Notas iniciais
Olá meninas ♥ Agradeço todos os comentários deixados no capítulo anterior e de fato parece que o casal fez as pazes, mas adianto que as férias do casal estão quase terminando... isso significa que no próximo capítulos eles irão regressar a Seattle e a gente sabe que tem imensas coisas inacabadas por lá, né? Tem tanto para acontecer, meninas.... sem spoiler, ok? Aproveitem mais esse capítulo. P.S. fantasmas comentem, ok? Boa leitura,

Mais uma semana se passou quase em obrigação de fazer Anastacia seguir as recomeções do doutor direitinho. Felizmente ela está muito melhor, acho que melhor que isso é quase impossivel, já que tem vindo acordar cheia de espirito faminto me deixando todo podre de sono agora que me recomponho para tomar um café bem forte para ver se não adormeço.

É o nosso último dia por aqui, pois tenho que voltar para a Seattle ainda hoje ao pelo cair da tarde, por ter imensas pendências me esperando, já para não falar que a noticia da morte de Tompson me deixou bem desconfiado e provavelmente a pessoa por de trás dele não tem interesse em que abrisse a boca. O que só me deixa mais intrigado, me leva a desconfiar continuamente de uma única pessoa, Elena.

— Christian! — olho por cima do ombro ainda de chávena de café fumegante nas mãos.

Anastacia vinha ostentando calça de fazenda e umas botas a bater pelo joelho, camisa branca que molda na perfeição seu corpo delgado, seu seios apertados e os cabelos presos num rabo de cavalo impecável.

— Esqueceu que vamos montar? — ela leva as mãos ao quadril. — Nem pense que vai ficar o tempo todo bocejando, porque ainda tem muito para você trilhar!

— Puxa, não bastou a noite de sexo compulsivo que agora quer me matar de dia também? — pergunto incrédulo ao tomar um outro gole de café e deixar a chávena sobre a pia.

— Deixe de reclamar, esse não é o Christian Grey que eu conheço, sabe? — ela provoca.

Faço uma careta desinibida e sigo atrás dela até aos estábulo. Ana vai pegando o Falcão enquanto fico com o Lusitano, o meu cavalo favorito mais em tons de chocolate negro. Ao puxá-lo para fora certifico se os seus cascos estão realmente saudáveis e acaricio o seu pelo enquanto, Leopoldo, o cuidador dos cavalos coloca a sela sobre ele, a prendendo devidamente e então o monto pegando a rédeas. Quando olho para o lado já ela havia saido cavalgando.

— Fogo ela não espera ninguém, Lusitano! — falo para o cavalo começando a cavalgar.

O dia estava bem soalheiro e a temperatura bem quente que convidava a belos passeios até ao rio. Anastacia parecia visivelmente feliz a cavalgar. Quem a visse a uns dias atrás não diria que gostava tanto disso, pois parecia temer tocar num cavalo e agora parece que é uma esquestre com puro talento.

— Quem a viu e quem a vê!

— Está zoando, é Grey? — ela questiona deixando manter o mesmo ritmo do meu.

— Eu? Não, de maneira nenhuma, Steele! — rio e dou um açoite com as botas e logo o Lusitano começa ganhando vantagem seguindo numa cavalgada na frente.

— Ei! — ela ainda reclama tentando nos alcançar, pois ainda atrevo olhar por cima do ombro me divertindo com isso.

A largada se extendeu mais uns metros até alcançar o rio, com uma famosa cascata ou cachoeira como lhe quiserem chamar. Ao parar saio de cima do cavalo o predendo num lugar com sombra de forma a poder pastar um pouco e descansar. Uns minutos depois vem ela cavalgando e quando para mesmo a um metro de mim ofereço uma mão para ela descer. Prendendo o cavalo dela junto com o meu e caminhamos até ao rio sentando nas rochas admirando a natureza. Anastacia abre uns botões da camisa branca deixando os seios mais espostos.

— Estou com tanto calor! — diz ela balançando a mão.

— Simples sempre pode dar um mergulho ou usar ali aquele jato de águas para se refrescar. — soluciono.

— Você está desejoso de me olhar nua, admita!

— E quem disse que não? — pisco um olho e entorto o canto da boca meio safado.

— É que nem nega, impressionante. — afirma arregalando os olhos enquanto solta os botões da camisa exponto seu sutiã.

— Admita que você também deseja me ver nú, ainda mais na natureza!

Ela revira os olhos se levantando para descer a calça, descalçar as botas e finalmente começar a trilhar com cuidado nas pedras para a água mergulhando ali toda experiente. Rapidamene me liberto das minhas roupas e mergulho da altura onde estou para alcançá-la a nado.

Começamos a brincar na água, nos envolvemos em troca de beijos cheios de luxuria e tapas de gargalhar, até Anastacia começa despertando o meu bicho sexual ativo dentro de mim de uma forma bem louca. Quando dou por mim já estamos ambos nos estimulando, gemendo e continuamente nos entregando a esse ruidoso desejo que nos consome. Pois ela é incansável e rapidamente necessitei de a possuir. Eu precisava disso, ela queria e eu só tinha que fazer o que o seu instinto e o meu desejam.

— Oh Chris... porra é tão bom... — ela geme tombando a nuca contra o meu ombro, me mordendo sem pudor. Ter o contato da sua boca quente em minha pele fria é uma quebra de temperaturas deliciosa, é um click de energias e sensações avassaladoras.

A estoco com mais força mesmo que as águas não facilitem a penetração na sua imensa intensidade, mas eu sempre arrumo o jeito de conseguir tirar maior partido e acontece que ao mesmo tempo que vou investindo repetidas investidas começo a vibrar, o corpo dela vibra comigo nessa intensidade louca.

— Isso baby, isso... aperta buceta, aperta meu pau... — urro contra a sua pele molhada, escorregadia e deliciosamente acesa.

— Amor mais... mais... — pede ela tombando a nuca para trás me dando uma larga visão dos seus seios, mesmo que dentro de um sutiã molhado, mas que torna tão transparente essa visão interior. — Oh assim é tãoooooo... Christiannnnnnn...

Gosto de quando ela geme meu nome, me deixa tão intenso, me faz fodê-la com outra energia e isso me permite satisfação ao rubro.

— Anastaciaaa... — urro igualmente seu nome quando sinto sua intimidade me apertar, contrair tão forte meu pau no seu interior, mas que é gostosa a sensação. — GOSTO QUANDO APERTA MEU PAU, OH BABY SUA BUCETA É INEBRIANTE, OH CARALHO! ESTOU TÃO APERTADINHO, FODIDAMENTE APERTADO!

Com mais umas duas estocadas intensas logo o meu corpo começa espasmando, dando aquele indicio que estava bem próximo do meu limite. Mas tinha que fazer um esforço cruel, eu tinha que aguentar um pouco mais para que a entrega fosse dupla. E eis que Anastacia se larga num gozo que me deixa o pau mais escorregadio, no entanto apertado consequentemente.

— OHHHHHHHH!

E o clímax da relação chega me tomando numa descarga imensa que todo o meu corpo estremece bambo brutalmente.

~*~

Haviamos nos divertido muito, recuperado uma parte do folêgo perdido por conta de toda atividade sexual que nos apanhou desprevenidos e apesar de muito boa, me deixou com vontade de repetir, só que estavamos sem tempo.
Regressando à mansão dos avós que se faziam esperar por nós para o almoço. Tudo acabou correndo às mil maravilhas entre risadas e provocação saudável entre os avós que chegava a imaginar isso de futuro com Anastacia um dia. Me peguntando algumas vezes de como seria? Se seriamos tão bem dispostos assim.

Na hora da despedida, a minha avó não parecia nada satisfeita com isso, mas a fiz prometer que faria outras visitas breves, que não iria ficar tanto tempo sem vê-los de novamente. Martha ainda providênciou um lanchinho para a viagem que me fez rir, sendo quase que nos tratando como um moleques necessitando de alimentar no horário regimentado. Anastacia ainda fez deboche disso e desejei realmente dar um castigo a toda a gente que me está fazendo cair a máscara desse cara de casca dura.

Assim sendo Taylor pegou nas nossas malas e as levou para o Suv parado no lado de fora e foi uma questão de dois ou três minutos e o carro estava pronto para nos levar para o aeródromo. Avó Matilda ainda fez questão de nos acenar do lado da governanta e acenei igualmente enquanto a minha mulher deita a cabeça no ombro agora instalados no carro.

— Foi bom enquanto durou... — a sua voz é de pesar e logo levanto a sua nuca para encará-la nos olhos.

— Estou com você e amanhã se quiser pode começar a terapia com o meu terapeuta, ele é de confiança, sim? — falo para alegrá-la um pouco. — Dr. Flynn é o melhor e vai ajudá-la muito.

— Mas e o meu trabalho? Estou com receio de lá voltar depois do que houve.

— Você sabe que não precisa de voltar a trabalhar, posso muito bem cuidar de nós dois.

Só que Anastacia é teimosa e retira a minha mão de forma brusca e revirando os seus olhos me repreende.

— Já disse que não gosto de ser sustentada por ninguém! — suspiro. — Algum dia terei que enfrentar meus fanstamas! Então voltarei o quanto antes, mas quando me sentir preparada.

— Como quiser, amor! — concordo aceitando. — Terá todo o meu apoio independentemente da decisão que tomar.

— Bom sabê-lo, senhor Grey!

~*~

Depois de aterrar em Seattle umas horas depois, pedi a Taylor que levasse Anastacia para o Escala, enquanto ia dar uma passada na GEH para tirar algumas impressões da minha ausência na empresa. Ana não gostou do fato de mal haviamos aterrado, já ir correndo a pensar em trabalho, mas tem que não sou homem de ficar parado muito tempo.

— Prometo voltar antes do jantar! — informo antes de sair.

— Não esquece que hoje temos jantar no Space Neddle com Elliot e Kate! — avisa e aceno positivo. — Vê se não se demora, olhe que vou sozinha! — ameaça.

— Nem vem com essa amor, eu já dei ordens para que Sawyer acompanhe para todos os lugares! Lembra, você meio que aceitou ele como seu motorista.

— Desde quando? — ela pergunta arregalando os olhos. — Só se você me escutou balbuciando na noite, porque não lembro de tê-lo admtido de forma consciente!

— Pois claro, sempre a mesma conversa... — rio e deixo um selinho para fechar a porta do carro.

Ao entrar na Grey House, Olivia vem ao meu encontro com uma pilha de pastas ao qual agredeço subindo para a minha sala e ter Andrea com uma expressão preocupante no rosto.

— Algum problema Andrea? — pergunto trilhando para a porta da minha sala e abri-la.

— Sr. Grey já ficou sabendo do que aconteceu? — ela vem perguntando. Certamente estaria se referindo ao caso Tompson.

— Relativamente a Tompson? Sim já fui informado sobre isso. — afirmo com desdém.

Então entro na sala pronto a cuidar do trabalho pendente e vejo que a minha secretária está ocupada e vou andando até ela e o meu espanto é que a pessoa ao se virar revela Elliot e curvo o sorriso ao revê-lo, mas o meu irmão não parecia lá muito animado.

— Ainda bem que chegou, é que preciso conversar urgente com você!

Pelo tom de voz o assunto tinha que ser bem sério, pois isso me deixou preocupado. Agora só apelo ao bom senso para que não sejam más noticias a caminho.

— O que lhe vem preocupando, hein? Aposto que não é o trabalho, se não já teria me informado, ou estarei errado? — curvo a sobrancelha.

— Aqui está tudo indo bem, é com Kate... — faço uma careta não entendendo.

— Vai falar que não quer mais casar e que agora está com vergonha de admiti-lo para a sua noiva... — mas ele interrompe.

— Nada disso, irmão! — sento numa cadeira ajeitando o palitó, pois a conversa é longa. — É que Kate me contou que está grávida a dias e estou assustado!

— O que você falou para a sua noiva, hein? Porque não me ligou?

— E lá ia arruinar o seu descanso no paraiso? — reviro os olhos. — Há eu falei que ia cuidar dela, do nosso filho, mas sei lá... eu mal comecei trabalhando aqui, temos o casamento dentro de uma semana e meia e... — o interrompo.

— Tão rápido?

— Insistência de Mia, porque logo que ficou sabendo da gravidez da Kate falou que não dava para adiar muito tempo e pronto será uma cerimónia pequena, para a familia, sabe?

— Os pais estão sabendo?

— A mãe foi a primeira a desconfiar, mas levaram na boa. Eles tão felizes por ter o primeiro neto a caminho.

— Cara você vai ser pai, se anime! — dou um tapa no ombro de Elliot.

— Queria ver se fosse você agora descobrindo isso, aposto que ia ficar maior nervoso. — rio.

Na verdade não tem como descartar as palavras de Elliot, de fato se soubesse uma noticia como essa nesse momento ficaria surtando, mas nem que é má ideia. Eu quero uma familia com Anastacia. Só que acho que está cedo, devemos curtir mais um pouco do nosso recente noivado.

— Já estamos numa de novidades, me deixe dizer que Ana aceitou meu pedido de casamento.

— Não espera... — ele levanta abrindo a boca num "O". — Você pediu ela em casamento? Cara papai e mamãe vão pirar quando ficarem sabendo que tem outro filho casando dentro de algum tempo!

Começo a gargalhar com o entusiasmo de Lelliot, porque ele sempre consegue isso fácil. No entanto, o assunto acaba virando para outro rumo e de novo voltando aos assuntos da empresa.

— Isso quer dizer que não tem como rastrear o fim das contas? Merda, como vou conseguir provar que é Elena assim, Elliot? — bato o punho na mesa sabendo que aquela ordinária está saindo sem maior punição.

— Só nós dois achamos que é Elena se beneficiando nisso, mas como vamos fazer outras pessoas acreditarem nisso? Precisamos de provas, irmão! Sem isso a polícia não tem como chegar nela e fazer qualquer ligação, será sempre a nossa palavra contra a daquela mulher. — cerro os dentes achando que ele tinha razão. Isso seria como uma agulha no palheiro e parece que Elena tinha tudo bem armado. — Por outro lado podemos pegar no arrombo causado nas contas que vocês mantiveram sociedade e acusá-la de fraude e branqueamento de capitais, bem como abuso de poder. — isso me começa fazendo sorrir.

— Lelliot é isso mesmo, além disso tem como conseguir com o departamento financeiro esse levantamento de todas as provas!

— Boa irmão, vamos entalar a velha de uma vez! — Elliot se entusiasma um pouco mais e já alça a mão para mim ao qual repreendo com erguer de sobrancelha. — Foi mal, me entusiasmei. — começa contornando a secretária indo na direção da porta. — Logo mais não esqueça, conto com vocês, creio que Ana avisou, não?

Assinto que sim com a nuca e ele me deixa sozinho. Nesse momento os meus pensamentos ficam focados a 100% na possibilidade de acabar com Elena por todos os danos que me causou. Afinal nunca achei que podesse ter uma hora melhor para isso. Creio que o fato de tê-lo deixado a cozinhar em banho maria esse tempo todo só me deixou mais certo sobre acabar com a sua raça.

— É Elena, dessa vez você vai se dar mal! — sussurro para mim mesmo. — Avisei que não devia se meter no meu caminho.

~*~

Pov. Narrador

Cansado do ambiente da prisão, Jack não via a hora de sair em liberdade, mesmo que na condicional que o advogado contratado por Elena, vinha alegando vir a conseguir se obtivesse o habeas corpus. Só o moreno já vinha saindo muito enrolado nessa conversa que a impaciência começava a ressaltar por minhas tortas e logo estaria criando conflito, já que existiam alguns reclusos o odiando. De fato, Jack sempre fora um homem fácil de fazer inimigos, mais ainda num lugar onde o mundo é tão diferenciado por distinções semelhantes. Todo o recluso com uma história diferente, com um motivo ridículo ou cruel onde todos dizem exatamente a mesma coisa "sou inocente".

— Elena tem que me tirar daqui! — murmura ele impaciente apertando entre suas mãos as grades da sua cela.

— O que foi não aguenta a pressão, florzinha? — a voz de um cara atrás das costas do moreno, faz soar em tom de provacação.

Jack ainda revira os olhos cerrando a linha dos lábios num traço sem humor ao se virar e encarar o recluso deitado de barriga para o alto no andar superior do beliche.

— Você chamou o quê? — ele pergunta forçando uma expressão de ódio.

O tal recluso levanta enquanto se apoia na base do cotovelo e olha o moreno mais a baixo com sorriso bambaleante nos lábios. Está na cara que adora um bom deboche e arrumar uma deliciosa encrenca com todos os colegas com quem divide cela.

— Florzinha! — repete ele com uma gargalhada sonora que enfurece o outro. — O que foi não aguenta a pressão? Cuidado, hein?

— EU TE MATO SEU MERDA, CRETINO E NOJENTO! — Jack começa berrando ao aproximar do beliche, provavelmente pronto para uma briga.

Outros reclusos começam manifestando apoio em outras celas batendo furiosos nas grades. O tal recluso logo desce fazendo peito feito para Jack que recua somente uns escassos passos.

— QUERO VER! — vocifra o outro olhando por cima já que era visivelmente mais alto que Jack, rondando o seu metro e noventa e oito. — Vai amarelar, hein?

Jack ia pronto a revidar com um soco, quando um guarda prisional aparece botando ordem no lugar ao bater o bastão contra a grade da cela, roubando assim atenção dos dois reclusos fazendo frente um ao outro.

— Vocês dois parem imediatamente! — ordena o guarda com fraco humor na voz. — E você sr. Hyde devia se comportar ou quer perder a chance de ter a condicional? — questiona com azedume.

— Não, não quero, mas esse merda que começou a provocar! — ele vem defendendo a própria alma do diabo.

— E você revidou! — atesta o homem voltando a bater o bastão na grade.

— Filho da puta, sua culpa... — ele começa xingando baixo.

— Você quer fazer o favor de parar? Ou vai querer perder a chance de ter o telefone por 5 minutos?

O moreno engole o orgulho e acaba aceitando a recomendação do guarda, afinal não ia perder a chance de ligar para Elena para pedir urgência em sair desse lugar, já que depois de hoje ia ser uma sentença de morte anunciada.

[...]

Quando chegou a hora dos telefonemas os reclusos foram encaminhados em fila indiana para a sala restrita. Jack ainda chega a xingar ao saber que teria pelo menos uns 10 reclusos na frente, o que equivale a muito tempo de esperar se todos realmente cumprissem os 5 minutos.

Algumas vezes foi ousando usar o tom de suborno para chegar na frente, como é óbvio alguns reclusos foram agressivos, mas outros cederam e com isso ganhou um avanço de 4 pessoas, logo seria menos tempo esperando. Ao chegar finalmente sua vez, ele tentou lembrar do número de Elena e teve sorte por realmente lembrar e melhor, saber que era esse o cantato, pois a voz que o atende do outro lado é exatamente aquela madura e fria da loira.

— Elena é Jack Hyde! — ele fala em tom de segredo como se mais ninguém pudesse saber da sua conversa. — Você tem que agilizar seu advogado, não aguento nem mais um segundo nessa merda!

— Meu querido Jack seja paciente, meu advogado está providênciando tudo com o devido legado e logo estará cá fora antes do que imagina! — vem alegando enquanto traça uma mecha atrás da orelha tomando um sol na beirada da piscina do hotel onde se hospedara em Vegas.

— Ouça, você não está percebendo, eu quero sair imediatamente! — exige ele de costas para os colegas que começam a protestar vez. — Não quero saber, ou eu boto a boca no trombone, ou acha que esqueci dos seus planos, hein? Eu sei de tudo, lembre que mesmo aqui dentro estou bem informado! Leio jornais!

A loira ao se sentir ameaçada levanta de forma brusca da espreguiçadeira e retira os óculos dos olhos com repugnancia.

— Não tente me ameaçar, você sabe o quanto é facil ser apagado quando se está dentro de um presidio! — informa ela com presunção.

Elena já dera provas de que é capaz de tudo só para não sair prejudicada. Não seria agora um certo cara a ditar ordens que faria mudar o curso dos seus planos malvados.

— Você está insinuando alguma coisa? — ele vem perguntando.

— Seu tempo acabou! — avisa o guarda.

— Já vou! — reclama Jack ao afastar o aparelho do ouvido, mas voltar a colocá-lo logo depois. — Seja rápida, não aceito nada mais que isso.

— Seja paciente que tenho mais que fazer do que ficar me preocupando com fantasia de recluso! Passar bem!

O moreno não ficara nada satisfeito com o modo desprezivel de como Elena o tratara na ligação. Ele esperava tudo menos isso, mas ela tinha que fazer o que ele queria ou ia ferrá-la de vez, pois tinha algumas provas a seu favor bem guardadas lá no seu apartamento. Provas em audio que guardara de algumas confissões de crime que lhe daria um bom bónus de futuro para chatageá-la, caso não viesse colaborando do jeito que queria.

— É Elena ou você arruma um jeito de me ajudar, ou eu acabo com a sua vida! — sussurra ele entre dentes ao ser guido de volta à cela.

Notas finais
Gostaram? Parece que o descanso terminou... quem gostou? Elliot é hilário, não? Já sabe que vai ser pai e parece que o casamento está próximo, não? Cá entre nós quem adoraria agora um bebé para o nosso casal? Hein? Sabem que a história está cada vez mais próxima do fim e tudo pode acontecer. Esse Jack parece bem impaciente, não? Acham que Elena vai realmente tirá-lo da prisão? Elena parece estar no bem bom, mas Chris e Elliot estão prontos a ingressar uma batalha, né? Vá meninas deixem vossa opinião. COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ fantasmas comentem, ok? Apareçam e dêem oi, porque não dói. Até ao próximo capítulo, Lucy.