Strange In The World Behind My Wall
11 Capítulo 9. E os dias passam...
Notas iniciais
Esse capitulo é dedicado a ela, Mykaa, que escreveu a fic super engraçada Bill e a Rosa Prateada e é dedicado para a DanielaBYoursel, que são únicas que leram essa fic até agora :/
Mas elas são muito fofas e por isso estou muito feliz o/,tanto que quando vi os comentários dela gritei tanto que minha mãe acordou e quase que fico sem internet kkk'
Quem quiser ler a fic da Mykaa o link é esse...
http://www.fanfiction.com.br/historia/119550/Tokio_Hotel.Bill_E_A_Rosa_Prateada
O resto da semana foi do mesmo jeito do primeiro dia. O Bill continuava um fofo e todas as noites eu me arrependia amargamente de um dia ter pensado que ele era uma mulher.
Ele era homem. E meu Deus! Que homem. Entre quatro paredes ele mudava completamente. Eu duvidava que até mesmo o Tom conseguisse ser tão pervertido quanto ele. Ele amava sexo oral quase tanto quando eu gostava quando ele me agarrava pelos cabelos me possuindo cada vez mais.
Cada noite era mágica. As manhãs também eram perfeitas. Normalmente nós acordávamos com hematomas espalhados pelo corpo, mas com nenhuma dor. Ele me obrigava a comer. Não me obrigava a comer muito e também nada muito calórico. Ele me entendia mais do que eu mesma me entendia.
Exceto quando ele descobriu o braço que eu já havia tantas vezes cortado.
*Flashback on
Eu acordara havia pouco tempo, olhei o quarto ao meu redor e não o encontrei. Ele devia estar na cozinha. Quando cheguei na sala ele estava com uma cara emburrada. Parei em frente a ele.
- Você pode me explicar o que significa isto aqui? – Ele falou levantando minha navalha. Droga!
- É só uma navalha – Eu disse fingindo-me inocente.
- Só uma navalha? E seu braço? São só cortes? – Ele disse meio alterado e puxou o meu braço, segurando- o com força.
- Aaaai! Bill você está me machucando. – Eu gritei tirando meu braço de sua mão – E sim, são só uns cortes bobos.
- Você anda se cortando Mi?
- Só de vez em quando... – sussurrei.
- Só de vez em quando... Que ótimo Bill! Parece que você nem pode mais namorar uma garota sem que ela comece a sofrer distúrbios alimentares!
- Como você...? – eu não consegui continuar.
- Seu irmão me contou que você só começou com isso depois que me conheceu... – ele disse tão baixo que eu me perguntei se ele realmente tinha falado isso.
- Aquele idiota! Como ele pode fazer isso comigo?
- Ele te ama Mi. E ele só quer o seu bem. Ele também está preocupado.
Quando ele disse isso eu não consegui mais me segurar. A última coisa que eu queria no mundo era causar preocupação e aborrecimentos para o meu irmão. Corri para o banheiro, tentando em vão conter as lagrimas que já rolavam pelo meu rosto.
*Flashback off
Essa foi a única briga que tivemos durante aquelas duas semanas. Era praticamente impossível ficar com raiva do Bill. Ele era tão fofo e romântico que fazia com que qualquer coisa chata ou ruim que ele fizesse não tivesse peso nenhum sofre nosso relacionamento.
Ele também era impossível de manha. Ele não conseguia ficar quieto um só instante. Como acordávamos por volta das 17:00 ele sempre queria ir direto para a praia pegar um sol. Apesar deu insistir para ele que não havia quase nenhum sol nesse horário ele sempre teimava e ia para a praia. E eu ia atrás dele.
Ele amava andar de Jet-ski e quase nunca entrava na água, pois não sabia nadar. Ele morria de vergonha disso, mas eu o ensinei. Ele ficou tão feliz com isso. Ele dizia que Tom sempre se orgulhava dele saber andar de bicicleta e nadar e Bill não. Agora Tom não poderia mais jogar isso na cara dele.
Ele também não parava de cantar e de dançar. Claro que eu amava cantar e dançar, mas não rolava fazer isso na frente dele. Eu morria de vergonha de cantar perto de alguém que tinha uma voz tão bela. Em compensação eu dançava melhor do que ele. Não que ele não dançasse bem, mas ele era meio duro e desengonçado. Mas esse era o charme dele. Era fofo demais. E muito, muito sexy.
Nós nos divertíamos muito juntos. Principalmente à noite. Sempre víamos um filme – normalmente de terror – para depois irmos para o quarto. Era o quarto nosso cômodo favorito da casa. Passávamos horas de prazer naquele cômodo. Ele me fazia delirar e quando eu achava que não iria mais agüentar, ele me fazia pedir mais.
Ele me fazia nem ligar por estar voltando a comer. Até mesmo porque, pela nossa grande, digamos, quantidade exercício físico intenso que fazíamos à noite, eu duvidava que eu pudesse engordar. Se exagerar eu estava emagrecendo. E ele vivia me falando que estava linda. Isso me fazia muito bem.
Mas mesmo assim eu estava preocupada. Amanha ele iria conhecer meu “pai”, e eu tinha medo de sua reação, não só pela aparecia do Bill e de sua profissão como também pela sua idade – ele era cinco anos mais velho do que eu — e pela conversinha que Bill disse que teria com ele sobre meu “pequenos problemas” com a comida e a Gillette em meu pulso.
Notas finais
Talvez fique difícil eu atualizar a fic porque vou voltar a ter aula a partir de quinta-feira - minha escola tava de greve - então tentem não me matar se tiver dia que eu não postar um capitulo.
1483 Beijoos
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