Story of my Life
85 86- Não quero conversar (2º temp)
Notas iniciais
POV Quinn
Quando entrei em casa deixei o celular em cima do balcão e percebi tudo escuro e em silencio, as luzes da noite entravam pela janela do apartamento e por um momento me amaldiçoei por ter simplesmente demorado tanto... Rachel deve estar uma pilha de nervos por minha causa.
Segui caminhando pelo apartamento já tão familiar para mim e observei a porta do quarto de Claire aberta.
Me encostei no batente da porta e observei aquela jovem menina deitada naquela encolhida naquela enorme cama. Ela já havia passado por tantas coisas... A vida já havia lhe ensinado tantas lições duras, mas ela ainda conseguia sorrir, mesmo que nesse momento fosse poucas vezes... E somente com as pessoas mais próximas... Me considero uma pessoa de sorte por poder arrancas alguns sorrisos dela.
Quando Rachel me contou sobre seu desejo de adota-la, fui pega totalmente de surpresa, mas olhando para as duas juntas era impossível não me apaixonar... Rachel era uma mãe incrível... E Claire mesmo não sendo sua filha biológica, era tão parecida com minha pequena.... Minhas duas pequenas.
Caminhei rapidamente pelo quarto e me abaixei ao lado da cama tirando alguns fios de cabelo de seu rosto e observei seu sono por alguns minutos antes de levantar e deixar um beijo em sua testa.
Antes de sair deixei a porta meio aberta e segui pelo corredor vendo uma luz passando pela porta meia aberta....
Ela estava acorda!
— Onde você está Lucy – observei minha pequena andando de um lado para o outro e observei o quanto ela estava bonita com aquela calça jeans e camisa meia aberta – Volta para mim – pediu agoniada e senti meu coração se apertando.
— Eu disse que voltava para você – falei abrindo a porta encarando o olhar de surpresa no rosto de Rachel e vi ela caminhado rapidamente em minha direção antes de sentir seu corpo se chocando contra o meu.
— Você voltou – disse com a voz falha – Você voltou para mim.
— Eu sempre vou voltar para você – garanti apertando a mulher da minha vida em meus braços. Ali era o meu lugar. Senti ela respirando fundo e fechei meus olhos, mas logo abri com a surpresa de um tapa queimando meu braço.
— Você bebeu Lucy! – Exclamou brava e senti meu coração parando por um momento – Eu estava quase mandando a polícia atrás de você e você estava bebendo – disse brava enquanto acertava outro tapa no meu braço, aquilo iria ficar vermelho.
Como alguém tão pequena pode ter tanta força?
— Calma Rachel – falei me afastando e fechei a porta atrás de mim invertendo nossas posições e prendi seus braços antes que ela me batesse novamente.
— Você estav...
Antes que ela começasse a falar observei nossos corpos tão próximos... Era tantas emoções para um único dia... Não sei se era a bebida ou simplesmente o desejo que sempre tenho por ela, mas quando dei por mim aproximei meu rosto do seu mantendo meu olhar no dela.
Verde no Castanho.
Castanho no Verde.
Poderia se passar anos e anos, mas quando nossos olhares se encontravam, sempre seriam assim... Carregados de emoções.... De sentimentos...
— Quinniee – disse num fio de voz enquanto levava meu rosto até seu pescoço e sentia aquele cheiro tão familiar...
— Rach... – chamei-a num sussurro rouco tentando encontrar minha voz e passei meu nariz por todo seu pescoço indo em direção a sua orelha – Eu não quero conversar hoje, entendeu – perguntei deixando uma mordida em seu pescoço e senti sua respiração ficando pesada – Eu não quero ouvir você falar também – disse deslizando meu nariz pelo seu pescoço deixando uma leve mordida ali – Eu quero você apenas – falei olhando em seus olhos e notei aquela aquele castanho que tanto amo ganhando uma nova tonalidade. – Eu vou fazer o que eu quiser hoje e você vai me obedecer, entendeu? – Perguntei com autoridade vendo-a assenti e soltei suas mãos enquanto levava as minhas para seu corpo que tanto desejava.
Juntei nossos lábios num beijo faminto sentindo seu gosto, o calor do seu corpo e a tão famosa eletricidade. Quebrando o nosso beijo, desci meus lábios para beijar lentamente seu pescoço e senti ela se agarrando a mim tentando buscar algum suporte e senti seus gemidos escaparem enquanto uma de suas mãos ia para meu cabelo puxando-me mais para ela. Eu podia sentir meu corpo queimando de desejo pela mulher a minha frente e sabia que ela estava na mesma situação que eu. Quando nossos lábios voltarem a se encontrar, levei minhas mãos até sua camisa abrindo-a para rapidamente para tirar de seu corpo juntamente com seu sutiã, levando minhas mãos para onde tanto desejava.
Rachel era perfeita!
Senti suas mãos em minhas costas pedindo para tirar minha roupa, para colocar um pouco de igualdade entre nós, me separei rapidamente apenas para tirar minha camisa e levei minhas mãos até sua calça, abrindo o zíper para descê-la por suas pernas, e senti ela me ajudando a me livrar dela.
Passei novamente a beijar seu pescoço com carinho e lentidão, provocando-a a cada novo beijo, a cada nova mordida. Nossas peles nuas e juntas me enlouqueciam, e enquanto a beijava, senti suas mãos indo até meus seios para aperta-los e foi impossível conter o gemido que escapou por meus lábios.
Comecei a descer meus beijos enquanto mantinha minhas mãos sempre em movimento, hora apertando, hora trazendo-a mais para mim, deixando seu corpo preso entre a porta e eu. Quando finalmente cheguei aos seus seios, sua mão agarrou meu cabelo com força, dando-me a certeza que eu estava conseguindo meu objetivo, enlouquecê-la. A sensação do seu mamilo na minha boca era simplesmente prazerosa e vendo-a apoiar a cabeça contra a porta contendo seus gemidos só deixava esse momento perfeito. Fui descendo meus beijos por sua barriga revezando entre pequenas mordidas e chupões, deixando-a toda mole, se segurando em mim por algum sustento.
Não precisava de palavra alguma naquele momento, somente o som de nossas respirações era o bastante.
— Quinnie...
Fechei meus olhos por um momento escutando sua voz falha chamando-me por mais e me levante colocando minhas mãos em sua cintura para olha-la.
— Quinnie... Por favor...
— Rach...
— Só continua o que você começou – falou olhando para mim e notei os olhos que tanto amava com aquela tonalidade mais escura, mas tão viva.
Volte a beija-la ao mesmo tempo que levei minhas mãos até seu centro, sentido a umidade escorrendo e enquanto ela suspirava em minha boca. Beijei-a por mais um momento, e quando senti o ar faltando para ela, fui para seu pescoço provocando-a, até que finalmente senti suas mãos em meu ombro me apertando.... Esse era o momento... Deslizei meus dedos até sua entrada, para lentamente invadir seu interior e olhei os olhos que tanto amava me encarando repletos de desejos.
Suas mãos arranharam meu ombro, e com toda a certeza ficaria marca.
— Oh... Quin-n – gemeu puxando-me mais para ela, como se pudéssemos fundir nosso corpo em um só, e segui movimentando meus dedos em seu interior, sentindo o calor e a umidade que apenas se intensificava, juntamente com meus movimentos, e poderia facilmente ter se passados horas ali... Eu sinceramente não notaria... Não quando segurava a mulher da minha vida em meus braços.
— Você está tão apertada amor – disse num fio de voz sentindo seu interior apertando meus dedos enquanto aumentava a velocidade.
— Amoor... Por favor... Maais... Rapido...
Fiz exatamente o que ela me pediu, aumentei a velocidade, escutando aquele barulho prazeroso que meus movimentos estavam causando, ao sair e entrar dentro dela. Senti seus dedos me marcando enquanto as velocidades dos meus movimentos aumentavam.
— Rach – gemi quando senti ela mordendo meu pescoço e ouvi sua respiração ficando cada vez mais falha e seu interior apertando meus dedos violentamente... Ela estava próxima – Vem para mim amor – sussurrei no seu ouvido. – Eu quero escutar você gemendo meu nome...
— Quinnie.... – gemeu meu nome enquanto sentia ela gozando para mim, apertando-me fracamente buscando algum suporte para se manter de pé naquele momento.
Essa visão é tão intima, tão perfeita.
Enquanto sentia ela respirando, tirei meus dedos de seu interior sentindo ela protestar fracamente e beijei suas testas, tirando seus cabelos de seus olhos.
— Você é perfeita – falou com um sorriso e senti meu coração batendo mais forte.
— Para você eu tento ser – falei sorrindo.
— Sim, você é perfeita para mim – disse colocando sua mão em minha face para fazer um delicioso carinho. — Ainda não acabou – falei com um sorriso safado vendo seus olhos brilhando com expectativas – Nós vamos tomar um banho – afirmei pegando-a de surpresa em meu colo e caminhei em direção ao banheiro.
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