Storm
7 blue eyes
Notas iniciais
1- não gostei muito desse cap. mas tinha que postar alguma coisa '-'
2- personagem novo *-* aqui uma foto dele pra quem não conhece -> http://4.bp.blogspot.com/_mau7c_87ku8/TUg3d0uSUgI/AAAAAAAAAI0/78UswsQitsA/s1600/andy-sixx-1267916604.jpeg
3- acho que é só isso '-'
xoxo
~POV FRANK~
– Frank! Frank! Hey Frank! – Wow, estou escutando vozes agora, dahora...
– Frank, porra! – Espera, eu conheço essa voz. Não... Não é possível. Virei pra ver quem era, e para minha surpresa era quem eu estava pensando.
– AAAAAAAAAAANDYYYYY! ANDY, ANDY, ANDY! Meu Deus que saudade! – Não, eu não sou escandaloso. Andy é meu ex namorado. SURPRESA! É, eu sou gay. Não, eu sou bissexual. Isso.
– Cara, cê tá fazendo o que aqui? – perguntei.
– Me mudei pra cá faz duas semanas. Então foi aqui que você se escondeu?
– É... – eu ia puxar outro assunto, mas ele me cortou.
– Frank? O que aconteceu com você criatura de Deus? – droga, esqueci-me do meu estado vergonhoso.
– Er... Uma longa história.
– Vem, meu apartamento é aqui perto, você pode se ajeitar, tomar um banho, dai a gente conversa melhor. – E saiu me arrastando pela rua. É, agora ele ia querer saber tudo.
Comecei a namorar com Andy eu tinha 13 anos. E fiquei com ele até me mudar pra cá, com 14.
Era algo meio improvável de acontecer, já que ele é popular e eu, bem, não era. E a concorrência era grande, até o menino mais macho daquela escola tinha uma quedinha pelos lindos olhos azuis de Andy. Até que um dia ele veio falar comigo, fizemos amizade e eu percebi que gostava de garotos... Ficamos, e depois começamos a namorar. Foi hilário olhar pra cara das menininhas da escola quando soube. Mas nem tudo era mil maravilhas. Eu e Andy brigávamos muito. Motivo? Eu sou muito ciumento e o Andy também. Então tudo era motivo de briga e ciúmes. Mas, depois de tudo voltávamos. Até que eu tive que me mudar.
– Chegamos! Ali, pode seguir no corredor, terceira porta a direita. Enquanto isso vou pegar algo pra beber, quer coca-cola?
– Claro! – respondi, indo em direção ao que deve ser o banheiro e ouvi-o murmurar algo como “não sei por que ainda pergunto”.
Depois de tomar o banho, fui me olhar no espelho. É, tô melhor agora.
– Andy? – chamei.
– Na sala!
Me sentei no sofá, peguei o copo que ele me estendeu e agente ficou naquele silencio quem nem era confortável mas também não chegava a ser constrangedor.
– Então, vai me contar como chegou aquele estado? – ele começou, me olhando nos olhos. Legal, ele sabe meu ponto fraco.
– Er, não sei o que dizer... – é eu não vou saber mentir pra ele.
– Fale a verdade Frank. – droga, para de me olhar assim Andy.
– Eu salvei um cara, ele está em coma. Eu venho vendo o sofrimento de muitas pessoas, da mãe dele, do irmão e de um amigo dele, que agora são meus amigos. Hoje estávamos conversando e eu lembrei umas coisas... Que eu não queria lembrar. Dai, resumindo, passei a tarde toda chorando numa estação de trem abandonada e acabei dormindo por lá. Foi isso. – terminei de falar, e fiquei parado em quanto ele me observava...
– Eu sinto que tem mais coisa ai. Mas tudo bem, se você não quer contar... eu entendo. – E lá vem ele com chantagem emocional.
– É isso. E você, como tá? – perguntei tentando mudar de assunto.
– Eu tô bem. Estava com saudade de você. – ele falou, se aproximando mais... E mais...
Já sentia sua respiração próxima do meu rosto... Até que nossos lábios se tocaram no começo de um beijo calmo que foi ganhando urgência, foi ficando mais quente. Ele me deitou no sofá e subiu em cima de mim, tirou minha camisa e logo em seguida a dele... Senti algo vibrar no meu bolso.
– Andy, Andy... Meu celular. – Falei tentando tirar ele de cima de mim.
– Tem mesmo que atender?
– Tenho, é minha mãe, ela deve tá querendo me matar, tinha dito que já estava chegando.
– Oi mãe.
– Frank, aonde você tá? Você num disse que já estava vindo? Não tô te vendo aqui.
– Ah é, é que eu encontrei uma pessoa no caminho e a gente ficou conversando, mas eu já estou indo.
– Quem?
– O Andy.
– Andrew Biersack?
– Aham...
– Não demore.
– Tá tchau.
– Eu tenho que ir Andy. Me liga. – Falei enquanto anotava meu número em um bloquinho que tinha em cima da mesa de centro.
– Já? Dorme aqui...
– Não dá... Eu tenho mesmo que ir.
– Frank.
– Quê?
– Você tá namorando? – hã?
– Não, as garotas daqui são chatas.
– E os garotos?
– Você sabe que de garotos eu só dou certo com você.
– É?
– Aham... – me aproximei para lhe dar um selinho. – A gente se vê. Tchau.
Eu não menti. Até agora pelo menos eu só senti algo pelo Andy, e só durou com ele. Cheguei em casa, e depois de responder o interrogatório da minha mãe sobre o Andy e se a gente tinha voltado, subi pro meu quarto e deitei. Estava cansado e logo apaguei.
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