Notas iniciais
Olá meninas ♥ Perdão por falta de respostas aos comentários, mas agradeço continuamente todos os comentários deixados nos capítulos anteriores. :) A todas um muito obrigado por continuarem acompanhar a história. E porque o tempo urgue e vocês não estão afim de "escutar" segue o capítulo 64 boa leitura,

Pov. Narrador

Elena andava a semanas a tentar localizar Leila que havia sumido do mapa levando consigo o dinheiro que a vilã havia pago caro para soltar a imagem secreta de Christian. Os seus detetives estavam fazendo os possiveis, só que a loira é exigente demais para aceitar poucos resultados ou simplesmente nenhuns, que vinha ameaçando eles todos os dias exigindo respostas, exigindo que movessem céu e terra para encontrar essa maldita trapaceira que lhe havia dado um passar da perna. E como se ainda não bastasse a sua vida económica começava a sofrer os primeiros abalos.

A loira andava sobre uma investigação apertada, até já fora intimada a prestar declarações sobre uma história de desfalque que ocorrera numa das filiais agregadas ao seu antigo negócio com Christian, mas sempre negara, alegando não ter qualquer tipo de conhecimento relativamente a isso. Óbvio que ela sempre tinha os seus trunfos, conhecimentos e amigos para sair desse burcaco que ela própria havia cavado.

Agora só para dificultar, seu amigo e também accionista da GEH, começava a fazer as suas chantagens com ela alegando que se ela não começasse a dividir melhor os lucros que logo colocaria a boca no trombone. Elena porque não gosta de sair a perder dessa situação e assume que ia dar mais do que o acordado por ambos, isso significa sair prejudicada na fatia do seu bolo gordo.

— Tenho que arrumar maneira de o silenciar! — sussurra para si mesma ao entrar no seu escritório de luxo. — Thompson não pode simplesmente abrir a boca, não vou cair por causa desse cretino! — afirma sendo presunçosa e manipuladora.

~*~

Pov. Anastacia

No lado de fora à SIP tinha Taylor me aguardando muito ereto e já abrindo a porta traseira do audi para mim que franzi o olho querendo uma explicação, mas ele não me podia dar grandes explicações, já que está somente seguindo ordens do seu chefe. "EU MATO CHRISTIAN" penso ao entrar no banco traseiro e me instalar devidamente no interior. Taylor logo dá a volta ao lado traseiro do carro entrando no seu lugar e me leva direto para a GEH, até porque havia combinado de almoçar por lá com Christian.

Uns minutos depois de uma curta e agradável viagem, porque Taylor fora gentil ao colocar um pouco de música, embora baixa para relaxar e consegui descontrair, mas só o suficiente, porque assim que encaro a entrada do edificio, fico meio tensa e saio não dando nem tempo para ele fazer essas honras do seu serviço de alta qualidade.

Em um passo apressado vou para junto da recepção e uma das atendentes incrivelmente loira me indica onde encontraria o seu chefe e dirigo para o elevador, carregando no botão afim de chamá-lo. Quando este abre cruzo com Elliot e a minha cabeça fica cheia de perguntas.

— O que faz aqui? — pergunto.

— Trabalho aqui agora, Ana! Você não sabia? — aceno que não com a cabeça. — Kate esqueceu certamente, mas enfim me deixe ir que combinei de ir almoçar com ela! Foi bom te ver, Ana! — acena já se dirigindo para a saida e entro no elevador que se aguentara alguns minutinhos à minha espera.

Claro, foi o meu pé que o travou. Sorrio de canto encostando na parede e observo os números da tela superior passarem rapidamente como velocidade da luz e o elevador pára já quando estou no andar que pretendo seguir.

— Srta. Steele o sr. Grey aguarda na sala!

Uma secretária me aborda sem eu ter falado nada, mas como ela sabe que eu sou a pessoa que o seu chefe espera? Há claro, Christian e suas capacidades.

— Obrigado! — ela assente seguindo na minha frente e abrir a porta para mim.

Meio que tomo um susto com o tamanho que a sala dele, é enorme, tão larga tão, tão, sem cor. Somente vazia de cor, é tudo tão neutro. Janela gigante que mais parece uma parede artificial de vidro cobrindo grande parte da área da sala. Seus sofás tão imaculados que senti receio em sentar neles e sujá-los.

— Estava esperando por você! — diz ele com sua voz manhosa e vindo na minha direção ao qual alçei a mão na sua frente para travar. — Ana, por favor!

— Vou pular algumas partes e vou ser direta... — ajeito a saia para me sentar igual uma executiva. Christian sempre me olhando, embora de pé. — Aceito que esteja preocupado com a minha segurança e estou ponderando em aceitar a sua oferta perante algumas condições!

— Condições?! — repete rodando nos próprios pés e sentar atrás da sua secretária sempre me encarando. — Então me diga, quais são as condições, então? — ele começa passando os dedos da mão saudável sobre a barba rala.

— Digamos que eu aceite ter um motorista a determinadas horas do dia... — ele pende a nuca começando a fica interessado, mas prossigo ainda assim. — vou necessitar que ele seja discreto, não dê aparência de ser segurança, não me siga para todo o lado, isso inclui me deixar em paz no trabalho, no meu apartamento e afins. Salvo seja gosto de ter privacidade para estar com as minhas amigas! — ele parece muito quieto, sem contestar. — Quero também, que ele dirija o meu Wanda, pois não tem como eu comprar um carro novo agora... — mas ele corta.

— Eu compro! — estreito o olhar detestando quando ele banca o herói.

— Não! — a última coisa que desejo dele é sua esmola. — Não quero que gaste seu dinheiro comigo, já disse!

— Não se trata de gastar por futilidades, Ana! — justifica. — É da tua segurança que estamos falando e pensei que já era claro para ti que tenho imenso dinheiro! — reviro os olhos. — Por favor entende isso como um propósito necessário!

— A minha resposta continua sendo não! Desculpe Christian se sou orgulhosa como meu pai, mas não consigo chegar aceitando tudo o que quer me oferecer. Tem coisas que são demais!

— Tudo bem! — cede não muito satisfeito, pois bufa. — Então isso quer dizer que posso contratar Sawyer como seu novo segurança... quer dizer motorista... — se emenda rapidamente.

— Eu disse que estou ponderando! — afirmo e ele encolhe os ombros não muito satisfeito.

Pois é tem coisas que nem sempre podem ser como ele quer, lamento.

— Posso pedir o almoço? — pergunta tentando transparencer mais calmo e com humor, mas o conheço bem demais para saber que está insatisfeito com as minhas exigências.

— Pode sim! — afirmo trocando a posição das pernas. — Como está seu ombro? Sentiu dor? Tem tomado todos os cuidados necessário? Não está fazendo esforço? — o bombardeio com perguntas enquanto ele carrega no botão de um comunicador e pega o telefone falando com uma mulher que deduzi ser sua assistente.

— Não senti dores, está tudo bem! — responde ao pousar o aparelho e me olha daquele jeito que me deixa toda eletrizante e húmida ao mesmo tempo. — Ana eu tenho tanta vontade... — mordo o lábio inferior com a sua insinuação, pois estou sentindo exatamente a mesma coisa nesse instante.

Minha calcinha está molhada, minha intimidade lubrificada e necessitando tanto do seu toque, mas ele está interdito. Nem pensar obrigá-lo a esforço e arrebantar a sutura tão bem feita. Jamais me perdoaria por isso.

— Vai continuar ai na vontade porque você sabe o que o médico falou! — alerto me levantando do lugar e começar vagando por sua sala, mas ter a sensação dos seus olhos em chamas no meu corpo. — Imagine que nós dois estamos numa ilha sozinhos, no areal rebolando, nos beijando, nos tocando... — mas ele interrompe.

— Está me deixando mais duro ainda com essa conversa! — assegura assim que os meus olhos encontram os seus tão escuros, oh sim, os seus olhos mudam sempre de cor, a todo o momento que está excitado. — E estou me a foder para o que o médico falou!

E é nesse instante que sinto a sua mão avassaladora em cima de mim e quando viro meu rosto para o encarar, a minha boca é tomada pela sua de forma tão segura e urgente. Elas se moldam de um jeito tão suave e dingo que a minha boca é como um baú se abrindo para que sua língua possa reaver o tesouro escondido. A minha mão sobre lenta sobre a lateral do seu corpo e enterra ali junto aos cabelos. A outra o aperta na bunda. Christian arqueja alguma coisa que deduzi como dor, mas nem assim trava, como se não se importasse mais de inflingir dor a si mesmo, sendo negligente, porém ao mesmo tempo muito insaciável e quente.

— Oh baby...! — sussurra contra os meus lábios, os repuxando em seguida com os dentes. — Que saudades, preciso tanto... — continua sussurrando e arfo, arfo com dificuldade, pois ele é um homem de me deixar sem fôlego, com os meus pulmões exigente gritando por socorro.

Só que quando estou prestes a ceder um pouco mais, uma batida na porta me faz travar, e logo estamos os dois nos recompondo em maior descrição.

— Entre! — dá permissão.

— Sr. Grey aqui tem o almoço! — avisa a moça empurrando um carrinho e olho para ele.

— Pode ir Andreia, obrigado!

Assim que ela sai, Christian vai até à porta para a trancar, me deixando a morder os lábios, os umedecendo algumas vezes com a visão que me porporciona da sua forma natual e tão afortunada, sendo que a sua calça está me mostrando aquela saliencia que denuncia o quanto está duro.

— Onde é que nós estavamos mesmo? — vem perguntando com um sorriso torto bambaleando nos lábios e vou até ele o devorando com um beijo quente e desejoso.

Christian revida me deixando a ofegar, me obrigando a ceder, à minha língua ceder a essa luta incrivel que ambas travam em nossas bocas vendo quem sai vencendo. A sua mão logo começa viajando por meu corpo subindo e descendo no interior da minha blusa branca, ali tocando meus seios que sei que estão tão necessitados do seu toque faminto.

— Tem a certeza que vai aguentar? — pergunto mais preocupada com a sua saúde que ele próprio.

— Sou muito resistente, amor! — garante cheio de certezas. — Eu preciso disso e você também, olha como o seu corpo está gritando... — ele desce a sua mão por minha saia, entrando ali no contato com a calcinha e chega mesmo a descer um pouco mais essa sua mão e tocar no interior. — Tão molhadinha, incrivelmente molhadinha do jeito que gosto... oh baby... — geme contra a minha boca entreaberta arfando.

O meu corpo parecia ter entrado em erupção forte, a sua mão causa toda essa plenitude de sensações ativas em mim. Só que não apenas eu queria sair beneficiando, queria criar as mesmas sensações nele. Queria que nós dois pudessemos desfrutar do prazer juntos. Então o afastei, mesmo com cuidado para não feri-lo que sei que está mais sensivel que o normal.

— O que está fazendo? — pergunta confuso, me encarando ofegante.

— Já vai ver... — sussurro baixo.

Afasto dele para apanhar os meus cabelos num coque e então ainda com vontade de morder os lábios agacho á altura do seu quadril. Ergo os olhos para ver se me estaria encarando e é óbvio que sim, ele não ia perder essa visão. Então sorrio maliciosa e levo a minha mão a entrar em contato com o seu volume avantajado na calça e gemo baixo me deliciando com a sensação deliciosa que isso provoca em mim.

— Oh Ana... baby... porra... — ele urra tombando a cabeça para o lado.

Mas o quê? Eu ainda nem comecei a tortura e ele já está se contorcendo todo? Hum, gosto, gosto.

Então ainda concentrada em lhe dar prazer, abro a fizela do seu cinto, o abrindo por consequência. O passo seguinte era abrir o botão, descer o maldito ziper e finalmente ter um contato mais primário do seu membro, embora ainda escondido, só que não por muito tempo, uma vez que tenho muitos planos para ele.

— Hum... está tão duro, amor... — provoco o tocando com suavidade o tecido.

— Porra faz isso não... — implora ele tão vermelho de excitação. — Acaba de vez com isso, não me tortura tanto...

— Devia torturá-lo até morrer, sabe?

Óbvio que não estava falando a verdade, eu não quero que ele morra, por amor de deus, quero que ele continue bem vivo. Portanto com as minhas mãos liberto seu avantajado membro que lateja em minha mãos, tão teso, tão de veias salientes, tão vermelho e jurrando um liquido que identifiquei como sendo o seu sémen. Oh sim, ele está gozando. Ótimo.

A minha boca se alarga num "O" para o enterrar inteirinho e o começo chupando com leveza, mas só por uns segundos, visto que sua mão enterra logo em meus cabelos os repuxando com violência para si. Ok, isso não me doeu, me excitou só um pouco mais e me vi o chupando com maior avidade e prazer. A minha língua tratou de o tatear completamente, saborerar o tesão de cada parte latejante do seu tecido carnal. As minhas mãos explorando o seu quadril, subindo e descendo, fincando sem pudor as unhas nessa carne fraca, até ficar brincando com as suas bolas tesas e tão coesas.

— OH BABY, FODASSE... OH... — ele urra estremecendo.

"Ups, alguém aqui está sugando as forças de Christian Grey, esse alguém sou eu" digo mentalmente soltando seu membro da minha boca que me vi deliciada e completamente húmida, ele tem o seu pau tão húmido, tão delicioso, viciante e tão coradinho. Se pudesse o chuparia mais, muito mais.

Mas o tempo é escasso e não tem como ficar por grandes perliminares.
Quando me coloco de pé, vou direto ao encontro da sua boca que me suga a minha com uma urgência implacável. A sua língua furiosa arrebata com a minha a fazendo ceder a todas as suas investidas furiosas. A sua mão me pressa contra o seu corpo de forma involuntária. A minha saia fica em contato com o seu membro ereto, roçando ali de forma sugaz.

— Tire a saia quero tanto fodê-la! — ordena ofegando em minha boca, numa pequena abertura para respirar. Começa mordendo o meu lábio inferior.

— Seu braço! — alerto, mas ele ignora a dor mais concentrado em me satisfazer por inteiro, nos satisfazer aos dois.

É precisamente ai que termino com a tortura e lhe cedo descendo a saia pelas pernas e a calcinha logo depois, não fosse o seu génio do mal a querer destruir em horário de expediente. Completamente livre, volto de novo a roçar meu corpo no seu, minha intimidade desnuda na sua excitável e quente.

Christian logo me puxa para sentar com ele na sua cadeira de executivo e alargo melhor as pernas de modo a me encaixar direitinho no seu membro gritando por mim, gritando urgência por contato. A sua mão dá uma ajuda e logo me sinto a ser penetrada por ele. Oh sim, a sensação mais invasiva e deliciosa que conheço.

Arqueio o corpo com essa sensação e logo começo balançando no ritmo calmo do seu, que não é bem seu hábito, mas teriamos que ir com calma, recuperar nossa rotina lentamente. Ele ainda está se recuperando. Não posso exigir o meu furacão Grey.

— Oh baby... oh apertadinha, oh porra, oh...

Urra sem conseguir parar, é algo que me habituara lindamente a escutar. Pois começo logo gemendo em resposta próxima do seu ouvido, para que arrepie tanto quanto me sinto arrepiar com a sua temperatura tão elevada. Me sentia em uma pura combustão. Aos poucos as minhas mãos vão subindo por seu peito, com cuidado, isso me irrita, pois queria arranhá-lo, fazer tudo o que gosto, mas tenho que ser paciente. Ele tem que ser paciente.

— Christian...

Ele começa me estocando cada vez mais rápido, o meu corpo todo rebola com o seu numa sintonia que quem nos visse iria pensar que estavamos dançando de forma sensual uma kizomba.

— Mais... preciso de mais... — peço pidona revirando os olhos e tombando a cabeça para cima do seu ombro.

Christian tenta revidar com mais força, me fazendo ter espasmos loucos, meu corpo se contrair, mas ele começa se contraindo mais ainda e geme com dor e atrevo a cessar nosso ritmo para que fique mais brando. Uns instantes a mais e aquele puxão me invade de forma intensa e gozo com ele, intensamente nesse nosso ápice.

Notas finais
Gostaram? Então deixem vossa opinião, pois tenho curiosidade em saber, mas antes adianto um pedido de desculpas por meu atraso, mas volto a frisar que o tempo está escasso e não está dando para atualizar com a regularidade de antes. Mas sempre que possivel volto com bons capítulos. Fantasmas peço que colaborem aparecendo, ok? A quem ainda não acompanhou convido a ler Herança do Amor. :) COMENTEM ♥ FAVORITEM ♥ ♥ RECOMENDEM ♥ ♥ ♥ Até ao próximo capítulo, Lucy.