Stay Strong

32 Até você, Matheus?


Notas iniciais
Boa Tardee amiguinhos como vai? :3 Bom gente, eu peço novamente a paciência de vocês porque o negócio tá foda! Não tenho tempo para fazer nada, nem arrumar meu quarto! Só estudar estudar, e trabalho, trabalho e aff! ME DESCULPEM! Bom, dia 25 uma coisa muito especial aconteceu. Nossa queridíssima Letta estava de aniversário, YEY! Parabéns para você, nesta data querida, muitas felicidades e MUITOS ANOS DE VIDA HUEHUEHUE!(Desconsiderem isso) Parabéns querida, muita paz e histórias na sua vida. Agora vamos ler, com EMILLY MUR, UHULL

Pov´s Franchesca

Ao chegarmos na mesa, pedimos duas cadeiras, que logo foram trazidas pelo garçom gatinho, que só ficava olhando para os peitos da amiguinha ruiva da Violetta. Ela era bem bonita e tals, mas nada comparado a mim e Cami, que mesmo depois de casadas, continuamos lindas e sensuais. Sim, nossos maridos nos estressam, o meu né, mas nada que uma boa chinelada na bunda não resolva(não que eu faça isso). Nos cumprimentamos, mas um silencio pairou no ar. Violetta já notou que eu não estava muito bem ali, por isso pediu uma porção de fritas para acalmar o clima pesado(não que eu seja uma baleia, nem nada disso. Só que estava meio constrangedor ficar no meio de duas novas amigas). Cami logo puxou assunto perguntando como estava o bebe.

–Ah. Está meio agitadinha hoje. Acho que desde pequena já gosta de compras- Ela olhou para a moça ruiva e riu.

–Compras? Você já comprou tudo oque precisava?- Perguntei, já sentindo uma coisa ruim crescendo dentro de mim.

–Hum, sim, comprei algumas coisinhas para o quarto, já arrumei a decoração. E o mais legal, foi que na loja que fomos, a irmã da Naty trabalhava lá, a Letta, acho que você deve conhecer. Ela é muito simpática.- COMO ASSIM? Ela comprou tudo sem mim? Sem sua melhor amiga? Para mim já chega!

–AH! Mais claro que conheço. Nós conversávamos bastante quando eu e a Cami íamos dormir na casa da Naty, lembra Cami? Ela tinha uns 14 anos ainda. Poxa, bons tempos. Acho que você não morava aqui ainda, não é? ERa incrível. Brincávamos no videogame, jogávamos stop, fazíamos guerra de travesseiro, e teve até uma vez que fizemos o jogo do compasso. Lembro ainda, que até a mãe da Naty participou. Era incrível aquele tempo. Nem a Ludmila estudava lá. Elas viraram amigas só depois. Aí chegou você né. -Foda-se se ia magoar, ela me trocou. Por qualquer uma. E, qual o nome del afinal?- Que feio Vilu, não apresentar sua amiga?- Perguntei, bem irônica. Não queria saber dos sentimentos dela, ela que peça para a ruivinha ajudar ela nos momentos ruins. Aí, que saco!

–É Iara, conheci ela no hospital, na época em que você ganhou o Matheus, e até quando o León passou mal. A família dela toda está bem longe daqui e ela mora sozinha em uma apartamento, Ela tem câncer no útero e fez uma grave queimadura na barriga. -Olha, não sei se ela fez isso para me deixar com pena da menina e deixar de lado o ciúmes, ou só quis apresentar mesmo. Voto na opção A. Conheço bem a dona Violetta, ela não é de contar da vida dos outros, ainda mais na frente da pessoa.

–Nossa, que horror, e você passa tudo isso sozinha?-Perguntou Cami, toda indefesa. Nossa, que burra! Ela não nota a falsidade dos outros mesmo.

–Não, na verdade, a Violetta me ajuda muito na quimioterapia, e muitas vezes, até León me ajuda. Eles são um casal perfeito, fico até imaginando como vai ser Letícia, uma princesinha!- FALSIANEEEEEEEEEEEEE!

–Vai mesmo. A madrinha vai mimar muito a bonequinha.- Digo, já mostrando quem manda nessa porra! Camila me deu um beliscão que eu quase chorei, mas aguentei, como qualquer mulher faria.

Eu não fui muito com a cara dessa Iara não, ela me dá uma energia muito ruim. Não sou espirita, e muito menos a Cami para saber se a pessoa é ruim ou boa, mas sei que, essa história de família morar longe, e isso e aquilo tá muito mal contada para o meu gosto. Lembrei-me da ruivinha que o León pegou e traiu a Violetta. Será que não era essa daí? Não, não, seria muita falsidade para uma pessoa só. Fingir de amiga e pegar o marido. Já é demais!.

Comemos em silencio, mas como sempre, Matheus queria comer. Me senti meio constrangida por colocar os seios para fora, senti muito olhares em cima de mim, mas fazer oque se meu filho é um chorão esfomeado. Iara ficava só olhando, com certeza daqui a pouco iria falar "EU ADORO CRIANÇAS", como qualquer amiguinha falsa fala. Meu pequeno mamou até morder o bico, quase dei um grito(novamente), mas suportei, porque é foda. Sentei ele no meu colo e o fiz arrotar. Ele só olhava para a ruivinha, que vivia fazendo careta para MEU filho. E o desgraçado ria. nem para me ajudar essa criatura ajuda.

–Eu adoro crianças. Lembro-me como se fosse ontem que cuidava de meu irmãozinho ainda pequeno. Era incrível, uma ótima experiência. Sempre quis ser mãe, mas com a minha doença, acho que vai ser difícil.- ó, não falei. Falsidade em pessoa.

–Querida, se você confiar em Deus, todos os seus problemas se resolveram. Acredite, ele faz isso com pessoas boas. -Disse cami. SÃO UMAS BURRAS. Não aguentei, tive que sair dali. Pedi licença e fui ao banheiro, deixei o Matheus no carrinho e saí. Quem é pior na história? Está todo mundo contra mim, que merda! Até meu filho, meu Deus, oque eu faço. Respirei fundo, limpei o borrado, voltei a postura e segui para fora. Nada nesse undo vai fazer eu perder minha posse de diva.

Notas finais
Bom gente, por hoje é isso. Provavelmente quarta(não é de certeza) vou postar. Beijos amorinhas, e tchau!