Streets Of Philadelphia

25 24 - A Estrada Para o Inferno


Notas iniciais
Oi genteeeee *-----* Então, eu to feliz POR DEMAIS DA CONTA porque meu Palmeiras foi campeão e amanhã É DIA DO ROCK *--* o/ por causa dessas coisas lindas cheias de graça eu resolvi postar hoje *--* Mas nem tudo são flores, tenho que avisar vocês que a fic tá acabando. Eu tento me superar no número de leitores e reviews a cada fic e paro cedo pra que vocês não enjoem sabe? Acho que mais uns 6 ou 7 capítulos e encerro essa historia que AMEI FAZER!
Outra coisa, ganhei mais 2 LEITORES TCANANANAHCRANAA *dança da vitória* Obrigada mesmo e se eu tenho leitores fantasmas, por favor gente, podem deixar comentarios que eu não mordo *--* Amo vcs e no próximo cap vai ser estilo jogos mortais KKKKKKKKK E ai quem morre nessa fic? Beijos mil, eu amo vcs mesmo... UM BEIJO DO REI JULIEN ♥

24 – A Estrada para o Inferno

POV Jimmy

As coisas não iam nada bem pra nós, os meninos estavam uma pilha de nervos com o sumiço de Brian, Mayara se trancou no quarto e ficou chorando durante dias. Stella tentou falar com ela, mas era impossível ajudá-la, Mayara só pensava em Brian e eu me perguntava: “Onde aquele filho da mãe estava?”.

Liguei várias vezes para o celular dele, mas ninguém atendia, até que a campanhia tocou e fui atender

- Oi Jimmy... – Aquela garota do bar, garçonete do Arin, apareceu na porta de casa. Como?

- Oi, Sally né? – a garota confirmou

- Posso entrar?

- Ah, pode, mas como descobriu onde eu moro? – ela entrou e sentou-se no sofá

- Arin me disse... Como está seu rosto? – ela tocou de leve meu queixo

- Tudo... Tudo... É, tudo bem – gaguejei, não sei que força estranha tinha aquela garota, mas com certeza ela me atraia, em qualquer quesito.

- Eu vim te chamar para sair, você topa? – Ela foi logo se jogando em mim, seus braços acariciavam meu pescoço enquanto seus lábios já estavam muito perto dos meus.

- Olha Sally... Eu tenho namorada e... Por favor, para com isso – pedi, ela pareceu não se importar

- É só uma saída Jimmy, nada demais, sua namorada nem vai sentir sua falta. Você tá sozinho? – eu não sabia se tinha alguém em casa, mas pelo silêncio, deviam ter saído com a May

- Acho que sim...

- Então, vamos? – ela segurou minha mão

- Mas, pra onde? – eu estava com receio, não queria me perder como Brian fizera

- Ai, relaxa gato, não vou te matar não – ela riu, lançou um sorriso sarcástico pra mim, um olhar sedutor. Não sei, mas eu queria muito beijá-la, mesmo sendo errado – O que foi? Você quer? – ela se insinuou pra mim, como se me convidasse a transar ali mesmo

- Não, você... Você... – Não consegui dizer nada quando Sally já estava tomando meus lábios pra si. Nos atrelamos fortemente um ao outro e caímos no sofá, ela em cima de mim. Movia seu corpo rapidamente e logo tentou tirar minha roupa. Eu tentei lutar, mas caralho, sou homem, não tinha como resistir á ela. Sally tirou a blusa e eu já estava com a boca nos seios dela sem perceber, ela lambia meu peito arrancando gemidos involuntários. Segurei sua cintura bem forte e...

- James Sullivan! Caralho mano, o que significa isso? – Rodrigo aparecera na sala com algumas sacolas de compras nas mãos

- Rodrigo? Cara, o que você tá fazendo aqui? – eu disse assustado

- Eu moro aqui, esqueceu? – ele zombou. Jogou as sacolas na mesa e se aproximou de nós. Sally estava sem blusa, sem sutiã, apenas de short e eu de calça

- A festa tava boa hein, seu viado! Você e o Brian arrumam as putas e nem dividem com a gente? Mano isso é egoísmo tá? Mas vem cá, se eu fosse você tratava de despachar essa aí bem rápido! Stella tá chegando com o pessoal e... – As palavras dele pareceram se concretizar. Stella apareceu bem naquela hora com todos os meus amigos. A cena foi deplorável

- Jimmy? – ela semi cerrou os olhos em sinal de espanto – Jimmy o que é isso? – sua voz começou a falhar e as lágrimas já eram visíveis.

- Stella, amor, me deixa explicar, por favor, eu... – ela me deu um tapa na cara muito forte, mas isso não doeu, comparado ao seu olhar de nojo pra mim

- Jimmy eu não acredito! – Mayara disse com profunda decepção. Os meninos me olhavam com raiva e provável desgosto. Se eu pudesse me enterrar, faria isso ali mesmo

- Falou tanto do Brian e olha só, é tão canalha quanto ele! – Matt disparou

- Enquanto estávamos fazendo os testes de compatibilidade pra doar a medula pra May, o que você tava fazendo? Ah claro, comendo essa aí! – Zacky gritou. As expressões deles não eram das melhores, então os resultados não deviam ter sido positivos.

- Por favor, eu posso explicar, eu... – era a maior humilhação da minha vida

- Não quero suas explicações! Eu vou embora daqui! – Stella saiu correndo escada a cima, mas segurei seu braço

- Fica, por favor, vai embora pra onde? Você tem seu intercâmbio e... – ela me calou

- Vou abandonar tudo, voltar para o Brasil onde nunca mais vou ter que olhar pra sua cara de cafajeste! Nunca mais Jimmy, nunca mais olhe pra mim, fale comigo ou me procure! Vai comer a sua puta e me deixa em paz! – ela gritou e subiu correndo. Todos estavam decepcionados, mas ver que Sally estava com vergonha foi bem surpreendente pra mim.

- Jimmy, eu vou embora e... – segurei seu braço

- Não, eu vou com você... – Meus amigos ficaram em choque quando me viram sair com Sally. Não sei por que, mas algo me dizia que ela sabia onde Brian estava e queria me ajudar.

POV Brian

Um lugar escuro, feio, e muito frio. Não sei por que, mas Catharina havia me chamado para nos encontrarmos num antigo matadouro já desativado. Eu entrei na grande sala e pude ver alguns instrumentos usados para o abate de animais

- Cara, depois dessa eu viro vegetariano – eu disse alto, até que a voz dela me interrompeu

- Oi meu amor... Você demorou – Catharina veio toda sedutora, com um vestido preto bem decotado e colado ao seu corpo. Cabelos soltos e uma maquiagem pesada. Linda como sempre

- Olha, eu só vim aqui porque preciso falar com você. Quero parar de te ver, preciso recuperar minha vida, meus amigos e a mulher que eu amo. E quero minha correntinha de volta – pedi. Ela riu na minha cara – Qual a graça?

- Brian, seu idiota, não vê que tudo foi armação? Não vê que você caiu? – minha raiva começou a subir enquanto ela ria de mim

- Que história é essa? Armação de quem?

- Eu fui esperta, te levei no bico, te coloquei aqui, na palma da minha mão. Agora meu trabalho está feito, vou pegar a grana e dar o fora dessa cidade maldita! – quando ela terminou de dizer aquilo tudo, alguns caras apareceram de trás dela

- Porra o que é isso? – Eles logo seguraram minhas mãos e as imobilizaram. Roger e Kleber estavam lá

- Oi Brian salvador! Quanto tempo, cadê sua protegida? – Kleber zombou de mim

- Não vão tocar na Mayara! – desafiei, assim levei um chute no estômago de Roger

- A ruivinha nem quer te ver seu imbecil! Caiu no velho golpe da sedução, agora a Cherry tá fazendo a mesma coisa com seu amiguinho. Logo ele chega por aqui e podemos começar a jogar! – Ele falava como um insano, alguém sem controle e muito perturbado

- O que? Jimmy? Não! Seja o que for ele não vai cair nisso! Ele é mais inteligente que eu

- Bom isso é verdade! Mas homens! São humanos e os humanos têm falhas não é?

- Você fala como se não fosse um! – Kleber riu, seus olhos vibravam de tamanha excitação

- Digamos que eu tenho uma ajudinha extra quem não vem desse mundo. Tá a fim de conhecer? – ele olhou pro lado e pegou um livrinho preto e mandou me amarrar naquela esteira onde se abatia o gado. Alguns instrumentos como martelos grandes, bisturis, facas afiadas e até uma máquina que se tirava a pele dos animais estavam lá.

Nicole havia me falado do pacto deles com o Diabo, mas eu não tinha levado a sério, até aquele dia. No pescoço de Roger, estava minha correntinha, a qual ele exibia com tamanho orgulho, apenas para me provocar

- Sabe Brian? Só trazemos as melhores pessoas até aqui, os de Sangue Azul mesmo. Mayara já esteve aqui várias vezes, ah — suspirou -fizemos tantas coisas boas nesse chão...

- Cala a boca! – Ele socou minha cara, calando-me

- Que o jogo comece... – ele sorriu e mandou que os caras me matassem enquanto ele lia o livrinho e recitava algumas palavras em latim. Podiam me matar como quisessem, tudo valia. Todas aquelas armas e instrumentos de tortura me fizeram desacreditar que eu sairia vivo dali. Apenas rezei, e me concentrei nas meninas. Nicole, Anita, Rebeca e Emily. Será que elas viriam? Só um milagre restava, um cara avançou com um bisturi e começou a me rasgar, era um show, era o que eles queriam. A dor era minha única companheira, fui perdendo os sentidos até a escuridão ser a única que eu via.

Notas finais
Vixeeeeeeeee