Start again a new chance for Love
90 Capítulo 89 - último
Notas iniciais
Pov. Narrador
Há um mês que Jack havia sumido do mapa e a loira só via motivos para festejar a sua liberdade, pois com a morte daquele imbecil, nunca ninguém iria adquirir provas suficientes que pudessem comprovar seu envolvimento nos crimes por Jack cometidos. O que acabou sendo benéfico, já que assim se livrou de um peso a mais em suas costas.
Nesse momento Elena se via sentada na chese do quarto com mais uma máscara facial para retardar a continuidade da decadência da sua doença que o médico falou não ter cura e que logo a destruiria. Claro que nada mais dava raiva nela que isso, pior. Ela se sentia destruída e mais ainda ao saber que era o dia do casamento de Christian e Anastacia. Elena ainda não se conformara com o fato de que depois de tantos planos, de tantas artimanhas, aqueles dois superassem tão bem tudo e ainda assim continuassem juntos e felizes para seu grande ódio. Ela tinha ódio por isso, tinha mais ódio ainda por estar a morrer e saber que depois de partir eles seriam continuamente felizes e cheios dessa coisa que sempre afirmou alto e bom som: "O amor é para os tolos". Só que por conta dessa afirmação, a loira foi começando a perceber que era mentira, ela se apaixonara perdidamente pelo seu antigo submisso, por seu Christian.
— MERDA! MERDA! MERDA! — grita ela jogando tudo ao seu redor contra a parede cheia de raiva. — MORRAM TODOS! SEUS FILHOS DA PUTA! MORRAM E ARDAM NO INFERNO!
Lorena logo aparece ao escutar os gritos altos e histéricos da patroa, mas nem tenta abrir boca, pois Elena parecia fora de si. Completamente à beira de cometer uma grande loucura.
— O QUE FAZ AI CRIATURA?! SUMA DA MINHA VISTA OU EU TE MATO!
A empregada com medo sai correndo desesperada dali e a primeira coisa que faz ciente da insanidade de Elena é ligar para o psiquiatra. O Dr. Flynn.
Por outro lado ainda aos gritos já tendo quebrado o espelho do closet com a cadeira, ter o quarto transformado num lixão, com roupas jogadas e rasgadas no chão, sapatos de salto quebrado, maquilhagem detonada nesse soalho. A loira se via caída no chão de olhos para o tecto enrolada nessa bagunça sem igual.
Ela chorava irritada, chorava porque não era amada por ninguém e porque sempre se vira uma solitária como Christian vivia alegando com duras palavras. Só que ela nunca aceitou isso, na verdade ela sempre viu isso como inveja.
— VOCÊ É UM MERDA DE UM FRACO QUE SE APAIXONOU! — grita de novo se levantando ainda com a máscara facial no rosto toda melosa. — ME TINHA AQUI PARA O DIA E PARA A NOITE E NUNCA ME OLHOU COM OS OLHOS DE VER! — as lágrimas de crocodilo escorrem pela face enquanto pressiona os dedos num caco de vidro, deixando sua mão ensanguentada. Mas aperta mais assim não ligando para a dor. — SEMPRE ME VIU COMO UMA AMIGA, UMA VELHA AMIGA.... VELHA??? MAS EU SEMPRE TE AMEI, CARALHO! COMO ME PODE TRAIR? — ela muda de posição se ajoelhando na frente desses reflexos do espelho e espalma ambas as mãos. Uma delas a deixar marca escorregadia do seu sangue rolando flácido. — ELA NUNCA VAI TE DAR O QUE EU TE DEI... EU TE DEI TUDO, MEU AMOR, MINHA VIDA, MINHA SABEDORIA E AGORA VOCÊ ME DESPREZA? NÃO PODIA TER FEITO ISSO COM A GENTE... EU TE AMO CHRISTIAN, EU O QUERIA... EU SEMPRE TE QUIZ, DESDE O PRIMEIRO DIA EM QUE O VI NA CASA DE GRACE.
O Dr. Flynn entra no quarto de Elena vendo tudo bagunçado e estreita os olhos, a empregada encolhe os ombros com receio de como a patroa possa reagir ao que acabou fazendo de certo contra a vontade dela, mas era tarde para arrependimentos.
— Está ali! — aponta ele vendo luz no closet. — Elena! — o terapeuta chama por ela que revira os olhos já pegando um pedaço de vidro do espelho o mirando na direção dele que ergue as mãos ao alto. — Baixe isso, por favor! — pede ele cauteloso, a empregada atrás com medo dos delírios da patroa que vem ficando louca. — Vamos conversar, você está alterada.
— NÃO TENHO NADA PARA CONVERSAR! — grita ela completamente fora de si. — ELE TIROU TUDO DA MINHA VIDA! — diz ela decaindo no chão de bruços.
— Elena você está alterada, as suas emoções estão aceleradas e você precisa de ajuda. Nada do que vá fazer agora irá ter sentido. Por favor me escute!
— NÃO PRECISO PORRA NENHUMA!
— Calma, sou seu amigo e vou ajudá-la! — ele fala com uma voz branda. — A sua doença está deixando você muito efusiva. Você precisa de ajuda clínica. Eu vou te levar para um lugar tranquilo e você vai ficar bem melhor, acredite.
— EU NÃO QUERO IR PARA UM SANATÓRIO NENHUM, VOCÊ OUVIU?
— Não é um sanatório, quem falou isso para você? — o terapeuta olha para a empregada piscando um olho. — Vai ficar tudo bem! — sussurra ele de forma calma enquanto retira uma bisnaga de injeção e a injeta no braço da mulher a fazendo adormecer. — Pronto, vai ficar tudo bem, prometo...
Quando Elena adormece uns outros homens de branco entram no quarto e a levam em camisa de forças para garantir que não iriam resultar surpresas e assim, a vilã acaba os seus dias num sanatório dada como louca.
~*~
Pov. Anastacia
O dia mais feliz da minha vida finalmente chegou, hoje vou ser oficialmente a mulher de Christian Grey, o homem da minha vida. Aquele que nunca futurei casar lá no inicio quando nos conhecemos e descobri sobre o seu gosto peculiar, mas esse homem mostrou que é possível mudar e ele mudou de fato, mudou para melhor e do qual muito me orgulho. Por essas mudanças todas estou aqui hoje e agora na frente desse grande espelho cheia de atenção de todos porque cuidam dos últimos detalhes do vestido de noiva, porque fora desenhado especialmente a pensar na minha gravidez. É verdade, a minha gravidez de 5 meses de gestação de um lindo menino, pois o meu pequeno finalmente deixara a Dra. Greene ver o sexo. Christian delirou com a ideia de que iríamos ter um rapagão que logo começou gritando para os quatro cantos que íamos ser pais de um garotão que seria a luz dos nossos olhos. Tudo isso me deixou tão feliz, eu sou feliz ao lado do homem que amo e finalmente longe de todos os medos e perigos atravessados em nossa vida. Afinal Jack pelo que soube morrera na prisão e apesar de não desejar mal a pessoa alguma, ele mereceu o final que teve e Elena, bom pelo que sei o Dr. Flynn ia cuidar dela, pois veio comentando com Christian que ela andava louca e não tive como não rir da situação, pois ela realmente é doente e pirou de vez ao finalmente perceber que estava sozinha nesse mundo cruel e frio.
— Hello terra chama Anastacia! — uns dedos de uma mão fina passam na frente dos meus olhos e saio obrigatoriamente de um transe de pensamentos olhando de imediato para Kate. A minha melhor amiga.
Ela vestia um deslumbrante vestido verde esmeralda chanel pelo joelho e folgado ali na base da cintura por conta da barriga tão grandinha. Pois, a minha amiga já está com quase 7 meses de gestação bem mais adiantada que eu é certo. Os seus cabelos loiros ligeiramente cacheados e presos por uns brilhantes ganchos atrás da orelha, a deixando exposta com os seus cumpridos brincos de prata luminosa, presente de seu marido Elliot.
— Estava distraida amiga, o que você falou? — pergunto passando a mão suavemente no ventre volumoso e arredondá-la até abaixo do umbigo feliz com o tamanho que ela ganhara, apesar de não ser ainda tão grande quanto a da minha amiga.
— Pensando no quê, Ana? — ela cruza os braços tentando parecer séria, mas ela não consegue, não na minha frente. — Não me diga que já pensa no noivo?
— Por acaso estou pensando no meu pequeno Thedore! — respondo e escuto gritinhos das outras meninas se afirmando do silêncio.
— Ai! — Mia geme de dor pois havia se picado e rio. — Como é? Theodore? Escutei direitinho? — ela larga a bainha do meu vestido, já que estava dando uns últimos retoques.
— Theodore é bonito! — Violet fala rolando os olhos como se estivesse pensativa.
— É o nome do vovô Trevelyan! — uma voz masculina se faz insinuar e viro para olhar e é Elliot.
— Você não pode estar aqui, sai! — Kate começa o empurrando e rio com toda a cena de superstição. — Não pode ver a noiva! SAI!
Todas começamos a gargalhar com a cara de tacho que Elliot faz ao ser empurrado à força para própria esposa e Mia começa comentando baixo que eles fazem um casal nota mil e tanto Violet como eu concordamos.
Finalmente pronta com o vestido bem assente no corpo, dou uma voltinha com ajuda de Violet que segura a cauda que não atrapalharia em nada, já que a parte da frente do vestido fora curta a pensar no meu risco de pisar e cair. E não posso nem arriscar rebolar no meu dia mais feliz, seria terrivel. Um especialista cuida dos meus cabelos e deixa completamente arrumados num apanhado incrivelmente perfeito, uma maquilhagem leve, mas que m deixara com cor luminosa no rosto e ainda por último antes mesmo de conseguir sair o meu pai apareceu com uma caixa e falou que ali tinha uma jóia muito importante que gostaria de me ver usando. Era o colar da minha mãe de pedra de rubi em forma de coração para dar sorte na minha vida.
— É lindo! — digo já a sentir as lágrimas saltarem dos olhos, mas Kate vir logo falando no ouvido "não chora".
~*~
Desço as escadas com ajuda do meu pai que me segura mais nervoso que eu, e imaginem só que quem está casando sou e e ele é que leva a coisa do nervoso miúdo? Talvez fosse por estar me entregando a um homem especial e vou deixar de ser a sua menininha.
— Tem a certeza que é isso que quer realmente? — o meu pai ainda pergunta como se restassem dúvidas.
— Pai! — o repreendo travando no meio da escada, olho nos olhos. — Nunca tive mais certezas como hoje, então sim! Estou realmente certa de que vou ser uma mulher bem feliz, pode deixar. — ele beija a minha mão ao elevá-la aos lábios docemente.
— Meu anjo, às vezes não acredito que está crescida! — sorrio de canto deixando um beijo em sua bochecha.
— É, eu cresci e tenho seu neto crescendo dentro de mim, então vamos ser felizes? Hum? — ele assente positivo. — Não posso deixar meu noivo me esperando tanto ou ele vai pensar que fui sequestrada mandando todo o segurança a minha procura.
O meu pai ri pela primeira vez começando a descontrair e finalmente descemos até baixo e caminhamos tranquilamente até às tendas onde seria a cerimónia. Kate como sempre vai na frente para criar aquele suspense todo e uns minutos depois acorde de violino e piano começam tocando a marcha da minha entrada ao som de A Thousand Years da linha Christina Perri que embora não cantado pela cantora, havia alguém que cantava a música lindamente e vibrei por dentro segurando o boquê enquanto dou passo lento, mas concentrar todo o meu olhar no único e mais interessante olhar cinza que me penetra de um forma tão intensa e que só vibro ainda mais com esse calor aconchegante.
Ao aproximar do altar decorado com arco de flores brancas em forma de coração Christian toma a minha mão da do meu pai e trocam as suas palavras como juras de compromisso de amor eterno e sorrio amorosa querendo por tudo saltar o protocolo nupcial e não seria ético. Assim sendo logo que a música cessa para dar lugar a som baixo e violino, o juiz de paz começa a cerimónia falando as palavras celebres.
Christian algumas vezes me olha, eu olho ele e é como se estivéssemos apenas eu e ele nessa bolha só nossa, correcção eu, ele e nosso Theodore.
Elliot estava todo emotivo seguro na sua noiva junto ao lado de Christian, eram os padrinhos dele. No meu lado Violet e José que já falavam em casar e ter filhos o que achei adorável.
Chegada a hora de fazer os votos o juiz de paz questiona sobre as alianças e percebo ai que ele começa apalpar os bolsos procurando por elas e estreito os olhos nele o mirando séria, pois se ele esqueceu desse detalhe pode muito bem se preparar, porque o mato. "Oh Christian julguei que era mais responsável" digo mentalmente.
— Estão aqui!
Elliot abre boca acabando com embaraço do meu homem que já estava ficando roxo. E respiro em alivio achando que não é dessa que o meu casamento sai na ruína. Assim sendo em maior ato de cavalheirismo, ele se virou de frente para mim logo após abrir a caixinha de veludo vermelha e pegou uma aliança em seu dedos. Ergue a minha mão na sua com delicadeza, me olha nos olhos e prendo a respiração mergulhando fundo no cinza do seu olhar, onde me perco toda a vez que o olho.
— Eu, Christian Trevelyan-Grey, prometo Anastacia Rose Steele te amar, respeitar na saúde, porque pretendo cuidar bem de você... — sorrio emocionada começando a ficar com a lágrima bamba no olho indecisa se cai ou não cai. — e na doença porque não será estando frágil que irei abandoná-la..., — pendo a nuca já com a lágrima rolando involuntária no rosto. — na alegria, porque tenciono fazer de você uma mulher sempre feliz e na tristeza, porque mesmo você mal no fundo de uma escuridão serei a sua luz para trazê-la de volta..., — abro a boca, mas a fecho, pois ele não terminou. — na riqueza com todo o nosso luxo e na pobreza, mesmo que vivêssemos num barraco, porque ia continuar te amando do mesmo jeito, até que a morte nos separe para todo o sempre, meu amor. — e então deslizou pelo dedo anelar a aliança. — Anastacia aceite essa aliança como prova do meu amor... pois só quero fazê-la a mulher mais feliz, a única que me oferece tudo o que necessito nessa vida. — guia a minha mão aos seus lábios para beijá-la com delicadeza e amor.
Chegada a minha vez de fazer os votos me senti a tremer dos pés a cabeça me enrolando mentalmente de como começar a falar, já que Christian fora tão perfeito articulando essas palavras lindas e maravilhosas e eu nem tão perto consigo surpreender. Fecho os olhos e os volto abrir. Respiro fundo e pego a aliança da caixinha e ele busco a sua mão.
— Eu, Anastacia Rose Steele, prometo Christian Trevelyan-Grey te amar, respeitar na saúde e na doença, porque fomos feitos um para o outro e não vou abandoná-lo jamais, nem que me expulse da sua vida estando mesmo muito mal..., — ele sorri bobo com as minhas palavras e confesso que fico mais emotiva consequentemente. — na alegria e na tristeza, porque um dia te falei que era a sua luz e não pretendo o largar de novo na escuridão..., — uma outra lágrima rola no lado esquerdo do meu rosto. — na riqueza e na pobreza, porque eu já te amo a ti, não ao dinheiro que tens e mesmo que ele não existisse continuaria sendo apaixonada por ti, meu Christian, o homem da minha vida até que a vida nos separe, ou até que me aguente. — deslizo pelo seu dedo anelar a aliança. — Christian aceite essa aliança como prova do meu amor, porque quero ser merecedora do seu amor. — tal como ele guio a sua mão aos meus lábios e beijo a aliança ali com ternura.
— Com o poder que a lei me concedeu os declaro marido e mulher. — diz o juiz de paz, enquanto me concentro observando meu Christian. — Pode beijar a noiva!
Me perco novamente no fundo dos olhos cinza do meu agora marido. Christian por sua vez move as mãos de forma lenta a me segurar o rosto entre seus polegares firmes e a sua boca vem de encontro à minha a beijando calmamente num simbólico beijo que arranca aplausos de todos os presentes me fazendo acordar de um sonho real.
— VIVA OS NOIVOS! — grita Mia fazendo maior alarido e rio ainda com os lábios nos dele.
— Eu te amo minha senhora Anastacia Grey! — sopra para mim, olhando em meus olhos.
— Eu também te amo meu senhor Christian Grey! — sopro de igualmente para ele e rouba outro selinho.
~*~
A festa está em alta, pessoas dançando animadas na pista de dança e Christian conversando com uns convidados, enquanto faço a minha ronda de noiva respeitável correndo essas mesas todas, apesar de me sentir dolorida dos pés e desejar logo soltar esses saltos.
— Então filha não senta, não? — meu pai questiona me pegando a mão para dançar.
— Há pai, tenho tantas pessoas para cumprimentar... — sussurro o guiando para a pista. — Sabe dançar, é? Não estou sabendo... — ergo a sobrancelha para ele e o meu pai ri movendo lento comigo ao som de Thinking Out Loud do lindo Ed Sheeran.
— Sua mãe me obrigou a ter umas aulas de dança, acredita? — e começo rindo imaginando meu pai aprendendo os passos, mas a minha expressão logo entristece. — Oh filhota... — ele para de dançar para simplesmente erguer meu rosto. — ela se estivesse viva estaria pulando de alegria por finalmente ter casado. — sorrio fraco. — Ela está orgulhosa onde quer que esteja. — e beija o alto da minha cabeça.
— Posso por gentileza roubar a minha esposa? — a voz que escuto atrás de mim me arrepia um pouco e fico tão feliz ao encontrar os olhos do meu grande amor.
— Toda sua...
Meu pai entrega a minha mão a Christian que se move num passo tão harmonioso nessa pista lotada que aos poucos escassa para se cingir a nós dois como o centro de atenções de todos.
— Por gentileza gostaria de roubar atenção dos noivos! — um tilintar de copo faz a nossa atenção recair em outro sentido ainda que nos movendo. — Obrigado, um minutinho! — ao olhar começo a gargalhar baixo, Elliot desegravatado, e camisa semi aberta em cima da mesa com garrafa de champanhe.
— O que ele faz assim nesse jeito? — Christian sussurra entre dentes próximo do meu ouvido.
— Cunhada, irmão eu quero dizer para vocês que estou feliz que se tenham casado, pois essa vida é a melhor que podiam escolher... — gargalhadas se escutam de outras mesas. — não estou brincando... — tenta soar sério e Christian só prende mais entre seus braços. — desejo para vocês toda a felicidade do mundo, porque afinal meu irmão não é gay, gente?
— ELLIOT! — Kate repreende e é tão engraçada.
— Foi mal gente, é isso... viva os noivos!
— VIVA OS NOIVOS! — repetem outras vezes e Christian me beija.
— Vamos deixar o papinho furado que está na hora do lance do boquê! — Mia intromete botando o irmão no lugar. — Christian eu te amo muito, mas solta a minha cunhada, ok?
Christian realmente me solta, mas não sem antes deixar um selinho demorado nos meus lábios que me soube a pouco. Peguei o boquê da mesa e fui em direção ao palco improvisado e comecei a contar alto.
— EM 3... EM 2... — olho para trás e é só maozinhas no ar. — EM 1... pronto... — lanço o boquê e viro para olhar quem o pega.
— É MEU, É MEU! — Mia o pega erguendo no ar toda feliz dando uns pulinhos animados e corre para Ethan o beijando sem pudor.
~*~
Chegado o final da festa peço a Christian para irmos embora, pois estava com dores nos pés, na verdade eles estão ficando inchados. Gravidez dá nessas coisas. Claro que Christian adorou a ideia e começamos nos despedindo de todos os presentes. A pessoa mais difícil que me despedi depois do meu pai, foi mesmo Grace que tem sido uma mãe para mim. Ela me abraçou com tanto amor que chorei.
— Vem Sra. Grey o nosso carro nos espera! — sopra Christian no meu ouvido e sorrio.
O acompanhando para fora e Taylor nos abrir a porta ao qual me instalo no lugar do pendura, pois Christian iria dirigir para irmos para a nossa noite de núpcias e dai em diante fariamos a nossa viagem em lua de mel por vários pontos da Europa.
— Estou tão feliz, amor! — comento olhando para ele que desvia os olhos para mim por um segundo. — És a melhor coisa da minha vida!
— Também estou tão feliz, minha linda senhora Grey! Vamos ter uma família perfeita com nosso Theodore! — e ele passa a mão cuidadosa na minha barriga. — Eu te amo, minha Grey!
— Eu também meu Grey!
fim
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