Strange Love
16 Capítulo Dezesseis - Your love is my turning page
Notas iniciais
Natasha deixou Stella no heliponto do prédio da Stark. De lá, ela poderia ir apé sem problemas, mas ela preferiu pediu que Happy levasse ela, sem contar para seu pai. Natasha pediu para que fosse avisada quando eles precisassem voltar. Desejou sorte e Stella sorriu largamente, sentindo-se Carrie do seriado “Sex and The City” por um momento. A avenida estava cheia, o que fez Stella demorar umas dez minutos a mais do que o normal para chegar ao hotel. Ela viu a agitação na rua, respirando fundo longamente de forma ansiosa e feliz. Deixou o vidro na metade, respirando fundo a poluição de forma sorridente e até um pouco boba. Sentia tanta falta daquela cidade que chegava as vezes a doer. E naquele momento, sendo levada de carro para um dos hotéis mais lindos de Nova Iorque, sentiu-se extremamente nervosa. Sabia o que estaria por vir, e não sabia exatamente o que fazer. Olhou para os casais por quem passou na rua, tentando se concentrar. Era uma coisa normal, sexo. Ela apenas não sabia lidar com isso por que nunca o fez. Fechou os olhos, respirando fundo pela 8526732 vez e viu que estava virando a esquina para o hotel. Ela não viu Steve e ficou ansiosa.
– Pode parar aqui, Happy...- Ela fechou o vidro, já abrindo a porta. Happy saiu do outro lado, no que ela viu de relance uma mão estendida para ela, em sinal de ajuda.– Você foi rápido. - Falou pensando ser Happy, ficando um pouco desnorteada quando se deu conta de que era Steve ajudando-a a sair do carro. Seu cabelo estava penteado de uma forma diferente, sendo obvio o banho de loja. Eles sorriram em silencio um para o outro, no que Happy limpou a garganta para chamar a atenção.
– Senhorita Stark....- Ela piscou algumas vezes, rindo baixinho.
– Happy! Desculpe. Pode ir. Eu te ligo quando precisar do carro de novo.- Ele concordou com a cabeça, fechando a porta do carro assim que ela saiu, indo para o lado do motorista em seguida. Steve puxou ela um pouco mais para perto, beijando as costas de sua mão sem tirar os olhos dela.
– Eu demorei? — Perguntou tentando conversar para se sentir menos boba.
– Não. Foi o tempo perfeito.- Ele acariciou o roste dela de forma muito leve, beijando seus lábios demoradamente. Eles pararam o beijo com um suspiro, se olhando de forma boba e animada. Ele deu um passo para trás, dando o braço para ela. Stella entendeu, passando seu braço pelo dele, deixando-se guiar para o interior do hotel. Eles passaram pela porta giratória, cumprimentando o porteiro, Stella praticamente esmagando o braço dele de tanta ansiedade.
Eles seguiram pelo lado direito do Lobby, no que Stella quase virou seu pescoço ao olhar envolta. No restaurante, uma Maitre acompanhou eles, no que Steve escolheu uma mesa próxima a uma das várias árvores e de vários aquários cheios de folhas. Stella olhava envolta de forma maravilhada, deixando Steve contente. Era exatamente esse o efeito que ele queria causar. Steve ajudou Stella com o casaco, demorando alguns segundos a mais do que o normal para se mover, colocando o casaco e a bolsa dela no encosto de sua cadeira. Ele ajudou ela a sentar, tirando seu próprio casaco em seguida, pendurando ele também no encosto de sua própria cadeira. Quando estavam os dois sentados, a Maitre entregou um cardápio para cada um, entregando um extra para Steve, explicando que era o de vinhos.
– Fiquem a vontade. Volto em dez minutos para que vocês façam o pedido. — Eles agradeceram, no que ela se retirou. Stella olhou para Steve de forma demorada, enquanto ele olhava sério para o cardápio de vinhos, tentando escolher algo que pudesse ser bom.
– Quer ajuda? — Ela perguntou depois de uns dois minutos de silêncio, notando que ele parecia perdido com os vinhos. Ele levantou as sobrancelhas de forma surpresa ao pedido dela, suspirando longamente.
– Por favor... Eu não sou muito bom nisso... - Falou de forma derrotada, entregando a ela o cardápio. Ela riu, olhando o cardápio rapidamente.
– Peça o numero dezessete.- Disse sorrindo gentilmente, entregando de volta o cardápio para ele. Ele concordou com a cabeça, bem a tempo da Maitre voltar.
– O que vão querer? — Perguntou olhando de Steve para Stella, no que ele apontou nervoso para o numero que ela havia indicado.
– Quero o número dezessete. O Caber... Caberne...- Tentou falar, no que a Maitre foi gentil o bastante para apenas concordar com a cabeça.
– O Cabernet Sauvignon Napa Valley de dois mil e oito. — Conferiu com ele, no que Steve balançou a cabeça afirmativamente. – Certo. Para comer? Posso recomendar as sopas do dia? - Stella abaixou seu cardápio, olhando para ela.
– Vou querer de entrada a sopa do chefe de tomate com cogumelos diversos e pães de acompanhamento. Steve? — Perguntou vendo que ele ainda analisava o cardápio.
– Vou querer... O mesmo. — Sorriu ao falar. Ela se retirou com um aceno, no que eles deixaram os menus em um canto da mesa. Steve olhou para ela por um longo momento, no que ela estava distraída olhando para as árvores de forma maravilhada. – Você está linda. — Ela saiu de seu transe ao escutar aquilo, sorrindo de forma até tímida para ele. Ela pousou sua mão sobre a dele na mesa, sorrindo ainda mais.
– Obrigada. Você também está lindo. Por acaso se jogou no Empório Armani de cabeça? — Ele riu dando de ombros.
– Bem, você deve saber reconhecer... — Ela apontou para a camisa dele.
– É o que diz a sua etiqueta.- Ele riu ainda mais, fazendo carinho na mão dela. — Joguei sujo.- Confessou dando os ombros. Ele não se importou.
– E você? Também tomou um banho de loja? - Ela revirou os olhos de forma descontraída, olhando para si por um momento.
– Bem, você me conhece. Se eu não tomo um banho de loja por dia, não sou eu. — Brincou, olhando para as mãos dela sendo acariciadas pelas dele. Tanto Steve quanto Stella não falaram nada. Não pronunciaram sequer uma palavra até que o vinho chegasse. Enquanto olhavam para suas mãos, eles se sentiram confortáveis um com o outro, trocando olhares de pura felicidade e carinho. Steve estava planejando a noite com que toda mulher sonhava, e com que ele também esperava de forma ansiosa. Ele estava com uma mulher maravilhosa, por quem seus sentimentos eram fortes e queria ficar para sempre com ela. Ainda se sentia um pouco desconfortável ao pensar em expor seus sentimentos, mas tinha certeza de que mais cedo do que esperava iria conseguir.
– E então? Qual a ocasião? — Steve parou de tomar o vinho na metade do caminho com a pergunta, baixando a taça para a mesa.
– Bem... Pensei que pudesse querer um momento só nos dois. — Sorriu de leve, voltando a fazer carinho na mão dela que estava sobre a mesa. Ela sorriu contra a borda da taça de vinho, terminando de tomar um gole.
– Algo me diz que é mais do que isso. Mas não vou dizer nada... — Riu baixinho, vendo um garçom chegar com as sopas. Eles pararam de falar por um momento enquanto o garçom colocava os pratos e ajeitava a mesa para eles, no que eles agradeceram com um aceno de cabeça, sorrindo. Steve pegou a colher, olhando para a sopa por um momento antes de dar uma colherada. O gosto era bom mas extremamente refinado. Estava acostumado com sopas de lata e não coisas refinadas e feitas na hora.
– Por que diz isso? — Perguntou vendo ela passar um pouco da sopa em uma pequena torrada da cestinha, comendo em seguida. Ela mastigou calmamente, tomando um gole de vinho antes de falar.
– Não sei. Sexto sentido, talvez... — Sorriu zombeteira, pegando um cogumelo com a colher, levando ele a boca. Eles fizeram a refeição de forma silenciosa, rindo vez ou outra quando alguém se sujava com a sopa. Quando tinham terminado, Steve deu a ideia de decidir o que iriam comer em seguida.
– Você é quem manda, Capitão. - Stella sorriu mordiscando a última torrada de sua cestinha, observando enquanto os olhos dele corriam pelo menu, analisando as opções. Ele olhou para a Maitre, no que ela entendeu que ele queria pedir algo.
– Pois não, Senhor? — Sorriu de forma gentil e educada. Steve olhou uma última vez para o cardápio, bem decidido.
– Uma salada Ceasar e dois Raviólis de queijo.- Ela acenou com a cabeça, se retirando. Stella passava o dedo indicador na borda de sua taça, pressionando os lábios um contra o outro.– O que foi? - Ela desviou os olhos da taça, olhando para ele.
– Você está com medo, não está? Receoso eu diria... - Esperou que ele entendesse do que ela estava falando. Ele ergueu as sobrancelhas, claramente confuso. – Eu ter me voluntariado...- Ele piscou suspirando, entendendo.
– Um pouco. É um procedimento de alto risco.-
– Você sobreviveu. Minhas chances também são altas. Bruce passou por coisa pior...- Ele ficou sério, percebendo que ela não via o grau de perigo como ele.
– Não deixa de ser de alto risco. Pode não dar certo...- Stella suspirou.
– E pode dar certo. — Olhou para ele de forma séria, analisando sua expressão. – Steve, não vai me acontecer nada. Confie em mim. - Eles se olharam, no que ela sorriu para encorajar ele. – Já passei por coisa pior e fiquei bem. - Ela esticou a mão para o rosto dele, no que ele sorriu com o gesto, mas não ficou tranquilo com o que ela disse. – Não tem o que ficar preocupado.– Ele se afastou de sua mão, rindo baixo de forma descrente.
– Não vai conseguir me tranquilizar.- Ela suspirou, sorrindo de leve. — Vou ficar apreensivo até ver você de pé depois do procedimento.- Falou sorrindo, pegando na mão dela. – Eu vou sempre me preocupar com você. — Ela sorriu um pouco mais, soltando a mão dele quando viu o garçom se aproximando.
– Você não confia em mim... — Contestou, tomando um gole de vinho. Steve riu ao pegar o garfo, espetando um ravióli.
– Você é uma Stark. Conheci seu avô e sei que todos os Starks são inconsequentes. — Alfinetou ela, sorrindo ao mastigar o ravióli. Ela revirou os olhos, dando uma garfada na salada.
– Não chame minha família de Inconsequentes. Somos... — Tentou achar um adjetivo melhor.
– Inconsequentes? — Brincou servindo mais vinho para eles.
– Eu diria abusados. — Ergueu as sobrancelhas, comendo uma folha de alface. Ela analisou por um momento tudo o que Steve estava fazendo, sabendo da situação financeira dele que não era lá das melhores, mal comendo sua comida. Ficou preocupada com ele.
– O que foi? A comida não está boa? — Perguntou vendo a expressão dela preocupada.
– Nada... — Suspirou, mastigando de má vontade um ravióli.
– Diga, o que aconteceu? Você não estava assim. - Ela olhou para ele sem saber disfarçar, pressionando seus lábios um contra o outro.
– É que... — Ela olhou sem graça para ele, rindo em seguida.– Eu não sei como te falar...- Ele revirou os olhos.
– Diga, Stella. —
– Esquece, Rogers! - Falou séria, voltando a comer o ravióli.
Depois de quase quinze minutos comendo, Steve se levantou. Stella ficou confusa.
– Eu já volto.- Ele disse indo em direção a Maitre. Ela concordou e ele voltou rapidamente para a mesa, sorrindo de forma animada para ela, lhe estendendo a mão. – Vamos sair daqui? — Ela olhou para a Maitre, olhando para a mão dele em seguida.
– Mas e a comida? E a conta? — Perguntou sem entender. Ele deu de ombros.
– Já resolvi. Vamos? — Perguntou novamente. Ela concordou sorrindo, pegando a mão dele. Ele ajudou ela a colocar o casaco e ele vestiu o seu próprio. Saíram de mãos dadas, sorrindo, andando sem ter um rumo certo.
– Você não é fã de coisas frescas, não é? Percebi a sua cara para a sopa. - Falou rindo, passando na frente de um McDonalds.
– Não mesmo. Estou acostumado a comidas em lata. — Stella puxou ele, entrando no McDonalds. Ele riu, colocando as mãos em seu bolso.- Ainda com fome? — Ela riu, pegando o cartão de crédito na bolsa sem que ele visse.
– Não faz ideia. Eu me alimento como uma pessoa normal, não como um passarinho. Você iria ter de pedir o menu inteiro pra que eu ficasse satisfeita lá. — Ela se virou para o balcão, olhando rapidamente para o menu. – Boa noite. Quero o McChicken e um Cheeseburger com uma coca e batata grande. — Olhou para Steve que estava surpreso com o pedido dela. Ela gesticulou para ele falar o que queria, no que ele olhou para o menu.
– Bem... Pra mim um Big mac, coca grande e batata grande também. — Disse rapidamente, já pegando sua carteira. Stella foi mais rápida, pagando com seu cartão. Ele suspirou de forma séria.- Eu podia pagar. — Seu tom levemente irritado mostrava que ele não tinha gostado. Ela revirou os olhos.
– Steve estamos em 2014.- Ela olhou para ele, não acreditando no que estava acontecendo.
– Eu ainda prefiro que as coisas sejam...-
– A moda antiga? — Ele sorriu com o comentário, tentando não estragar a noite com seu lado masculino que estava se sentindo diminuído pelo gesto dela. Para compensar, ele pegou as duas bandejas, indo para o salão com as mesas. Escolheu um e colocou a bandeja dela de frente a dele, esperando ela sentar para depois o fazer. Eles comeram de forma despreocupada, Steve rindo de forma contida do ketchup no rosto dela, Stella roubando algumas batatas fritas dele. Meia hora depois, estavam andando pela rua úmida da chuva que veio e já tinha ido embora. O céu já estava limpo, Steve carregava a sacola de papel com o resto de uma batata frita enquanto eles andavam em direção a uma fonte que tinha ali perto. Sentaram nos degraus da fonte Pulitzer, terminando de tomar seus respectivos copos de refrigerante, comendo o resto das batatas enquanto conversavam.
– As vezes tenho saudade de Boston.- Stella olhou para a fonte, tomando um longo gole de seu refrigerante. Steve mastigava lentamente uma batata, olhando para ela de forma atenta.. – Era bom ter o meu próprio canto. Ainda mais com você, qualquer problema era mais agradável com você por perto para ajudar. - Ele sorriu ao se lembrar de ela quase colocando fogo na cozinha quando tentou cozinhar pela primeira vez. Ela pegou uma batata, sorrindo para ele.
– Aqueles foram ótimos dias.- Ele sentou mais próximo dela, beijando sua testa de forma carinhosa enquanto ela mastigava a batata. Stella deitou a cabeça no ombro dele, sentindo sua mão fazer carinho em seu cabelo.
– Depois que tudo isso acabar... Acha que...?- Tentou arranjar coragem para dizer, mas se limitou a suspirar. Steve esperava pela pergunta, ainda acariciando seu cabelo.
– Diga.- Pediu virando um pouco o rosto para tentar vê-la. Ela mordeu o lábio inferior de forma indecisa, suspirando novamente.
– Acha que podemos ficar daquela forma de novo?- Ele sorriu com a possibilidade, olhando para a rua a frente deles.
– Bem, meu apartamento no Brooklyn não é uma mansão mas...- Ela bateu de leve em seu peito, rindo.
– Sabe que não me importo com isso. Não é por que tenho dinheiro que esnobaria você.- Seu sorriso aumentou, virando seu rosto por um momento, beijando a testa dela novamente, enquanto ela tomava o último gole de seu refrigerante. O cheiro de perfume era forte nele, o que fez com que ela roçasse seu nariz pela pele de seu pescoço em busca de mais.– Por mim, podia até voltar a entregar jornal que eu não me importaria. — Steve se virou em direção ao rosto dela, beijando seus lábios de forma lenta e apaixonada, rindo baixinho pelo comentário. Ambas suas mãos agora estavam em seu rosto, acariciando ele. Stella sorriu contra seus lábios, parando o beijo carinhosamente, abraçando-o forte.
– Vamos para o seu apartamento hoje?- Ela não sabia de onde tinha tirado coragem para aquela pergunta, mas o fez, sorrindo de forma curiosa. Ele se soltou dela, estendendo sua mão para ajuda-la a se levantar. Ela o fez, ficando um degrau mais alta que ele.
– Eu arranjei um lugar mais... A sua altura.- Ela passou os braços pelo pescoço dele, no que ele passou seus braços pela cintura dela em resposta.
– Está me mimando?- Juntou as sobrancelhas sorrindo de canto, no que ele ergueu seus pés do chão com facilidade.
– Eu chamo de “cuidar”.- Ela deixou que ele descesse os poucos degraus que faltavam para a calçada com ela em seus braços, não se importando de ser carregada.
– Acho que está palavra soa melhor. - Steve beijou os lábios dela de forma carinhosa, colocando os pés dela de volta ao chão com cuidado. Começaram então a andar de volta ao hotel, não demorando mais do que cinco minutos para chegarem. De mãos dadas, Steve pegou a chave na recepção, subindo as escadas a direita que davam para os elevadores. Eles subiram em silêncio, Stella sorrindo contra o peito dele, abraçados no elevador. Sentia-se nervosa e por um momento pensou se Steve estava da mesma forma. Já haviam dormido juntos. Partilharam a mesma cama, mas nunca da forma que as coisas estavam indo. Steve olhou para Stella enquanto ela o abraçava, passando uma mão por seu cabelo. Sorriu de leve, nervoso, respirando fundo quando o elevador mostrou que haviam chegado ao quinquagésimo segundo andar, no topo do hotel. Steve olhou rapidamente para ela, tentando esconder o nervosismo, entregando o cartão chave para ela. Assim que ela o tinha em mãos, ele a pegou no colo fazendo com que risse da situação.
– Tampe os olhos.- Pediu enquanto andava tranquilamente em direção as portas duplas, grandes e brancas do quarto. Ela passou o cartão na porta primeiro, fechando os olhos em seguida. Ela empurrou a porta com uma mão, no que ele a ajeitou em seu colo. — Pode abrir agora.- Assim que abriu os olhos, Stella viu um corredor médio que dava para o que lhe parecia um escritório. Steve desceu ela devagar, no que ela olhou dele para o corredor de forma surpresa, sorrindo largamente.
– Você... Como....?- Ficou sem saber o que dizer, encantada com o lugar. A enorme janela do lado direito do corredor dava para um lado de Manhattan. Ela andou lentamente até o próximo cômodo, olhando para o vaso de plantas mortas e as estátuas douradas pelo caminho. Quando entrou no cômodo, viu que era uma enorme sala, com um espaço de janelas enormes até o teto com um lindo piano de calda. O cômodo era uma mistura de sala de estar com biblioteca e escritório. Ela parou no meio da sala, olhando para todos os lados, escutando os passos calmos e quase silenciosos de Steve atrás dela.
– Esse lugar é lindo, Steve. Como você...- Tentou perguntar mas ele balançou a cabeça em sinal de não, acariciando seu rosto com as duas mãos.
– Não pergunte nada. Só aproveite. Tudo isso é pra você. — Pediu de forma delicada, beijando-a carinhosamente. Ela deixou se levar pelo beijo, passando as mãos por dentro do casaco dele, abraçando-o forte. O beijo tornou-se apaixonado, sua intensidade crescendo junto com a coragem que sentia para continuar. Stella ficou na ponta dos pés, seus lábios tremendo de leve pelo nervoso, denunciando ela. Ela parou o beijo lentamente, respirando fundo.
– Podemos... Conversar e beber um vinho antes? — Eles riram quando seus olhares se encontraram, no que ele voltou a pegá-la no colo, levando-a para o sofá. Steve beijou-a rapidamente, indo até o telefone da mesinha de centro.
– Boa noite. Aqui é da cobertura. Eu gostaria de uma garrafa de vinho com duas taças. O mais suave que tiverem. Obrigado. -Desligou o telefone, sentando de frente para ela no sofá.- Não quer conhecer o resto enquanto esperamos? — Ela desviou o olhar do piano atrás dele, concordando com a cabeça.
– Você vem junto, seu espertinho. — Levantou rapidamente do sofá, tirando seu casaco. Levou ele e a bolsa para o quarto, olhando para todas as direções pelo caminho. A cada janela, ela via um pedaço de Manhattan, deixando-a deslumbrada. Ela deixou o casaco e a bolsa na mesa em frente a enorme cama, no que Steve pegou tanto seu próprio casaco quanto o dela e pendurou ambos na parede próxima a porta do banheiro. Aproveitou a distração dela com a enorme janela que dava para o Central Park, pegando a sacolinha e o buquê que havia escondido no banheiro. Correu para a sala, direto para a mesa de jantar para dois, com vista para os edifícios mais próximos. Deixou a sacolinha e o buquê na mesa, acendendo as pequenas velas perfumadas de baunilha que havia pedido, escutando a campainha. Correu até a porta, agradecendo rapidamente ao pegar a bandeija com o vinho e as duas taças. Stella apareceu na sala bem quando ele havia terminado de arrumar a mesa, conseguindo esconder o buquê e a sacolinha nas costas a tempo.
– O vinho está servido, Senhorita Stark. - Indicou a mesa com a cabeça, no que ele segurou a sacolinha e o buquê em uma mão só, ajudando ela a se sentar. Ele sentou logo depois, escondendo rapidamente a mão que segurava os presentes embaixo da mesa quando ela virou a cabeça para o canto, olhando a vista.
– Esse lugar é lindo. Obrigada Steve. - Stella olhou para a taça a sua frente, sentindo o cheiro leve de baunilha vindo das velas.
– Não me agradeça. Ainda. - Mostrou o buquê que tinha flores misturadas, mas a predominante era a rosa em vários tons de rosa claro. Ela sorriu ainda mais, segurando o buquê próximo ao rosto, respirando o perfume suave das flores.- Pensei em rosas vermelhas mas... Não queria correr o risco de ser clichê. — Falou em tom de brincadeira leve, fazendo com que Stella fechasse os olhos rindo baixinho com o comentário. Steve sorriu quando ela cheirou demoradamente o buquê. Era a exata reação que ele esperava.
– Ainda não é tudo. — Disse lhe mostrando a sacolinha da Tiffany's. Os olhos de Stella se focaram na sacolinha, totalmente surpresa.
– Tiffanys? — Foi a única pergunta que conseguiu fazer. Steve levantou as sobrancelhas de forma inocente, tirando uma caixinha de dentro da sacolinha. As mãos de Stella tremeram de forma contida ao pegar a caixinha, totalmente ansiosa e curiosa com o presente, deixando o buquê sobre a mesa.
– Espero que goste. — Seu tom era ansioso ao dizer aquilo. Ele viu ela abrir a caixinha de forma insegura, o pânico de ela acabar não gostando da joia fazendo seu coração acelerar uma batida. Por mais nervosa que estivesse, Stella abriu a caixinha de forma muito delicada, sorrindo ainda mais ao ver o colar na caixinha. Ela conhecia a peça: O colar de prata, finíssimo, com um pingente de coração com um pedra pequena era a marca registrada da Tiffany's. O colar reluziu sob a luz das velas, deixando-o ainda mais bonito aos olhos de Stella. Steve levantou da mesa, indo ate ela sem desviar seus olhos do rosto dela.
– Você gostou? — Sua ansiedade novamente apareceu em sua voz, a insegurança devorando-o lentamente por dentro. – Posso trocar por outro se não gostou...- Propôs nervoso. Ela apenas negou com a cabeça o mais rápido que conseguiu, olhando para ele.
– Não. Ele é lindo. — Disse emocionada com o gesto dele. A insegurança sumiu assim que Steve notou o quão feliz ela parecia por ter ganhado aquele presente. Ele pegou a caixinha de suas mãos, sorrindo aliviado.
– Posso? - Ela entendeu que ele queria colocar o colar nela, no que rapidamente ela assentiu se levantando.
– Claro, por favor. — Ele tirou o colar da caixinha, colocando a mesma na mesa, enquanto Stella ficava de costas para ele. Ela segurou o cabelo em um coque, deixando o caminho livre para o colar. Steve colocou o colar de forma delicada no pescoço dela, demorando um pouco para fechar ele. Nunca fora muito bom com coisas delicadas como um colar. Stella viu seu próprio reflexo na janela, Steve atrás dela a encarando de forma doce e gentil. Os olhos dele admiravam a forma como eles ficavam juntos, vendo Stella tocar o colar com a ponta dos dedos delicadamente, sua mão esquerda ainda segurando seu cabelo em um coque. Seus dedos percorreram o fino colar, parando no pingente, olhando para ele através do espelho.
– É lindo, Steve. Muito lindo mesmo. - Sua voz saiu junto de um suspiro, deixando ele completamente satisfeito com sua reação. Steve passou uma mão por seu ombro, descendo de forma lenta por seu braço, parando no cotovelo. Stella ainda olhava para ele pelo reflexo da janela, suspirando com o carinho em sua pele.
– Lindo e delicado como você. - Ela soltou um riso baixo, sentindo-se levemente corada pela declaração dele. Um arrepio percorreu todo seu corpo quando Steve abaixou seu rosto em direção ao ombro dela, beijando o lugar de forma carinhosa. O toque fez com que Stella fechasse os olhos em êxtase, seu coração acelerando a cada mínimo toque dele. Ela sentiu Steve subir os lábios de forma lenta, em direção ao pescoço. Ela sentiu um rastro imaginário queimar sua pele por onde os lábios dele a tocavam. Ele roçou o nariz na pele entre o pescoço e o ombro de Stella, respirando fundo para sentir o perfume em sua pele. Não lhe importava quantas vezes eles já havia sentido seu cheiro. Ele sempre buscava por mais, sempre que podia. Stella não aguentou ficar parada, soltando seu cabelo ao virar seu rosto para o dele. Eles sorriram um para o outro em silencio, se olhando de forma intensa por um momento. Ela tocou o rosto dele carinhosamente, beijando-o de forma lenta e intensa. Tão intensa quanto sua vontade de se entregar a ele. Quando deu por si, Stella já estava de frente para ele, suas mãos tão inquietas quando as dele, bagunçando lhe o cabelo loiro, enquanto as mãos dele a puxava delicadamente para si pela cintura. O gosto de coca cola na lingua um do outro fazia com que se sentissem adolescentes novamente, deixando tudo ainda mais excitante. Demoraram para pararem o beijo, mas quando isso aconteceu, Stella sentiu a ponta de seus pés doer de todo o esforço que ela fazia. Amos estavam levemente sem folego, sorrindo de forma risonha um para o outro.
– Vamos deixar o vinho para mais tarde. - Stella propôs, no que ele concordou rapidamente. Ela assoprou as velas da mesa sem se afastar dele, no que Steve aproveitou sua distração para pegar ela no colo. Antes que Stella pudesse dizer algo, Steve já estava em seus lábios carinhosamente, indo para o quarto. Ela abriu os olhos, interrompendo o beijo assim que ouvir a porta do quarto ser fechada pelo pé de Steve. Ele evitou olhar para ela para não perder a coragem, indo até a cama com ela em seu colo, dando vários beijos em seus lábios, selinhos carinhosos. Ele a deitou na cama delicadamente, sorrindo ao olhar nos olhos de Stella que estavam ansiosos. Quando ele se afastou de seu lado, os beijos continuaram até seu ombro, antes de ele se ocupar dos pés dela. Ele deixou as sandálias no chão, massageando os pés dela por um momento, passando as mãos por suas pernas de forma carinhosa. Stella notou que ele não ia além de seu joelho, mostrando que também estava nervoso. E mesmo diante de tal acontecimento, ele ainda a respeitava. O pânico apareceu em um suspiro dele, no que Stella se sentou de frente para ele, beijando seus lábios de forma carinhosa.
– Vamos fazer isso juntos, ok? — Tentou soar o mais tranquila possível, sorrindo para encorajá-lo. Beijou novamente os lábios dele, suspirando ao sorrir contra os lábios dele. Espero que ele olhasse de volta para ela, ainda seus lábios colados. – Eu quero você. Não tenha medo por que eu não estou com medo. — Mentiu para encorajar, sorrindo ainda mais quando ele sorriu em uma resposta muda. Ele não demorou a voltar a beija-la como antes, tirando os sapatos para se sentar melhor na cama com ela. Suas mãos era inquietas nas costas dela, no que seus beijos foram dos lábios para o pescoço de Stella. A pele ganhou um tom rosado pela intensidade que ele beijava a pele, causando ainda mais arrepios em Stella. Ela jogou a cabeça para trás em êxtase, suas mãos na nuca dele, suspirando ao sentir o zíper do vestido ser aberto lentamente. Quando o vestido ficou frouxo, Steve voltou os beijos para a boca dela por um momento, olhando-a nos olhos em um pedido mudo de permissão para continuar. Em resposta, Stella deitou-se, erguendo um pouco o quadril quando ele puxou o vestido, facilitando o trabalho dele. As pernas dela ficaram em seu colo enquanto ele deixava o vestido em um montinho de pano no chão. Seus olhos foram demorados ao voltar a focalizar em Stella, agora "nua" na cama. Steve ficou maravilhado com seu corpo que ia além de seus sonhos e delírios diurnos. Ele tomou coragem, se inclinando para a barriga reta e proporcionalmente malhada de seus treinos, dando beijos em sua pele que causou arrepios e um pouco de cócegas em Stella. Ela reprimiu um risinho com a sensação, bagunçando ainda mais o cabelo dele com suas mãos, sentindo as deles deslizarem por suas pernas. As mãos dele puxaram lentamente a meia calça, colocando-a junto do vestido quando a tirou. Com as pernas de Stella desnudas, Steve voltou a acariciar elas, olhando para Stella ao respirar fundo. Ele tinha certeza de que ela podia ouvir seu coração batendo forte e rápido. A imagem de Stella de lingerie preta em contraste com sua pele branca, fazia Steve pensar que podia olhar para ela daquela forma para sempre. Ela sorriu como se concordasse com seu pensamento, suas mãos se afastando do cabelo dele.
– Minha vez. - Sua voz era brincalhona quando Stella voltou a ficar sentada de frente para Steve. Ela desviou logo seus olhos dos dele para não perder a coragem, suas mãos um pouco trêmulas ao abrir os botões da camisa dele. Assim como ela, Steve ficou quieto apenas observando enquanto ela afastava a camiseta da pele dele. Ela já estava familiarizada com o peitoral de Steve mas, a ocasião tinha sido outra como treinos na base ou ter pego ele saindo do banheiro depois do banho. Idependentemente da ocasião e da forma, ela sempre ficava deslumbrada com a visão dele sem camisa. Ela jogou a camisa no chão, olhando de relance para o rosto dele. Voltou a se concentrar no peitoral dele, a ponta de seus dedos percorrendo cada músculo tencionado de nervosismo da parte dele. Ela aproximou seu rosto da pele dele, beijando carinhosamente. O cheiro dele invadiu seu nariz, o perfume deixando-a ainda mais com coragem ao descer as mãos em direção a calça dele. Steve fechou os olhos, seu desejo crescendo a cada toque dela, sentindo-se um adolescente, um pouco envergonhado por saber que ela estava tão perto de seu membro excitado. Stella tirou o cinto largando ele junto dos sapatos dele, subindo sua boca do peito dele para a boca dele, beijando-o intensamente. Steve estava distraído demais para notar a mão dela entrando em sua calça, soltando um gemido de prazer e surpresa ao sentir a mão dela em seu membro, massageando ele. Ele parou o beijo surpreso com aquilo.
– Calma Steve. Relaxe. -Ela disse contra os lábios dele, sentindo um leve tremor neles ao subir e descer sua mão lentamente. Ele fechou os olhos se entregando a sensação, gemendo baixinho novamente. Steve deixou seus instintos guiarem seus sentidos, voltando a beija-la, mas de forma apressada. Ela tirou a mão de sua calça, ajudando-o a tirar a mesma. Ele deitou ela novamente, sem parar o beijo. Aventurou-se a mordiscar lhe os lábios, vendo ela sorrir com aquele gesto inesperado. Os beijos desceram para o pescoço, sua mão direita acariciando o rosto dela. Stella pegou a mão dele, levando-a de seu rosto para seu seio esquerdo, fazendo-o apertar o local de leve. Mesmo o toque sendo por cima da lingerie, Steve sentiu uma pulsação em seu membro, sentindo-se ainda mais excitado. Ela ergueu as costas do colchão, deixando que ele tirasse o sutiã para ela. Steve novamente se viu em guerra com um fecho, demorando mais do que pretendia ao abrir a lingerie. Quando ela se juntou as outras peças de roupa no chão, ele respirou fundo ao notar que ambos tinham apenas uma peça de roupa restante no corpo. Stella olhou para ele de forma encorajadora, voltando a pegar sua mão direita, guiando-a para seu seio esquerdo. Fechou os olhos esperando que ele entendesse que ela queria que ele a tocasse. Decidiu não se arriscar tanto e apenas acariciou o seio, beijando novamente a barriga dela. Tomou coragem ao poucos, subindo os beijos para as costelas dela, seguindo para seus seios. As mãos de Stella voltaram a bagunçar o cabelo dele, puxando sua cabeça levemente em direção a seus seios. Ela queria sentir os beijos dele naquele lugar tão sensível de seu corpo. Lento e parecendo querer o tormento dela, Steve se demorou entre seus seios, tomando coragem. Finalmente Stella soltou um gemido baixo e manhoso ao sentir a língua dele em seu mamilo, beijando-o em seguida. Ele passou a língua duas ou três vezes mais, seu coração acelerando junto com o crescente desejo dentro de si sempre que ouvia os gemidos dela. Lembrou-se de coisas que seus companheiros de guerra contavam uns aos outros que faziam com as garotas que saiam e arriscou, movido pelos gemidos dela. Tomou novamente o mamilo em seus lábios, sugando-o de leve enquanto lhe roçava a língua. Quase de imediato ele ouviu um gemido mais forte de Stella. Suas unhas arranharam o couro cabeludo dele, sentindo um calor por todo seu corpo com aquele toque. Ele fez a mesma coisa no outro seio, massageando-o. Ela respirou fundo gemendo o nome dele em uma súplica, mordendo o lábio inferior ao agarrar as mechas loiras dele, puxando o rosto dele para ela. Ela sentia o meio de suas pernas úmido, um pouco ofegante ao beijar ele com tanto desejo, querendo que ele estivesse logo dentro dela. Se ele podia deixa-la daquela forma só com os lábios, ela mal podia esperar para ter ele dentro dela. Com pensamentos assim e sua língua desesperada em busca da dele em um beijo desesperado, Stella desceu uma mão em direção ao membro dele, voltando a massageá-lo por cima da cueca. Outro gemido escapou dos lábios de Steve, massageando o seio dela, apertando-o inconscientemente ao sentir ela apertar a glande de seu membro de forma prazerosa. Tentou tirar a cueca dele alguns segundos mais tarde, não querendo mais esperar. Steve entendeu rapidamente o que ela queria, sentindo-se da mesma forma. Ele não demorou a tirar a última peça de roupa, um pouco desajeitado ao fazer aquilo sem parar o beijo. Quase em seguida que havia atirado a cueca longe, suas mãos passaram pela lateral do corpo dela. Tão rápido quanto antes ele conseguiu tirar a calcinha dela, jogando-a na mesma direção da cueca. Eles pararam o beijo, as respirações aceleradas, ambos conseguindo ouvir o martelar de seus corações. Steve afastou alguns poucos fios de cabelo do rosto dela de forma muito delicada, acariciando seu rosto, parando no cabelo que estava espalhado no travesseiro. Stella levantou um pouco sua cabeça, beijando carinhosamente os lábios dele, virando eles na cama ficando por cima. Eles se encararam sorrindo, Steve totalmente surpreso. Quando ele tentou voltar a ficar como antes, ela sentou no colo dele.
– Tem certeza? - A voz dele tinha preocupação por conta da posição em que estavam. Ela sorriu, sentindo o membro dele posicionado em sua entrada.
– Absoluta. — Sussurrou sorrindo ainda mais. Eles continuaram a se olhar, as mãos de Stella espalmadas no peito dele, não demonstrando o desconforto que sentia ao se pressionar contra ele. Steve deixou seus lábios entreabertos em êxtase, a sensação prazerosa de penetra-la lhe preenchendo. Stella não demonstrou a leve dor que sentiu enquanto ele a invadia lentamente, gemendo baixinho ao sentir ele então, completamente dentro dela. As mãos de Steve estavam em suas coxas, ajudando-a com o peso de seu próprio corpo contra o dele. Ele não pode evitar de apertar a carne em suas mãos com a sensação de estar dentro dela. Ela apertava suas mãos contra o peito dele, ficando imóvel por alguns segundos, acostumando-se com ele dentro dela. Steve tinha a sensação misturada a visão que tinha: O corpo nu de Stella sobre o dele, seus seios perfeitos sendo comprimidos pelos braços que estavam muito próximos ao se apoiarem em seu peito fez ele sentir outra pulsação em seu membro. Stella o encarou com um suspiro longo, movendo-se lentamente, sentindo ele sair e novamente voltar para dentro dela. Os movimentos lentos duraram uma eternidade para ambos. Ela aumentou aos poucos os movimentos, gemendo baixinho ao fechar os olhos, jogando a cabeça para trás ao sentir ele se mover contra ela. Ele jogou aos poucos seu quadril contra o dela, gemendo junto dela, suas mãos agora segurando-a firmemente pelo quadril. Quando já estava se sentindo exausta mas não o suficiente pera parar, ela se inclinou para ele, beijando lhe os lábios em meio as gemidos baixos. O prazer estava aumentando cada vez mais, junto dos movimentos que estava até descoordenados. Quando sentiu ela se comprimir ainda mais contra seu membro, gemendo um pouco mais alto do que antes, ele deduziu que ela estava tão próxima do ápice quanto ele. Steve não esperou mais e virou na cama, ficando novamente em cima dela, aumentando os movimentos de seu quadril contra o dela. Eles se beijaram de forma desesperada e confusa, gemendo um contra a boca do outro ao sentir o prazer máximo cada vez mais perto. Stella arranhava as costas dele com força, gemendo seu nome como se implorasse, no que Steve voltou a apertar lhe as coxas, aumentando ao máximo que conseguia seus movimentos. Eles gemeram em uníssono, um deixando escapar o nome do outro baixinho ao chegarem ao ápice juntos. Steve deixou seu corpo ficar mole sobre o dela, enquanto ela sentia seu interior quente e preenchido pela primeira vez. Naquele momento, deu graças por precisar tomar anticoncepcional para as cólicas e regulagem de seu ciclo menstrual, notando que eles haviam esquecido da camisinha. Steve tinha seu rosto próximo ao dela no travesseiro, sorrindo de forma boba assim como ela o olhava.
– Isso foi incrível... — Sua voz estava rouca e ofegante, fazendo-o rir. Ele tocou o rosto dela novamente, acariciando sua bochecha.
– Eu amo você, Stella. — Declarou pela primeira vez, sem desviar os olhos dos dela. Ela sorriu ainda mais, rindo baixinho de alegria.
– Eu também amo você, Steve. Muito. - Beijou os lábios dele diversas vezes, ambos sorrindo largamente. Não sabiam quanto tempo havia passado. Steve beijava Stella de forma lenta e carinhosa, fazendo carinho em seu rosto. Eles estavam deitados de frente para o outro debaixo do cobertor grosso, suas pernas enroscadas. Eles se esqueceram totalmente do vinho, no que deixaram o cansaço vencer, dormindo abraçados e nus. Steve nunca havia se sentido tão completo em toda sua vida.
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