Notas iniciais
Olá meninas ♥ Quero agradecer os comentários e deixar todas mais aliviada com o lançamento desse novo capítulo. Eu sei que está todo mundo escandalizado com os planos de Elena para arruinar o casal, mas adianto que a bomba só vai estourar mais na frente, daqui a alguns capítulos e vocês vão entender porquê... melhor irei começar a dar indicios... porque vão surguir pov's narrador (pequenos, sim? Só para vocês entenderem o pé da situação) Mas como intriga faz parte de qualquer boa história, adianto que antes de Elena colocar as "garras" de fora teremos outra pessoa a perturbar o casal... Mas a intriga só iniciará no próximo capítulo. Digamos que Aninha vai começar recebendo chamadas anónimas. Beijocas e fiquem com o capítulo 39 para acordarem bem fresquinhas, porque o clima está gelado por onde nosso casal vai andar. hihi Boa leitura

Pov. Christian

Acordei com o som do celular vibrar, é um fato de que haviamos deitado tarde por conta da viagem propositada a quatro para a casa de Aspen, tudo porque Elliot achou uma boa ideia aproveitar o final de semana prolongado por conta do feriado independente. Apesar de Grace ternos chateado imenso, falando que queria ter a familia reunida para o almoço de boas vindas de Mia que estava regressando da temporada de Paris, mas trocamos a voltas e viemos para a neve, curtindo um pouco dessas temperaturas baixas e negativas só para variar.

Anastacia ainda dormia aninhada contra o meu corpo que me senti tentando em acariciá-lo com a ponta dos meus dedos, pois ela fica tão sensual assim. Agachei a nuca e me deixei guiar pela minha própria vontade e lhe teci alguns beijos suaves no ombro, os descendo pelo vale do seio. Ela logo se mexe balbuciando alguma coisa como "fique quieto" e rio. Ana sonolenta reclamando é ainda mais perfeita que alguma vez me vi imaginando. Então continuei a oferecer caricias de um jeito muito suave, já que sua pele é macia e arrepiadinha com a minha boca quente entrando em contato. É certo que o quarto estava quente por conta da lareira acesa, então o clima meio que se tornava mais acolhedor e excitante.

— Amor acorde... — sussurro contra a pele dela afim de despertá-la. — Aninha... — sussurro novamente.

Ela se mexe em resposta me virando a bunda. É, ela me virou a bunda e fiquei duro só de a olhar. Estavamos sem roupa por cima de nós, num quarto a rondar os 35 graus. Me sentia suado, principalmente com a sua pele em contato comigo me deixando numa combustão absurda.

— Amor... — balanço o ombro dela. Mordisco o seu lóbulo da orelha de forma divertida. — Tenho fome... — digo com o intuito de despertá-la.

— Hum...? — ela abre os olhos os esfregando com os nós dos dedos e se vira ligeiramente para me encarar. O seu rosto tão corado por conta da temperatura alta. — Vá na cozinha e coma, não é? — diz meio marrenta.

— Amor não tenho fome de comida! — afirmo todo pidão, teso e olhando seu corpo tão delicioso.

— Há... — morde os lábios propositadamente sorrindo de canto e empina a sua bunda melhor para mim.

Nunca transaramos de lado, mas era uma ideia muito atraente, só que não queria transar na cama, queria inovar. Então levantei pegando o pacote de cima da mesinha, o rasguei e coloquei no meu membro ereto. Anastacia se virou na cama aninhando toda enquanto me olha escondendo os lábios entre os dedos sorrindo sapeca igual criançinha.

— Amor vem cá! — chamo passando dois dedos sobre os lábios e deslizá-los pelo meu peitoral até ao meu pau levantado e louco de tesão.

Ela sorri e salta da cama para junto de mim. De lado para a lareira e me olhando com uns olhos acesos de lúxuria. Acontece queria fazer amor com ela, algo que mais atraente entre nós, apesar de Ana me pedir muito por fodê-la, sei que é gostoso, muito o meu tipo, mas também quero dar aquilo que ela gosta, aquilo que é mais romântico, nem que seja um pouco, sendo que me vem exigindo muito ultimamente.

Agacho sobre o tapetão persa, fico de joelho e peço para que ela acompanhe no mesmo gesto. Então ela agacha lentamente, embora sentando, envolve as suas pernas junto ao meu quadril, apoiando ambas as mãos nas base do tapete e a penetro lentamente para não machucá-la, apesar de sua intimidade se ter acostumado com o meu membro avantajado. Ela tomba a cabeça para trás e me delicio com a visão tentadora dos seus seios saltitantes por conta dos nossos movimentos de vai e vem ritmado e calmo. Ana começa a gemer, arrancando de mim iguais gemidos de prazer. As suas mãos se pressam ao meu corpo subindo rapidamente para me atacar. Sim, ela ama me arranhar todinho, até já perdi à conta de arranhões que venho sendo alvo da sua parte.

— Mais... mais... — pede ofegante rebolando em meu pau duro e preenchedor. — Oh sim...

Tombo a minha cabeça contra os seus seios, abocanhando um de cada vez com tanto prazer. Belos seios tem Anastacia, os mais empinadinhos, de mamilo duro e extensivel que conheci. Começo logo a mordiscar o mamilo dela com ferocidade, queria mamar no seu seio, me sentia uma criança me querendo entregar ao meu maior pecado carnal. Anastacia é a minha viciada droga.

— Delciosa! — gemo contra o biquinho dela tão rosadinho e passo a língua aguçada contra o cortono colorido mordiscando levemente, por ser uma parte sensivel.

Uma vez mais me vejo obrigado a aumentar o nível de estocadas, Ana me estava quicando propositadamente me obrigando a descer minhas mãos preciosas para apertar as bochechas da sua bunda, tapeá-la ligeiramente, porque gosto de vê-la rosadinha.

— Porra, baby! — urro me sentindo ainda mais excitado. Ela me deixa assim, não importa se é com muito ou pouco esforço. Ela é poderosa e pronto. — Isso, está indo bem... — ela finca as unhas com pudor. Semicerro os olhos involuntariamente e quando me preparo para abocanhar o outro seu seio, arqueio ligeirmamente reprimindo um gemido de dor.

Dessa vez ela me fora à ferida, podia sentir minhas costas latejarem em carne viva, meu sangue bambear nessa área com maior intensidade. Por conta da sua crueldade imensa, trato de começar a fodê-la com mais garra, ela começa a estremecer em cima de mim, nunca deixando de rebolar intensamente em meu membro, pois sinto logo um corrimento saindo de dentro dela, o mesmo que deixa o meu pau lubrificando entrando com maior facilidade. Ana já pingava prazer, contra a minha pele.

— Isso, vai amor! — implora num gemido de satisfação com uma mão apoiada em meu ombro, a outra junto à sua entradinha se estimulando numa masturbação altamente deliciosa.

Uma visão gloriosa, porque amo mulher que se masturba para mim, Ana realmente é uma delicia.

O meu corpo começa a contrair, o seu igualmente, pois aperta a porra do meu pau de tal modo que é como se não o pudesse jamais escorregar nessa área inebriante. A minha morena logo tomba a cabeça contra o meu ombro, mordendo ele de forma propositada. Arqueio ao frenezim louco das suas mordidas e a estoco, estoco cada vez mais a valer.

— ANA, CARALHO... QUE DELICIA SUA BUCETA ME APERTANDO! — meu entusiasmo é tal que nem consigo mais controlar a intensidade de como as minhas palavras saem da boca. Urro loucamente me querendo atirar para o chão, sendo que os meus joelhos já gritam insistentemente para mudar de posição.

Tento me mover, só que Ana me trava quicando propositadamente, roçar seus seios contra meu peito me fazendo arquear ambas as sobrancelhas e lhe ceder, ceder igual cachorro, porque ela sempre me domina.

— Não aguento... — digo urrando, sentindo o meu suor escorrer face a baixo copioso, os meus cabelos enxarcados.

— Aguenta, sim! — afirma ofegante subindo com sua boca por meu pescoço, o cortornar com deleite a minha pele latejante. — Eu mando, Grey! — se afirma vindo com os seus lábios volumosos contra a minha boca os selando numa invasão incrivel.

A sua língua urgente busca pela minha numa luta convergente, contra a resistência da minha boca. Logo acabo cedendo e me excedo apertando-a a mim nos obrigando a cair para o lado. Assim me sintia mais seguro de mim mesmo, novamente recarregado. Então lhe dou valentes estocadas de fazer gemer dentro da minha boca e nossos corpos entram em uma luta de contrações e espasmos. Ela rebola só mais uma vez, invisto outra e o climax da relação logo chega nos fazendo gozar ao mesmo tempo. Uma entrega intensa, de êxtase e prazer do mais alto nível do nosso ápice.

— Verdadeiramente intenso! — diz ela sorrindo tão corada, suada e quieta. — Só que estou precisando de um banho! — avisa preparando para sair de dentro de mim, quando travo apetrechando a minha mão na sua base.

— Não, só um pouco mais assim, amor! — peço fazendo um ar pidão.

— Hoje não, lembra que prometemos esquiar na neve? — reviro os olhos à sua negação.

Relutante solto a mão de cima da pele de Ana e a vejo sair de mim. Me deixo ficar no chão a observá-la caminhar sensual para o banheiro.

— Não vem? Está numa de lontra de sofá, Grey? — me pergunta traçando uma sobrancelha arqueada.

— Você é muito mandona, Steele! — resmungo querendo conter o riso contagiante da sua voz ofegante e descompassada.

— Eu sei, digamos que aprendi com um certo cara do mal... — afirma em risos correndo para o banheiro ao qual me deu impulso danado de segui-la, pois lhe devo um troco por essas palavras.

~*~

Pov. Anastacia

O banho havia sido delicioso, com direito a massagem, porque estou numa de quero, posso e mando. Christian logo aproxima de mim com toalha enrolada no quadril e um boião de hidratante tirado do meu necessaire.

— Obrigado, pode por favor passar na minha pele, é que tem lugares que não chego... — peço.

Ele assente abrindo a tampa e tirar uma porção com os dedos e esfregá-los na minha pele de me fazer fechar os olhos e simplesmente sentir. Sentir o seu toque cuidadoso, massajante. Sentir o toque das suas mãos chegarem aos meus canais mais sensiveis. Porém, o momento de viajar em desvaneios logo cessa quando escuto batida na porta. Christian levanta para ver. Pego um travesseiro tapando meu corpo. Abrindo a porta quem surgue sorrindo e espreitando é Elliot.

— Vocês... demoram? — escuto perguntar enquanto decido me retirar e deixar os dois irmãos em privado.

Enquanto ficam conversando pego numa lingerie que comprara com Kate na Intimissimi e a visto na frente do espelho gostando da imagem que vejo, ela era extremamente sensual, em tonalidades de cinza com corações no cantinho da copa do seio. Pego uma camisola de gola amarela, leggings e umas meias até aos joelhos, daquelas polares. Calço ainda umas botas de pêlo no interior, mas impremiáveis no lado de fora, umas verdadeiras galochas para a neve. Saindo novamente para o quarto encontro os dois me olhando de olhos esbogalhados.

— Oi? Estou tão ruim assim? — pergunto me sentindo em dúvidas e me deixo olhar para mim mesma.

— Não... — é Elliot quem responde. — Você está gostosa para caralho, Ana. — coro involuntariamente ao pegar no garruço e enfiá-lo na cabeça, pois não tenciono queimar as orelhas nesse frio cortante a temperaturas a baixo de zero.

— Oh obrigado, Lelliot! — agradeço mesmo sem graça ao aproximar de Christian lhe puxo a toalha, o deixando pelado.

Elliot e eu começamos logo a gargalhar divertidos. Já Christian nos fica querendo matar ao bater a porta com tanta força assim que saio.

— Foi mal! — digo mais para mim mesma.

~*~

Depois de um café da manhã preparado por minha linda amiga, saimos os quatro até ao alto da montanha para pegar um teleférico que nos levaria para a derradeira estância de esqui. Como as cabines levavam quatro passageiros de cada vez, aproveitei para sentar com Kate ao meu lado, já que Elliot e Chris estão fartos de conhecer esses lugares. Então comecei a olhar tudo com grande entusiasmo, pois nos começamos a mover e ganhar uma visão nova a cada metro quadrado em movimento. Confesso que inicialmente fiquei com a sensação de friozinho na barriga, porque estavamos a uma altura louca do chão coberto por neve, casas e pinheiros longos e carregados de neve branca. Christian me sorrio quando desvei os olhos por uns segundos.

— Parecem casas em miniatura daqui! — digo deslumbrada olhando sem cansar para os pontos de referência, encontrar nesses mesmos pontos pessoas que parecem pontinho mínimos na neve.

— Aquilo são pessoas? — Kate pergunta.

— Não, amor... são veados! — responde Elliot em brincadeira, levando logo com a mão pesada da namorada em cima. — Claro que são pessoas, Katherine! — conclui em gargalhadas.

Mais uns metros à frente o teleférico cruza com o outro que segue na linha do caminho oposto e sorrio acenando a umas pessoas, principalmente às crianças que acenam para nós. Instantes depois começo a ver uma pista larga com pessoas esquiando, caindo, levantando. Do outro lado, não muito longe umas crianças formando bolas gigantes de neve que deduzi ser uns bonecos de neve. Ou simplesmente havia aqueles que atiravam com bolas em uma pura guerra neve.

Finalmente o solo a baixo de nós fica mais próximo e é quando percebo que iamos parar. Oh não vejo a hora de enterrar meus pés na fria neve.

— Que cheiro a liberdade! — comenta Christian saindo primeiro e me oferecer a mão para o acompanhar em seguida.

— Verdade, mas está tanto vento! Meu cabelo vai ficar um lixo com esse ar gelado! — reclama Kate.

Quando piso a fofa neve quase dou um escorregão, se não fossem as mãos firmes de Christian estaria já com a bunda molhada nesse momento.

— Te peguei! — diz ele me dando um beijo no rosto. Um beijo gelado.

— Vem, vamos pegar o material para esquiar! — chama Elliot mais ansioso que nunca.

Sigo de mão dada a Chris para o caso de cair, ele vir comigo junto, nem que seja para servir de minha base na minha queda. "ESPERTINHA, VOCÊ SEMPRE USANDO OS OUTROS" o meu subconsciente resolve dar as caras para quem parecia ter imigrado. A minha deusa toda pronta para surtar na neve equipada a rigor.

Elliot logo pega umas pranchas para prender nos pés, uns e uns apoios para as mãos e começa novamente a acenar para nós como se fosse nosso instrutor de como esquiar na neve. Mas é um fato de que não entedo nada dessas coisas, nunca esquiei na vida, nem imagino como se faz. Tirando o fato de quando vejo na tv, tudo parece bem mais simples e até divertido se torna.

Christian uma vez mais me guia com ele até um banco para sentarmos e calçar essa coisa que parece estremamente estranha para mim, mas que ele mencionou ser menos estranho do que parece e verdadeiramente divertido. Confiei, como é de calcular nas suas bonitas palavras. Então com esse acessório preso nos meus pés me dando um ar de pateta deslizo caindo de bunda na neve. Oh claro, porque não fiquei quieta.

— Oh amor, já de bunda na neve? — Christian começa a me fazer ar de troça rindo, mas oferecer sua mão para mim com maior dos afetos, só que sou malvada e o puxo para cair junto.

— Oh amor você também de bunda na neve? — decido usar suas palavras rindo.

— Vocês dois se importam de virar gente? É que estou me sentindo a mãe! — afirma Kate pestanejando para nós. — Vá sem brincadeiras que não tenho seguro contra todos os riscos.

É ai que uma ideia de travessura passa na minha cabeça e olhando para o meu namorado percebo que haviamos tido o mesmo click e empurramos Kate quando menos espera. Claro que a loira tomba para a frente enfiando a cara na neve e quando se levanta com ajuda do pobre Elliot, ele cai, ela consequentemente volta a cair igualmente, porque não se ajeita nada em pé.

— Mano acho que não foi boa ideia trazermos a meninas aqui! — comenta Elliot limpando o rosto coberto de neve.

— Estou achando a mesma coisa, sabe? Nossa fama com as Asperianas vai para o ralo! — completa Christian me deixando com uma ponta de ciúme.

Ele quando quer sabe muito bem como me deixar com a cabeça fervendo de maldade. Então sem que ele veja pego num monte de neve e formo uma bola com as minhas mãos. Ele estava tão de sorrisinho que o acerto em cheio no rosto com a bola. Kate cai numa gargalhada contagiante e Elliot leva a mão à boca cerrando os dentes.

— Há é guerra que você quer? — pergunta ele franzindo o olhar, agachar lentamente sem tirar os olhos de mim. — É guerra que vai ter senhorita Steele!

Deslizo para longe dele, mesmo não sabendo ao certo se essa coisa é assim mesmo que se usa e ele vem atrás de mim com uma bola que acerta em cheio na minha bunda ao qual tombo na neve igual um tordo. Gargalhadas se escutam e uma mão me é oferecida. Levanto os olhos a ele.

— Isso foi golpe baixo! — digo imitando a voz de criança pidona.

— Não amor, isso foi retribuição de golpe baixo! — corrige me fazendo revirar os olhos. — Esses olhos, Ana... — sorrio com maior cara de anjo.

— Então galera vamos esquiar ou não? Daqui a pouco começa a ficar mais escuro! — grita Elliot.

— Mas ainda é cedo! — diz Kate.

— O clima da montanha faz com que o fique mais escuro, mesmo que seja cedo.

— Entendi!

Assim sendo tentei fazer boa figura esquiando com muito cuidado sempre ao lado de Christian que me explicava direitinho como devia proceder passo por passo e acontece que me senti super entusiasmada, porque estava me dando bem nessa coisa toda. É, eu estou adorando a experiência.

— Viu, é simples! — fala desviando os olhos do caminho que estavamos trilhando e quando desvio a minha atenção vejo aproximação de uma árvore de nós.

— CHRISTIAN DESVIE DAI! — grito desesperada e quando ele olha se desvia de imediato não embatendo na árvore por um tris.

— Essa foi por pouco, amor!

— Foi mesmo! — confirmo com um aceno.

Notas finais
Gostaram? Quem gostou da ideia de Aspen bota o dedo no ar! Comentem, minhas lindas! É a minha oferta de paz depois do pov anterior muito tenso e cheio de maldade... Apelo aos 118 leitores que acompanham a história para comentar, sim? Uma comentário, ok gente linda? COMENTEM FAVORITEM RECOMENDEM se a história merecer Aviso: volto voando se vocês forem participativos, ok? Está nas vossas mãos. Até ao próximo capítulo