Start again a new chance for Love
55 Capítulo 55
Notas iniciais
Taylor fora quem nos levara no Audi R8 até à mansão Grey que até me surpreendi por ver tudo muito quieto e sem luz aparentemente, mas foi quando Christian mencionou que os pais poderiam ter saido para jantar e que os irmãos estariam ocupados demais fazendo coisa alheia que ele preferiu não prenunciar, mas que imagino na perfeição. Pelo menos imagino Elliot e Kate, já que os pegara uma certa vez na minha sala totalmente desnudos e transando. Oh céus, porque fui eu pegar nesses pensamentos agora? "DE FATO COM TANTA COISA PARA PENSAR, VOCÊ VAI LOGO BUSCANDO O ASSUNTO DA TRANSA DO CUNHADO?" o meu subconsciente balança a nuca repreendendo. A minha deusa nem ai para nós já que parecia animada demais preparando umas roupas sensuais para uma noite de farra. "Danadinha" penso.
— Ana? — quando escuto a voz de Christian meio que balanço a cabeça saindo do transe de pensamentos e o olho. — Está tudo bem? — pergunta erguendo a sobrancelha ligeiramente para mim.
— Sim... — respondo de imediato, meio que sem pensar. — Já chegamos? Estou ansiosa! — digo olhando para o lado do vidro e abrir a porta para sair.
Christian dá a volta ao Audi e segura a minha mão me ajudando, já que me atrapalhara um pouco por conta do vestido que ficou preso no cantinho da porta. "OH droga" penso corando com a cena deprimente.
— Taylor quando tiver novidades sobre o que conversamos mais cedo me contate! Pode ser a qualquer hora, sem problema algum! — indica ele enquanto pego uma necessaire com os meus produtos de higiene.
— Com certeza, senhor! — assente fechando a minha porta que até esqueci que ainda se mantinha aberta. — Façam um ótimo passeio!
— Obrigado, Taylor! — agradeço sendo gentil.
— Não precisa de agradecer, srta. Steele!
Assim sendo Christian pegou minha mão e começamos a nos guiar por uma calçada iluminada por uns candeeiros seguros ao chão dando um ar de passadeira de estrelas para nós dois. Uma vez mais me vi observando tudo como se estivesse pisando esse lugar pela primeira vez, mas tem um fato que não, e já havia vindo umas outras vezes. Contudo, o requinte dessa propriedade é impressionante.
— Acha que ninguém vai aparecer? — pergunto quando chegamos ao lado traseiro da mansão. — Não sei, está tão escuro, acha que é seguro... quer dizer... ai pronto estou com medo, pronto falei!
Ele para o passo antes de descer uns degraus mínimos para o deck e me olha com uma expressão impassivel no rosto que queria morder, pois me dar impressão de que logo faria deboche da minha cara.
— Amor confia em mim, não tem que ter medo de nada... além disso o Grace está equipado com o melhor material de navegação, tem GPS e é bem fácil de ser rastreado caso haja algum problema. — pendo a nuca gostando desses fatos, mas ainda assim não muito convencida. — Baby cadê a sua vontade de fazer uma nova experiência, hein?
— Que saco, você não cansa de ser sempre tão persuasivo? — cruzo os braços ignorando a mão que estende para mim e desço os degraus fazendo um barulho desnecessário ao caminhar sobre as placas do deck.
— Sempre tão bravinha... — ainda faz troça de mim e me viro para ele o querendo bater, só que Christian é tão esperto que me segura sem eu dar conta e me beija inesperadamente.
Me deixando sem ação e lentamente atingida por seu charme que me leva a retribuir o seu beijo o tornando mais intenso e único. A sua língua buscando um caminho linear para conseguir buscar a minha e balançarem sensuais, quentes. Só que tinha uma particularidade nesse momento, é que sua boca estava com um sabor autêntico a menta fresca. Oh sim, tão refrescante essa sensação. Aos poucos deixei de sentir o solo a baixo do meus pés e ele me vem pressando melhor as mãos na minha cintura, elevando ligeiramente o vestido.
— Safado! — sopro entre os seus lábios abrindo os meus olhos azuis para encarar suas feições meio iluminadas pelos candeeiros de pé.
— Olha quem fala! — manifesta e dou uma mordida no seu lábio o fazendo gemer.
— Da próxima vez eu faço outra coisa! — ameaço me libertando dele nesse instante para subir a bordo do Grace.
Uma vez mais Christian me deu uma mãozinha e fui logo me instalando nesse espaço tão deslumbrante que de longe se parece com um barco comum, já que o aspeto é tão artistico e sufisticado no seu interior, dando a impressão de que quem o contruiu já imaginou viver aqui. Já ele vai até dorsos do catamarã para soltar as amarras que deixam o barco preso para não ser levado pela corrente forte das ondas.
Nesse instante descendo para um baixa cabine que por acaso era o quatro vi que tinha uma gigante janela com vista para o mar e sorri boba com essa sensação tão fantástica. Já que podia ter maior deslumbre das estrelas e tudo mais. Então sentei na beira da cama observando, cruzando a perna de forma sensual deixando ela totalmente despida, para que quando ele descesse ficasse com desejo ardente. Contudo o meu celular me trai tocando dentro da bolsa e reviro os olhos tendo que atender ou ele jamais iria silenciar. Quando o tiro para fora fico impressionada com a chamada, já que era meu pai ligando e raramente o faz. Decido atender.
— Oi Pai! — cumprimento levantando da cama para ir até à janela e apreciar assim a vista. — Como o senhor vai?
— Oi princesa! — sorrio com o apelido que ele me suscita, já que continuava sendo o mesmo desde que era criança. — Bem e você? Espero que esteja correndo tudo bem, hein?
— Está sim, não se preocupe e estou lindamente... — suspiro encolhendo os ombros. — A mãe está com você ai? — pergunto e escuto um gritinho bem lá no fundo. Óbvio que minha mãe está sempre por perto. — Mande um beijo para ela e diga que eu amo muito.
— Pode deixar filhota! — responde ele. — Mas me conta, você já arrumou um namorado e não me apresenta? — estreito o olhar rodando nos meus próprios calcanhares. — Anastacia? — ele me chama e fico em transe pensando por onde começar a falar. — Filha ainda está ai?
— Sim... pai! Desculpe a ligação está meio ruim por aqui... — minto me sentindo meio embaraçada. — Como assim arrumei namorado, pai? Quem contou isso para você?
— Sua mãe que me contou, mas ela soube através de sua amiga, a Kate! — reviro os olhos querendo matar Kate por ter uma boca gigante e ser a maior fofoqueira. — É verdade mesmo? Ele está sendo bom para você? Tenho que me preocupar se é galinha? Ele te está tratando com direito? Filha não engana esse velho que tem experiência suficiente para conhecer esses homens de mau caráter.
Meu pai quando quer consegue ser sempre o mesmo exagerado. Ele realmente não faz por mal, por vezes acredito que seja pelo fato de eu ser sua única filha e que ele não me quer vendo a sofrer por homem algum. Mas tem que sou crescidinha, sei tomar minhas próprias decisões e se sofrer, também vou saber superar. "NÃO SEJA ASSIM, O SEU PAI É UM HOMEM DE PRINCÍPIO" o meu subconsciente tinha que colocar água na fervura para defender o sr. Steele. Já não basta defender Christian, não?
— Ele está cuidando muito bem de mim e a gente está se amando muito! — o tranquilizo. — Ainda não tive oportunidade para contar para vocês, porque ando sempre cheia de coisas... — ele me corta.
— Claro, sempre arrumando desculpas! — reclama. — Já quando estava na faculdade vivia falando exatamente a mesma coisa, filha! É por isso que você se parece tanto com sua mãe! — encolho os ombros e Christian aparece descendo silenciosamente os degraus e me ergue ambas as sobrancelhas ao qual gesticulo que é meu pai com os lábios liberando ligeiro o celular do ouvido.
— Sério pai, dessa vez está complicado mesmo... mas pode apostar que o homem com quem estou é de ótimas famílias e me ama muito.
E com essas minhas palavras Christian vem me abraçando sem camisa no tronco e destribuir beijos por minha clavícula de forma a me deixar sem graça e desconexa. Dou uma cotovelada nele para que fique quieto, mas é como se não tivesse dado nenhuma, porque ele simplesmente continua me abrindo o ziper do vestido nas costas.
— Bom, pelo menos vá ligando, é que se não sua mãe vai pirar se você chegar falando que vai casar! — e Christian ri baixo que bem vejo pelo canto do olho. — Se cuida minha princesa! Tenha uma boa noite! Te amo.
— Te amo também, pai!
Quando termino a ligação jogo o celular na cama e me viro de frente para Christian o querendo tapear inteiro por me fazer ficar sem ação quando estou numa ligação com o meu pai.
— Você não presta, não! — resmungo e Christian limita a balançar a cabeça sorrindo lascivo para mim. — Nem vem com esse sorriso que estou capaz de lhe oferecer uma surra e não, pode parar não vai rolar! Castigo!
— Oh baby me libera do castigo, vai? — ele dança as mãos sobre o meu quadril puxando a aba do vestido mais para cima e criar um contato arrepiante de suas mãos em minhas coxas. — Vê, sei está me desejando... olhe só seu corpo ardendo para mim. Está na cara que o que a sua boca fala, não é o que o seu corpo deseja! — o seu argumento me faz revirar os olhos e assento as palmas das mãos em seu peito o empurrando, empurrando continuamente até que caia sobre a cama. — Isso, ela está culminando...
Já que ele estava me provocando com sua sedução nata decidi dar um pouco de prazer. Então ao invés de subir sobre seus quadris, decidi me manter na sua frente de pé o observando com travessura e mil e uma ideias fantasiando na minha cabeça.
As minhas mãos correm rapidamente sobre a sua calça jeans e me vejo desapertando o botão e puxando o ziper de forma a ter uma visão mais magestosa do seu membro volumoso. Me debruço sobre ele e passo a puxar os meus cabelos para um lado apenas e ainda safada passo a língua sobre o tecido que cobre o seu membro pulsante.
— Oh baby vai me dar oral? — ele pergunta como se ainda não tivesse captado o fim da minha ideia. — Então chupa gostoso, sim?
Ignoro as suas palavras me concentrando somente em lhe oferecer um prazer imenso e ainda revirando os olhos solto o seu membro que me salta à vista tão volumoso, corado e ereto como nunca. Oh sim, estou com a impressão de que ganhou uns novos centímetros dessa vez. As minhas bochechas logo coram em resposta a essa visão tão deliciosa que sem delongas trato logo de cuidar das preliminares o pegando entre meus dedos e o masturbar suavemente como ele faz comigo. Ergo o olhar a ele. Christian estava corado, excitado e de cabeça ligeiramente tombada sobre o travesseiro azul turqueza.
— hmmmm... — gemo gostando da sensação e meio que para provocar mais um pouco.
— OH PORRA... ISSO BABY...! — ele urra se contorcendo ligeiramente para mim, já que sinto seu membro meio que pulsar entre meus dedos.
Claro que fico ainda mais satisfeita com a sensação de deixar meu homem morrendo de desejo. Gosto de o satisfazer ao máximo, no meu ritmo e na minha medida certa, porque eu amo o que faço com o seu corpo, como venero o que faz com o meu o deixando tão vulnerável e espasmando loucamente, desejando sempre mais.
— Shiiio! — o mando calar sendo mesmo muito mandona e ele ergue a cabeça e sorrio mordendo a sua pontinha do membro entre meus dentes mesmo muito safada.
A minha língua começa lambendo suavemente toda a sua pele sensível e desço até ás suas bolas ao qual as mordisco de leve, chupo e retorno novamente até ao seu membro pulsante, transbordando prazer e dou uns mínimos beijos sobre ele. Claro que isso significa receber uns espasmos novos do seu corpo e do meu, porque parecendo que não, o fato de lhe estar estimulando a ele cria uma certa sensação prazerosa em meu corpo, me deixando constantemente molhadinha e não é a menstruação, é realmente a minha excitação que não tem mais controle.
— Gosta? — pergunto liberando seu membro para ficar masturbando com a mão esquerda e me ergo lambendo os lábios cheios de pequenas particulas do seu sémen. — Está realmente quente, hein? — provoco de novo e ele franze o olhar para mim, como se estivesse com dificuldade em me olhar direito.
— ENGOLE ELE! — ordena e faço um gesto de negação com a minha mão na sua frente. — NÃO??? — sorrio assinto que sim a isso. — ENTÃO? — reviro os olhos tentando pensar em alguma coisa e eis que o solto deixando na cama apoiado por seus cotovelos me observando.
— Sem se mexer me observe e aprenda! — digo andando uns passos para mais longe dele, de modo a lhe oferecer uma visão mais alargada de mim e do que iria fazer.
Eis que alcanço um mini rádio e carrego na sintonia ligada a rede FM e a música que sai tocando é haunted da linda e perfeita Beyonce e sorrio com a sensação que a própria batida cria em mim. E rapidamente começo a dançar sensual na sua frente. Libertando lentamente as mangas do vestido, para o descer mais facilmente cintura a baixo já que ele me fizera a gentileza mais cedo de abrir o ziper. Christian faz diversas caretas com o que vê e chega mesmo a urrar, se tocar na minha frente. Isso mesmo, ele estava se masturbando para mim. Oh sensação maravilhosa que esse homem é capaz de fazer só para me agradar.
Não perdendo o ritmo da dança solto o vestido junto ao chão e agachando o pego rodando em minha mão e o atiro para cima dele que o segura louco, o cheirando como se não tivesse amanhã e revira os olhos tombando na cama.
— VOCÊ ME MATA ASSIM BABY! OH MINHA DEUSA...!
— Shiiio! — mando calar de novo.
É quando viro de costas e empino a bunda para ele a bambeando na sua direção ainda com a calcinha fio bloqueando aquela sua visão interior. Me recomponho descendo as mãos como correnteza sobre as laterais do meu quadril e seguro no fio lateral da calcinha.
— TIRA,TIRA, TIRA! — ele pede excitado ao extremo.
A minha outra mão se posiciona na mesma forma sobre o outro fio e balançando desço a calcinha me libertando facilmente, já que a deixo correr por minhas pernas até ao chão. Volto a me virar agora para ele, desnuda da cintura para baixo, mas ainda com o suitã sobre os seios. Christian já não se aguentava com tanta excitabilidade, porque o seu rosto estava tão corado, seu corpo tão espasmando. Obvio que isso me divertiu imenso em continuar o meu sensual strippe.
— OH GOSTOSA, VAI TIRA, TIRA O SUTIÃ E O JOGA PARA MIM! — ordena, mas faço justamente o contrário. O tirando, sim, mas não o tiro para ele como deseja. — MALDADE, ISSO! — reclama babando.
Vou até a beira da cama e começo a trepar sobre ela, sobre suas pernas ainda ocupadas com essas roupas chatas e roço meu corpo sobre o seu pau ereto e vou de encontro à sua boca para o beijar. Christian por sua vez me pega de surpresa rebolando comigo para que fique abaixo do seu corpo. Faço uma careta com isso, mas ele nem me dá espaço para protestos que vem logo tomando meus lábios nos seus os moldando lentamente, mas só porque queria abrir um caminho fácil para uma guerra adorável de línguas. As suas mãos tateando o meu corpo, o beliscando consequentemente. Só que não pense ele que é o único com esse direito, já que vou logo o arranhando pelas costas com toda a minha ferocidade de leoa de cama.
Ele arqueia o corpo com isso e geme em dor, mas roço minha intimidade contra o seu pau para aliviar essa sensação, pois me sorri roçando igualmente em toque de masturbação com seu pau que cai na perfeição, pois minha entradinha cria um fluxo gostoso e humido para que ele possa escorregar livremente até o interior.
— Quero você dentro de mim! — ordeno tentando imitá-lo, mas em vão porque minha voz de longe consegue ficar grossa quanto a sua.
— Tem certeza? — ainda pergunta com ligeira preocupação. O que me deixa inacreditada. — Tudo bem... — se rende e com ajuda da sua mão me penetra sem demoras.
— OH sim, quero que me foda gostoso! — indico, mas ele logo retira o membro de dentro de mim. Seria isso provocação? — Então? Quero ele! — reclamo fazendo um bico nos lábios e olhá-lo séria.
— Calma, preciso me libertar dessa calça. — afirma ele.
Sai de cima de mim para se sentar e libertar as calças, as jogando no chão e cueca boxe. Em seguida sorrindo de canto se vira trepando sobre mim que por acaso havia virado de bruços, deixando assim a bunda livre. Christian é esperto que ao invês de me penetrar tal como imaginara vai direto com a boca às minhas nádegas as mordiscando, lambendo e continuamente me explorando com as suas mãos. Arfo um pouco de ar, gemo e me deixo apoiada por meus cotovelos soltando os meus seios do amassado dessa cama. Assim sendo ele encaixa ambas as pernas nas laterais do meu corpo me agachando a mim com um contato ainda mais poderoso e cativo. O seu pau roça a entradinha novamente, me deixando com um tesão ainda maior que antes e gemo, continuamente fico gemendo seu nome.
— OH SIM, OH CHRIS, ME PENETRA, ME FODE, VAI... QUERO ELE ME PREENCHENDO! — imploro quase gritando num choradinho que sei que o faria ceder rapidamente.
Tal como esperado ele me penetrou sem pudor, o meu corpo estremeceu com essa posse sua sobre mim e curvou deitando seu peito nas minhas costas, mas suas mãos cairem voláteis nessa corrente lateral em caminho a tomar os meus seios. Arqueio o corpo involuntariamente a esse contato inesperado, ele aperta os meus seios sem qualquer receio e isso arranca outros gemidos intensos de mim, assim como me deixa molhadinha de imediato. Ele me estoca violentamente, o meu corpo vibra ativando por uma adrenalina inebriante. Christian urra junto comigo me atingindo brutalmente, me deixando tão preenchida com o seu membro grande e grosso. Oh sim, ele é tão delicioso e trabalhador.
— OH isso eu quero, oh amor me fode mais... — peço semicerrando os olhos com a suas investidas bruscas e desinibidas em minha intimidade.
Me deixando com a sensação de ardor a curto prazo, mas só porque ele me penetra com a sua violência e eu rebolo para ele, quicando algumas vezes, porque sei que gosta de desafio. E quero mais é que ele nunca pare. Contudo, não é exatamente o que o meu corpo deseja, já que vem espasmando louco, contraindo e apertando o seu pau dentro de mim, deixando as suas estocadas mais dolorosas, mas enfim gostosas de sentir.
— SUA BUCETA ME APERTA TÃO GOSTOSO, BABY! APERTA PARA MIM, GOZE! — ordena nunca abrandando o seu ritmo, como se estivesse com pilha duracel ativa. — CARALHO, ELA É UMA... DELI-CIA... — a sua voz até chega a falhar.
O meu corpo começa soando com o seu contato brutal, desinibido que tanto gosto que quando chega no ápice tombo fraca, altamente fraca sobre esses lençóis. Christian ainda me chama, mas é como se não estivesse mais junto a mim, pois apago.
~*~
Pov. Christian
Anastacia havia adormecido à coisa de uma hora, ela parecia realmente cansada e necessitando de um merecido descanso que nem sequer me dei ao trabalho de a perturbar, levantando e indo para o banho. Lá tomei uma ducha quente para relaxar a tensão sexual que ainda transborda em mim sem parar.
Quando sai vim logo voltando para o quarto, ela havia mudado de posição, libertando do lençol e ficar exposta. O meu primeiro pensamento foi que devia cobri-la para não pegar esfriado, só que se lhe tocasse era bem capaz de acordá-la. Então a deixei ficar e troquei de roupa, somente vestindo uma cueca boxe e uma t-shirt qualquer. Fui até ao andar superior só para coordenar melhor a rota que o catamarã pudesse estar alcançando, não se afastando muito da rota por mim imaginada. Assim que vejo que está tudo sob controle ainda dou uma olhada no iPhone e só tinha mensagens de Leila. "DROGA" penso as abrindo para ler.
Preciso de você, senhor!
Não me deixe sozinha estou com pesadelos!
— Leila Williams
Não me ignore, é ela que está impedi-lo de me encontrar? Por deus, eu te amo, meu Christian Grey
Vem me encontrar! Estou tão necessitando do seu contato
— Leila Williams
Reviro os olhos e apago essas mensagens da caixa de entrada antes que Anastacia ao acordar começasse com algum número de ciúmes, pois sei que ela não suporta de forma alguma a presença de Leila em nossas vidas, o que compreendo perfeitamente e não está sendo nada fácil de aguentar, mas ainda assim não quero arruinar o nosso retorno.
Olho a hora e o relógio marca precisamente 3 da madrugada e como não me sentia com sono, na verdade com uma verdadeira e terrivel insónia desço de volta ao quatro e abro a janela com o máximo de cuidado e vou saindo para o exterior, aproveitar a brisa serena, escutar o rebentamento das ondas sobre o Grace. A minha cabeça logo se enche em pensamentos, mas não por muito tempo, já que escuto barulho de uma janela correr e viro involuntariamente a nuca para olhar Anastacia vindo até mim, completamente nua.
— Amor devia vestir alguma coisa, vai pegar refriado! — repreendo não a querendo doente e apesar de não estar muito frio, era incorreto ela andar desprotegida.
— Você prometeu me aquecer, lembra? — e o meu ato de preocupação vai para o ralo.
— Lembro sim! — assinto alargando espaço para que venha sentar em minhas coxas. — Vem, sente aqui que eu te aqueço! — Ana senta e aperto forte em meus braços a tentando cobrir ao máximo.
— Está uma noite tão maravilhosa... — diz olhando com animo o céu coberto de estrelas formando uns pontos celestes de ursa maior e ursa menor. — Sabe que constelação é aquela à esquerda da ursa maior? — ela me pergunta vindo com atenção dos seus olhos em mim.
— Hum... não entendo muito de Astronimia, mas pela forma que toma... me parece Gêmeos! — digo em suposição às posição semelhantes que os pontos foram.
— Também não sou nenhuma smart em Astronomia, algumas coisa meio que tiro por pinta, sabe? — ergo as sobrancelhas ligeiramente e curvo os cantos dos lábios. — É sério, Chris! — e me oferece um tapa no braço. — Mas gosto de ver, é tão lindo o céu! — diz com um brilhozinho no olhar.
— Gosto de vê-la entusiasmada! — sussurro contra os seus cabelos. — Mas já que estamos aqui, posso perguntar uma outra coisa?
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