Notas iniciais
Desculpem não ter escrito esses dias, mas hoje vou escrever 2 capítulos.
Obrigada a todos que acompanham e gostam da minha história! :)

Bae passara a tarde inteira procurando a moeda que a Rainha mandou ele procurar, estava cansado demais para tentar achar algum lugar pra ficar, além de tudo ele não podia perder tempo, queria se salvar e tirar o pai daquela "maldição".

Então, procurou o riacho mais perto, bebeu água, lavou o rosto, e colocou a bolsa, que Regina lhe dera antes de sair, encostada numa árvore e ali dormiu.

***

No dia seguinte, levantou-se e fez o mesmo ritual. Lavou o rosto e bebeu água. E foi a procura da moeda.

Dias se passaram e Bae continuava procurando naquela floresta sem fim. Cavava em todo o solo, subia nas árvores, nadava em alguns rios, ia em lugares inemagináveis. Até que ele a encontrou.

Já fazia 2 meses que ele estava lá, sozinho. Então a Rainha ordenou que os guardas fossem atrás dele, pensando que o garoto tinha fugido.


Os homens vestidos de preto procuraram o garoto até que o encontraram à beira do riacho onde dormia sempre. Ele estava sentado, pensando se voltaria pra casa ou para o castelo.

Os guardas o pegou pelo braço, o colocou no cavalo e seguiu o caminho até o reino.

Bae com planos em sua mente, pulou do cavalo que acabara de parar para entrar no castelo, e tentou correr. Os homens, sem pensar duas vezes correram e tentaram o pegar.

- Volte aqui garoto! Você sabe que vamos lhe pegar! Vai tentar fugir denovo? — perguntou um deles.

Bae corria tão rápido que nem via para onde ia, até que tropeçou em uma raíz e caiu no chão.

Os homens o pegaram e o levou até a Rainha. Onde Bae, antes de entrar na sala dela tentou se debater e se soltar, mas não conseguiu.

A Rainha ouvindo os homens chegando, abriu a porta e deu um grito de espanto.

Os guardas estavam mortos. Duros. Caídos no chão frio do corredor do castelo.

Bae, também assustado olhou para a Rainha e disse:

- Eu encontrei.

- O que você fez com eles? — disse a Rainha com raiva, ignorando o que o menino tinha falado.

Percebendo que ele não respondia. Repetiu:

- O que você fez com eles? Me dê isso! — gritou ela, puxando a moeda que estava na mão do garoto.

- Foi esta moeda que me salvou. — disse Bae.

A Rainha já estava chegando a sua porta novamente para juntar as duas moedas que agora tinha em suas mãos, mas se virou ao ouvir o que Bae disse.

- O que você disse?

- Eu disse que foi ela que me salvou, eu não sei como mais foi!

- Então ela funciona mesmo... — disse a Rainha olhando gloriosamente para as moedas.

No momento em que Bae, estava tentando escapar dos guardas no castelo, eles tentaram bater no garoto, mas ele indefeso somente tentou se proteger com as mão, que por acaso estava com a moeda. A mesma, lançou um raio azul que fez com que todos eles congelassem por dentro, fazendo-os cair no chão.

- Mas não pense que vai ficar assim. Você vai pagar por cada gota de sangue desses guardas. Eles valiam muito no meu reino. Eram os mais competentes... Como fez seu trabalho pela metade, vá embora.

- E meu pai? Você prometeu! — disse ele indignado.

- Mas como eu disse... Você fez seu trabalho pela metade. — disse a mulher amargamente. E ameaçou: — Vou dar um jeito de lhe pegar Bae. Não se preocupe, vá. Aproveite seu tempo com seu pai.

- Se você queria as moedas para abrir esse portal para um mundo sem mágica para mandar eu e meu pai, e agora você não vai abrir... Então pra que você quer essas moedas.

- Eu vou abrir o portal, mas... Não vou somente mandar você e seu pai Bae. Mas todos. Todos deste mundo.