Storm

4 don't give up


Notas iniciais
Como eu disse, aqui está o 4...
Enjoy, xoxo.

~POV FRANK~


O Mikey havia saído correndo de lá, imagino como deve estar sendo difícil para ele.

Entrei no quarto.

– E ai Gee? Posso te chamar assim né?! – esperei inutilmente por uma resposta.

– Bem... Deixa eu me apresentar. Sou Frank Iero, o cara que tirou você da água. Ah, o Mikey? Ele saiu... Sabe, tá sendo muito difícil pra ele. Olha, eu queria te falar que n.ã.o d.e.s.i.s.t.a! Entendeu? Eu sei que é difícil e confuso. Mas continue fugindo. Não se entregue. Eu já estive no seu lugar e sei como é difícil. Eu sei que você não caiu daquele penhasco. Mas continue lutando, pelo seu irmão, pela sua mãe... Acredite, apesar de tudo ela te ama.

De repente a porta do quarto abriu e eu percebi que estava segurando a mão do Gerard. Soltei imediatamente.

– Está tudo bem Frank? Onde está o Mikey? – era a Donna. Mãe do Gerard e do Mikey.

– Ah, É... Tá-tá tu-tu-tudo bem sim, o Mikey foi... Dar uma volta. – Droga! Tinha que ficar nervoso né Frank!?

– Mas tá chovendo muito! Tem certeza que tá tudo bem?

– Aham... Ele queria... Refrescar a cabeça, pensar um pouco.

– Ah tá.

– Bem, eu já vou indo... A senhora deve querer ficar um pouco com o Gee...rard. Diga ao Mikey que amanhã eu apareço por aqui. – merda. Mal conhece o cara e já fica o chamando por apelidos ¬¬’

Sai do quarto antes que ficasse mais nervoso.

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~POV DONNA~


Mas que garoto estranho esse Iero... Mas é um garoto incrível. Está ajudando muito o Michael...

Sentei-me na poltrona que havia ao lado da cama do Gerard. Era horrível ver meu filho deitado lá, com todos aqueles fios ligados ao corpo dele, e todas aquelas agulhas. Eu sempre quis o melhor para ele, mas o tratei muito mal. Não enxergava de forma alguma que o meu filho estava passando por dificuldades. Achava que ele não estava nem ai pra vida, que era um vagabundo... Não via o quanto ele se esforçava para melhorar. Acabei piorando tudo por causa dessa minha cegueira. Ele precisou de mim, e eu não o ajudei. Tudo culpa minha. Sempre cobrei demais do Gerard, eu sempre queria que ele melhorasse cada vez mais. E não percebi o quão bom ele já era. Ele me odeia. Eu sou a pior mãe do mundo, e agora não posso nem pedir desculpas a ele. Não acredito que ele possa me escutar... Como o Michael acredita. E talvez ele nunca volte, eu nunca vou poder pedir perdão a ele. Perdão por ter sido o monstro de mãe que eu fui. Perdão por não ter visto que ele estava tentando sempre melhorar. Perdão por não ter lhe ajudado quando ele mais precisou de mim... Só Deus sabe a dor que eu sinto agora. E só Ele pode trazer meu filho de volta...

– Mãe? Tá tudo bem? Cadê o Frank?

– Michael! Tá, tá sim... Ele já foi. Disse que amanhã voltava. – Falei enxugando as lagrimas do meu rosto.

– Vem cá mãe! – ele me chamou para um abraço.

Não aguentei passei a noite chorando, de novo.


Notas finais
Banana!