Story of my Life
61 61- Uma luz?
Notas iniciais
POV Cris
Desde a noite de ontem tudo havia se tornado uma completa loucura e por mais que eu tentasse fechar e abrir meus olhos esse pesadelo continuava.
Quinn assim que despertou foi como se outra pessoa tivesse acordado em seu lugar e assumido sua personalidade, pois eu nunca a vi tão fria como naquele momento.
A policia já havia sido chamada antes mesmo dela acordar e havia alguns policiais já circulavam pela casa esperando e buscando informações. A noite passou e eu permaneci do mesmo jeito e a cada minuto que se passava daquele maldito relógio eu rezava para minha princesa entrar pela porta e tudo estar bem.
Em um certo momento da manhã Quinn pediu para conversar a sós com o delegado e foram para uma sala particular onde ficaram uma meia hora conversando e quando o homem saiu de dentro observei ele mais pálido do que Quinn que continuava com o rosto impassível e serio.
Beth estava muito assustada com toda a situação e não se lembra de nada, apenas de um quartinho onde foi mantida.
Pelo que entendemos eles a colocaram para dormi para ela não conseguir ver o local.
Shelby havia dormido no quarto de Rachel com Beth, mas assim que amanheceu resolveu leva-la para casa, pois aquele ambiente com vários policiais estava deixando-a ainda mais assustada.
Hiram estava totalmente deslocado e com os olhos vermelhos de tanto chorar, se recusou a comer e a ir dormi então sobrou para Judy ficar ao seu lado e tentar acalma-lo.
Claire estava pior, depois que havia caído a ficha que Rachel estava com Hudson ela chorou e chorou e ponto te ter uma crise de ansiedade então Frannie junto com Hanna a levaram para o quarto onde passaram a noite, pois mesmo tendo tomado remédio ela havia acordado durante vários momentos desesperada e Hanna sozinha não estava conseguindo acalma-la.
Quando vi Claire desabando corri até ela apoiando seu corpo e lhe dei tudo o amor e suporte que ela precisava mesmo estando da mesma maneira que ela... Ela precisava de mim então estaria ali... Seria a rocha dela independente de qualquer coisa... Eu vou cuidar dela... Minha princesa me pediu isso então vou fazer exatamente isso.
A noticia de que Rachel havia chegado no ouvido da impressa de alguma maneira e eu queria matar o infeliz que fez isso... Eu tentei fazer meu melhor para lidar com a situação, mas estava cada vez mais complicado lidar com a impressa e com os fãs.
Quando Quinn soube disso e os telefones começaram a tocar intensamente ela surtou com o delegado e mesmo com raiva fiquei com pena do pobre coitado.
Quinn Fabray com odeio não é uma coisa boa.
Sabia que ela tinha influencia e conhecia sua fama, mas ver o delegado com medo dela era demais.
— O celular dela esta tocando apesar de ninguém atender – disse frustrada – Rastreia a porcaria do celular e vamos achar onde ela está.
— Nós vamos tentar fazer isso, mas nesse momento o policial que cuida disso não está na cidade – falou engolindo em seco enquanto Quinn apertava suas mãos uma na outra.
— Hudson tentou mata-la e ele pode estar tentando fazer isso novamente – disse andando e um lado para o outro – Uma pessoa está correndo risco de vida nesse momento e você precisa dar um jeito de ajuda-la... Se vira, mas trás esse homem aqui.
— Senhora Fabray...
— Se algo acontecer com a Rachel por incompetência sua ou dos seus homens eu acaba com sua carreira – avisou saindo de perto do delegado que discava um numero e falava com alguém ao telefone.
— Você o deixou com medo – comentei quando ela parou ao meu lado e olheou para mim – Se você se atrever a falar daquela maneira comigo eu parto a tua cara – avisei vendo-a abrir a boca – Minha princesa pode até me bater depois, mas eu te parto antes loira fantasma.
— Você sabe como acha-la – disse sorrindo abancando-me do nada.
— O que...
— Você sabe como acha-la!
— Se eu soubesse onde minha princesa está acha mesmo que eu estaria parada nesse corredor olhando para sua cara?
— Quando ela voltou para Lima você a achou no parque comigo – disse fazendo uma luz se acender em minha mente e sorri para ela – Você pode achar ela novamente – disse animada e o policial olhou para mim.
— Eu espero que você tenha os equipamentos aqui, pois vamos achar Rachel Berry agora – falei indo até o delegado.
POV Finn
Rachel Berry vai me enlouquecer completamente.
Ela se recusou a comer comigo, se recusa a falar comigo e quando abra a boca é somente para me perguntar sobre o passado... Porque ela simplesmente não deixa as coisas para trás?
Tudo o que quero é começar nossa vida juntos novamente, mas ela se recusa a cooperar comigo...
— Fala – disse ao atender o telefone – Como assim eles descobriram? Você disse que ia me ajudar – falei escutando a resposta – É logico que não vou desistir... Se eu for ela irá comigo e assim nós vamos ficar juntos para sempre... Eu sei me virar... Não me importa... RACHEL BERRY É MINHA, SOMENTE MINHA – falei desligando o telefone tacando-o com toda minha força na parede.
Alguém descobriu onde estamos!
A policia está vindo!
Eu não vou voltar para aquele lugar, não vou ficar sem Rachel...
Ela é minha... Minha... Minha...
Caminhei pelo local checando se tudo estava fechado e depois de conferir se tudo estava seguro caminhei até o quarto onde meu amor estava.
— Nós vamos conversar – falei me aproximando dela a pegando pelo braço.
— Não quero conversar com você – avisou – Só vamos conversar quando você resolver me responder – avisou para mim – Eu nunca vou te perdoar por ter destruído minha vida – avisou para mim e acetei um tapa em sua face vendo o canto de sua boca se tornar vermelho enquanto saia o sangue do corte.
— EU NÃO BUSCO SEU PERDÃO – gritei para ela – VOCÊ VAI ME OUVIR AGORA.
— Voc...
— A policia está vindo para cá – avisei notando seu olhar cheio de esperança – Eles não vão nos pegar.
— Porque está fazendo tudo isso?
— Porque eu sempre te amei, mas você sempre escolheu errado – disse triste par ela e de longe escutei alguns barulhos de carro e peguei suas mãos perdendo-as juntas num nó com a corda ao meu lado — Nós já estamos ferrados meu amor – disse pegando seu rosto – Eu só vou terminar com isso de uma vez – falei pegando minha arma – Ninguém vai nos separar – falei arrastando-a para fora do quarto deixando-a sentada numa cadeira enquanto andava de um lado para outro apertando minha arma em minha mão.
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