Start again a new chance for Love
72 Capítulo 72
Notas iniciais
Terminado o lanche que para mim foi muito como um jantar, pois sentia o meu estômago cheio aproveito para ir dar um passeio com Christian ao lado posterior da propriedade, ele me leva a conhecer os cavalos nas cavalariças e fico surpresa com a quantidade indistinta de animais que eles tem ao cuidado. Christian menciona que os avós faziam criação para venda posterior, que tinha imensos clientes desejando comprar os melhores cavalos, já que são da melhor raça que tem disponível no mundo e quase que indistinta. Cavalos lusitanos, portugueses de sangue, muito conhecidos como puro sangue lusitano.
— São incrivelmente lindos! — digo deslumbrada aproximando de um cavalo marron e ele vem logo cheirando minha mão e sorrio com o gesto de que a sua boca forma um ligeiro vácuo.
— Por acaso, mas experimente dar uma cenoura, amor... — ele incita me passando duas cenouras e o olho desconfiada, mas o cavalo logo reage fazendo um barulho com os casco na porta de madeira da sua instalação. — Não tenha medo, o Falcão não vai mordê-la!
— Falcão, é? — pergunto estendendo a mão com a cenoura para o cavalo e é estremamente estranho o jeito de como ele começa comendo ela tão rápido.
— Olhe aqui! — aponta com o dedo para a placa bem por cima da porta. — Todos estão indentificados! — indica. — Meus avós tem muita estima neles!
Falcão logo termina as cenouras e ergo a mão lhe negando, pois não tinha mais nenhuma. Dou uma caricias no seu pelo e Christian sorri nos vendo tão cúmplices. Alega mesmo que já fiz um novo amiguinho. Que poderia cuidar dele e montar um dia desses já que simpatizara comigo.
— Vem vamos continuar a visita ou está tão apaixonada por ele que não me quer mais? — pergunta de mãos nos quadris, alargando as suas pernas de forma bem sexy. Só que percebo que era tudo insinuação, então entro na brincadeira.
— Ciúme de um cavalo, sr. Grey?
— Eu? Não, de maneira nenhuma! — contesta tentando manter um ar sério, suas sobrancelha bem arqueadas, seu semblante num misto de mistério.
— Mentira! — o irrito sendo do contra e dou um tapa na sua bunda começando a correr pela grama fora.
Christian vem correndo atrás de mim apressado, mesmo com aquelas botas de cavaleiro que lhe ficam lindamente, pois despem muito o seu personagem habitual. Ele me toma pela cintura e tombos ambos na grama em gargalhadas profundas.
— SAI SEU PESADO! — grito o tentando desviar de cima de mim ainda não me recuperando da risada.
— Quem é pesado? — questiona gargalhando ao descer seus dedos ageis sobre as minhas laterais.
— VOCÊ! — falo mais alto e ele rebola comigo e fico por cima dele, descendo assim as suas mãos com auxilio das minhas.
— Você é leve como uma pena, Srta. Steele! — pisco um olho gostando de sabê-lo. Pois se me dissesse que estava gorda não se livraria de um tapa.
— Levanta! — ordeno me apoiando nele para colocar de pé.
No entanto, Christian me faz uma rasteira e tombo em cima dele que me cola os lábios nos seus. O beijo inicia com uma investida calma e quente, até acelerar num ritmo ávido quando a sua língua vem abrindo um caminho ligeiro para entrar em contato com a minha, a tornando toda sua refém e quando dou conta estou ofegando em sua boca que nem uma louca. Ambos a rebolar na grama sem parar até chocar contra uma árvore que nem identifiquei, mas que é um lugar gostoso por criar uma sombra boa, nos mantendo a salvo de olhares curiosos. Christian desciam as suas mãos muito lentamente por meu corpo, me deixando acesa, a queimar, molhadinha. Só que em meio a esse desejo todo dá o click na minha cabeça e o travo ao afastar suas mãos das partes mais intimas. É mais forte que eu, por muito que o deseje, não consigo. Não agora, apesar dele não ter culpa e ser bem carinhoso comigo, mas não me sinto preparada para o fazer agora, talvez mais tarde em outro lugar quem sabe.
— Desculpe, eu não... — explico ao afastá-lo mais de mim e os seus olhos pidões indicem nos meus meio que preocupados por terem ultrapassando algum limite.
— Tudo bem, no seu tempo... — diz ele calmamente com sua voz rouca e ofegante.
Me coloco de pé novamente e sacudo as roupas meio que denunciando a minha passagem derradeira por essa grama cheirosa a terra. Ele me segura a mão assim que se levanta e continua me mostrando mais outros cantinhos dessa imensa propriedade que a cada minuto que passa sinto que é maior que o que imagino. Quando começa o sol começa a se deitar, Chistian vem explicando que tem um lugar onde tem a melhor vista e vamos até ao celeiro e fato se comprova a sua teoria. A vista era maravilhosa. Podia enxergar uma bola de fogo descendo lenta até ao horizonte desconhecido e escuro para simplesmente desaparecer ali.
— Para quem não era nada romântico, sim... — comento baixo quase mais para mim do que para ele. — Gostei de ver... — ele me olha e rodeia as suas mãos na volta da minha cintura e os meus olhos oscilando mergulhando nos seus tão cinzas penetrantes.
— Você é a razão da minha mudança... — afirma aproximando lentamente os seus lábios da minha boca e o mordo propositadamente. Ele umedece rapidamente o lábio e sorri torto para mim. — Isso foi maldade! Fique sabendo que vai pagar caro! — ameaça.
— E de que jeito tenciona o sr. Grey cobrar? — tento bancar a superior, tentando trocar impressões.
Ele começa pensando um pouco, fazendo mesmo aquela sua expressão perfeita, mas o empurro para o interior do celeiro. Christian cai em cima de uma farpa de palha e saio correndo o mais rápido que consigo. Ele logo volta de novo a correr atrás de mim, mas o ignoro tomando mais resistência e entro no alpendre quase derrobando a senhora dona Martha que está preparando alguma coisa com cheiro delicioso. Christian entra logo depois parecendo um moleque intransigente. Encontro a avó Matilda e me refugio nela que me olha com os seus olhos doces e aperta meu corpo contra si. Ele mal entra no angulo de visão da avó trava, tentando mesmo mostrar outra faceta, não sei se vai bancar de ator, mas ele é esperto.
— Já tentando assustar a minha menina... — diz ela tentando repreedê-lo ao apontar o dedo. — Se vocês fossem mais novos juro que os botava de castigo sem sobremesa! — mas ela ri, logo percebo que está brincando com nós dois.
— Avó, Anastacia me jogou sobre a farpa de palha! — fala Christian em sua defesa.
— E você me ameaçou!
— Meu deus, o tempo andou para trás... — comenta ela de mãos na cintura ao afastar ligeiramente de mim.
— Sra. Trevelyan o jantar está quase pronto! — avisa Martha olhando para nós com intriga.
— Melhores se trocarem, já viram o vosso estado? Subam minhas crianças e se venham juntar à mesa o quanto antes... — gesticula e sorrio deixando um beijo no rosto dela antes de subir.
Christian logo vem atrás de mim e dá um tapa na minha bunda de me deixar corada. Porra, ele pensa o quê? Que é chegar aqui que é tudo nosso?
No quarto vou correndo direto para o closet, afim de pegar um vestido soltinho e quando retorno vejo Christian se despindo e mordo o lábio inferior quase que sem dar conta. Os seus olhos vem me rastreando por cima do ombro e tento parecer nem ai para o seu corpo sedutor e vou para o banheiro em passo discreto. Ele acaba entrando também fechando a porta e pouso a roupa em cima da tampa do vaso.
— Toma você primeiro, ou eu? — pergunta.
~*~
Pov. Christian
— Podemos entrar os dois! — sugere ela meio a dançar o pé sobre o mosaico. — A menos que esteja dispensando minha companhia... — o seu olhar desce ligeiramente.
— Você tem a certeza que se sente confortável em tomar banho comigo? — pende a nuca tentando mostrar desilusão às minhas palavras. — Não sei... — ia tentar falar algo mais, mas ela me vem silenciando minha boca ao moldá-la na sua. Face a isso, vem puxando comigo para a boxe. — Ana... — sussurro contra a sua boca, as minhas mãos subindo por seu corpo. — sua... roupa... — e trava me afastando e olha suas roupas grudadas no corpo. — Entre... — indica tentando bancar a mandona, como se sua coragem tivesse algum tipo de prazo.
Dispe a sua roupa e quando se vira para mim, sinto aquele seu olhar desejoso incidir forte e intenso. Ana me deseja como antes, apesar de tudo, agora só não sei se está efetivamente preparada para se entregar novamente, o que compreendo e não a tenciono forçar a nada. Esperarei o tempo necessário para ter a minha Anastacia de volta.
O vapor das águas sobreaquecidas começa invadindo todo o espaço, Anastacia vem entrando na boxe bem sensual e se vem envolvendo nos meus braços molhados pelo jato de água que cai sobre nós dois. A começo beijando com ternura, mas me excito um pouco mais e a vou pressando contra a parede gelada da boxe. O seu corpo se contrai por inteiro em resposta. Fico ainda mais excitando e desejando muito a minha mulher, desejando a possuir de novo, como se fosse uma primeira vez. Como se este fosse o nosso momento mais esperado.
— Oh Chris...
As suas palavras saiem em histórico de gemido e desço a minha boca por seu pescoço a beijando canto por canto e ele começa ofegando, movendo seus braços no meu tronco grudado no seu, minha ereção roça contra a sua intimidade umida e quente, pulsando prazer continuo.
— Ana... — sussurro baixo contra a sua pele. — você se sente... — ela tomba a nuca para trás, um jato largo de água cai em cima de minha cabeça, deixando meus cabelos mais húmidos.
A minha boca começa descendo pelo vale dos seus seios, passo a língua cuidadosa por eles tão eretos, mamilo tão durinho. "Senti falta disso" digo mentalmente e continuo me deliciando com um mamilo em minha boca, o mordiscando com sauvidade.
— Eu quero muitoooo... — geme ela em resposta descendo mais um pouco ambas as mãos, ficando com cuidado as suas unhas na minha carne.
Sorrio de canto subindo de novo a minha boca até à sua e despojar outro beijo delicioso. Ana vem circudando os braços na volta do meu pescoço e alça uma coxa de cada vez em torno do meu quadril. Trocamos olhares e auxilio meu membro a entrar numa penetração em sua intimidade lentamente. Ela arfa prendendo a nuca para a parede e a prendo melhor agora que a sinto dentro de mim. Abocanho a sua boca outra vez, sugo os seus lábios enquanto movo nossos quadris com vontade e ritmo. Anastacia vem se moldando lentamente a mim e sorrio gostando do jeito atrevido que não perdeu. Ainda assim decido pegar leve, não queria arruinar o momento vindo com a violência do qual a habituara.
Ela vem gemendo, e urro com ela em um único som, mas um cheiro intenso de entrega. O meu corpo começa estremecendo, a sua intimidade contraindo perigosamente meu membro explorador o tornando terrivelmente apertado nessas paredes internas que pingam prazer.
— mais forte amor... — geme enterrando a sua nuca no meu ombro, o mordiscando com dissabor e a estoco com mais resistência, dando a merecida resposta que tanto anseia. — Oh assim... é muitooooo... oh Chris... senti faltaa...
Gosto do modo de como a deixo gemendo meu nome, do quanto sinto que estou lhe dando o prazer merecido, pois isso me excita que nem um louco e nem consigo sequer parar. Anastacia é uma droga inevitável, fico a desejando tanto que acabo viciado nela.
— Oh minha Ana... — urro me sentindo quase lá, quase no meu ponto alto. — Oh baby quica! — ordeno.
Anastacia bem tenta fazer o que lhe peço, creio que ela se esforça um pouco, mesmo segura com suas pernas em meu quadril, ao qual vem apertando mais ainda, fazendo uma força louca para se segurar. A estoco mais uma, mais duas vezes e sinto uma umidade escorrer por suas pernas. Oh sim, ela está gozando, gosto disso. E estoco de novo com força, abrindo um caminho que tende apertar cada vez mais, me deixando privado de arrancar esse êxtase viciante.
— SUA BUCETA É TÃO APERTADINHA, OH BABY! — urro louco a descolando da parede e descer com ela até ao poliban de forma a sentar com ela em meu colo. — HUM, TÃO QUENTE, TÃO GOSTOSA... ME MOLHA MAIS, VAI!
Facilmente desprende as pernas as tornando boas aliadas na sua sustentada base e começa ela mesmo se mover para mim. Os seus seios saltitando na frente dos meus olhos semicerrados, pois a excitação é tanta que nem consigo mais olhá-la direito. Rebola em meu pau e começo a sentir uma rubridão me acompanhando todo o corpo. Um espasmo atrás do outro e quando dou conta começo a sentir um puxão abaixo do umbigo. Eu estou quase lá.
— Ana tem a certeza? — ainda pergunto, ela assente que sim e continuo a fodendo até a sensação mais intensa me tomar por inteiro e gozar dentro dela.
~*~
Já batiam na porta do quarto, quando saio do closet apertando os botões da camisa branca, Anastacia sentada na beira da cama enquanto calça um sapato aberto.
— Será que demoramos tanto? — pergunto confuso e abro a porta. Era Martha. — Martha?!
— Menino sua avó o chama para jantar! — informa e troco um olhar cúmplice com Ana não necessitando de explicar razões.
— Vamos já descer! — aviso. Ela vai embora. — Pronta? — pergunto para a minha amada com um sorriso jovail nos lábios a deixando tão encantadora.
— Muito! — responde me deixando um selinho breve e vem me puxando consigo para descer.
No andar inferior, já sentada à mesa, minha avó vem trocando uns olhares comigo e faço maior cara de inocência. Anastacia se acomoda muito solenemente, atravessando o guardanapo sobre o colo. O jantar é nos servido e saio na surpresa ao dar conta de que o menu é perú recheado.
— Espero que goste minha querida, é que nem tive oportunidade de saber, meu neto é sempre um mistério... — insinua ela rindo enquanto é servida por sua empregada.
Meu avô parecia bem mais calado, o que não é relativamente normal, já que adora conversar. Provavelmente alguma coisa o esteja de fato preocupando, só que antes mesmo que possa questioná-lo o meu aparelho começa a tocar no bolso. Avó Matilda troca um olhar repreensivel, pois não aceita interropções à mesa. Com todo o respeito tiro o aparelho e vejo que é o meu pai ligando, peço licença. Ao afastar decido usar o escritório do avô para ter mais privacidade. Atendo desde logo a ligação antes que caia.
— Pai algum problema? — pergunto indo direto ao ponto agora que me vejo sozinho.
— Não está respondendo aos e-mails da sua diretora financeira, porquê? — estreito o olhar confuso. — Ela acabou de me ligar avisando que já sabem quem anda desviando o dinheiro da sua empresa! Filho porque não me contou que estava tendo problemas na sua empresa?
— Esqueci completamente de olhar os e-mails, foi distração da minha parte! — justifico. — E não queria incomodar o senhor, como deve calcular! — respondo. — Mas quem é o culpado? Pai me diga, eu tenho o direto de saber! — a minha voz se exalta.
— Calma filho, tenha calma! — apela, mas eu fico pouco lixando para apelos a essa hora.
Alguém está me roubando na minha própria empresa, tem cara e nome e só quero saber para levantar todos os processos devidos para castigar essa pessoa severamente. Tem alguma coisa de errado nisso?
— Quem é ele ou ela???
— É o Tompson! — diz por fim num longo suspiro no outro lado. — Mas antes que aja de cabeça quente eu já mandei averiguar as contas dele e ao que fiquei sabendo, não tem como sequer rastrear onde o dinheiro foi parar.
— Usando contas offshore! — afirmo pensativo. — Pai você tem todos os direitos legais, você tem que conseguir pedir um mandato de verificação dessas contas! — peço tremendo sem parar, pois a raiva estava me consumindo.
— Vai ser complicado, essas coisas podem levar muito tempo até que se resolvam! — explica ele todo pacifico.
— Leve o tempo que necessitar, mas não vou cair no prejuizo! Só de imaginar que quase culpei meus funcionários e esse cretino me roubando na cara dura? — dou um soco contra a superficie da secretária. — Como ficaram sabendo isso? Ele confessou?
— Tompson estava em fuga quando foi interceptado. — diz meu pai. — Christian ele ia fugir do pais!
— Filho da puta! Ele foi preso? — pergunto desejando ajustar contas com ele depois.
— Está com termo de identidade e residência!
— Me mantenha informado, pai! — peço já pronto para desligar quando o meu pai volta a prenunciar sua voz.
— Como ela está?
— Anastacia está melhorando, pai! O ar do campo está fazendo bem.
E desligo a ligação guardando o aparelho no bolso interno. Regresso para a sala de jantar e o olhar da minha morena vem caindo em mim. O meu avô ergue a sobrancelha como que fazendo uma pergunta silenciosa e a minha avó Matilda só pede para que sente.
Quando a refeição termina e nos ficamos por digestivos, Ana pega a minha mão dirigindo o seu olhar doce e profundo mar azul, onde me perco tantas vezes que me vejo caindo de cabeça. O avô Theodore vinha trocando olhares confidentes comigo, mas assenti um tudo bem para ele não se preocupar, pois essa temporada é para relaxar. Face a isso e porque a minha avó é uma mulher que adora fazer suas cobranças vem me puxando para dançar e meio que rio o jeito de como ela tenta se moldar ao meu estado de altura avantajado.
— Esses dois juntos são um espetáculo! — diz meu avô falando para Anastacia que gargalha nos observando.
Dou um passo calmo para o lado, outro para o outro e pegando uma mão rodopio a senhora minha avó. Ela sorri toda gostando da múscia que nos abomina nessa dança. Era um tema já antigo que embalava esse ambiente calmo e nostálgico, tocando no velho vira discos com mais de 50 anos a funcionar, mas uma verdadeira relíquia. A batida era suave, uma som banhado por acompanhates de trompetes que o avô Theodore teve a máxima coragem em falar que era a era da música, os verdadeiros anos 40.
Anastacia dançava no sofá, movendo os braços divertida, até o meu avô chamá-la para um passo de dança, mas a minha avó vem logo sussurrando no ouvido que ele ia dar vexame. A verdade, é que tudo correu melhor, Ana e ele dançavam bem, pareciam um par esculpido naquela dança. Quando a música cessou, ambos abandonamos os nossos pares e rapidamente retomei o meu lugar no sofá com Anastacia a envolvendo com os meus braços, deixar um beijo casto nos seus cabelos.
— Que maravilha! — diz ela realmente entusiasmada. — Não sabia que era tão bom dançarino! Quer dizer, tirando aquelas nossas danças, mas você dança melhor que eu pensei... cá para mim andou fingindo esse tempo todo...
— Vejamos que o fato de gerir uma grande empresa me dá imenso jogo de cintura, meu amor! — digo meio convencido.
— Impressionante que sempre arruma argumento!
— Meninos fiquem à vontade, nós já vamos nos recolher! — alertam os avós parecendo cansados. — Façam de conta que é tudo vosso, não se acanhem! — insinua ela e arregalo os olhos imaginando bem o que tenciona dizer. — E se quiserem... — ela vem segurando a mão de Ana. — Eu tenho uma manta que é ótima... dizem que tem poderes milagrosos em fazer bebes!
— Avó! — repreendo.
— O que foi meu neto? Vocês estão na idade em pensar ter uma familia! — diz ela. — Eu na sua idade já era mãe de três filhos! Eu e seu avó sempre nos empolgavamos... — e dá uma gargalhada divertida.
— Tudo bem, avó Matilda! — Anastacia como sempre amorosa.
Me vendo sozinho com a minha amada a abraço com ternura e ela me vem envolvendo com os seus braços e olhos pidões. Eu sei, ela vai me encher de perguntas sobre a chamada, mas eu não queria aborrecê-la com os meus assuntos.
— Amor você sabe que não gosto de que guarde tudo para si!
— Eu sei, mas não é importante, sim? — asseguro a puxando comigo para ir para o exterior, parecia uma noite calma e depois quero namorar um pouco. — Essa piscina parece gostosa, não?
— Você por acaso está insinuando alguma coisa, é? — pergunta de mãos nos quadris assim que se solta de mim para ir até à beira e provar a temperatura da água. — Está morna! — diz.
— O que diz da gente cair nela? — sugiro.
O sorriso dela se rasga e logo começo abrindo os botões da camisa para me libertar dela. Ana sobe o vestido pela cabeça e se livra dele. Fica somente em sua roupa intima bem sexy. Desço as calças e vou até ela de cueca boxe, mas ela me surpreende me empurrando para a psicina.
— Essa é pela ameaça demais cedo! — avisa assim que volto à superficie a olhando mesmo na beira de braços cruzados, sorrindo torto.
— Não escutei, acho que entrou muita água... — tento bancar o número do surdo e vou aproximando da beira. — Agacha amor, não escutei... — peço, ela realmente cai nesse número agachando e a puxo para dentro de água.
Anastacia chapinha na água ao cair e quando regressa à superficie mostra um sorriso largo nos lábios.
— Você fez de propósito! — afirma mesmo tentando parecendo má. — Eu te devia matar, sabe? — aponta o dedo e roubo um beijo dos seus lábios.
Os seus braços envolvem na volta do meu pescoço e de novo voltamos a nos beijar, agora mais intensamente e de abrir o apetite mesmo dentro dessas águas tão deliciosas a essa temperatura tão amena. Ana acorda o meu animal interior e logo desço uma das minhas mãos até à sua intimidade a estimulando ali de forma deliciosa. Ela logo começa arfando em minha boca, gemendo para ser mais exato, pois sei que lhe estou oferecendo prazer. A sua boca começa balbuciando alguma coisa desconexa e sorrio a invadindo com a minha língua enquanto continuo a penetrando com os meus dedos com maior rapidez.
— Oh sim... — geme ela libertando feroz a sua boca para arfar.
— Geme para mim, amor... — peço abocanhando o lóbulo da sua orelha, o trincá-lo ligeiramente. — Tão deliciosoo, oh esse vácuoooooo... — as palavras saiem gelantinosas da minha boca.
— Quero você! — exige ela fincando as unhas nas minhas costas e urro mais alto com esse ardor.
Afasto dela para que possa soltar a sua calcinha e desço a minha cueca boxe igualmente. Era noite, ninguém nos ia pegar na piscina transando e além disso eu corro todos os riscos por ela. Ana se apoia com ambas as mãos no muro da piscina e a penetro de forma lenta e rapidamente começa movendo seu quadril contra o meu quase que imóvel. Sorrio com a visão que fico e deito a nuca no vale dos seus seios ainda cobertos por esse sutiã cheiroso.
— Mais depressa... — pede gemendo.
Faço o que me pede e estoco cada vez mais rápido criando aquele vácuo ainda mais acentuado entre nós, mas que dá prazer e é gostoso transar com água em contato, apesar de ser minha estreia ao usar a piscina. Nossa estreia, pois é a primeira vez dela nesse meio igualmente.
O meu pau começa sendo esmagado por sua intimidade apertada e quente, mordo os lábios diversas vezes perdendo a conta às vezes que ela me deixa louco, gemendo aqui. A sua intimidade aperta meu pau, tento afundá-lo mais um pouco ainda assim, oferecendo uma sensação de preenchimento completo. Ana continua gemendo, gemendo bem baixo, para que ninguém nos escute, apesar de ser dificil de controlar esse tipo de coisa, quando a maior vontade é de sair gritando aos quatro ventos o quanto se está em êxtase.
— Oh Ana... porra que delicia... — urro vibrando com as minhas investidas. — Oh amor... oh amor... — enterro a minha boca de volta da sua e vou urgente buscando a sua língua para uma dança sensual e quente.
O corpo dela estremece, começa contraindo, pois meu pau aperta mais um pouco e a mesma coisa acontece comigo, me sinto com uma invasão esmadagora. Talvez fosse pelo contato com as águas. E com mais umas estocadas fortes e intensas chegamos no ápice gozando ambos ao mesmo tempo.
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