Storm
9 escaping death
Notas iniciais
Bem, tô aumentando o tamanho dos capitulos e... nada a declarar sobre '-'
Enjoy. ;)
xoxo
~POV GERARD~
-Gee, não chora... Eu vou te ajudar. – Elena sussurrou no meu ouvido e logo a vi sumir.
-Vó? Cadê a senhora? – perguntei pro nada.
Passou-se algum tempo e ela ainda não havia voltado. Onde ela foi?
Eu continuava lembrando do Mikey, eu preciso sair daqui!
-Olá! Está pronto? – ouvi aquela voz, olhei e ela estava lá. A outra Elena, a morte.
-Pronto? Pronto pra quê? – perguntei.
-Ah, Gerard, você não vai poder ficar aqui pra sempre, tem que sair. Vamos para outro lugar, bem melhor, é só pegar a minha mão. Chegou a sua hora.
-Outro lugar? Hora de quê?
-De morrer, Gerard.
Ela inclinou-se para me tocar, mas uma voz surgiu na minha cabeça, me alertando.
“Fuja Gerard! Fuja.” Era minha avó.
-Não! Eu não vou com você. – gritei e sai correndo.
Corri o mais rápido que podia, mas dava pra sentir que ela ainda estava perto.
-Volta aqui, esta na sua hora! Eu tenho ordens pra cumprir, você deve vir comigo. – ela gritou.
-Já disse, EU NÃO VOU! O Mikey está me esperando.
Eu corri como nunca havia corrido na minha vida. Não sabia ao certo para onde estava indo, sabia apenas que tinha que fugir. Foi quando tropecei em algo e cai. Mas não cheguei ao chão.
-NÃO! – ouvi a morte gritar. – Você não pode, já esta na hora dele Elena! Não pode interferir, de novo não!
E foi só. Depois disso não ouvi mais nada. Senti meu corpo cair, e cair, e cair. Era uma sensação horrível, parecia não ter mais fim.
Até que senti um solavanco forte, e uma luz branca segou meus olhos...
~POV FRANK~
Acordei com meu celular tocando. Olhei a hora, 03h32min da madrugada. Quem diabos estava me ligando a essa hora?!
-Quem é? – falei quase voltando a dormir.
-Frank? É o Ray.
-Ray? Aconteceu alguma coisa? – me levantei num pulo.
-Quero que se acalme Frank. Você pode vir aqui no hospital, AGORA? – ele falou, estava muito tenso. Céus será que aconteceu algo de ruim com o Gee?
-Claro, eu já tô chegando. – desliguei.
Vesti uma camisa qualquer, e a primeira calça que achei, calcei o tênis, e sai correndo de casa. Fui correndo em direção ao hospital, que não ficava muito longe da minha casa.
Cheguei à recepção e a mulherzinha me parou.
-Ei! Onde pensa que vai correndo assim?
-Quarto 412. – apenas disse e continuei andando, estava pouco me fodendo pro que ela ia fazer, só queria saber o que aconteceu com o Gee.
Cheguei ao corredor que dava acesso ao quarto 412, e lá estavam a Donna, o Mikey e o Ray sentados nas cadeiras do corredor, e choravam muito. Merda, o que aconteceu?
-Frank! – Mikey falou vindo me abraçar.
-O que aconteceu, Mikey? O Gerard...? – não consegui terminar a pergunta.
O Mikey não parava de chorar.
-Gente eu não estou entendendo nada! Da pra me explicar? – Será que o Mikey pirou de vez?
-Frank, é que... Foi o seguinte... – o Mikey ia falar mas eu o cortei.
-Mikey? Pode me soltar primeiro? – o abraço dele já estava me sufocando.
-Mikey larga o Frank! – A Donna falou, e ele me soltou.
-Bem... Eu estava no quarto com o Gee, lendo um livro. Já tinha cansado então fiquei só observando-o, e de repente os batimentos dele aceleraram, estavam muito rápido, e depois... Pararam. Os aparelhos emitiam apenas um som, o som indicando que o coração do Gerard não batia mais – ele começou a chorar, mas logo parou e continuou. – Eu me desesperei e comecei a gritar chamando por ele, ele não pode me deixar, eu morro junto se isso acontecer Frank. Foi quando o Dr. Phillips apareceu acompanhado de duas enfermeiras e enquanto ele verificava a respiração dele uma das enfermeiras me empurrou para fora do quarto, e fecharam as cortinas me impedindo de ver qualquer coisa. E agora estamos aqui esperando alguma noticia, mas até agora nada... – ele começou a chorar de novo, só que agora era mais intenso.
Eu não conseguia acreditar... O Gerard não podia morrer. Sentei-me em uma das cadeiras e fiquei lá, esperando noticias dele, abraçado ao Mikey.
Minutos depois Dr. Phillips apareceu, parecia chocado com alguma coisa que acontecera naquele quarto.
-Como ele está? – Ray perguntou.
-Eu estou impressionado, nunca havia visto algo assim antes! – ele disse de olhos arregalados.
-O que aconteceu Dr. Phillips? Pelo amor de Deus, me diga que meu filho esta bem! – Donna disse desesperada.
-Ele... – falei, mas não consegui terminar a frase. De novo.
-Ele estava sem respiração, sem batimentos, isso é impossível, ele já estava morto! – Ele falou sem crer no que havia acabado de acontecer, mas o que havia acabado de acontecer? Eu não sei...
-Espera, respira e me explica o que aconteceu que eu não estou entendendo mais porra nenhuma! – falei, já estava perdendo a paciência, queria saber logo se o Gerard estava bem ou não.
-ELE ACORDOU. O GERARD ACORDOU!! – ele gritou tamanha era a sua surpresa, e talvez até mesmo felicidade.
-O QUE? COMO? – agora foi a vez do Mikey.
-AI MEU DEUS! EU NÃO ACREDITO! – gritei, a qual é... Tá todo mundo gritando.
-Ei! Vocês estão em um hospital, parem de gritar. – Donna, sempre colocando ordem na situação.
- Eu não sei como, não sei por que, não sei se isso foi milagre ou outra coisa, só sei que o Gerard estava morto, e voltou a viver. DO NADA!
-Você está falando serio? – Ray perguntou.
Ele assentiu tão incrédulo quanto qualquer um de nós.
-Eu quero vê-lo! – Mikey disse.
-Você terá que esperar um pouco Mikey, o Gerard terá que passar por uma serie de exames, precisamos ver como ele esta, se esta tudo bem ou se ele possui alguma sequela... Só depois você poderá entrar.
-E isso vai demorar?
-Um pouco, bem agora são 04h10min, vamos passar a manhã fazendo esse exames, vocês poderiam ir em casa, dormir um pouco, e voltar de tarde para vê-lo. Não tem com o que se preocupar agora, ele vai ficar bem.
-É, nós estamos mesmo precisando descansar, e só agora que o Gerard voltou eu vou conseguir fazer isso... Cuida do meu menino tá? — Donna disse.
-Pode deixar. – Dr. Phillips disse, se retirando.
-Vamos meninos? – Donna falou.
-Vamos. – Mikey e Ray disseram em uníssono.
-Você não vem Frank? – Mikey perguntou.
-Ahn... Melhor não, vocês precisam descansar, não quero atrapalhar.
-Que é isso Frank, você não vai atrapalhar querido... – Donna disse. – Vem com a gente, nós vamos comer alguma coisa em alguma lanchonete 24hr e depois deixamos você em casa.
-É que eu tô sem dinheiro sabe, e minha casa é perto, deixa pra próxima.
-Não, deixa pelo menos a gente te deixar em casa, está tarde demais pra você ir pra casa só.
-Mãe... Já esta amanhecendo. – Mikey disse.
-Cala a boca menino, não complica! – ela disse dando um tapa na cabeça do Mikey fazendo eu e o Ray rir. – Vamos Frank, ainda tá escuro. E é perigoso. – Ela falou e saiu me arrastando para fora do hospital.
Eles me deixaram em casa, e foram embora.
O que eu tinha em mente: chegar, e correr pro meu quarto, pra minha cama. Fui entrando de fininho, afinal sai sem avisar nada a minha mãe e ela deve estar dormindo.
Me enganei.
-Frank, vai me dizer onde você estava até uma hora dessas? – minha mãe surgiu do nada acendendo a luz da sala.
-Puta que pariu mulher! Quer me matar do coração? – falei colocando a mão no peito pra ver se segurava meu coração que parecia que ia sair pela boca.
-Olha a boca menino! Vamos, me conte onde você estava.
-No hospital.
-Não minta Frank.
-Tá, eu não tô mentindo mãe. Você não vai acreditar no que aconteceu! – falei todo empolgado.
-Tá esperando o que pra me contar o que aconteceu?
-O Gerard mãe, ELE ACORDOU!
-Serio? Como? Agora?
-Aham...
Depois de contar toda a história pra ela, e de ter comemorado o bastante subi pro meu quarto e finalmente pude dormir a vontade, afinal era sábado e não tinha aula. Deitei e apaguei, o dia havia sido muito cheio e eu estava exausto.
Notas finais
O Gee acordou! finalmente né?
Bem, é isso. Reviews?
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