Sim mestre. Respondeu ela, mas aquela não era a voz que ele queria ouvir, então simplesmente ordenou.

— Cale-se eu não quero ouvir a sua voz e não sou seu mestre você não passa de um pedaço de carne do qual eu preciso para me aliviar entendeu? Falou e deu uma forte tapa nas nádegas dela deixando a marca de seus dedos, a garota deu um leve gemido e ele fechou os olhos imaginando a sua Isabella, sua excitação subiu em muitos graus e com um único movimento retirou suas roupas e em seguida pegou a garota pelos cabelos e a trouxe para si, começou apertando seus seios foi descendo até encontrar sua intimidade que já estava molhada para recebê-lo.

— Hum você já esta pronta pra mim, que bom não preciso esperar mais, eu vou me enterrar forte e duro e não quero que emita nenhum som estamos entendidos? Responda! Edward ordena levantando a cabeça dela, a garota só assente com a cabeça.

Sem esperar mais ele colocou a camisinha e colocou-se na garota que o lembrava de tanto da outra, sentiu sua masculinidade ser acolhida e um arrepio de prazer atravessou seu corpo.

— Isso, me acolha todo dentro de você. Disse dando outro tapa nela enquanto Samantha emitia sons de prazer, ela estava totalmente envolvida por mestre Cullen afinal isso não era atitude de um Dom, então deveria ter algo especial nela, no entanto estava dolorida pela força que ele usava.

Não conseguindo mais se controlar estocou com força, em sua mente era a sua garota ali, continuou entrando nela sentindo seu prazer cada vez mais próximo quando finalmente se liberou.

Abriu os olhos e foi como se tomasse um banho de água fria, apesar de ter satisfeito seu corpo sua alma continuava em pedaços, não eram aqueles olhos azuis que queria o olhando, eram olhos da cor de chocolate derretido que desejava e era o que teria. Levantou-se começando a se vestir enquanto a mulher que tinha usado para tentar afastar seus pensamentos da garota da livraria continuava esperando por suas ordens, em outros tempos talvez ela pudesse ser sua submissa, mas não agora primeiro ele precisava dominar aquela menina então depois disso quem sabe? Suas relações não costumavam durar muito e quando ele se cansasse dela, poderia continuar sua vida do jeito que sempre fez.

Terminou de se vestir e foi em direção à porta não sem antes dispensar a mulher.

— Você pode se vestir, não vou mais usá-la. Disse ele saindo em seguida

Edward saiu da boate sem despedir-se de Dominik. Seu mentor não ligava para essas convenções sociais assim como ele, viviam como queriam sem preocuparem-se com o que os outros pensariam e por isso eles ainda se davam tão bem.

Chegou até sua cobertura e treinou com seu personal até a exaustão, havia ganhado todos os combates. Escreveu algumas linhas para sua nova obra e depois de uma refeição dormiu só para que os pesadelos o atormentassem.

Tudo estava escuro havia exclusivamente uma vela que iluminava o pequeno quarto, seu único brinquedo estava ao seu lado no colchão aonde dormia, seu urso Jack a única coisa que tinha restado de sua antiga vida, uma vida em que sua mãe sempre vinha lhe dar boa noite e lhe cobrir dizendo que o amava, mas um dia tudo acabou em sua mente infantil ele não entendia porque sua mãe o havia abandonado e nem porque seu pai não vinha mais brincar com ele, simplesmente haviam sumido o deixando sozinho com aquela mulher que dizia ser sua tia. Quando ela apareceu depois de seus pais terem sumido, Edward que tinha apenas quatro anos havia pensado que teria alguém para cuidar dele até seus pais voltarem, mas não foi isso que aconteceu aquela mulher tirou todos os seus brinquedos, menos o Jack porque ele tinha escondido, e depois o colocou ali naquele quarto escuro, Edward havia dito para a mulher que agora cuidava dele que sempre dormia com a luz acesa e ela simplesmente riu e disse.

Pois então já está mais do que na hora de acabar com esse medo, você não é mais um bebe moleque.

Mas a minha mãe disse que eu seria sempre seu bebe. Chorando ele falou, não gostava do escuro tinha medo dele será que aquela mulher não entendia?

A sua mãe esta morta entendeu? Agora você faz o que eu mandar e a partir de hoje vai dormir no escuro, mas como você parece achar que merece mais eu vou te transferir para um quarto onde eu tenho certeza que você vai aprender a não retrucar mais, agora venha. Edward a seguiu em sua inocência realmente achou que ela o colocaria em algum lugar que tivesse luz, mas então aquela mulher lhe colocou ali naquele depósito cheio de ratos e baratas e não adiantou nada Edward gritar e pedir ninguém vinha o ajudar então desistiu e aquela foi à primeira lição que ele teve em sua curta vida que ninguém mais se importava com ele.

Edward acordou empapado em suor, por isso ele não gostava de dormir, quando ele dormia as lembranças vinham à tona, lembranças de sua infância infeliz, depois desse sonho ele quase podia sentir as baratas subindo em seus braços e os ratos roendo seus cabelos. Levantou-se de um pulo e correu ao banheiro, ligou a ducha deixando a água quente cair em seu corpo ele precisava apagar aquelas lembranças ele precisava se sentir limpo.

Sua mente não sossegava apesar do banho, ainda sentia-se sujo, seu corpo estava tenso e sua cabeça doía como se tivesse agulhas espalhadas pelo seu couro cabeludo, mas Edward não tomaria remédio, ele preferia sentir dor, a dor era pungente, mas ela era melhor do que entorpecimento que um remédio causaria em seu corpo ele aprendeu há muito tempo que a dor era sua única amiga verdadeira, ela o manteve vivo, ela o fazia sentir, e isso era o que importava, ele precisava da dor.

Neste instante o telefone tocou o tirando dos seus pensamentos.

— Edward Cullen. Atendeu ao telefone com seu tom mais arrogante.

— Senhor Cullen reagendei suas reuniões para amanha como solicitado, e os documentos que me pediu já estão em seu email. Melissa o avisa, ele já havia avisado-a que não iria para o escritório hoje, ele iria atrás de Isabella.

— Ótimo Melissa, mais tarde lhe encaminharei a ordem para o email do sheik. Edward falou e desligou, Melissa já estava acostumada aquelas ordens.

Edward olhou para o seu relógio Armani e notou que era meio dia ele não tinha mínima vontade de comer, mas de repente uma ideia surgiu ele poderia ir até o pequeno bistrô que ficava em frente da livraria onde a sua Isabella trabalhava e ficaria a observando, ainda não era a hora de confrontá-la, talvez mais tarde ele fosse até ela, mas enquanto isso poderia a observar de longe e assim manter longe os seus demônios.

Ele só precisava pensar em uma maneira de se disfarçar, não queria que acontecesse o que ocorreu na outra vez em que foi no pequeno restaurante e que pessoas o reconheceram, ele queria privacidade para olhar para sua Isabella, pegou uma touca que ele tinha dos seus tempos de boêmio em Paris, trocou de roupa colocando um jeans e uma camiseta simples e seus óculos escuros, estava pronto, agora poderia ir observar sua Isabella.

Chegou ao restaurante sentando-se em uma mesa que tinha uma grande janela por onde ele poderia observar sua garota, uma garçonete se aproximou lhe entregando o cardápio, ele pegou e a dispensou pedindo apenas uma água. Estava distraído olhando para a livraria quando ela surgiu em seu campo de visão, estava mais linda do que se lembrava, ele quase se levantou para sair do restaurante, mas se conteve ainda não era hora, esperaria o momento certo para ir até ela.

O tempo foi passando e Edward se deleitava a cada vez que a vislumbrava, cada sorriso que ela dava para os clientes que acompanhava até a saída era para ele como um analgésico poderoso seu corpo relaxava e até a dor de cabeça que tinha tido antes de vê-la havia sumido. Já eram quase dezoito horas e Edward não havia arredado o pé do restaurante, tinha almoçado ali e agora estava tomando um café, estava frustrado, pois em um momento em que ele teve que ir ao banheiro havia perdido a chance de ouvir a voz da sua Isabella, ela havia vindo ao restaurante pegar alguns bolinhos e ele só conseguiu vê-la quando ela estava saindo, agora saboreando o seu café ele pensava se não havia chegado o momento de vê-la, quando ia levantar-se viu um rapaz entrar na livraria achou estranho, pois Isabella já havia colocado a placa de fechado, quem seria aquele garoto? Porque ele entrou mesmo com a placa de fechado? Será que era o seu namorado? Não podia ser, pois no relatório que recebeu não havia menção a nenhum namorado, e do contrario Mitchel pagaria por aquilo. Mesmo que fosse ele não seria mais, porque Isabella agora era sua e Edward Cullen não dividia suas posses.

Notas finais
E ai amores, gostarem? Então comentem bastante... Recomendem... e torne a nossa fic sua favorita (*_*) beijoks