Striper

2 Com certeza eu teria que tomar um banho frio.


Com certeza eu teria que tomar um banho frio.



– Emmett eu não posso hoje à noite.


– E por que não?


– Por que estou há uma semana sem sexo. – ele riu.


– Tem razão. Deve transar com urgência, uma semana sem minha ursinha e eu estaria me arrastando pelos corredores. – sorri.


– Que bom que entende. Peça desculpa a Rose, por mim.


– Claro. Ela vai entender. Afinal é só um jantar com alguns amigos, e amigas. – falou maliciosamente e estremeci o que o fez gargalhar.


– Isso ria da minha desgraça.


– Bem se você se cassasse estaria livre das suas fãs.


– Fãs? São umas psicóticas que acham que vou casar com elas. Prefiro o meu estilo de vida.


– Se não fosse pela minha ursinha iria com você. Mas se eu estiver com sorte hoje ela me amarra na cama. – moveu as sobrancelhas e ri.


– Bem se divirta. Pois é o que pretendo. – acenei indo em direção ao meu carro, e Emmett foi ao dele.


Achei facilmente o meu Aston Martin, entrei dirigindo rapidamente para fora do estacionamento e o guiei para a rua, o prédio da C&C estava situado no centro, mas meu destino era outro.


Então mudei a marcha, e levei o carro para a avenida, guiando pela 110 em direção a St. Boulevard, para uma parte muito diferente da que eu era rodeado normalmente. Assim que entrei na rua, aonde eu sempre ia, comecei a decidir em qual eu iria hoje.


Essa parte de Los Angeles, era muito diferente da que eu estava acostumado, eu vivia em um bairro chique cheio de mansões, o estilo de vida dos ricos e famosos. A empresa era no centro de Los Angeles.


Mas quando eu vinha aqui, era como estar e outro mundo, as ruas eram escuras e com muitos letreiros iluminados, muitos bares abertos, assim como boates. Dirigi o carro lentamente me decidindo em qual eu iria hoje. Eu não gostava muito de me repetir, gostava de variedades, ficar sempre com a mesma mulher era muito tedioso.


Dirigi até o final da rua e reparei em uma boate com grandes letras rosa em neon, “Deliciouss”. Sorri para o nome e estacionei o carro em frente, um rapaz veio e entreguei a chave.


Apesar do lugar onde eu estava, era seguro deixar carros, mesmo carros como o meu afinal eu era do tipo de cliente que eles gostavam de manter.


Entrei na boate, a logo na porta havia um cartaz com o desenho de uma mulher em preto encostada em um poste, “Hoje à noite Marie”.


– Parece que vim na noite certa. – murmurei curioso para ver a tal Marie.


Empurrei as portas duplas, e segui pelo corredor escuro, que se estendia por alguns centímetros, quando ele acabava dava em um grande salão, as paredes eram vermelho sangue, e havia um grade palco, muitas luzes piscavam e uma musica sensual tocava ao fundo.


Havia varias mesas ao redor do palco e em volta de varias plataformas de alturas diferentes, onde mulheres com os seios nus dançavam. Havia um bar mais ao fundo, onde um rapaz fazia bebidas, e tinha também uma escada ao lado do bar, mas não dava para ver o que havia no segundo andar.


– Uma bebida, senhor? – uma jovem com cabelos curtos vermelhos e corpo provocante usando uma minúscula calcinha rosa e uma gravata borboleta como um garçom, parou a minha frente, sorri lambendo os lábios, como todas as outras moças ela estava com os seios nus.


– Com certeza. – ela piscou pra mim e se virou.


– Siga-me. – a segui até uma mesa perto do palco e me sentei, ela se sentou em meu colo e se esfregou contra meu quadril, meu pau se animou rapidamente e gemi apertando sua cintura.


– Calma querida, ainda nem tive a minha bebida. – ela sorriu maliciosamente e saltou do meu colo.


– Claro senhor. – piscou pra mim e caminhou em direção ao bar, o lugar não estava lotado, mas tinha alguns homens bebendo e fumando, e algumas moças como a ruiva circulavam levando bebidas ou nos colos dos homens.


A ruiva voltou com uma bebida e colocou na minha mão e voltou ao meu colo. Dei uma olhada na bebida e levei aos lábios, o gosto forte do uísque rasgou em minha garganta, mas já não me incomodava mais, dei outro gole e olhei para o palco onde havia três postes de dança, algumas moças dançavam de forma provocante.


– O senhor fuma? – a ruiva perguntou e acenou para o maço na mesa. Não o havia notado ali, mas sorri assentindo.


– Claro querida. – ela sorriu e junto com o cigarro havia um isqueiro, ela pegou o cigarro e acendeu, deu uma tragada e me entregou.


– Algo mais senhor? – peguei o cigarro e traguei soprando uma baforada, antes que eu dissesse algo, a luz no palco se apagou totalmente e ficou no completo breu.


– Senhores agora nossa bela Marie. – alguém falou em um microfone e uma luz branca acendeu no centro do palco e encostada no palco estava uma mulher.


Não dava para vê-la direito por causa da pouca luz, mas pelo contorno do seu corpo, ela parecia formidável.


– Quer outra bebida senhor? – a ruiva perguntou e olhei meu copo vazio, e sorri.


– Claro, mais um desse. – ela se levantou, apaguei o cigarro no cinzeiro e voltei a prestar atenção no palco, a música sensual rodeava o ambiente e as luzes piscavam no palco.


Uma peça de roupa caiu na beirada do palco e ela rebolou enquanto jogava outra, arquei uma sobrancelha a vendo dançar sedutoramente, seus quadris se movendo de forma hipnotizante, as mãos passeando pelos seios e outra peça de roupa caiu no chão.


As luzes se acenderam mais revelando mais da tal Marie e gemi.


PQP! Que mulher gostosa. Ela era branquinha, uma pele pálida e delicada e parecia ser macia, cabelos loiros, que com certeza eram uma peruca. Seu rosto era delicado em formato de coração, lábios generosos e um pequeno nariz arrebitado, longas sobrancelhas e bochechas altas.


Ela usava um sutiã sensual decotado vermelho vivo que era conjunto com uma calcinha minúscula, a peça fazia um contraste perfeito com sua pele pálida, ela ainda rebolava passando as mãos pelo corpo e gemi novamente.


Seus seios não eram grandes, mas médios e perfeitos para apertar, exatamente como ela fazia agora, sua mão desceu por sua barriga lisa e foi até os quadris arredondados, ela virou de costas e empinou a bundinha redondinha e levei a mão ao meu pau.


Eu queria provar essa mulher.


– Aqui está senhor. – a ruiva trouxe minha bebida e desviei os olhos da Marie.


– Eu a quero. – voltei a olhar para o palco e a ruiva ficou em silêncio, voltei minha atenção para ela, e ela olhava feio para Marie. – Algo errado? – ela se voltou pra mim e sorriu.


– Claro que não. Mas infelizmente Marie não faz programas.


– Oh eu achei que as garotas faziam aqui...


– Algumas fazem, mas não a Marie. – bufei e voltei a olhar para ela que havia jogado o sutiã e acariciava os seios e requebrava até o chão.


– Como eu falo com ela? – a ruiva cruzou os braços com certeza irritada, mas ignorei sua carranca e esperei.


– Você pode comprar uma dança particular. – sorri maliciosamente, isso era bom.


Eu podia convencê-la a ser minha.


– Ótimo, quero isso. Uma dança particular com Marie.


– Como quiser senhor. – voltei a olhar para o palco e ela ainda rebolava enquanto se livrava da calcinha, gemi apertando meu pau mais forte.


Essa mulher com certeza seria minha.


Quando a música parou, as luzes se apagaram totalmente e quando acenderam, as meninas que estavam antes voltaram ao palco e dançavam nos postes. E nada dela.


Bati os dedos impaciente na mesa, esperando a ruiva voltar e me dizer que já podia ir para a tal dança particular. Mas já havia passado cinco minutos e nada, me levantei irritado, quando um homem alto e forte com cabelo loiro escuro e usando um terno preto vagabundo se aproximou sorrindo amplamente.


– Olá senhor...


– Masen.


– Sr. Masen, soube que quer uma dança com Marie.


– Sim, pode me arranjar?


– Bem, hmmm, o senhor não quer saber o preço? – arquei uma sobrancelha.


– Se o senhor insistir.


– Nada de senhor, sou Felix. – seu sorriso ficou maior e sorri educadamente.


– Certo Felix. Quando posso ver a Marie?


– E o ...


– Não importa o preço, quero vê-la agora.


– Bem... – ele pareceu relutante e bufei.


– Eu já entendi. Quanto é? Eu faço questão de pagar antes. – ele voltou a sorrir e começou a caminhar, me indicando para segui-lo.


Caminhamos através das mesas até a escada e subimos, no andar de cima havia um pequeno corredor e uma porta. Ele abriu a porta e entramos em outro corredor com varias portas, entramos na primeira, que era um pequeno escritório, só havia uma mesa com duas cadeiras, um sofá pequeno e um arquivo, além de um quadro de uma mulher nua.


– Por aqui Sr. Masen. – ele me indicou uma cadeira e abri a carteira esperando ele dizer quanto eu teria que pagar pra ter Marie, só por alguns minutos.


[...]


Andei nervosamente pela pequena sala, eu estava ansioso para vê-la, assim que paguei a Felix ele me levou para uma porta ao lado do seu escritório, e disse que ela estaria aqui em poucos minutos.


Minutos esses que nunca passavam, quando havia olhado pelo relógio pela milésima vez a porta se abriu e engoli em seco ao vê-la. Meu corpo inteiro ascendeu com sua presença, podia ver a curiosidade em seu olhar e aproveitei para saciar a minha também. Agora de perto podia vê-la melhor, ela estava sem a peruca e seu longo cabelo mogno caia por suas costas. Minhas mãos formigaram para tocar seu cabelo, além do cabelo, agora podia ver seus olhos, seus lindos olhos eram de um castanho profundo como chocolate escuro e aveludado. Notei que ela me avaliou de cima a baixo lambendo os lábios e sorriu. Um delicioso sorriso safado e arqueou uma sobrancelha.


– Olá bonitão.


– Marie.


– Quer que eu dance pra você? – ela usava um roupão curto negro amarado em sua cintura.


– Entre outras coisas. – ela sorriu.


– Tcs, tcs, tcs, eu só danço.


– É o que veremos. – ela suspirou e tirou o roupão e gemi roucamente, ela usava um conjunto negro dessa vez, muito mais revelador que o outro.


Ela se afastou de mim e foi até um radio que havia perto da porta e olhei em volta e resolvi me sentar para apreciar o show. Sentei na poltrona até confortável e me ajeitei a observando, ela deu seu lindo sorriso safado e começou sua dança.


Um pouco longe de mim para o meu gosto, mas rebolando sensualmente enquanto tirava o sutiã e o jogava em mim, sorri malicioso levando a peça ao rosto e sentindo seu cheiro.


Morangos.


Acabou de se tornar minha fruta favorita. Sempre que eu visse um morango lembraria imediatamente dela.


Seus seios deliciosos balançavam levemente a cada movimento do seu corpo, os mamilos duros e ansiosos para estar em minha boca.


Merda! Eu a queria aqui e agora.


Mas ela não se aproximava, meu pau já ansiava por ela, eu queria fodê-la sem sentido, por horas.


Não conseguia me lembrar quando uma mulher me deixou tão acesso. Mas ela me levava ao limite.


– Venha aqui querida. – ela deu seu sorrisinho safado e negou.


– Ainda não. – ficou de costas pra mim e rebolou enquanto deixava a calcinha cair, gemi tocando meu pau sobre a calça.


Eu queria fodê-la enquanto estapeava aquela bundinha maravilhosa. Ela se virou pra mim, e se possível meu pau se tornou maior.


Sua boceta lisa estava à mostra, tão perfeita.


– Querida... – sem parar de se mover sensualmente, vindo em minha direção e virou de costas rebolando.


Será que eu podia morder sua bunda?


Sem me conter passei a mão e apertei, ela deu uma risadinha e se afastou.


– Nada de tocar.


– Quero você.


Ela somente riu e continuou a dançar sensualmente, suas mãos delicadas passeando por seu corpo, tocando os seios e descendo por sua barriga lisa, gemi alto ao vê-la levar a mão a sua entrada e se tocar.


– Por favor... – ela riu novamente e veio mais perto.


– Por cem dólares eu danço no seu colo.


– Deus sim. – ela riu e sentou em meu colo, meu pau a cutucando. Minhas mãos já iam em direção a sua cintura, mas ela deu um tapinha.


– Sem tocar.


– Está me matando aqui.


– Regras da casa senhor.


– Então vamos sair daqui.


– Ia custar muito caro. Você não poderia pagar.


– Pra tê-la, eu pago o que for. – ela se sentou de frente pra mim, meu pau entre suas pernas e gemi tocando sua cintura, sua pele era macia, tão perfeita.


– Mesmo?


Diga seu preço. – ela deu seu sorriso travesso e lambeu os lábios.


– 10 mil de dólares.


– Feito. – ela gargalhou e rebolou mais forte em meu colo.


Merda eu iria gozar nas calças como a porra de um adolescente.


– Marie... – ela se inclinou contra mim e mordiscou meu pescoço, suspirei e agarrei sua bunda a movendo sobre mim, ela gemeu e lambeu meu pescoço até chegar à minha orelha onde ela chupou o lóbulo e sussurrou em meu ouvido.


– Eu não faço programas. – a música parou e ela levantou. – E sua dança acabou.


– Hein? – ela pegou o roupão no chão, e piscou pra mim já abrindo a porta.


– Até mais bonitão. – sussurrou saindo e olhei boquiaberto da porta para meu colo aonde meu pau armava uma barraca contra a calça.


Com certeza eu teria que tomar um banho frio.


Notas finais
N/A:
OLáaaaaaaaaaaaaa pérvaiadaaaaa
Povo do Alem
Leitores que leem na cara de pau
e Ninos que leem escondidos
Como estão??
Eu to com sono kkkk
Quase babando no PC
é esse calor infernal
Povo eu ameii os coments
estão divos, e fiquei tão feliz que estão curtindo essa nova loucura que eu queria responder os coments, pelo menos os do prologo eu vou, eu ja até começei, mas eu sou lerda e preguiçosa, só consegui responder duas paginas ¬¬
Ai pc começou a travar(meu pc ta veio probrezinho) e eu me irritei kkk
Mas amanha eu continuo, vcs são divas por estarem sempre me acompanhando
valeu pervaiada e ninos que leem escondidos o/
Ah ja tive 4 recomendações *lixa
E que recomendações mais lindas
eu ameiii de paixão ninas, Ed manda um beijo pra todas
Colorada
Jennifer Violet
Tata Sag Cullen
deh_pereira
obrigada ninas
Agora eu me vou
antes que eu realmente durma no PC hehe
A um Spoiler pra animar pra proxima terça
*********************SPOILER*********************
Spoiler
- Não transou ontem?
- O que você acha? perguntei sarcasticamente e ele riu abertamente.
- Bem se tivesse ido jantar lá em casa, Tânia estava lá.
- Como se eu quisesse outro filho falso. ele suspirou.
[...]
- O que quer Edward? deslizei os olhos por seu delicioso corpo e tantas coisas passaram por minha mente, apertei sua coxa e ela suspirou.
- Você está no menu doçura? ela me olhou divertida.
- Não senhor, só temos bebidas.
- E se eu quiser mais que bebidas?
- Nada posso fazer.
- Minha oferta ainda está de pé. ela estreitou os olhos.
- Você estava falando serio ontem?
[...]
- Cara se você pensa em pagar 1 milhão só para ter uma puta, você tem algo de errado.
- Você acha que eu não ficarei satisfeito? ela sorriu maliciosamente.
- Acredite em mim, você ficaria mais que satisfeito.
- Então o que te impede, é 1 milhão.
- Eu não posso tirar um milhão de você.
[...]
- Quer companhia bonitão? alguém bateu no vidro e sorri vendo ela inclinada contra meu carro.
- Definitivamente sim. destravei a porta e ela escorregou para o banco, usava uma calça jeans folgada e desgastada, e uma regata justa preta e jaqueta jeans e tênis.
- O que? ela falou quando percebeu que eu a encarava e sorri.
- Não era esse visual que eu esperava. ela rolou os olhos e levantou uma bolsa absurdamente grande.
- Minha roupa de trabalho está aqui.
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fui
N/B:
Mooooooooooorri!
que cap. foi esse?? *-*
só eu que to com calor aqui?
hahahhahahahahaha
aaaaaaaaaaaaaahhhhhhh!!
quero coment'S e recomendações! *-*
me gusta disso! hahahahahahahaha
bom amores! *-* agora me vou que eu to doidinha hj!!
hahahaha
Beejos!^^