Notas iniciais
é a primeira fanfic que eu posto é claro que eu já escrevi muitas mas por receio nunca postei. Espero que gostem e aceito criticas ^^

No 5º aniversario de casamento de Kuririm e Nº18, eles decidem que querem comemorar em uma viagem, e é logico que é a Nº 18 quem escolhe o lugar.

— Querido eu decidi que iremos para Kabaruiba — Kabaruiba é uma ilha que se tornou deserta apos um incêndio que ocorreu, a ilha abrigava um presidio com 1001 homens, lá tinha de tudo, bandidos, assassinos. Conta a lenda que a ilha é assombrada pelos espíritos dos que morreram no incêndio, por essa razão todos evitam ir a tão temida ilha.

— Q-Querida podemos ir a um lugar mais bonito que tal Hawaii? hein? o que me diz? — Kuririm com nervosismo tenta tirar a ideia absurda de passar seu aniversario de casamento numa ilha assombrada, tentativa em vão.

— Você está com medo ? nós vamos sim, ou iremos a Kabaruiba ou não vamos a lugar algum — Nº 18 começa a arrumar as malas.

Kuririm sabia que se quisesse ficar ao lado de sua esposa teria que fazer o que ela queria, eles partem em um barco da corporação Capsule emprestado por Bulma. Chegando na ilha, Kuririm logo percebe o ambiente tenebroso em que vai estar, Nº18 desce do barco, e começa a explorar a ilha.

— C-Calma 18, não ande tão depressa assim — Kuririm grita ao dar de cara com um esqueleto — AAAAAAAAAAH VAMOS EMBORA DAQUI !!!.

— Para com isso já Kuririm é só um esqueleto — 18 olha kuririm de forma irritada, Kuririm baixa a cabeça e vai andando atrás da mesma — vamos ficar aqui — 18 forra uma toalha no chão e deita — Kuririm deixa de ser bobo — ele deita ao lado de Nº 18 e fica observando a ilha.

Eles almoçam um macarrão com legumes verdes e carne de liquirio, que é um especie de roedor, e suco de limão. De sobremesa um pudim de chocolate com cobertura de morango.

Após o almoço eles decidem tomar banho numa nascente que ali havia .

— Viu só Kuririm, este lugar é maravilhoso e você ai morrendo de medo — Nº 18 fala ao mergulhar.

— É, eu tenho que admitir que aqui é bem agradável, nem sei porque dizem que é assombrado — Kuririm fala enquanto vai ao encontro de 18.

Os dois ficam ali abraçados por um bom tempo esperando para ver juntos o por do sol.

Logo cai a noite os dois decidem dormir onde haviam estado horas antes.

— T-Tem certeza que não quer dormir no barco? — Kuririm com a voz tremula pergunta

— Claro que tenho, deixa de ser medroso — Nº18 responde calmamente.

Kuririm sabia que se queria passar a noite ao lado dela, tinha que concordar em tudo que ela falava. Esse era o preço de ser casado com uma mulher forte como ela.

Kuririm deita ao lado de 18, e logo ela começa a beija-lo, ela tira a roupa ficando só de calcinha e sutiã, e ele somente de cueca, o clima vai esquentando, quando de repente, algo molhado cai em cima deles, assustado Kuririm se levanta e nota que o que caiu em cima deles era nada mais nada menos que sangue.

— Kuririm de quem é esse sangue ? — Nº 18 fala bastante nervosa

— N-N-NÃO M-ME P-P-PERG-GUNTE ! Eu disse que seria uma má ideia vir aqui, vamos logo embora — Kuririm olha para a arvore e nota que as mesmas estão ensanguentadas. O chão também, ele começa a ouvir gritos, vários homens gritam por ajuda e dizem que estão queimado.

Eles vão correndo deixando tudo para traz, até mesmo suas roupas, logo se deparam com a nascente que tomaram banho a tarde,nascente este que está jorrando sangue ao invés de água, eles vão correndo para o barco e de repente Nº18 grita.

— aaaaaaahhh ! K-kuririm — ela aponta para uma arvore.

— V-VAMOS EMBORA DAQUI JÁ ! — a árvore estava repleta de cadáveres enforcados.

Eles vão correndo em direção ao barco e os gritos de homens sendo queimados só aumenta e veem um vulto, um animal parecido com um leão, soltava fogo pelo nariz estava parado bem na frente deles. Eles passaram a noite quase toda correndo da tal aberração e enfim conseguem chegar no barco, lá encontraram um homem com um manto branco quase bege, com uma espada super fina na mão, ao olharem bem nos olhos dele, ambos ficam paralisados, saia sangue dos olhos do homem, as unhas dele eram grandes e de cor vermelha, seu cabelo era longo e branco.

Os primeiros raios de sol começa a aparecer e o homem desaparece, assim como os gritos e o sangue nas arvores, tudo estava como antes. Os dois se olharam assustados e partiram o mais rápido possível.

Notas finais
Obrigada por ler e mais uma vez fique a vontade para deixar sua critica ou elogio ^^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!