Strange In The World Behind My Wall
35 Capítulo 33. Na casa da Dani / Vida social zero
Notas iniciais
P.O.V Daniela
Havia se passado pouco mais de um dia desde que Tom ligara – foi um dia, sete horas e 43 minutos na verdade – e eu estava cada vez mais ansiosa para encontrá-lo.
Eu – e ele – queria que ele ficasse em minha casa, mas eu moro com meus pais por causa da minha idade... Então ele vai ficar em um hotel perto de minha casa mesmo.
Passaram-se cerca de oito minutos desde que eu fora para a varanda ler um livro quando alguém bateu na porta de minha casa. Com um pouco de raiva eu sai da varanda e fui atender a porta. Quase morri de tanta felicidade quando vi o Tom parado na porta com um sorriso torto super sexy parado na porta da MINHA casa!
Ele era tão lindo! E eu devia estar com um sorriso muito bobo em minha cara porque ele começou a rir.
- O que foi? – eu perguntei preocupada e ao mesmo tempo com medo da resposta.
- A gente fica sete meses sem se ver e você nem ao menos me convida para entrar em sua casa? Que consideração hein? – ele disse fazendo um biquinho muito fofo.
- Ownt’ Meu fofo – eu disse pegando seu rosto em minhas mãos e dando um selinho nele – Entra aí! – e então ele foi para o sofá enquanto eu trancava a porta.
— Senti saudades. – ele disse todo fofo – Senta aqui. – eu não pensei duas vezes e me sentei em seu colo.
- Também senti sua falta... Pegou muitas garotas enquanto ficou longe de mim? – eu disse para descontrair, mas eu não queria ouvir uma resposta. Ele nem era meu!
- Algumas... – ele disse olhando para o chão, mas logo voltou a olhar para mim sorridente – Mas nenhuma que se compare a você.
- Bom mesmo! – eu disse e começamos a nos beijar. Fora um beijo calmo, mais para matar a saudade. Logo o ar faltou.
- Tom... – eu queria pedir para ele parar, já estava sentindo seu membro ficar rijo, mas ele me puxou em um beijo um pouco mais selvagem a qual eu não pude resistir.
Logo suas mãos percorriam meu corpo de uma forma seduzente, ele não tinha medo de me machucar, ele me segurava com força mesmo. Pouco tempo depois pude sentir suas mãos em meus seios. Eu gostava tanto daquilo!
- Tom... – ele parou de me beijar e perguntou o que era enquanto sua boca descia para meu seio esquerdo.
- Para... Daqui a pouco meus... Aaaaah! Isso Tom... Continua! Aaaaah! – ele sorriu vitorioso enquanto me jogava no sofá, ficando por cima de mim.
Eu deixei ele me beijar por mais um tempo, mas nem tanto assim. Quando eu consegui pensar com mais clareza eu escorreguei para o chão e me levantei, deixando ele com uma cara de mau.
- Dani, qual é? Vem aqui. – ele disse me puxando e volta para o sofá.
- Tom, daqui a pouco meus pais chegam. Se ele me vê aqui com você sozinha eles me matam!
- Ah mais... – ele não encontrou uma boa desculpa para me convencer a continuar a fazer o que eu tanto queria.
- Quer sair? – eu perguntei para ele.
- Para onde? Um shopping? Não dá Dani... Os paparazzi podem nos ver... – ele disse triste.
- Não seu besta! Para seu quarto de hotel... – eu disse safada.
Ele me olhou com uma cara de guri travesso e sorriu para mim. Logo, logo continuaríamos a fazer o que nós tanto gostávamos.
P.O.V Midori
Eu estava quase chegando na Alemanha, faltavam poucos minutos para o avião pousar e eu estava muito ansiosa. Pela primeira vez eu iria conhecer a Simone, minha sogra. Medo demais. E se ela não gostasse de mim??
Bill reparou na minha cara de medo e segurou minha mão. Ele virou-se para mim e sorriu.
- Vai dá tudo certo, você vai ver. Minha mãe é um amor! – ele sussurrou em meu ouvido.
- Ela é um amor com você... E se ela não gostar de mim? – eu perguntei ainda com medo.
- Quem não gosta de você Mi? – Damião falou da poltrona de trás.
- E você nem fica ouvindo a conversa dos outros né? Rsrsrs – eu disse rindo.
- É Dami! Que coisa feia! Não pode fazer isso. Tsc,tsc... – Picasso falara da fileira da frente. Todo mundo começou a rir.
- Peraí! Você gravou o que eu falei? Queima esse vídeo! – eu desesperei – Se a Simone me vê assim ou os fãs eu estou morta! Minha vida social acabou! – eu disse escondendo minha cara no ombro de Bill.
- Não sei que vida social... Nesses últimos meses você só falou com a gente e com sua família. – Georg disse “super discreto e sem me fazer passar vergonha”. Todos começaram a rir e eu mostrei minha língua para ele.
Quem visse de fora poderia achar que estávamos até brigando, mas a verdade é que esse era nosso jeito de ser... Gozávamos uns dos outros o tempo todo. E foi nesse clima de alegria – tá, de brincadeira e idiotices – que o avião pousou, me fazendo despertar para o meu maior medo – pelo menos até aquele momento.
Notas finais
Se gostaram mandem review. Se não gostarem mandem review também. Se amaram mande recomendações senão vão todas ficar sem namorar o Bill/Tom/Georg/Gustav kkk' Brincadeira! Beijinhos liebes :*
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