Stories Of Red And Blue

5 Capítulo 5 - Extra - O Castigo


Notas iniciais
AHHHH SUMIMASEN!!! SUMIMASEN SUMIMASEN SUMIMASEN SUMIMASEN!!! DEMOREI MUITO E NEM TROUXE O PEDIDO!!! SUMIMASEN!! ESPECIALMENTE PARA A Sisi chan Stein QUE NÃO TROUXE O SEU PEDIDO!! MAS É QUE É BASTANTE DIFÍCIL FAZER UM PAR COMO UM AOKIMURA E EU COMO NÃO TINHA TREINO NENHUM EM THREESOMES ACABEI POR ME PERDER COM A IMAGINAÇÃO POR CAUSA DE UMA IMAGEM QUE VI E PRONTO SURGIU ISTO!!! SUMIMASEN!!!

Dedicado à AliceB

Palavras que podem não entender:

Yakuza - Grupos organizados de crime japonês.

Akage - Ruivo, pessoa ruiva.

Kanshu - Guarda prisional ou polícia.

Peço desculpa por algum erro ortográfico!!!
Espero que gostem!!

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– PARE JÁ AI SENHOR!!

– Ah, tsk, foda-se.

No meio das ruas atarefadas de Tóquio, um homem baixo empurrava todas as pessoas e corria desvairadamente a fugir de um bando de polícias. Ele era Akashi Seijuuro, um dos melhores e mais perigosos criminosos de todo o Japão. Com as suas táticas perfeitas e estratégias infalíveis, ele era conhecido como o imperador por entre as piores máfias e yakuzas* e nunca antes tinha falhado uma missão. Por isso, ver tal pessoa a ser apanhada e perseguida era algo raro de se ver. E tudo por um erro idiota que nunca devia ter acontecido.

A sua cara ainda não era conhecida, já que ele actuava mais com ataques a longa distância e quando era a curta ninguém tinha vivido para contar a história, mas todos sabia que "O Imperador" era ruivo e que tinha olhos muito incomuns, já que todos que viram um pouco dele notaram logo nas orbes vermelhas e douradas que eram os seus olhos.

Hoje estava a ser um dia normal para Akashi. Andava na rua despreocupado, vestia um moletão preto com o capucho a cobrir a cabeça, umas calças de ganga, calçava sapatilhas e usava uns óculos escuros; ele sabia que mesmo que nunca ninguém o tinha visto já haviam bastantes boatos e era bastante raro ver alguém ruivo com olhos heterocromáticos no Japão por isso tomava as maiores precauções.

Tinha saído à rua casualmente, mesmo que andasse armado, apenas para ir comprar comida e as coisas que faltavam em sua casa mas ao chegar ao supermercado é que o caos começou. Já estava quase a acabar as compras, faltavam-lhe apenas os pacotes de leite (mesmo que já tivesse 20 anos ainda pensava que se bebesse muito leite cresceria mais) e a manteiga quando viu um flash de amarelo a correr desamparadamente na sua direção e chocar contra ele o que fez com que a pistola que tinha escondida no bolso caísse; tentou agir rápido e apanhá-la mas ao fazer isso os óculos caíram e o capucho também o que fez com que o homem que estava em sua frente, alto e loiro (não o tinha já visto em algum lado?) que estava a segurar o miúdo que tinha chocado com ele gritasse alto e começasse a berrar que o "Imperador" estava ali e que um criminoso ia matá-lo. Pois, a partir daí as coisas pioraram.

Uma grande desordem de sirenes, pessoas a gritar, choros e barulhos de coisas a caírem preencheu a inocente loja que foi quase demolida por um homem particularmente pequeno que fugia habilidosamente de policias como se estivesse a zombá-los mas sempre com o objetivo principal de sair daquele lugar. E é assim que ainda se encontra aqui a fugir, e por mais que tentasse faze-los perde-lo de vista haviam sempre outros que o encontravam.

Correu até um beco que conhecia, era bastante escuro mas sabia bem do muro que estava no fundo dele e que se o saltasse conseguia ganhar tempo e fugir mas ao mover-se para trepar aquela parede acabou por chocar com alguém que não tinha visto à sua frente. O beco era bastante assustador para as pessoas por isso nunca havia lá ninguém e por mais escuro que fosse ele sempre conseguia ver as pessoas lá com o seu olho por isso perguntava-se porque não tinha visto essa pessoa.

– Merda, não venha assim a chocar contra as pessoas, Akage-san*. — o outro respondeu muito calmamente mesmo que parecesse estar bastante apressado.

– Akag--como é que--ah, não interessa. — Akashi tinha mais que fazer do que preocupar-se em saber como o outro sabia que ele era ruivo mas ao olhar para o mesmo ficou chocado como o outro era pequeno e magro, como os seus cabelos e olhos tinham um tom de azul tão claro ,que fez com que ele reconhecesse logo quem era o menor, como as suas expressões eram tão calmas e suaves, como as mãos que tentavam trepar a parede eram tão bem colocadas nos locais mais trepáveis e como pareciam tão macias para tocar e de como--

– ESTÁ AQUI!! ENCORRALEM-NO!! — os seus pensamentos foram interrompidos pelas vozes. O outro sobressaltou-se com as vozes e quase escorregou se não fossem o par de braços fortes a segurarem-lhe nas pernas evitando que caísse.

– Suba logo e corra, eu sei quem você é e se eles o virem vão o reconhecer e prender por isso fuja. — o outro olhava o azulado e via como as suas expressões estavam confusas e surpreendidas.

– M-mas..e você? — não sabia mas ficou preocupado pelo outro mesmo que não mostrasse.

– Eu fico bem, eu sou o "Imperador" — deu um sorriso malicioso — Eles não me apanharam nos últimos anos e não me vão apanhar tão cedo.

– N-não, eu não pos--

– Para de ser melodramático e sobe, porra, uma pessoa aqui a tentar ajudar! — suspirou e empurrou o outro para cima de maneira a que não pudesse fazer nada se não trepar logo o muro. Esperou até ouvir o outro cair do outro lado e correr para começar a trepar o muro mas sentiu a perna a ser puxada com força fazendo-o cair no chão num estrondo. Não hesitou em tirar a arma e começa a disparar para cima enquanto levantava-se mas quando ia para saltar por cima do muro algo ou alguém grande agarrou-o com uma força anormal e acertou-lhe com uma cassetete fortemente na cabeça o que o fez apagar.

Aquele dia ficou conhecido como o dia quando um dos maiores perigos para o Japão foi "eliminado".

–X-

– Mine-chin!! Estou em cas--

– MURASAKICCHI!!!

– Arara, Kise-chin, já voltou? E... largue-me... — o arroxeado empurrava a cara do loiro que o agarrava e desviou-se dele andando em direção à sala onde o moreno de cabelos azuis estava. Tirou logo o casaco de uniforme de polícia que lançou para um lugar aleatório e mandou-se para o sofá que tinha aguardado o dia inteiro.

– Murasakicchi! Não me ignore assim-ssu! Eu hoje estive quase a morrer, não foi Aominecchi?!! — o loiro saltou para os braços do moreno que parecia já estar no limite com os gritos dele.

– Ia morrendo?

– Ah, devia ter morrido logo.... — sussurrou o azulado o que fez o loiro que estava no seu colo dar-lhe um murro forte — Auch.

– Aominechhi~~cruel!! Murasakicchi, veja só o que me aconteceu-ssu!! Eu estava a levar o Juncchi para casa porque a Nee-chan pediu-me para ir buscá-lo porque estava ocupada e--

– Ahh o Jun-chin, não sei como é seu sobrinho, ele é muito mais legal que você Kise-chin — o de 2 metros levantou-se e foi buscar alguns doces para comer enquanto ouvia a história.

– Não me interrompa Murasakicchi! O pior foi que quando parei para comprar umas coisas na loja de conveniência que estava no caminho encontrei o "Imperador" e ele estava a pegar numa arma para me matar! Ele ia-me matar! — abraçou-se ao azulado que suspirou pela milésima vez naquela tarde e acariciou a cabeça do loiro. Justo quando tinha tirado um dia de folga para descansar tinha que acontecer algo com o loiro. Ele amava-o muito mas às vezes puxava-o mesmo pelo limite da paciência.

– Eh, esse filho da puta veio tentar atacar o meu Kise, como se atreveu...agora tenho contas a ajustar com esse e com o "Fantasma Assassino"...

– Ahh, estou vendo~ mas era mesmo sobre isso que eu queria falar. Mine-chin, Kise-chin, hoje é um dia que vai ficar na história; finalmente vamos poder andar descansadamente nas ruas de novo~. — no meio da expressão aborrecida estava um pequeno sorriso feliz na cara de Murasakibara — "Finalmente vou poder sair com o Muro-chin sem me preocupar com aqueles cabrões na rua."

–X-

– Bem-vindo à tua nova casa "Fantasma Assassino", estás a gostar do aspeto? Espero que não! — um guarda enfurecido trazia o pequeno azulado para dentro da sela e acorrentou as duas mãos a uma corrente que continuava estendida no chão até um canto onde se podia ver uma sombra que ficou a fitar durante algum tempo. — Oh, descansa, vais ter toneladas de tempo para conhecer o teu colega de sela, o coitadinho também foi apanhado hoje. Bem deixo-vos a sós. — e com isto o guarda saiu enquanto ria maliciosamente.

O azulado ficou a olhar para a porta e só se virou quando ouviu os passos do outro a aproximarem-se dele. Admirou-se ao ver a mesma pessoa que o tinha ajudado de manhã ali também acorrentado como estava e a olhar seriamente para ele, depois ele suspirou, encostou-se à parede e deixou-se deslizar nela até estar sentado no chão.

– Sinto muito, se eu tivesse subido logo não estaria aqui. — o azulado meio que se sentiu culpado ao ver que o outro também tinha sido preso e então curvou-se e sentou-se ao seu lado.

– Sim, sinta-se culpado, porra, se tivesse subido logo talvez não estaria aqui....que raio estou a dizer, o gajo que me apanhou parecia um titã, com certeza ia-me apanhar num instante...

– Hm, estou a ver.... — deixou-se reinar o silêncio naquele local durante alguns minutos até que foi interrompido pelo ruivo.

– E então, como é que o apanharam? Quer dizer, estava a ser perseguido certo? Parecia apressado..

– .....Sabe, eu prefiro não falar sobre isso...e você?

– Também não....- puseram-se a olhar para o chão de cimento sujo mas depois olhos vermelhos encontraram-se com azuis — Você que é o "Fantasma Assassino" né? Nunca esperei que ele fosse alguém tão....pequeno e fofo....- sorriu malicioso à cara meio chateada do outro — Ne, qual é o seu verdadeiro nome?

– Kuroko Tetsuya, e o seu, Akage-san?

– Oi, o nome não é "Akaga-san", meu nome é Akashi Seijuuro.

– Prazer então em conhecê-lo Akashi-kun.

– Você também Kuroko-kun. — ficaram quietos até que o ruivo se deitou na suposta cama e largou outro suspiro. Kuroko deu-lhe uma cara confusa. — Melhor habituarmo-nos a este sítio, parece que vamos ficar aqui por um loongo tempo...

–X-

Akashi e Kuroko estavam sentados nas suas "camas". Não sabiam há quanto tempo estavam ali mas uma coisa era certa: este sítio era sujo, escuro, não viam ninguém sem ser eles mesmos à tempos e mal se conseguiam mover acorrentados.

Com o tempo que tinham acabaram por conseguir conhecer-se melhor, falaram sobre o passado, como se tinham envolvido no mundo do crime, somos alguns assuntos pessoais e acabaram por reparar o quanto tinham em comum um com o outro o que fez com que se dessem muito bem.

Ouviram alguém mexer na fechadura da porta e depois viram-na abrir-se vendo um pouco de luz a sair do local de fora e depois viram uma pessoa alta, morena, num uniforme azul a fechar de novo a porta e aproximar-se deles.

– Quem és tu e o que é que queres? — Akashi perguntou movendo os braços e arrastando os do azulado com ele.

– Akashi-san tem calma. — Kuroko tentava acalmar o outro mas olhava desconfiado e com olhos de predador para o outro.

– Tsk, como é que queres que tenha calma quando aparece um viado qualquer aqui a armar-se em bom?!

– Akashi-san!

– Tsk, não admira que me tenham mandado para controlar isto, como vocês são.... — o homem de uniforme zombou fazendo o ruivo irritar-se mais mas recusou-se a mexer. — Eu sou um dos guardas da cela e vim aqui para ver como estavam os prisioneiros.

– Estamos bem Kanshu-san*. — tentava assustar o outro que se riu.

– Sabem, vocês são bem fofos para uns dos assassinos mais perigosos do Japão, acho que vou mesmo vos castigar — sorriu malicioso.

– Como assim castigar? — Akashi agora levantou-se e pôs-se um pouco em frente de Kuroko para o proteger.

– Assim — agarrou brutamente na gola da roupa do ruivo e puxou-o para um beijo profundo com a língua a lamber toda a boca do outro. O mais pequeno empurrou-o mas acabou por cair para trás o que fez o azulado ficar em um posição desconfortável. O guarda aproveitou isso para pegar em algemas e algemar a corrente à cama dos dois deixando com que os dois ficassem com os movimentos restringidos e com as mãos presas no topo da cabeça.

– Bem, vamos começar a festa? — sorriu de uma forma tão maliciosa que deixou os dois assustados mesmo que não mostrassem. — Infelizmente para ti ruivinho, a minha maior presa é aqui o "fantasminha" porque ele fez coisas à minha família que não se fazem — pisou fortemente o estomago do Kuroko que gemeu de dor.

– Não lhe toques!

– Oh, eu vou fazer mais do que tocar — ajoelhou-se em frente do azulado e rasgou-lhe o uniforme de prisão preto com riscas brancas que vestia — Ah, que corpo tão branco e perfeito, seria uma pena se alguém o marcasse — mordeu forte o peito branco o que fez o outro arfar e gemer de dor e deixou uma marca vermelha lá. Começou a morder pelo peito, indo para os mamilos onde chupou e mordeu forte até ficarem vermelhos e com traços de sangue a correrem para o chão. Moveu as mordidas para baixo até ao membro do menor que já tremia de emoção mas ouviu as correntes a mexerem e agarrou o pé do ruivo mesmo antes de lhe atingir a cara. — Oh, está com ciúmes?

– Não toques no Tetsuya! — olhos bicolores enraivecidos encontraram-se com olhos azuis escuros que mostravam-se divertidos.

– Descanse, espere um pouco que você já se vai divertir, senhor "imperador". — a voz do guarda era tão maliciosa que mandavam arrepios pela espinha dos dois. — Não penses que eu me esqueci de ti, eu ainda tenho muito que me vingar "fantasminha". — abocanhou brutamente o membro semi ereto do menor e mordeu forte o que o fez gritar de dor, depois apertou-o com a mão e começou com movimentos violentos e rápidos com a mão enquanto chupava e mordia a glande até a deixar a sangrar fazendo o outro gritar e gemer de dor já com algumas lágrimas nos olhos — Dói, não dói? Não se compara nada ao que me fez sofrer! — continuou com aquela lente tortura até o azulado gozar na boca do outro que beijou-o e fez com que engolisse o próprio gozo enquanto mordia-lhe a língua e depois os lábios deixando algum sangue a escorrer. O "imperador" podia apenas observar o outro a ser torturado.

Quando achava que o peito pálido estava marcado o suficiente de marcas vermelhas e sangue levantou as coxas pálidas e chupou em cada uma deixando um hematoma que mais tarde se tornaria um tom de roxo e tirou as suas calças deixando que o seu membro excitado entrasse dentro do menor numa só estocada causando um grito de dor do outro.

– Shhh, não quer que ninguém nos oiça não é? — começou a estocar violentamente dentro dele, falhando de propósito a próstata para garantir que não sentia qualquer prazer naquilo. Os gritos acabaram por atrair alguém já que a porta voltou a abrir-se e uma grande sombra entrou naquele local pouco iluminado. As orbes vermelhas e douradas arregalaram-se quando se aperceberam que a pessoa que tinha entrado tinha sido a mesma que o tinha capturado.

– Mine-chin, estavas a demorar, o que se passa? — olhou o moreno que ainda estocava freneticamente dentro do outro e ignorou continuando a comer nos doces que tinha trago.

– Ah, Murasakibara, pensava que não podias comer em serviço?

– E eu pensava que não podias fuder em serviço Mine-chin, mas estás na mesma não estás? — riu-se um pouco malicioso — Estás te a divertir?

– Se estou. — sorriu malicioso — Junta-te à festa, acho que está aqui alguém que tu procuravas à muito tempo, né "Imperador"? — o moreno indicou com a cabeça para o ruivo que ainda estava deitado no chão a tentar libertar-se. O arroxeado mandou os doces ao chão e olhou com um ar enojado para o menor, depois estalou a língua e puxou o menor pela gola do uniforme o que fez os braços do azulado virem atrás.

– Você não sabe o que me fez sofrer?! Não sabe o que me fez passar?! E mesmo assim ainda olha assim com esse olhos de quem não sabe o que se passa! Você...você merecia queimar no inferno para todo o sempre. — deu um murro na cara do ruivo com muita força — Esta é pela a minha irmã! — deu outro — E pela minha mãe, e pelo meu irmão, e pela minha família! — continuava a dar murros até que o outro começou a tossir sangue e o moreno disse-lhe para se acalmar e para tentar vingar-se de outra maneira.

O arroxeado sorriu malicioso e concordou com o outro rasgando violentamente o uniforme do ruivo e apertou o membro brutamente e começou a masturbá-lo enquanto mordia-lhe o pescoço e espetava as unhas ao apertar-lhe fortemente a cintura. Quando se fartou, abriu o fecho das calças e tirou para fora o membro, depois arrastou a cabeça do outro e puxou-lhe pelos cabelos o que o fez gemer aproveitando a oportunidade para colocar o membro na sua boca. Começou a estocar lá fazendo com que a língua do outro passa-se sobre toda a superfície do membro e obrigava-o a chupar o membro.

O moreno gozou dentro do outro que já estava no ápice e gozou também e depois largou-o e deixou-o cair no chão, sem se importar com ele. — É, Murasakibara, deixe-me provar um pouco deste também — sentou-se em frente do outro que estava empinado e penetrou-o de uma vez só fazendo morder o membro que estava na sua boca por causa da dor o que fez com que levasse uma tapa — Ah, ele também é tão quente e apertado.

– Ne, Mine-chin, saia dele~~nhg~, este é meu~.

– Não seja egoísta, também quero brincar um pouco com ele. — começou com estocadas brutas.

– Francamente, hng~~ahh~~! — gozou dentro da boca do ruivo e saiu fazendo-o tossir o gozo e tentar recuperar a respiração. O arroxeado levantou mais as coxas e começou a esfregar o seu membro na entrada já preenchida pelo membro do moreno.

– Saia, eu quero entrar.

– Não, não, agora já cá estou, desenrasque-se.- o maior de todos fez bico e depois suspirou e começou a murmurar que "Vou entrar que ele queira quer não" e "Mine-chin baka" até que conseguiu penetrar completamente o ruivo mesmo com o outro dentro de si.

– A-A-AHH~~!! T-TIREM!! D-DÓI!! — Akashi conseguia apenas gritar e gemer de dor até que o arroxeado pôs-lhe 3 dedos na boca e mandou-o calar-se. As estocadas eram rápidas e fortes e o ruivo conseguia apenas sentir aquela dor dilacerante e o líquido quente e vermelho a sair da sua entrada que foi misturado com o sêmen dos dois que rapidamente chegaram ao climax. Quando sairam de dentro dele e o mandaram para o chão, a sua visão já estava preenchida de pontos negros e a sua mente estava em branco, mas mesmo sabendo que ia desmaiar ele sabia que tinha de fazer alguma coisa para proteger o azulado e foi ai a primeira vez em muito tempo que o imperador se sentiu fraco.

– Mine-chin, agora aqui este é só meu já que foi brincar com os meus brinquedos sem permissão — levantou as coxas repletas de marcas de Kuroko e penetrou-o numa estocada mas quando ia gritar a sua boca foi preenchida pelo pénis do moreno que começou guiar a cabeça do menor para fazer movimentos vai-e-vem no seu membro e ao mesmo estocava até chegar à garganta fazendo-o engasgar enquanto Murasakibara continuava a estocar freneticamente e quando o moreno sentiu que estava a chegar ao ápice afastou a cabeça do menor para poder sair da boca e gozou tudo na cara.

– É assim que você é na verdade, sujo e nojento, pessoas como você, pessoas podres não deviam existir neste mundo. — esperou que o arroxeado gozasse dentro do azulado que já estava hipnotizado de dor e depois levantou-se e recompôs-se e dirigiu-se para a porta, nem dando um olhar de relance para eles.

– Espero que apodreçam aqui~ e que a morte seja dolorosa. — Murasakibara seguiu atrás de Aomine e fecharam a porta trancando-a deixando os dois assassinos deitados no chão podre, que é onde eles pertencem.

Fim.


Notas finais
Ahh foi isto então!! Sumimasen XD!!
Aqui nesta fic vou explicar umas coisas:

Akashi e Kuroko - Os dois eram serial killers que causaram muitas mortes no Japão. O Akashi usava o "Emperor Eye" para nunca falhar os assassinatos e o Kuroko com a sua pouca presença fazia mortes a curtas distâncias facilmente.

Aomine e Murasakibara - Eram policias, uns dos melhores do Japão mesmo tendo 20 anos, mas também trabalhavam como guarda-costas e guardas prisionais. Foram os dois vitimas dos ataques do Kuroko (Aomine) e Akashi (Murasakibara) e por isso ficaram orfãos e os dois juraram vingança e juntaram-se à polícia ao mesmo tempo fazendo o curso juntos. Acabaram por ficar a viver na mesma casa porque facilitava pagarem a renda juntos e como tinham confiança um com o outro decidiram isso.

Kise - É um modelo famoso no Japão e o namorado do Aomine. O "Juncchi" mencionado mais cedo era o seu sobrinho "Junsuke" (OC) que ele adorava.

Himuro - Namorado de Murasakibara.