Notas iniciais
Olá galerinha ♥ Vocês querem saber quantos já vão os acessos? Pois bem eu vou revelar o número e é esse : 15.002 acessos, isso ai gente... tem como não ficar felizona com isso? Pois bem, vocês tem sido muito legais comigo, me recebido de braços super bem abertos, a essa história que já é meu xodó oficial, já que é a minha primeira de 50 tons, mas que espero que de muitas, é claro... Antes demais nada quero agradecer os comentários, foram extremamente interessantes, incentivadores e me deixaram muito feliz... melhor feliz não, radiante porque não há palavras para expressem toda a minha gratidão. ♥ LY ♥ Esse capítulo em especial a todas as maravilhosas leitoras sem excessão dessa história. ♥ E Paris continua em alta... bora lá viajar nessa magia? Sem delongas ai o capítulo 27. Boa leitura

Pov. Anastacia

— Claro que sim... isso nem se pergunta! — digo com entusiasmo me deixando caminhar, mas olhar tudo ao meu redor com maior deslumbre.

Tanta luz brilhante desses imensos candeeiros longos e esguios, repuxos de água em pequenas e bonitas fontes com canhões finos em punho, jorrando jatos de água em diversas direções, casais apaixonados passeando de mãos dadas. Confesso que me senti em um filme puramente real. Que na verdade é a realidade, estou em Paris de fato e na companhia de Christian, o que não podia ser nada melhor. Certamente que até à umas semanas atrás nunca me imaginara aqui, mas que agora estava e só quero aproveitar ao máximo, antes que acabe. Pois já minha mãe diz e é certo que o que é bom dura pouco.

O passo concentrado cessou quando paramos na frente de uma gigante estrutura férrea, a famosa torre Eiffel que ao vivo é maior que imaginara dos filmes, afinal são 324 metros de altura, um pouco alta demais, não? Era extremamente magestosa e resistente. Ele sorria para mim, me observando tão boba e uma criança em exploração infantil, até que o elevador chegou descendo. Uma cabine vermelha, envidraçada no centro e com ótimo estereótipo. As portas abrem assim que Christian carrega no botão e entramos sozinhos, já que um outro casal se perde em troca de carícias junto ao pilar, enquanto outra pessoa tira um fotografia de ambos com uma máquina profissional Canon. Levo a mão aos lábios não evitando sorrir com a cena, pois é romântica e não tem como não me sentir balançada.

O caminho se faz em silêncio até ao topo, Christian me abraçando pela cintura enquanto encosta a maxilar contra o meu ombro, observando comigo a vista do alto do parque a baixo de nossos mil pés. As minhas mãos seguras em as suas no centro do meu ventre e quando viro o rosto sorrio deixando um selinho breve nos seus lábios que me surpreende aumentando para um beijo mais quente e fogoso de me deixar ofegante por uns miseros segundos.

— Espero que seja mesmo seguro isso aqui! — digo já me sentindo muito longe do chão me segurando melhor a ele, sentindo o seu corpo grudado ao meu.

— Não tem que sentir medo, estou aqui! — diz ele me passando uma confiança boa que me deixou ainda mais tranquila.

As portas abrem quando o elevador para num dos muitos andares, Christian sai na frente me puxando pela mão. Confesso que me senti meio insegura a sair, mas depois que pisei o piso firme a minha segurança voltou reinando no ego. "SEMPRE TÃO MEDROSA" o meu subconsciente chega fazendo deboche da minha insegurança com alturas. A minha deusa suspirando de cabeça segura pela palma da mão em uma surprefície plana.

— Venha, vamos ver a vista! — diz ele mostrando um sorriso cativo.

— Mas eu já a vista do elevador, lembra? — afirmo achando a maior descobridora. Ele pende a nuca fazendo um ar mistério. — Ok, talvez não tenha visto tudo... — digo em conclusão seguindo com ele, minha mão segura na sua.

Paramos junto de uma varanda de vidro. O lugar estava meio que escasso de pessoas, já que existiam mais três cantos exatamente iguais para usufruir da mesma vista, mas de pontos de vista diferenciados. Mas eis que dou razão a Christian e realmente havia algo sim que não havia visto ao subirmos no elevador. Uma vista mais brilhante da capítal, melhor do centro da capital francesa. Um misto de luz, cor e brilho.

— Viu? — ele fala próximo do meu ouvido, criando um arrepio breve na minha pele sensível e quente. — Olhe para cima! — pede e ergo os olhos curiosos e fico espantada com a quantidade de brilhos que se expandem no céu em tonalidade de vermelho, branco e azul, as cores da bandeira francesa.

— LINDO! — dou um gritinho não conseguindo me conter o entusiasmo.

Ele beija o meu pescoço de forma inesperada, me abraçando pela cintura e sinto que é de meu dever dar um contributo por sua surpresa linda. Então me viro lentamente para ele, subo minhas mãos às maçãs do seu rosto, olho em seus olhos cinza brilhantes, profundos e beijo seus lábios, os moldando em movimentos calmos, buscando uma passagem breve para arrancar sua língua do lugar a uma dança que tenciono rebular no interior da sua boca. Christian consequentemente sobe uma mão aos meus cabelos, os pressando entre seus dedos enquanto a outra mão se mantém junto à minha cintura explorando cuidadosamente. Ele retribui o meu beijo investindo urgente, é como se esquecesse novamente de onde estou, imaginando um lugar onde estivesse apenas eu e ele. Um paraíso que não quero que termine nunca. É tão bom ficar assim abraçada, delicioso ainda mais é poder beijá-lo com todo o desejo do mundo. Eu sou desejada, tanto quanto o desejo. Quando o beijo cessa, entreabro os olhos que fechei para sentir o toque mais profundo, ele abre os seus olhos também me olhando sereno e calmo. Nossas bocas se separam, contudo, só porque meus pulmões já gritavam loucamente implorando por oxigénio inexistente. Face a isso surgiu um sorriso satisfeito e alegre. "Não posso estar mais feliz que isso" digo mentalmente, me sentindo reinando.

— Anastacia você é perfeita, a melhor coisa que me aconteceu na vida... — sussurra ele passando o polegar calmamente no meu rosto que sinto necessidade em pegá-lo e morder leve. — Não a quero perder nunca. — o silencio com o meu indicador em seus lábios.

— Não fala nada, só aproveite esse momento que é o melhor que vamos guardar na memória independentemente do que nos espera lá em Seattle! — digo olhando nos seus olhos. — Também não o quero perder, Chris... mas não vamos colocar a carroça na frente dos bois, sim? — ele assente brevemente com a nuca me fazendo sorrir. — E tal a gente se deliciar com uma sobremesa? Dizem que os Cheesecake e Fraisier são os melhores doces de Paris, vamos confirmar se é verdade? — pergunto com os meus olhos azuis brilhantes.

— Dizem e estão absolutamente certos, sabia? — afirma confiante me fazendo abrir a boca em espanto, mas ai é que está. Não tem nada que ele não conheça.

— Então você já experimentou e não me falava nada? — fingo de indignada com a pequena omissão.

— O segredo é alma do negócio não sabia senhorita Steele?! — afirma em um sorriso lascivo.

~*~

No andar mais elevador da torre, existia um restaurante muito chique e cheio de requinte. Christian me guiou com classe até uma das mesas e me senti até uma estranha ostentando roupas tão vulgares na frente desses casais todos elegantes, bem finos degustando de refeições tão sublimes. Um garçom de terno veio ao nosso encontro e uma vez mais Christian falou com ele um sotaque impressionante francês de me deixar com inveja, porque ele fala tão perfeitamente sedutor que me sinto rendida em encantos a esse homem.

Ao chegar na mesa, ele me faz a honra ao puxar a cadeira para que sentasse e a empurra me ajudando a ajustar à mesa. Ele senta logo em seguida na minha frente dobrando ligeiramente os punhos do polo verde que lhe cai na perfeição e realça os seus olhos cinza profundos e brilhantes.

— Você deseja o Cheesecake ou o Fraisier? — ele me pergunta me deixando tentada a morder o lábio inferior desejando tanto uma outra e a outra. — Então? — levo o indicador aos lábios pensando um pouco mais a respeito.

— Desejo você com uma cereja no topo! — digo em brincadeira, ele sorri provocante, tocando com a ponta do pé na minha perna que logo respondo com um chute ligeiro abaixo da mesa. — Na verdade, escolho o Cheesecake! — afirmo por fim.

— Então fico com o Fraisier! — retruque e se vira para o garçom lhe dando as indicações que a única coisa que entendo é o nome das nossas sobremesas e champanhe, claro. O homem afasta e nos deixa sozinhos novamente. — Que foi que cara é essa? — pergunta e imito o seu gesto deitando a cabeça na palma da mão apoiada por um cotovelo.

— Pensando que amanhã pelo final da tarde estaremos indo embora... — suspiro baixando os olhos ligeiramente à sua mão livre que se estende para tocar a minha pousada na mesa.

— Podemos voltar outras vezes, aproveitar a companhia um do outro para nos conhecermos e explorarmos alguns lugares!

A ideia me anima totalmente, pois existiam imensos lugares que adoraria conhecer e viajar para conquistar imensas recordações novas. Porém, tornasse ainda melhor quando se sabe que existe uma companhia muito agradável e repleta de estreias como a Christian que se revelara um poderoso homem. Não aquele homem que odiei cheio de sombras, possessividade e controle, mas um novo e intenso homem que suscita grandes hipóteses em me apaixonar futuramente.

O garçom chega e nos serve o champanhe que borbulha intensamente nas nossas taças finas e elegantes. A sobremesa torna vindo cheia de graça e toque romântico. Ergo a taça na frente dele na tentativa de propor um brinde, que corresponde assintindo e a erguendo a sua na minha frente. As taças tilitam com aquele som simples de vidro chocando e entrelaço meu braço no seu tomando o liquido fresco e arrepiante deixando cócegas mínimas na minha garganta que me faz sorrir boba.

Decido degustar as sobremesas a meias, salvo seja, dando um pouco da minha e tirar um pouco da dele. Christian me devolve uma pequena porção de Fraisier em minha boca que se derrete lentamente e envolvo os lábios gulosos com a língua atrevida e quente.

— Essa boca doce... — comenta ele roubando um pouco do meu Cheesecake com a sua colher.

— Está afim de provar é? — pergunto provocadora piscando um olho de forma divertida e roçar meu pé contra a sua perna. — Hum, delícia... — continuo a provocação franzindo ligeiramente os olhos, mas ficar atenta aos seus movimentos mínimos, não fosse ele me apanhar de surpresa.

— Isso é sacanagem. — diz se segurando horrores no lugar. Umedeço propositadamente os lábios com doce. — Ana... — chama por meu nome encurtado, o que me deixa ainda mais satifeita. — Que porra...

Sai levantando do lugar e vem até mim envolvendo minha nuca em suas mãos e beija sugando os meus lábios nos seus. Me sinto invadida por uma mistura de sabores e tentação, o morango é o sabor que reina em nossas bocas dançando em nossas línguas agora aromáticas e bambeantes. A sua língua abrindo passagem para ter a minha e dançar eloquentemente. Novamente, de me tirar o fôlego, arrancando o melhor de mim, e os pulmões voltam a gritar insistentes, implorando, exigindo oxigénio, pois não aguentam mais a tortura que é viver sem respirar. "VOCÊ PROVOCA E DEPOIS QUER SAIR VIVA?" o meu subconsciente avisa em gargalhadas sonoras. A minha deusa comendo um Cheesecake totalmente rata gulosa, se lambusando todinha.

— Uau... — fico fascínada com a sua resposta acesa e insaciante. — Isso foi tudo de bom, Chris!

A noite acaba terminando quando damos conta de que está tarde e porque me havia prometido um ao outro de me levantar cedo para ir em outros lugares, almoçar no num restaurante que tem dentro do Louvre antes de ficarmos com Mia e irmos de volta ao tormento diário que seria voltar para Seattle.

Durante o caminho de volta para o apartamento de Mia, acabei bocejando umas tantas vezes e Christian sempre preocupado se eu teria capacidade suficiente para continuar de pé, se não me levaria no colo. Apesar de gostar da sensação de ser levada, me lembra muito o tempo infantil em que adormecia vendo desenho animado na sala e meu pai sempre vinha carregando para a cama, me dando aquele beijo de boa noite no alto da cabeça. Acontece que os tempos são outros e sou teimosa demais para deixar sair vencida assim. Então mesmo que vá arrastada, vou pelo próprio pé.

— Tem mesmo certeza que se aguenta? — ainda me pergunta olhando para mim desconfiado ao sairmos do táxi, mas sei que era deboche.

— Está tirando onda com minha cara? — pergunto levando as mãos à cintura me mostrando séria, mas falhar por causa de um bocejo involuntário que o faz rir perdendo assim credibilidade rapidamente. — Não ri, não tem graça! — reclamo batendo perna até ao elevador.

Ele vem correndo atrás de mim que bem escuto seu passo nada discreto e empino a bunda para que choque direto ali e sinta meu pudor. Christian acaba realmente chocando contra mim e ri me apertando contra seu corpo em divertimento, para que pudesse sentir o quanto o deixo duro, oh sim tão duro. Me viro instintivamente para tirar suas mãos atrevididas do meu corpo.

— Tire as maozinhas dai! — aviso tapeando ligeiro elas.

— Você empinou para provocar. — se defende bancando a santidade. — Choquei, por não tinha como parar.

— Sempre se desculpando! — digo forçando horrores para não rir, é tão bonitinho vê-lo sem argumento suficiente para mim. — Vem garotão! — faço um gesto com o dedo o chamando, as portas se abrem para que entremos.

A brincadeira continua até ao quarto, onde me fica olhando da cama enquanto tiro minha roupa de costas dentro do banheiro, meio que dançando com a bunda para ele, pois amo provocá-lo e não tem chance, sei que está me observando nesse momento. Pego o creme e passo nas pernas as deixando mais hidratadas, consequentemente a pele mais cheirosa a leite de coco. O meu hidratante favorito, certamente que se tornaria o dele também.

Quando abro a porta totalmente encosto no aro da mesma o observando corado e mãos pressionadas sobre as coxas. "Ups, acho que excitei o cara" penso soltando os cabelos do coque que providenciei ao entrar no banheiro e avanço até Christian o empurrando para a cama e a contorno a mesma, entrando na canto de lá para a janela.

— Você dorme desse jeito? — pergunto ao vê-lo estático olhando o teto ainda com a sua roupa casual. — Chris! — chamo e como não me responde, jogo o travesseiro nele, vai ver matei o homem.

— Hein, oi? — levanta me olhando sem conclusões. Ok, ele viajou.

— Dorme com essa roupa de rua? — franzo a sobrancelha. Ele se olha a si mesmo ao levantar.

— Não, claro que não! — e despe o polo mostrando seu tronco desnudo de me fazer morder o lábio inferior de forma apetecível.

Minutos depois de ir para o banheiro volta com uma calça de pijama básica e se deita ao meu lado o que me leva a pensar em muitas coisas, mas que as esqueço para deitar melhor de bunda para ele que me deixa um beijo nos cabelos e sussurra algo que não entendi direito e me viro para o seu lado deitando minha nuca contra o peito. Christian envolve meu corpo em seus braços fortes e resistentes e o sono logo vem me pegando para o seu reinando distante e paradisiaco ondos os problemas saiem vencidos pela minha persistencia.

~*~

Pov. Christian

Chego de uma corrida habitual de phones nos ouvidos, escutando uma música batida e vejo um carro parado esquesito na frente do escala, na verdade um mercedes preto, vidro fumado. Uma mulher é arrastada por dois homens de terno escuro para o seu inteiror. Mas não uma mulher qualquer, era ela, a minha Anastacia quem faziam questão de arrastar contra a própria vontade, gritando e implorando por socorro. NÃO, NÃO! Não posso permitir que me a levem, ela é tudo para mim, não isso é injusto que ainda agora a recuperei e já me a querem tirá-la. Por favor, não me tirem a única coisa me deixa de sã consciência, que me salva da escuridão onde fiquei mergolhado anos a fio. Eu pago tudo o que quiserem, podem ficar com meu dinheiro, mas não fiquem com ela, com a única coisa que vale mais que a minha vida.

Mas era tarde e o carro partiu em toda a velocidade dobrando esquina, atrás de esquina. Ainda tentei alcançá-los correndo rápido com uma adrenalina ativa em meu corpo, mas não tem como alcançar um carro que usa a velocidade mais rápida à minha sobretudo humana. Então ela se foi, me deixando para trás, arruinado, quebrado e em desespero ali no chão chorando como nunca me havia acontecido. Me sentindo vazio e perdido novamente na maldita escuridão.

Acordo repentinamente, ainda era madrugada e me vejo soado e ofegante, meu coração uma batida frenética. Contudo, olhando para Anastacia, parecia tranquila no meu peito dormindo. Logo dou um suspiro aliviado, não tem nada que me deixe mais tranquilo que a ver salva e em segurança dos meus braços. Havia sido um pesadelo horrível, de me deixar impotente e vulnerável. Algo absolutamente assustador, pois me vi com medo de perdê-la, perdê-la para sempre e não por erro meu, não por minha culpa errada e estúpida. "Não, Grey! Foi só um sonho mau, ela não corre risco algum! Está perfeitamente em segurança" penso respirando fundo ao acariciar os cabelos marrom dela em meus dedos e os cheirar suavemente, inalando o seu aroma floral. Fecho novamente os olhos e tento dormir com o meu pensamento focado nas nossas novas e boas experiências.

Notas finais
Gostaram? O que acharam do resto da visita à torre Eiffel? Dessa sobremesa deliciosa, o brinde e as brincadeiras dele? Hum, o pesadelo de Chris? Pobrezinho, não? Ele se sentindo impotente sem ajudar Ana. Vá gente toca a soltar o comentáiro... quero saber vossas opiniões, é super importante para mim, além que amo vossos comentários que são super divos... Comentem muito para que volte rapidinho, favoritem e recomendem caso a história esteja merecendo, sim? Até ao próximo capítulo pois vai ter uma pequena coisa para incomodar o nosso Grey, podem ter adivinhar.... haha