Start again a new chance for Love
81 Capítulo 81
Notas iniciais
Pov. Anastacia
Às vezes Christian fica completamente chato e impossivel de lidar, pois fica desconfiando das minhas palavras me tratando como se fosse uma criança de 5 anos necessitando de alimentar o tempo inteiro. Tudo porque acordei sentindo enjoo, que não seguro nada dentro do estômago desde que levantei e que estou com ânsia, ânsia do seu perfume que está me dando voltas ao estômago.
— A espero na sala! — avisa ele saindo do quarto, sinto que a sua voz está magoada com a minha atitude e me deixo cair sentada no banco do closet.
Eu sei que lhe devia contar da gravidez, hoje mesmo faria isso e queria fazê-lo num momento certo, em que pudessemos ter nossa privacidade. Quem sabe usar o por do sol junto ao deck, só nós dois. É algo romântico, não? Estarei errada em querer criar um pouco de suspense?
Estou tão ansiosa para que ele saiba, é que não tem sido nada simples guardar esse segredo comigo tanto tempo. Afinal dentro de mim cresce uma parte dele a cada minuto, já para não falar que sou ruim com mentira.
Que saco!
Involuntariamente leva a mão sobre o ventre e olho para o reflexo que recai no espelho. Os meus olhos oscilam um pouco e rapidamente as lembranças do dia em que confirmei a gravidez voltam à cabeça rapidamente.
FlashBack on
Christian havia saido para o trabalho, estava sozinha na sua grande biblioteca escolhendo um romance do qual ler, mas hoje em particular me sinto ansiosa. Mais ansiosa que o normal. A história do teste de farmácia ter dado positivo não me sai da cabeça. Apesar de tudo estar batendo certo, o meu atraso, o positivo, a fixação de Violet alegando que serei mãe me deixou ainda mais nervosa. A sra. Jones parecia distraida cuidando das lides do apartamento e aproveitei a sua ausência para correr no escritório e pegar da gaveta o cartão que a Dra. Greene me deixara em caso de ajuda. Acabo o achando e de imediato ligo para ela, afim de marcar uma consulta. A doutora me oferece um espaço na sua agenda e dali saio com Sawyer, o novo segurança que Christian insistira em me acompanhar para todos os lugares, incluindo a terapia com o simpático, Dr. Flynn.
— Preciso que me leve nesse endereço! — entrego o papael com o endereço da clínica para ele, mas antes que o possa tomar para si, o travo puxando o pedaço de volta. O segurança franze o cenho. — Nada de comentar com Taylor ou sr. Grey! — tento ser fria na ocasião, pois emoção arruina segredos.
— Mas o senhorita preciso reportar todas as informações ao meu chefe! — explica, mas o travo com um olhar mais agressivo e ele assente derrotado.
— Ótimo, para todos efeitos caso ele venha perguntando alguma coisa, porque conheço o homem que tenho, consulta de rotina, é tudo o que terá que informar! — advirto.
Sawyer é o tipo e homem que parece que dá medo, porque sua expressão impassivel e fria, mas no fundo não é má pessoa. Ele simplesmente é pago para cumprir tarefas, mas ficar muito de conversa fiada ou fazer amizades com os pratrões. Patrões que palavra horrível.
[...]
Dra. Greene mal me vê vem cumprimentando com amabilidade e o seu olhar sugere alguma coisa de muito intuitiva. Ela me faz algumas perguntas e acabo lhe contando das minhas suspeitas, do teste para ser mais exata.
— Então você ainda tem dúvidas depois tudo isso... — ela comenta baixo olhando a tela do computador. — Vou pedir uns exames! — diz ela.
— Exame de sangue? — questiono nervosa olhando tudo em volta do consultório.
— Iria demorar tempo demais... faremos uma ultrasom, é rápido e ficamos logo sabendo como está o seu feto!
Suspiro longo e baixo o olhar à minha ausente barriga, a esfregando ali ligeiramente com a ponta dos dedos. Dra. Greene logo levanta da sua cadeira, e levanto igualmente acompanhando à maca. Bem do lado tinha um monitor que me fez estremecer um pouco. Talvez estevesse nervosa demais, talvez a minha cabeça, o meu coração não estivessem preparados para a realidade.
Ergo a blusa e ela passa um gel frio sobre a região abaixo do umbigo e arrepio com essa sensação refrescante. Logo depois começa pressionando a cabeça ultra-sónica sobre a minha pele e olho com os olhos rasos de água para o monitor confusa, pois não consigo decifrar nada.
— Hm... — ela faz um som com a sua boca, parece pensativa.
O meu coração começa palpitando mais forte, a minha ansiedade me consome totalmente. Acho que vou desmaiar.
— Relaxe minha querida! — pede ele acariciando o meu braço com a outra mão enquanto me lança um olhar doce. — Olhe... — chama e estreito o olhar a um pontinho em distaque nessa imagem difusa. — Está vendo esse pontinho? É o seu feijão, Anastacia!
— Isso quer dizer... — nem consigo terminar a minha frase.
— Sim, você está efetivamente grávida! — confirma com um sorriso, os olhos brilhando e tombo a nuca contra a superficie mais elevada da cama desacreditada. — Vou tirar uma cópia da ultrassom para o pai ver! — informa ela tirando o aparelho de cima de mim e entregar papel para eu limpar a barriga.
FlashBack off
Limpo as lágrimas que transbordam dos meus olhos com o cantinho do dedo, estava na frente do espelho da penteadeira. Vestido posto e necessitando de me apressar antes que perca a hora ou Christian entre de rompante me vendo desse jeito.
Passo uma maquiagem cuidada e cuido dos cabelos os escovando com ligeiros toques, já que Mia falou para não fazer nada nele, que tinha alguém da sua confiança para cuidar deles depois. Pego a bolsa e antes que possa sair, vou na gaveta do closet pegar a foto da ultrassom que mostraria para ele depois. A levo de encontro aos meus lábios e beijo com ternura. Era primeira foto do nosso filho.
— Papai vai ter surpresa logo! — falo baixinho com uma voz mimada.
A guardo no inteiror da pequena bolsa de mão e abro a porta saindo do quarto. Christian andava de um lado para o outro na sala. Parecia inquieto, mas só então percebo que está falando no telefone e travo o passo, juntando ambas as mãos sobre o quadril o esperando. O seu rosto rapidamente se vira para mim, os olhos ganham uma luminancia genuina e sorrio brevemente para ele em retorno.
— Falamos depois... — desliga a ligação guardando o aparelho no bolso do palitó e vem até mim.
— Nem hoje larga do trabalho? — pergunto formando um biquinho involuntário nos meus lábios ao erguer o olhar.
— Coisa sem importância... — sopra para mim ao aproximar seus lábios dos meus afim de roubar um beijo calmo da minha boca.
Rapidamente me vi retribuindo e quase que solto a bolsa entre meus dedos. A sua boca se molda perfeitamente na minha, ela começa com uma investida breve, obrigando a uma passagem necessária para que a sua língua insistente pudesse entrar e revirar todo o interior procurando a minha. As suas mãos sobem sobre as minhas costas nuas, o meu corpo se pressa mais a ele me deixando com a respiração encurtada e a ofegar em sua boca desesperada de oxigénio. Os seus dedos infiltram entre os meus cabelos e ele me toma com verocidade atroz. Me inclinando ligeiramente sobre ele e quando cessa o beijo abro os olhos e encontro os seus incidentes sobre mim. Me observando cativo.
— Minha mulher, eu te amo... — declara ele passando o polegar sobre a minha bochecha que esquenta rubra. — Vamos? Não quero fazer as pessoas esperarem e depois não pega bem o padrinho e a madrinha falharem ao compromisso!
Abro um sorriso largo e o acompanho para fora do apartamento. Algumas vezes me debatendo interiormente para acabar de vez com este meu silêncio, mas o que o meu coração exige, a cabeça não permite e tinha mesmo que cumprir o meu plano até ao fim. Christian ia vibrar no momento em que recebesse a noticia, seria perfeito e ele só tinha que aguentar mais umas horas, melhor eu preciso aguentar.
— Amor está nervosa? — ele pergunta me tirando dos desvaneios e o olho repentinamente ao sairmos na direção do Audi. Taylor nos aguardando de porta traseira aberta.
— Não... — nego num fio de voz vacilante e ele ergue a sobrancelha desconfiado. — É só que casamentos me deixam assim... — tento enrolar ao entrar primeiro na sua frente dentro do carro.
— Tem mesmo a certeza que é só isso? — questiona entrando de seguida e fechar a porta para então encarar o meu rosto. — Você não está escondendo nada, não é? — engulo em seco.
A minha gargante fica terrivelmente seca nesse momento. Só desejo que me tragam água ou eu vou morrer nessa secura concentrada que as suas palavras criam em mim.
— Ana, amor... — ele olha em meus olhos, as suas mãos enterrando em cada lado da face do meu rosto. — não está doente, não é? Não está escondendo isso de mim... — fecho e abro os olhos elevando as minhas mãos ao encontro das suas.
— Estou bem, não se preocupe! — afirmo para tranquilizá-lo. — Aquilo que presenciou essa manhã foi só um mau estar, já passou... — sopro para ele.
— Sr. Grey para a mansão? — Taylor interrompe.
— Sim, Taylor! — confirma.
Durante o resto do percurso Christian não volta mais a tocar no assunto. E agradeço mentalmente por não fazê-lo, pois acho que se continuasse me precionando logo abriria a boca e a surpresa seria quebrada.
Minutos infindáveis depois, Taylor começa galgando o caminho afunilado da mansão Grey e olho sobre o vidro a vista maravilhosa desses espaços verdes. Uma mão logo toca a minha com carinho e os meus olhos saiem concentrados nessa direção e sorrio, erguendo o olhar a ele que me observa tão absorto em pensamentos.
— Preparada futura sra. Grey? — pergunta divertido.
— Srta. Steele! — corrijo. — Sra. Grey só depois de casar! — advirto ao preparar para abrir a porta que Taylor me abre antes que possa fazê-lo e sorrio agradecida.
— Por isso futura sra. Grey! — esclarece ele me tomando em seus braços e beijar o alto da minha nuca enquanto afastamos para o interior da mansão.
— Amor agora temos um casamento para ir, deixe de brincadeiras! — aviso tentando parecer séria, mas acabo rindo.
Grace que parecia cuidando dos últimos detalhes com as serviçais do catering, mal nos vê sorri iluminada para nós. Os seus braços abertos para nos receber em uma explosão de amor.
— Tão lindos os meus meninos! — elogia ela passando ajeitar a gravata de Christian ao qual rio. Ele parece tão embaraçado. — Agora sim, estão perfeito! — pisca um olho para mim. — Há... — ela parece lembrar. — Mia espera por você, minha querida! — informa.
Lanço um olhar pidão a ele e Christian simplesmente encolhe os ombros como se disse mentalmente "mulheres".
— Até já, baby! — despede alçando as mãos sobre os bolsos caminhando livremente.
Subo as escadas apressada e confesso que quando chego a meio vacilo um pouco me segurando melhor no corrimão antes de cair, pois estou sentindo mais uma daquelas tonturas de novo.
— Ana!!! — alguém me chama em passos apressados e ao virar para encarar encontro os olhos preocupados e confusos de Violet. — Está sentindo alguma coisa? — pergunta discretamente.
— Foi só uma tontura! — digo baixo voltando a subir os últimos degraus ao lhe oferecer o braço.
A sala de make up estava ao rubro, vários acessórios espalhados por uma paleta giratória. Espelhos por todas as paredes, cadeiras preenchidas por mulheres e uns charmosos rapazes cuidando de cabelos e maquiagem.
— Ainda que chegou! — avisa Mia ostentando um vestido bem arrujado, mas que lhe cai na perfeição. — Sente ali que o Franco vai cuidar do seu cabelo o deixando linda e maravilhoso!
~*~
De fato Franco sabe muito bem cuidar de cabelos, pois estou sentindo uma princesa, agora desço as escadas de braço dado a Violet que mais parece preocupada comigo.
— Você tem a certeza que está se sentindo bem? — ela trava o passo entre o jardim e o interior da sala de estar dos Grey. — Se quiser falo com alguém para arrumar chá para você, amiga.
— Violet estou bem, já disse que era só uma tontura, é tudo processo de gravidez! — tranquilizo batendo levemente a minha palma da mão na sua. — Agora vamos antes que Kate tenha algum crise e já sabe, damas de honra com a noiva! — informo e ela encolhe os ombros indo na frente.
Em passadas distraidas me guio para a tenda onde seria a cerimónia e cruzo com a minha mãe que vem acompanhada de uma taça de champanhe borbulhante. Ela me oferece um beijo no rosto e pergunto por meu pai, ela encolhe os ombros falando que ele estaria por ai ocupado petiscando alguma coisa comestivel. Rio das suas palavras e vou até ao altar improvisado e Christian me sorri do lado da mãe que veio me dar outro beijo na bochecha.
— Ela te ama... — ele sopra para mim bem baixo e rio divertida.
O juíz de paz aparece dando a sua presença e Grace o cumprimenta solenemente. Os convidados começam ocupando os seus repetivos lugares e logo os primeiros acordes ao som de violinos e piano se fazem ouvir. Elliot bem na nossa frente bem nervoso, tremendo que nem vara verde e levo a mão à boca tentando disfarçar a insinuosa vontade de rir da sua figura.
Kate por outro lado esbanjia alegria por todos os lados balançando os seus lindos cachos loiros enquanto sorria a todos os presentes. Quando o sr. Kavanagh oferece a mão da filha para Elliot, ele meio que se atrapalha todo e um som sonoro de risada de fundo atrapalha o casal os deixando rubros.
Um pigarro do juíz faz ambos o olharem perdidos e a sorrir sem graça. A cerimónia dai decorre em maior tranquilidade, sem constrangimentos, até de novo Elliot se ver perdido procurando aflito os bolsos onde teria guardado as alianças.
— Você perdeu as alianças, Lelliot???? — Kate pergunta para ele me fazendo rir sem conseguir parar ao lado deles.
Christian apalpa os bolsos do palitó e limpa a barra o irmão entregando a caixa e faço maior cara "O" para ele que me retribui com um beijo nas nuvens.
— Declaro marido e mulher! — fala o juíz no final e o casal se beija em um explosão de palmas sonoras.
~*~
O clima era de festa, já passavam das 19 horas quando puxei Christian comigo para irmos para o deck. Ele sempre me vindo a questionar o que tanto tinha para lhe mostrar, mas o fiz ficar mais instigado ainda, por não lhe liberar a curiosidade insana que tanto queria desfazer.
— Sério amor? — ele faz uma careta que não tento sequer derreter, por conhecê-lo muito bem.
Christian Grey além de empresário bem sucedido é vocacionado a representações como ator.
— Já vai ver, amor... — sussurro embalada pelo vento fraco que sopra contra nós vindo dessas ondas carregadas de marsia.
— Estou curioso! — alega travando para me tomar pelos quadris e deixar de sentir o chão abaixo de mim.
— Me coloca no chão, odeio isso... — falo balançando os pé no ar em gritinhos bobos.
Ele lá me devolve ao chão e respiro em alivio. Christian alça o meu rosto em seus polegares de volta e os seus olhos cinza claros me olham concentrados demais. Parecendo tentar decifrar códigos de acesso à minha mente fechada.
— Então o que quer me mostrar? — pergunta tão próximo dos meus lábios, me emanando aquele seu odor inebriante.
Respiro fundo erguendo ligeiramente o rosto para pensar com clareza. Eu necessito de encontrar uma boa introdução de palavras para o que vou falar. Fecho e abro de novo os olhos. Ele sempre concentrado em mim.
— Eu estou ... — mas sou interrompida por uma presença inesperada o que faz revirar os olhos.
— Sim, Taylor! — Christian revira os olhos, me soltando as suas mãos do meu rosto. — Algum problema? — questiona e olho para o seu segurança com intriga.
O desejando matar por incrivel que pareça, pois acabou de interromper um momento muito delicado. O momento em que ia falar que ele seria pai.
— Seu pai o chama, diz ser importante! — avisa ele.
— Tudo bem, eu posso esperar! — digo ao passar a mão sobre o seu ombro. — Depois falamos, agora vá lá! — incito e Christian antes de ir me deixa um beijo casto nos lábios.
Ele começa afastar lado a lado a Taylor, pareciam trocando palavras e me viro para observar o por do sol. Estava um final de tarde incrivel, num dia ameno que julguei não aguentar, por um céu tão instável de nuvens e sol fraco. Mas ele segurou e a minha amiga casou em um dia feliz.
Começo a sentir um pouco de frio e passo as mãos sobre os ombros, é quando decido voltar para a festa. Minha mãe sentada numa mesa sozinha observando uns pares dançando numa pista reservada a danças leiloadas e abordo, achando um pouco triste demais para ser verdade.
— Tudo bem, mãe? — pergunto ao sentar com cuidado na cadeira.
— Oi filhotinha! — ela cumprimenta tentando disfarçar cara de quem estava quase chorando. — Eu? Estou ótima... — tenta me enrolar, eu sei que ela está me enganando.
— Não mente para mim, você é ruim com mentira!
— Onde já escutei essas palavras? — ela tenta virar o texto a seu favor, desconversando.
— Você falou isso para mim, lembra? — ela bate no alto da nuca sorrindo. — Mas aconteceu alguma coisa? — tento saber ao aproximar mais dela, para que pudesse segredar em verdades secretas.
— Seu pai que está dando atenção demais para essas piruas oferecidas, e me esquece aqui!
— Isso é ciúme dona Carla? — faço deboche. Ela me dá um tapa leve no ombro.
— Sou sua mãe, menina! Me respeita! — e ri.
— É ciúme! — confirmo em risos divertidos.
— Que nada! — desconversa de novo. — Cadê seu noivo? Quero tanto dançar com ele! — ela tenta de novo me enrolar e olho ela mordendo o lábio.
— Mãe posso contar uma coisa para a senhora? — ele pende a sobrancelha me encarando. — Mas a senhora não pode... digamos que... manifestar alto entendeu? — ela faz uma cara cheia de interrogações e reviro os olhos chegando no seu ouvido e sussurrar a novidade.
— Hááá minha filhitinha está grávida????????!
— Mãe! — repreendo olhando em redor sem graça. — Baixo! — gesticulo me querendo controlar para não rir.
— Minha filhitinha grávida! — ela bate palmas feliz da vida.
— Mãe as pessoas estão olhando! — fecho os olhos rezando mentalmente que ninguém estevesse percebendo a festividade.
~*~
Pov. Narrador
A uma distância de onde acontecia a festa, Jack se via escondido com um disfarce perfeito, financiado por Elena de ajudante de catering. Ninguém o iria reconhecer, já que estava usando uma máscara moldavel à pele.
Ele vai de imediato para o lugar onde estavam dispersos os diversos carros de luxo e concentra atenção apenas em um. O Audi R8 que a vilã lhe indicara a matricula e o achara. Aparentemente ninguém estava por perto e ele pode agachar ali de forma disfarçada para armar a sua cilada de presente ao casal. Já que diferente de Elena já estava nas tintas se Christian ou Ana morreria em algum acidente. Ele tinha ódio dos dois, então eles que morressem juntos e felizes no caminho de retorno ao inferno. Contudo, um som de passos em salto agulha apressado o faz agilizar as manobras ali e rapidamente corre para se esconder ou alguém iria notá-lo e isso arruinaria a chance.
— Mas tem a certeza que não quer mesmo ficar, eu posso pegar um táxi minha querida! — afirma Carla para Anastacia que mais parece irredutivel em negar ver a mãe voltar para o hotel num táxi.
— Nem pensar eu vou levá-la! — atesta Anastacia acertiva demais para mudar de opinião.
Jack espreita sobre os arbustos e sorri vendo Ana e a mãe entrarem dentro do carro. Mas elas não estavam sozinhas, um homem de terno as acompanhava. Jack não soube identificar quem era.
— Adeus Anastacia essa será a sua viagem mais longa! — sussurra ele rindo abafado por entre a escuridão.
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