Stuck In The Moment.
11 Capítulo 10
Notas iniciais
Eu escrevi um pouco rapido esse capitulo, entao resolvi postar já. HAHA Espero que gostem :)
Não demorou muito e em alguns minutos eu já estava no aeroporto, pronta para ir embora. Fui até a fila, para comprar minha passagem. Eu até tinha pensado em voltar, mas, algo me dizia para ir embora. A verdade é que, eu queria ficar com ele, mas ao mesmo tempo, queria fingir que nada aconteceu. É mais fácil, seria mais fácil.
— Oi, que horas que saí o vôo para o Canadá? – perguntei — Na verdade, acabou de sair um. — O que? Droga! – dei um soco no balcão. – E que horas sai o outro? — ao meio dia. — droga, droga, droga... – sussurrei pra mim mesmo. – Que horas são agora? — São 8 horas, querida. – disse ela olhando para seu relógio no pulso. – Vai comprar a passagem? — Não. Depois eu compro. – suspirei irritada. Saí dali e comecei a andar em direção a uma cadeira que ficava a alguns passos dali, um tanto distante. Eu teria que esperar até meio dia pra ir embora daqui, vai demorar, e muito. De repente ouvi alguém me chamar, por um momento achei que fosse algo da minha cabeça, mas então, quando me virei lá estava ele, andando em minha direção. Eu não sabia o que fazer, fiquei ali paralisada, sem saber o que fazer. Despertei só quando ele chegou até mim, quando ele já estava na minha frente. — O que você ta fazendo aqui, Bieber? — Eu... Eu não podia deixar você ir embora. — Foi você que disse que não queria que aparecessem mais fotos de nós juntos, lembra? – ergui a sobrancelha. – que assim seja. Virei de costas e continuei andando. Seria errado se eu disser que eu queria que, na verdade, ele fosse atrás de mim? Pois é, eu sou boba. Continuei andando normalmente, esperando alguma reação sua. — EU TE AMO, SARA! – ele gritou. Naquele momento, eu parei. E então, um sorriso bobo surgiu em meu rosto. Me virei para ele, que estava a alguns passos de distancia. — Eu amo você. – ele disse novamente sorrindo, e andando até mim. Eu não sabia o que pensar, mais uma vez eu estava paralisada. Ele segurou minhas mãos, ficou me fitando e repetindo baixinho aquelas três palavras: “eu amo você.” Tudo bem, ele era perfeito, ele era incrível. Mas, eu não poderia me dar por vencida ainda. — Então é assim? Em um dia você sente vergonha de estar comigo e hoje você diz que me ama? – soltei minhas mãos das suas. – Você é... Você é um imbecil, canalha e... — Sara... – ele riu — Ok, tudo bem... – suspirei e revirei os olhos. – Eu amo você, também. Sorri e o fitei. Justin me puxou pela cintura colando nossos corpos e logo após selando nossos lábios em um beijo ‘quente’. Sem se preocupar com as pessoas ao redor, eu estava me sentindo feliz. Isso era bom, era diferente, estranho e bom. Muito bom. Depois de longos minutos nos beijando, eu me afastei. — Eu sabia. – Justin riu. — Sabia o que? — Que você me ama. — Quem disse? – mordi o lábio inferior. – Eu posso ter mentido. Sorri sarcástica e Justin ficou me fitando um tanto desentendido. Dei de ombros e voltei a andar, o deixando pra trás. Depois de alguns minutos senti ele me abraçar pela cintura. — Eu sei que você me ama. – ele sussurrou no me ouvido e depois lhe deu uma mordidinha. — Não tenha tanta certeza. — Por que não? — Ok Justin. – o fitei. – Você venceu dessa vez. — Sério? — Aham. Eu amo você. – falei entre selinhos. Agora eu podia dizer “... e foram felizes para sempre”, mas, a história não acabou, na verdade ela só ta começando. E outra, se acha que agora eu vou ser uma garotinha doce e delicada, esta totalmente enganado, bom, isso não faz parte da minha lista de comportamento. Sara Butler nunca foi romântica e nunca vai ser, esse negocio de romantismo é coisa do Justin, ok? Beleza, parei agora. [...] — E aí, você já ta no avião? Chega que horas no Canadá? – Lizz parecia um tanto animada do outro lado da linha. — Ah, eu não vou mais Lizz. — Por quê? Eu já tava até arrumando alguém pra me levar no aeroporto pra te buscar. – ela riu — Resolvi ficar. Por motivos um tanto pessoais. — Ou seja, por causa do garoto. — É... Mais ou menos, Lizz. Estávamos sentados no banco de uma pracinha. Justin estava ao meu lado me abraçando de uma forma um tanto desconfortável e dando mordidinhas leves em minha orelha. — PARA JUSTIN! – gritei rindo. — Hã? – Lizz disse do outro lado da linha. – AAAH O JUSTIN TA AI COM VOCÊ? — É, ele ta sim. — Ah, deixa eu falar com ele Sara? Por favor? — NÃO! — Sua do mal, por que não? — Por que não! — Você tem que me deixar falar com meu marido, rum. — Que seu o que, ele é m... – parei. Justin ria ao meu lado, eu sei lá por que. Dei um tapa no teu braço e o ignorei. — Amiga, pera aí... O menino que você ta apaixonada é o Justin? – ela ria. — CALA BOCA SUA VADIA DESNATURADA! – gritei — É? — Tudo bem... É ele sim. – suspirei irritada. – você vai ficar chateada? — Não... Tudo bem… Você só ta namorando o pai dos meus filhos, entendeu?
— que namorando o que! — Você disse que odiava ele. — Mudei de idéia. — Ok... Fazer o que né? Mas, e aí o que vocês tão fazendo? – ela perguntou. — Bom... O Justin fica falando coisas muito feias no meu ouvido e eu vou bater nele! – gritei. — Não machuca o meu bebê! — Que seu o que! — Ok, ele é seu. – ela riu — Aff vou desligar Lizz. Beijos. — Ok, tchau vadia que roubou meu namorado. Eu ri e desliguei o telefone. Justin entrelaçou sua mão na minha e sorriu. Encostei minha cabeça em seu ombro e fiquei fitando seu sorriso. — Todos os dias você liga pra ela, né? — Pra Lizzie? Sim, algum problema? — Não, é que... — — Ela é minha única amiga, me preocupo com ela. Assim como se preocupa com os seus. — Ela não é mais a única. — É sim, é a única que me agüenta, que sei que posso confiar e que eu acho que me ama. — Não... Você também tem a mim. – ele me fitou. — Não é a mesma coisa. — Por que não? — Você é bobo. — E você é esquisita. – ele riu. – Mas, eu te amo. — Acho que eu te amo mais. – ri — Eu te amo muito mais. — Beleza, chega disso. Esse negocio não é comigo. — Por que parece ser tão difícil pra você dizer que ama alguém? — Você não entenderia. – fitei o chão. — Lógico que entenderia. — Você acha que entende, mas não entende! — É você que acha. – ele deu um beijo em meu nariz. Eu ri — Para com isso Justin. — Com o que? — De ser fofo educado e tudo essas coisas comigo. – eu ri — Por quê? – disse ele rindo. — Você é assim comigo e eu sou uma chata com você. Meio que fico me sentindo... — — Com remorso? – ele riu – Imbecil? Ignorante? Mesquinha? — Ok, Justin. Entendi. Ficamos um tempo em silêncio. Me deitei no banco, colocando minha cabeça no colo de Justin. Ele riu e ficou brincando com os fios de meu cabelo. Nunca me imaginei numa cena dessas, isso é coisa de filme. — Vamos embora, Jus? — Por quê? Aqui ta bom. — Ficar aqui nessa pracinha suja? — É... Eu gosto do ar livre. – ele riu — Ok, então, só mais uns minutos, beleza? Se você não for vou embora sozinha. — Tudo bem... Só me, promete uma coisa? — Prometer o que? – eu ri — Que vai ser pra sempre minha. — O que? Como assim? — Só, diz que sim. — Claro, Justin. Tudo bem, fazer o que... Eu... Ele me interrompeu com um beijo. Era um beijo lento. Justin era muito fofo e protetor. Quer saber de uma coisa? Eu realmente amo esse garoto.
Notas finais
Ficou bom? Gostaram? Continuo? *-* rs
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